jun 02

Set-top-box: Primeiro desafio da EAD é reduzir preço do set-top na configuração definida

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A Entidade Administradora da Digitalização (EAD) do processo de desligamento da TV analógica terá como primeiro desafio fechar o pedido de cotação do set-top box na configuração aprovada pelo governo, num total de 14 milhões de caixinhas, que serão distribuídas aos beneficiárias do programa Bolsa Família. Estima-se que, nas cotações atuais, o preço da caixa na configuração pedida seja em torno de US$ 35 a US$ 36, mas com a perspectiva de que esse valor deva cair para perto de US$ 30, com a compra em escala dividida em 2016, 2017 e 2018.

A caixinha escolhida terá o middleware de interatividade Ginga C, 512 kB de memória RAM e 2 GB de memória flash, não terá conexão bluetooth, WiFi, nem modem 3G embutido, mas tem uma porta ethernet para ser conectada à banda larga fixa, se houver. Haverá duas entradas USB e os drivers adequados para receber um modem externo (dongle) 3G, 4G ou bluetooth. A caixa terá uma saída HDMI, uma RCA e uma entrada RF, para conexão com a antena de TV. Os dois fluxos de vídeo, ao invés de serem ambos de MPEG-4, serão MPEG-4 para o sinal HD e outro em MPEG-1, usado para o picture-in-picture das transmissões em Libras (linguagem de sinais).

Apesar da avaliação de que o preço estimado cabe no orçamento da EAD, de R$ 3,6 bilhões, há um esforço para a redução ao máximo do custo da caixinha. Já a inclusão de serviços interativos de terceiros (como aplicativos OTT embarcados) encontra resistências não só dos radiodifusores como das teles, que não querem que o set-top seja uma porta para a concorrência de serviços já existentes.

Em outra frente, o governo está tentando turbinar o set-top com o modem externo, mas nesse caso a resistência vem de outra fonte: o Ministério da Fazenda. A dificuldade aí é o ajuste fiscal e as limitações orçamentárias. Sabe-se que o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), que é diretamente responsável pelos benefícios aos inscritos no Bolsa Família, deseja oferecer outros serviços e até poderia alocar orçamento para o projeto, mas tudo isso depende do cenário de cortes.

Próxima batalha

A próxima grande discussão política envolvendo o Gired (Grupo de Implementação da TV Digital, coordenado pela Anatel) será definir os critérios para os investimentos em publicidade, o que também é parte das obrigações da EAD. Uma das hipóteses é que a veiculação das campanhas de esclarecimento sobre o processo de desligamento da TV analógica aconteça usando a própria TV como mídia, mas há uma discussão latente sobre se essa campanha seria remunerada pela EAD ou se os radiodifusores, como parte diretamente interessada, teriam que arcar com o ônus e ceder espaço para a divulgação gratuita.

Fonte: Tela Viva

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jun 02

TV Digital: Braço operacional da transição da TV Digital, EAD já tem presidente

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A empresa criada por Vivo, Tim, Claro e Algar para operacionalizar o desligamento dos sinais analógicos de televisão – e portanto a transição para a TV Digital – já escolheu seu presidente. Será Antonio Carlos Martelleto, que era diretor executivo da Embratel.

Engenheiro Eletrônico, foi pesquisador no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações da Telebras. Em 1992 passou a atuar no setor de TV paga, passando por Globosat, Unicabo e Vivax. Em 2008 foi para a Embratel onde assumiu a direção de operações de DTH e mais recentemente vinha atuando como diretor executivo de solução e entrega.

A Entidade Administradora da Digitalização, ou simplesmente EAD, foi criada pelas operadoras móveis que adquiriram nacos de 700 MHz em leilão realizado no ano passado. Como previa o edital, elas ratearam os R$ 3,6 bilhões de capital dessa empresa.

A EAD tem como missão divulgar o desligamento analógico e distribuir aos beneficiários do Bolsa Família – cerca de 14 milhões – conversores, antenas e filtros que garantam a recepção dos sinais digitais. Também terá que atuar nos casos de interferência entre o 4G e a TV Digital. E, principalmente, medir se 93% dos domicílios em cada município recebem a TV Digital, patamar mínimo para o desligamento dos sinais analógicos.

Fonte: Convergência Digital

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jun 02

700MHz: Testes vão medir convivência com TVs para antecipar 4G em 700 MHz

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As operadoras móveis vão começar a fazer testes de convivência do 4G em 700 MHz e as transmissões analógicas de televisão que operam na mesma faixa para verificar a possibilidade de antecipação do serviço naquelas cidades onde há espaço suficiente no espectro radioelétrico.

O primeiro alvo é a goiana Rio Verde, primeira cidade do cronograma do desligamento dos sinais analógicos de televisão – previsto para 29 de novembro – mas haverá outras, particularmente nos estados das regiões Norte e Nordeste, por disponibilidade na faixa de 700 MHz.

“Esperamos que no inicio do segundo semestre a gente já tenha a instalação dos equipamentos de LTE para testar. Já definimos que isso vai acontecer em Rio Verde, mas a ideia é que haja uma instalação em larga escala para que seja testado de forma mais operacional mesmo. Isso vai acontecer especialmente no Norte e no Nordeste, onde tem espaço para remanejar canais hoje na faixa de 700 MHz mesmo sem desligar o analógico”, diz o conselheiro da Anatel Rodrigo Zerbone, que preside o grupo de implementação da digitalização, Gired.

As outras cidades para esses testes além de Rio Verde ainda não foram definidas, mas Zerbone explica que o objetivo é ter elementos para avaliar os prováveis pedidos de antecipação de operações de 4G que serão apresentados pelas operadoras móveis. “Precisamos testar para ter os parâmetros para os casos em que pudermos antecipar e quais as situações em que não será possível autorizar”, completa.

Antenas

Também foi decidido em reunião do Gired nesta quarta, 27/5, que nas cidades com desligamento previsto para 2016 haverá distribuição de antenas externas com capacidade de recepção VHF e UHF. Essa é uma questão importante pois envolve municípios com grande uso do espectro e onde será necessário deslocar algumas emissoras para os canais 7 a 13, chamados no setor de VHF alto.

“Essa antena será capaz de pegar as duas frequências, porque espectro está muito ocupado e vamos ter que usar espectro no VHF alto, particularmente em lugares como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Goiânia”, diz o presidente do Gired. Na prática, essa fatia do espectro deverá alojar especialmente canais públicos – como as TVs da Câmara e do Senado ou mesmo eventualmente a TV Brasil. Em Rio Verde, com 200 mil habitantes e espaço no espectro, haverá apenas antenas UHF.

Ainda não há decisão, porém, sobre os casos em que serão distribuídas antenas internas. Trata-se de uma questão delicada na transição porque os testes de convivência entre TV Digital e 4G em 700 MHz indicaram risco de interferência. A própria Anatel, que minimiza esse problema, admite que haverá casos em que será preciso escolher entre assistir TV ou usar o celular – ou pelo menos se afastar do televisor.

Fonte: Convergência Digital

jun 02

TV Digital: Definida metodologia para medir se cobertura da TV digital atingiu 93%

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A Anatel, as operadoras móveis e as emissoras de televisão definiram nesta quarta-feira, 27/5, a metodologia da pesquisa que vai medir se 93% dos domicílios de cada município estão aptos a receber a TV Digital – margem necessária para autorização do desligamento dos sinais analógicos.

Pela métrica aprovada pelo grupo de implementação da digitalização, Gired, as pesquisas devem começar pelo menos 60 dias antes do prazo previsto para o desligamento, vão ser fortemente baseadas na Pesquisa Nacional por Amostragem do Domicílios (PNAD), do IBGE, terão intervalo de confiança 95% e margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Assim, o desligamento pode se dar com uma cobertura de 90% (ou 96%) dos lares.

Na prática, o grupo espera que haja um número maior de pesquisas relacionadas às três primeiras cidades do cronograma – Rio Verde, em Goiás; Brasília e São Paulo. “A tendência é que tenhamos uma série de pesquisas já a partir do início do segundo semestre relacionadas às três primeiras cidades para ir aperfeiçoando a medição, identificando erros e ir evoluindo”, diz o conselheiro da Anatel Rodrigo Zerbone, que preside o Gired.

Ainda não está definido, no entanto, o intervalo mínimo entre uma pesquisa e o desligamento – ou seja, quantos dias antes do fim dos sinais analógicos será feita a última medição. “A qualquer momento se der mais de 93%, não precisa mais fazer. Mas se não alcançou, pode ser até dias antes, mas ainda não definimos esse prazo”, diz Zerbone.

É que as pesquisas precisam ser validadas pelo Gired, que a partir de então autoriza o desligamento analógico. Isso implica em que os representantes das teles e tevês recebam e analisem os resultados da pesquisa e se reúnam para decidir se mantém ou não a data do cronograma – no caso da primeira, Rio Verde, 29 de novembro. “Os radiodifusores também devem ter tempo de saber se vai mesmo desligar ou não”, diz o conselheiro.

Fonte: Convergência Digital

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jun 02

TV Digital: A 10 meses do desligamento analógico, Torre deTV Digital de Brasília tem falhas graves

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A Torre de TV Digital, última obra de Oscar Niemeyer na capital, tem falhas graves, segundo aponta uma fiscalização do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Inaugurada incompleta em 2012, está fechada desde outubro de 2013 e, desde então, o estado da torre parece ter piorado. Detalhe: em Brasília já começou a contagem regressiva para o desligamento dos sinais analógicos de televisão, prevista para 3 de abril de 2016.

Segundo o TCDF, falhas no projeto e na execução da obra causaram danos que podem trazer prejuízo à segurança, à durabilidade e à qualidade da chamada Flor do Cerrado. O projeto não previu a captação e a drenagem das águas pluviais, especialmente nas passarelas de acesso às cúpulas, onde deveriam funcionar um bar e um espaço para exposições.

Iniciada em 2009, ainda sob a gestão do governador José Roberto Arruda – preso durante o mandato por denúncias de corrupção – a obra era prometida para as comemorações dos 50 anos de Brasília, em 2010. Ainda não totalmente pronta, foi inaugurada em 2012, pelo então governador Agnelo Queiroz. O atual governo, de Rodrigo Rollemberg, promete, segundo o TCDF, concluir os reparos em 15 dias.

Na prática, a Torre de TV Digital só teve recebimento provisório pelo governo do Distrito Federal, em maio de 2012. Segundo o Tribunal de Contas do DF, é por isso que o governo local não pode sequer contratar a manutenção da torre, visto que a obra não pertence legalmente ao patrimônio. As construtoras Mendes Júnior e Atrium formaram o consórcio vencedor da licitação que, orçada em R$ 64 milhões, teve aditivos que elevaram o preço a R$ 76,2 milhões – embora R$ 3,5 milhões tenham sido retidos a mando do TCDF.

A fiscalização encontrou ainda indícios de corrosão da estrutura, sinais de oxidação da armadura de aço, trincas grandes na fachada, na cobertura e internamente e fissuras diversas nas rampas e por toda a obra. Foram identificados alagamentos internos, aumentando as infiltrações e dano no sistema de esgotamento sanitário a vácuo e de ar condicionado, em face do indevido escoamento da água para essas tubulações.

Ainda segundo o relatório do Tribunal de Contas, a Torre de TV Digital tem fios expostos, vazamentos, calçadas de acesso remendadas, grandes rachaduras no piso, significativas imperfeições no acabamento de pintura em diversos locais, defeitos graves no acabamento dos banheiros, sistema de alarme de incêndio desligado por falta de sensores, que foram furtados, entre outros.

Fonte: Convergência Digital

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jun 02

TV digital: campanha de desligamento do analógico começa em São Paulo

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Os moradores da cidade de São Paulo e de 27 municípios que ainda assistem às programações de TV aberta pelo sistema analógico começam nesta quinta-feira, 21/05, a serem alertados sobre o fim desse tipo de transmissão a partir de 15 de maio de 2016.

A campanha é obrigatória para os radiodifusores e foi estabelecida em portaria do Ministério das Comunicações. O objetivo é preparar a população para as recepções pelo formato digital , que tem melhor qualidade de imagem e som, além de outras vantagens, como suporte à recepção móvel, multiprogramação e interatividade. A ação já está em andamento em Rio Verde (GO) e na região do Distrito Federal.

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em alguns períodos, os telespectadores verão em sua tela a letra A, símbolo da televisão analógica, que depois ganhará as demais letras formando a palavra Analógico. Uma tarja exibida logo abaixo, informará sobre a necessidade de se adaptar um conversor de TV digital aos aparelhos antigos para continuar assistindo as programações.

O aviso indicará também a opção de troca do aparelho por uma TV digital, lembrando que pode ser necessário o uso de uma antena apropriada, preferencialmente externa. Os alertas deverão ser mais frequentes à medida em que for se aproximando o término da trasmissão analógica. A Anatel lembra que a maioria dos modelos mais novos de TV, de tela fina (plasma, LCD e LED, por exemplo), já é entregue ao consumidor com um conversor digital integrado. “Mas é recomendável consultar o manual do produto para ter certeza”, alerta o órgão.

Mais informações poderão ser obtidas no site www.vocenatvdigital.com.br ou pelo telefone 147. As ligações são gratuitas. Em ambos os casos, o atendimento será feito por funcionários da Entidade Administradora do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (EAD).

O desligamento do sinal analógico da TV aberta acabará, gradualmente, em 2018. Em 2016, o cronograma inclui o Distrito Federal e as cidades próximas, em abril; as regiões metropolitanas de São Paulo, em maio; Belo Horizonte, em junho; Goiânia, em agosto, e Rio de Janeiro, em novembro.

A operação para implantar o novo sistema, bem como o 4G LTE, é coordenada pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) – presidido por um conselheiro diretor da Anatel, com a participação do Ministério das Comunicações e das empresas de telecomunicações envolvidas.

Fonte: Convergência Digital

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jun 02

Ginga: Gired decide por caixa popular com Ginga C, mas sem modem embarcado

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O Gired (grupo de implantação da digitalização da TV) decidiu, nesta sexta-feira, 15, por um modelo de conversor de TV digital que será distribuído aos beneficiários do Bolsa Família com interatividade mais limitada. A proposta do aparelho escolhido foi apresentada pela Anatel na busca de consenso entre as demandas do próprio governo, que queria interatividade plena, e dos radiodifusores privados e teles, que fefendiam uma opção mais barata. A proposta técnica da agência se baseia em uma combinação de especificações. Como é uma proposta nova, ainda não há cotação do aparelho. A principal novidade do modelo definido é que ele não terá, de fábrica, um modem para o canal de retorno, mas terá possibilidade de receber esse módulo posteriormente.

A caixinha escolhida, segundo o presidnete do Gired, Rodrigo Zerbone, terá o middleware de interatividade Ginga C, 512 de memória RAM e 2 GB de memória flash, mas não terá conexão bluetooth, WiFi nem modem 3G embutido, mas terá uma portas Ethernet. Haverá duas entradas USB e os drivers para receber um modem externo. A caixa terá uma saída HDMI, outra RCA e uma entrada RF, para conexão com a antena de TV. Os dois fluxos de vídeo, ao invés de serem ambos de MPEG4, serão MPEG4 para o sinal HD e outro em MPEG1, usado para o picture-in-picture das transmissões em Libras (linguagem de sinais). Outra decisão do Gired foi de que a caixinha terá um ano de garantia, mas ainda não há detalhes sobre a logística de manutenção dos equipamentos.

O presidente do Gired afirmou que a proposta da Anatel optou por retirar alguns requisitos defendidos pelo governo que teriam um impacto financeiro muito forte. Mas ressaltou que o modelo escolhido, além de trazer o Ginga C, dá suporte à interatividade plena, sem custar tão caro quanto a versão mais avançada. Ainda assim, diz Zerbone, o valor é acima do cotado para o conversor mais simples.

A cotação e a compra da caixinha ficarão à cargo da EAD. Por essa razão, ainda não é possível saber quantos conversores serão comprados. De acordo com Zerbone, para o municípios de Rio Verde (GO), onde o desligamento do sinal analógico acontecerá no final deste ano, serão necessárias em torno de sete mil caixas.

A decisão saiu depois de um dia inteiro de reunião, que teve início às 10hs e foi concluída às 18hs. Segundo Zerbone, apesar de a proposta ter sido aprovada por todo o grupo, os representantes das teles fizeram uma declaração de voto, considerando a necessidade de o Gired avaliar constantemente a questão orçamentária para evitar a adoção de medidas que extrapolem o orçamento para a limpeza da faixa de 700 MHz, estabelecido em R$ 3,6 bilhões. As operadoras defendem também o acompanhamento técnico das medidas e uma consideração sobre os requisitos das caixas escolhidas, sem contudo mudar o voto do setor.

Além da decisão sobre o modelo do receptor, ficou estabelecido que, no futuro próximo, a EAD fará testes com um conversor com todas as especificações defendidas pelo governo, inclusive com canal de retorno, para avaliar questões técnicas e de custos. “A adoção desse equipamento plus será definida a partir do acompanhamento do orçamento previsto para o processo. Caso não seja possível, os testes servirão para orientar novas políticas públicas para o setor”, disse o presidente do Gired, Rodrigo Zerbone.

Esta semana, o ministro Ricardo Berzoini já havia sinalizado que a configuração da caixinha, apesar de permitir interatividade, teria que seguir as limitações orçamentárias do processo de desligamento. A solução encontrada deixa a porta aberta para ações como a distribuição em separado do módulo com o canal de retorno, mas isso dependerá de viabilização de orçamento.

Fonte: Convergência Digital

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