out 23

TV no celular: 4G termina obrigação de uso do padrão da TV digital

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Na ‘guerra’ dos processadores para smartphones, a Qualcomm diz não temer a concorrência direta da Intel – que é líder do mercado de PCs – nem dos fabricantes chineses, de menor custo, sustenta o vice-presidente executivo da empresa, Cristiano Amon.

Para o executivo, que nesta terça-feira, 22/10, participou do Futurecom 2013, os fabricantes de celulares têm, hoje, dois desafios: aumentar a vida útil das baterias e criar um gerenciamento efetivo da temperatura dos terminais.

Por sua vez, o presidente da Qualcomm para a América Latina, Rafael Steinhauser, revelou dados de uma pesquisa feita pela companhia no Brasil. Segundo o executivo, hoje, o processador já está entre os cinco itens mais importantes para o consumidor na hora da escolha de um smartphone. “É claro que não é o principal, mas já é uma referência. O consumidor sabe que para ter tantos aplicativos num celular é preciso um processador capaz de suportar essas operações”, disse.

Entre as tendências do futuro, Amon garante que os celulares vão substituir as redes Wi-Fi. “Essas redes vão ser incorporadas às das operadoras móveis. Serão criadas redes inteligentes onde o Wi-Fi vai completar à banda larga móvel”, diz o executivo. O 4G por sua vez, vai mudar a forma de ver TV no smartphone. “Não há como impor o padrão de TV digital com o 4G. O serviço de broadcast será nativo e não impõe recursos ao fabricante de terminal”, diz.

Fonte: Convergência Digital

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out 22

TV Digital: Transição para a TV digital será segura, reitera Secretária de Serviços de Comunicação Eletrônica do MiniCom, Patricia Ávila

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Em audiência pública realizada nesta tarde na Câmara dos Deputados, a secretária de Serviços de Comunicação Eletrônica do MiniCom, Patricia Ávila, reiterou que o governo está trabalhando para promover uma transição tranquila e segura da TV analógica para a digital. Ela também destacou que a meta do Governo Federal é garantir que ninguém fique sem ter acesso ao sinal digital depois do apagão, que começa em janeiro de 2015 e termina no final de 2018.

Segundo a secretária, o Ministério das Comunicações e a Anatel estão trabalhando em conjunto para que o impacto da migração para a TV digital seja o menor possível: “Estamos fazendo isso por meio de discussões e diálogos com todos os segmentos envolvidos”, afirmou.

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Baixe pelo site do Ministério da Comunicações

Veja aqui a apresentação da secretária Patricia Ávila.

Fonte: Conexão MiniCom

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out 22

TV Digital: Acordo amplia Rede Legislativa de TV Digital em Porto Alegre

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A Assembleia Legislativa, a Câmara de Deputados e a Câmara de Vereadores de Porto Alegre assinaram na tarde desta segunda-feira, 21, acordo de cooperação técnica para a expansão da Rede Legislativa de TV Digital no Estado. A intenção é que, futuramente, a rede passe a abranger também todos os órgãos legislativos municipais interessados, por meio do recurso da multiprogramação no qual um canal pode ser dividido em quatro. Com a parceria formalizada, tem início as transmissões da TV Câmara de Porto Alegre em sinal aberto digital, através do canal 61.4. A TV Assembleia já transmite em sinal aberto digital e gratuito, no canal 61.2, desde outubro do ano passado.

A Rede Legislativa de TV Digital, atualmente, tem sinal aberto em 20 grandes cidades do País, impactando 42 milhões de brasileiros. No Rio Grande do Sul, os municípios podem participar da rede, encaminhando pedido à Câmara Federal, através de suas Câmaras Municipais. A Câmara dos Deputados já solicitou consignações junto ao Ministério das Comunicações para operar a TV Digital nos municípios de Rio Grande, Bagé, Bento Gonçalves, Cruz Alta, Erechim, Novo Hamburgo, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Santa Rosa, Passo Fundo, Pelotas e Capão da Canoa.

Durante o ato de assinatura do acordo, o presidente da Assembleia, Pedro Westphalen (PP), destacou a importância de expansão da rede para que a população possa acompanhar os trabalhos de seus parlamentares. Além de Westphalen, assinaram o documento o deputado federal Paulo Ferreira (PT/RS), representando a Câmara Federal, e o presidente da Câmara de Porto Alegre, vereador Thiago Duarte (PDT). Também estiveram presentes a presidente do Comitê de TV Digital da Câmara Federal, Sueli Navarro; o superintendente-geral e o superintendente de Comunicação Social da AL, Álvaro Abi Fakredin e Vicente Romano, respectivamente; e a jornalista Michele Limeira, coordenadora da TV Assembleia, entre outros convidados.

Fonte: FNDC

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out 10

Faixa 700MHz: Deputados conseguem adiar decisão da Anatel sobre 700 MHz

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Em um gesto aparentemente simbólico, parlamentares, governo e Anatel se entenderam sobre o andamento das tratativas para deslocar emissoras de tevê e alojar as operadoras móveis na faixa de 700 MHz. No que parece uma perfeita reunião política, todos deixaram o encontro satisfeitos – ainda que com diferentes interpretações.

De um lado, parlamentares da comissão de Ciência e Tecnologia deixaram o Ministério das Comunicações confiantes de que a agência não vai avançar imediatamente no ‘cronograma’ – ou seja, não votará na próxima semana a destinação da faixa, etapa burocrática para o edital de licitação dos 700 MHz.

“Não haverá açodamento”, disse o deputado Jorge Bittar (PT-RJ). “Houve um compromisso de que não haverá decisão sobre a destinação da faixa na próxima reunião da Anatel e sobre o envolvimento da Câmara nas discussões”, comemorou a deputada Luiza Erundina (PSB-SP).

De sua parte, porém, a Anatel também manteve a convicção de que vai manter o ritmo. “Vamos nos reunir novamente na próxima semana para discutir e, inclusive, convidar os próprios radiodifusores”, disse o presidente da agência, João Rezende. “Temos que ouvir o relator, que não estava presente”, completou.

Operador nacional

Na prática, existe uma razoável possibilidade de o tema não estar na reunião do Conselho Diretor em 17/10 – exatamente porque ficou apalavrada uma reunião com deputados e representantes das emissoras de televisão. Mas o adiamento deve ser breve, segundo confidenciou um dos presentes à reunião.

O simbolismo do movimento se deve ao fato de a ‘destinação’ da faixa de 700 MHz ser uma decisão política tomada – o edital de oferta desse naco do espectro às teles está em elaboração e o Minicom ainda espera realizar o leilão no primeiro semestre do próximo ano.

Daí talvez o principal ‘ganho’ dos parlamentares mais sensíveis ao tema tenha sido um ponto aparentemente paralelo: um certo endosso do Ministério das Comunicações à retomada do operador de rede nacional para as emissoras públicas.

“Como existe uma questão no edital sobre os custos de realocar emissoras que terão que sair, a ideia é que seja incluído aí o operador de rede. O ministro não apenas concordou como explicou que um novo modelo permite reduzir o valor desse operador para um terço do que estava estimado”, disse Erundina.

Em princípio, o “novo plano” – a proposta em si existia ainda nas primeiras tratativas da EBC sobre o tema – envolve a rede da Telebras como canal de retorno e inclusive o aproveitamento de infraestruturas que a estatal já dispõe, como as torres.

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out 07

TV Digital: TV digital se espalha pelo mundo, mas faltam conversores

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Entre os números divulgados nesta segunda-feira, 7/10, pela União Internacional das Telecomunicações, é fácil perceber o avanço da tecnologia digital nas transmissões de televisão. O sinal está em 55% dos lares do planeta. Mas a conta valoriza os modelos de TV paga – a cabo ou satélite. Entre países, como o Brasil, onde TV aberta é a regra, o quadro é diferente.

Para a UIT, a transição é óbvia – eram 30% das residências com sinal digital em 2008. E, de fato, mesmo entre os países em desenvolvimento o crescimento é forte. Em quatro anos, o número de lares com sinal digital passou de 138 milhões para 380 milhões.

Mas o universo digital mencionado pela UIT considera 1,4 bilhão de lares com perfis distintos. Nos Estados Unidos, por exemplo, quase todos assistem TV Digital, mas o modelo do país é fortemente concentrado no sistema de transmissão a cabo, com pagamento de assinatura mensal.

De forma semelhante, a cobertura digital é ampla nos países árabes. Mas lá, pelas próprias condições geográficas, prevalece o sistema de transmissão via satélite, digital, na tecnologia DTH. Daí que entre essas nações a TV digital esteja presente também em mais da metade dos lares.

De acordo com a UIT, a China tem 20% das TVs digitais do planeta, seguida pelos Estados Unidos, com 15%, pela Índia, com 7%, e o Japão, com 5%. A Alemanha e o Brasil, têm 4% cada um, enquanto os lares do Reino Unido com sinal digital representam 3% do total.

Nesse quadro geral, 34% das casas do mundo recebem TV a cabo, enquanto outros 22% assistem pela transmissão via satélite DTH. A chamada transmissão ‘terrestre’, que melhor traduz, em países como o Brasil, o modelo de TV aberta, responde ainda pela maior fatia, ou 39% dos lares. Outros 5% acessam IPTV.

Segundo o estudo da UIT – Medindo a Sociedade da Informação, com dados relativos ao ano de 2012 – 23 daqueles 39% que acessam a transmissão terrestre se referem a lares que apenas assistem televisão analógica. Grosso modo, portanto, a TV digital ‘gratuita’ estaria em cerca de 16% dos lares. Ou 10%, se consideradas as casas onde, de acordo com o relatório, apenas a TV digital terrestre é recebida.

“A cobertura digital não equivale à real penetração, por conta de outras barreiras que persistem, como o alto custo ou a falta de set top boxes, limitado suprimento de energia, ausência de conteúdo relevante em línguas locais ou os altos preços dos televisores”, destaca a UIT.

O Brasil, naturalmente, está entre as maiores concentrações de telespectadores analógicos. Metade dos 400 milhões de lares com apenas esse tipo de recepção está na China (125 milhões), Indonésia (35 milhões), Brasil (28 milhões) e a Rússia (19 milhões).

Fonte: Convergência Digital

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out 07

TV Digital: Torre de TV Digital pode ficar fechada até o início de 2014, diz Terracap

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Será que dessa vez sai??!??!?!!??!

Instalação de antenas digitais é um dos motivos da paralisação das visitas. Período chuvoso pode acarretar eventuais atrasos nas obras, diz Terracap.

A Torre de TV Digital de Brasília ficará fechada a partir desta sexta-feira (4) para a instalação das antenas digitais das emissoras de TV aberta. Não há data para a reabertura. Também serão feitas obras de impermeabilização no local.

“A Torre de TV será reaberta somente quando as instalações e demais obras estiverem concluídas. Vamos respeitar esse prazo, que pode ser até o final do ano, podendo se estender para o início do próximo ano”, afirmou o presidente da Terracap, Abdon Henrique de Araújo.

Segundo Araújo, as obras poderão sofrer atrasos por conta do período chuvoso, mas o presidente disse que o trabalho não será interrompido.

A Torre de TV Digital funciona para visitação aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h, e por dia eram distribuídas aproximadamente mil senhas para acesso ao mirante do monumento.

Fonte: G1

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out 07

Faixa 700MHz: Interferência pode afetar TV e celular a partir de 2015

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Interferência pode afetar TV e celular a partir de 2015

Problemas como falta de som e imagem devem ser causados pelo uso de faixas de frequência vizinhas

Edital da nova banda já vai prever investimento em equipamento preventivo; no Japão, custo atingiu US$ 3 bi

JÚLIA BORBA DE BRASÍLIA Estudos feitos por radiodifusores e teles mostram que a entrada em operação da TV digital e do 4G (internet de alta velocidade), no novo modelo que será implementado a partir de 2015, vai gerar interferência nesses serviços em algumas cidades do país.

Sem a adoção de medidas tecnológicas adequadas, o celular poderá deixar a TV sem som e imagem por alguns segundos, e a TV ligada poderá interromper a navegação no smartphone.

A própria emissão de sinal pelas antenas de TV ou telefonia pode afetar os serviços.

Com a digitalização, TV e internet 4G usarão faixas de frequência vizinhas, um dos motivos apontados para a interferência entre os serviços.

Estudos mais aprofundados para estimar em quais municípios isso ocorreria, formas de evitar o problema e os gastos envolvidos ainda estão sendo feitos, mas já se sabe que a maior parte dos casos de interferência deve ocorrer em grandes centros.

Para evitar que os usuários tenham de lidar com a situação, é necessário investir em equipamentos durante a instalação da nova infraestrutura das TVs e das teles.

Outros países que decidiram usar a frequência de 700 MHz para trafegar dados, como Japão e Reino Unido, enfrentaram problemas parecidos. No Japão, foram investidos US$ 3 bilhões para solucionar o problema (cerca de R$ 6,7 bilhões).

A Folha apurou que no Ministério das Comunicações o assunto vem sendo tratado com cautela. Para o governo, a interferência ainda é vista como capaz apenas de criar ruídos nos aparelhos ou leve tremor nas imagens. Mesmo assim, está decidido, internamente, que o edital para licitação da faixa irá incluir o repasse desses gastos.

O que se discute agora é qual será o modelo adotado: acrescentar o gasto no preço do lote a ser licitado ou criar uma regra que determine o pagamento posterior. A medida deve repassar os custos para as teles, consideradas as principais interessadas em viabilizar o uso da faixa.

Embora desde o ano passado as empresas de telecom já trabalhem com a internet de quarta geração, a interferência não acontece porque elas estão usando outra frequência, a de 2,5 GHz.

Os ruídos devem ocorrer quando passar a ser usada a faixa de 700 MHz, de interesse das teles porque os investimentos são menores, pois necessita de menos antenas.

Fonte: Folha de São Paulo

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out 02

Eventos: Seminário sobre TV Interativa no Centro Interdisciplinar de Tecnologias Interativas (CITI) da USP

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No próximo dia 16 de outubro será realizado o Seminário sobre TV Interativa no Centro Interdisciplinar de Tecnologias Interativas (CITI) da USP.

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“The Future of ITV” seminar is an initiative of CITI to enhance discussion about ITV and specialists in HCI field. Professionals and specialists in projects concerning the relation between interactive electronic devices and human factors are expected to be gathered in order to improve their national and international network, know similar projects and establish partnerships.
Prof. Lyn Pemberton (University of Brighton, UK) and Sanaz Fallakhair (University of Portsmouth, UK) were invited as keynote speakers and will talk about their experience on ITV and HCI in England.
A pre-registration is needed in order to join the event. Please send us an e-mail to thefutureofitv2013@gmail.com with your full name, e-mail and institution until 10 Oct 2013 (This event is free of charge and the official language is English).
We are looking forward to see you!

Mais informações no site: https://sites.google.com/site/thefutureofitv/home

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out 02

Paises TVDigital: padrão brasileiro se consolida na AL, mas não avança na África

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Com o Brasil já definindo seu cronograma para a migração definitiva para o ISDB-T, a adesão ao padrão nipo-brasileiro cresce no continente americano. O mais novo integrante do clube é Honduras, que trocou o padrão ATSC, dos Estados Unidos, pelo ISDB-T(Integrated Services Digital Broadcasting – Terrestrial). O anúncio formal aconteceu na semana passada, de acordo com informações do Ministério das Comunicações.

Na América Central, Honduras é o terceiro país a escolher o padrão nipo-brasileiro, e o 15º no mundo. Uruguai, Argentina, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Venezuela, Costa Rica, Filipinas, e Guatemala já optaram pelo ISDB-T, além de Brasil e Japão. Novas adesões podem estar a caminho, uma vez que El Salvador, Belize e Nicarágua também demonstram interesse pelo padrão nipo-brasileiro, mas ainda não divulgaram qual sistema adotarão – aqui também uma forte disputa com o ATSC, dos Estados Unidos.

Mas um território considerado crucial para a globalização de fato do ISDB-T, a África, continua distante. Apenas um país – Botswana – já declarou oficialmente a sua escolha, os demais- em especial a a Comunidade de Países da África Austral (Sadc) recomendou aos seus 14 integrantes (África do Sul, Angola, Botsuana, Congo, Lesoto, Madagascar, Malawi, Ilhas Maurício, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue) a adoção do sistema europeu – DVB-T, mesmo com a crise financeira que dificulta o apoio financeiro à migração do analógico para o digital.

Aqui no Brasil, até o final de outubro, o ministério das Comunicações planeja ter definido – já com a realização de audiência pública – as cidades que vão, de fato, precisar fazer o apagão da tv analógica em 2015. Isso porque o governo decidiu fazer o leilão de parte da faixa de 700 MHz para a banda larga no primeiro semestre de 2014. Na primeira fase do planejamento já se constatou que será necessário ‘limpar’ a faixa em 724 dos 5560 municípios. Mas o tema é complexo e envolve conflitos entre o setor de radiodifusão e de telecomunicações.

Fonte: Convergência Digital

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