ago 31

TV Digital: Idea! lança primeiro chip nacional para recepção ISDB-T

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A Idea! Sistemas Eletrônicos, de Campinas (SP), em conjunto com o Instituto de Pesquisas Eldorado, anunciou ter concluído o primeiro chip nacional para recepção do sinal digital no sistema ISDB-T. O componente será apresentado no simpósio “Chip em Brasília”, em setembro.

Segundo a empresa, a tecnologia foi desenvolvida por uma equipe de 25 engenheiros brasileiros durante três anos. Segundo Valdiney Pimenta, diretor da Idea!, já existe um grande fabricante nacional de eletrônicos desenvolvendo um novo produto que fará uso do chip.

Entre este ano e 2013, diz a empresa, o Brasil deve chegar a 20 milhões de dispositivos com TV digital embarcada, entre notebooks, TVs, set-top boxes, mini-TVs, celulares, navegadores GPS, entre outros. Além disso, o padrão japonês ISDB-T foi adotado em pelo menos 14 países.

Fonte: Tela Viva

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ago 24

TV Digital: Java é página virada. O que vem por aí?

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Uma visita rápida  à exposição Broadcast & Cable 2012, realizada em paralelo ao Congresso SET, esta semana, em São Paulo, e  ao stand do Fórum SBTVD, pode ser revelador sobre o futuro da TV Digital. Muito do que foi discutido nos três dias de evento já é realidade, em teste pelo SBT e pela  Rede Globo.  E deixa claro que a discussão sobre o uso do Java no middleware Ginga é página virada. O Ginga-J é parte do middleware e ponto final.

Nos bastidores, corre que o Fórum SBTDV está muito próximo de assinar um acordo com o Oracle  para a cessão do TCK do Java Virtual Machine, embora a própria Oracle e a presidência do Fórum se recusem a comentar o assunto, alegando que as conversas continuam. “Se isso acontecer, o Fórum e a Oracle farão um comunicado conjunto”, afirma Roberto Franco, presidente do Fórum.

Quando o assunto é o middleware Ginga, a preocupação do Fórum SBTVD agora é outra. E ela ficou muito clara no painel “Além da TV – O o que vem por aí?”, coordenado pelo próprio Roberto Franco. “Nós não temos nenhuma pretensão que a população conheça o Ginga. Mas nós queremos que a população conheça bem os serviços que o Ginga presta”, argumenta Franco. O que remete a discussão para as possibilidades de oferta da interatividade proporcionada pelo Ginga de forma complementar à interatividade proporcionada por outras soluções tecnológicas convergentes como a banda larga como as TVs conectadas, as TVs híbridas, as OTTs e as chamadas second screen.

Em resumo, partindo da premissa de que temos um middleware inovador, e uma realidade muito diferente do de outros mercados, chegou a hora de arregaçar as mangas e começar a discutir os novos modelos demandados pelos consumidores, as novas necessidades, e ousar em criar um padrão.

Estamos diante de diferentes plataformas que atendem a diferentes hábitos de consumo de vídeo. Por que não combinar algumas delas usando o Ginga como a cola? Por que não usar o Ginga com as TVs conectadas? Ou para soluções de VOD? Ou como catch up de dispositivos móveis?

Se olharmos única e exclusivamente com a lente da tecnologia, tudo isso jé é possível hoje.

Algumas empresas já trabalham nesse sentido. Do lado das emissoras, a Globo e o SBT. Do lado da indústria de software, a Totvs/TQTVD. O middleware Astro já tem soluções prontas para o desenvolvimento de aplicações de second screen (ou segunda tela), e a equipe de engenharia da empresa desenvolve há dois anos com a NHK japonesa os requisitos técnicos de uma plataforma híbrida, broadband/broadcast que virou uma recomendação da ITU, a J.205.

Durante a Broadcast & Cable a Totvs/TQTVD mostrava em seu stand uma solução para second screen usada pelo SBT. O objetivo é permitir ao telespectador usar os conteúdos preparados para a segunda tela pela emissora (ou seja, informações adicionais de programas, vídeos, votação em enquetes, t-commerce, etc), e enviados para o televisor através do canal de dados do sinal digital da TV aberta. Tudo isso sincronizado com o programa ou atração transmitida pela emissora.

Para receber esse conteúdo no smartphone ou tablet Android ou IOS basta o telespectador baixar o aplicativo e conectar seu iPhone ou iPad à mesma rede Wi-Fi na qual a TV compatível com DTVi já está conectada. Caso esteja sendo transmitido conteúdo compatível, a sincronização entre os dispositivos se dará automaticamente.

No caso do SBT o internauta é levado para páginas Web do programa que estiver assistindo naquele momento. Mas ao lado desta demonstração, no mesmo stand da Totvs/TQTVD, era possível ver um teste da Rede Globo para a transmissão de videoclips de lances de uma partida de futebol, como um gol, por exemplo, enquanto a partida está rolando no sinal da TV aberta.

“São exemplos de como juntar o melhor dos dois mundos”, disse David Britto, CTO da TQTVD. “E de dar à emissora uma chance de manter o internauta conectado aos sues conteúdos mesmo em outro dispositivo com acesso internet”, explicou.

O aplicativo StickerCenter está disponível na APP Store da Apple e no Google Play. A partir dele é possível inclusive comentar a programação através das redes sociais Twitter e Facebook. O que significa que hoje, a solução do SBT já pode ser testada por qualquer consumidor, em São Paulo, que tiver um televisores com conexão Internet de fabricação da LG, Sony, Panasonic, Philips ou Toshiba. A da Globo, ainda não. A intenção do SBT é medir o quanto os conteúdos de segunda tela serão fáceis de acessar por parte do telespectador, serão ou não do seu agrado, etc. E também o quanto conseguirá evitar que, para que seu telespectador tenha acesso aos conteúdos broadband do SBT ele tenha que deixar de ver a TV aberta.

Outras novidades do SBTVD
Outra novidade da SET 2012 com relação da TV Digital foi o anúncio do governo de que, de fato, a EBC começará a funcionar como operador nacional de rede ainda este ano. Testes piloto, incluindo interatividade, deverão começar em algumas semanas. O primeiro deles na cidade de João Pessoa, na Paraíba.

“O teste lá em João Pessoa, junto com a Câmara, vai incluir multiprogramação, transmissão HD e interatividade plena, com sinal de retorno através de 3G. O conversor da D-Link será custeado pelo Banco do Brasil”, explica  o superintendente de suporte da estatal, André Barbosa. “Nós vamos usar dois canais HD, um canal 1-seg e um canal de dados. No futuro, um dos canais de 6MHz HD será dedicada para serviços”, completa.

Entre os parceiros estão a Universidade Federal da Paraíba, a Federal de Santa Catarina, a Totvs e o Banco Mundial, através do BIRD.

Fonte: IDG Now

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ago 24

Torre de TV Digital + Jetsons – Sinal Digital

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Inacreditável, os Jetsons foram vistos passando perto da Torre de TV Digital só para conferir se era verdade essa história de que a Torre  de TV Digital tinha sido inaugurada sem antena para transmissão do sinal Digital!!!!!

Aqui em Brasília funciona assim: Torre de TV Digital sem antena, pistas sem ciclovias e faixas exclusivas para ônibus sem ônibus!!!!!

 

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ago 23

Interatividade: Totvs demonstra aplicações de segunda tela baseadas em Ginga

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A Totvs apresenta na Broadcast & Cable, que acontece paralelamente ao Congresso SET e termina nesta quinta, 23, uma solução de interatividade com segunda tela baseada no middleware Ginga. A solução permite que, com a instalação de um aplicativo em smartphones e tablets iOS e Android, a televisão envie para estes dispositivos links para conteúdos externos, acessados pela web, bem como conteúdos carregados na própria televisão.

Para isso, os dispositivos (inclusive a TV) precisam estar conectados a uma mesma rede. O conteúdo da aplicação de segunda tela é enviada ao televisor pelo carrossel de dados de interatividade da TV digital aberta e enviada do televisor para os dispositivos móveis pela rede Wi-Fi da casa. Nas demonstrações da Totvs, os usuários dos dispositivos móveis são levados a conteúdos externos, que são carregados pela rede dados, e ainda recebem um vídeo que é transmitido pelo sinal da TV aberta.

Segundo David Britto, diretor da Totvs, a solução é baseada em Ginga e qualquer radiodifusor pode usá-la livremente. “Nosso modelo de negócios é difundir o Ginga e vender o Astro TV”, diz, referindo-se à implementação Ginga vendida pela Totvs aos fabricantes de receptores digitais.

Fonte: Tela Viva

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ago 23

NCL Eclipse 1.7 disponível

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O NCL Eclipse é um plugin de código livre para suporte ao desenvolvimento de aplicações interativas em NCL por meio da IDE Eclipse. Tendo como foco o desenvolvimento textual de aplicações, o NCL Eclipse agiliza o desenvolvimento através da validação e sugestão contextual de código totalmente compatível com as normas “ABNT NBR 15606-2” e “ITU-T H.761”, navegação hipertextual e pré-visualização gráfica de elementos NCL.

A versão 1.7 do NCL Eclipse tem como principal objetivo trazer melhorias às funcionalidades já existentes nas versões anteriores. Sendo assim, não será possível encontrar muitas novas funcionalidades. Por outro lado, acreditamos que as melhorias incluídas nessa nova versão ajudam bastante a acelerar o desenvolvimento textual. Entre elas estão:

  • Autocompletar não-sensível à maiúsculas/minúsculas.
  • Melhorias nos tratamentos de espaco em branco (antes e depois da sugestão).
  • Melhorias no posicionamento do cursor logo após a uma sugestão.
  • Melhorias e correção de bugs no validador (em especial, escopo do <switch> e <descriptorSwitch> e validacão de tipo de dado XML CNAME).
  • Novas sugestões (em especial, sugestão de valores de propriedades e novos protocolos à lista de URLs).

Recomendamos a todos os usuários das versões anteriores que atualizem para a nova versão.

Se você já tiver o NCL Eclipse instalado, atualizá-lo é tão simples quanto acessar o menu “Help->Check for Updates” do seu Eclipse.

Caso ainda não o tenha instalado, siga as instruções disponíveis em: https://laws.deinf.ufma.br/ncleclipse/pt-br:install.

Aproveitamos a oportunidade também para alguns informes adicionais:

1. Já encontra-se disponível um novo tutorial de como integrar o NCL Eclipse ao Ginga4Windows (https://www.telemidia.puc-rio.br/?q=en/novasferramentas) no site oficial. Segue o link: https://laws.deinf.ufma.br/ncleclipse/pt-br:tuto:runginga4windows.

2. Estamos migrando o nosso controle de versão de desenvolvimento para o Git. Por enquanto, os interessados podem acessar o código fonte mais atual do NCL Eclipse em: https://laws.deinf.ufma.br/ncleclipse/gitphp.

3. Já comecamos o planejamento da próxima versão. Então caso exista alguma funcionalidade que você gostaria de ver nas próximas versões do NCL Eclipse este é o momento ideal para se pronunciar.

4. Os interessados em ajudar o projeto de alguma forma (tanto em programacao, como no desenvolvimento de tutoriais, traducao da ferramenta, do site, etc.) são sempre bem-vindos. Então se você achar que pode ajudar, deseja aprender o ambiente Java/Eclipse ou aprofundar seus conhecimentos em NCL, não deixe de nos contactar para saber como é possível contribuir com o projeto.

Para mais informações, acesse o nosso site oficial:

ou deixe sua dúvida em nossos fóruns:

Fonte: Comunidade Ginga

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ago 22

Receptores Digital: Brasil deve ter 70 milhões de receptores até 2015

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Brasil conta com 16 milhões de televisores com recepção digital embutida. O número deve chegar a 70 milhões até o final de 2015. A informação foi dada por Roberto Franco, presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital, durante o Congresso SET nesta terça, 21. Segundo ele, a estimativa não considera o plano de desligamento da TV analógica, em desenvolvimento no Ministério das Comunicações. “O adiantamento do apagão nos grandes centros pode acelerar ainda mais a penetração da TV digital”, explica Franco.

Atualmente, 60 milhões de pessoas já estão cobertas pelos sinais digitais. “Chegamos a 47% da população. Os próximos 53% serão muito mais difíceis”, disse. “Quanto mais próximo dos 100%, mais difícil será”, referindo-se à digitalização das menores localidades.

Franco apresentou ainda um panorama da oferta de receptores no mercado brasileiro. Segundo ele, há atualmente mais de 200 modelos de televisores com recepção digital integrada e mais de 40 modelos equipados com o middleware para interatividade Ginga.

Fonte: Tela Viva

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ago 21

Paises TV Digital: Venezuela prueba aplicaciones para lanzamiento de TDT basadas en Software Libre

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Hasta los momentos hay dos canales transmitiendo bajo el sistema de Televisión Digital Terrestre, Colombeia pegado a la señal de la Televisora Venezolana Social (Tves) y el canal del Estado VTV, posteriormente se sumarán los del Sistema Nacional de Medios Públicos.

Apostando a la disminución de la brecha digital y garantizando el acceso a la información, el Gobierno Bolivariano avanza hacia la implementación de la Televisión Digital Terrestre (TDT), apoyada en aplicaciones en Software Libre, que desde hace varias semanas son probadas en el Laboratorio de TDT del Centro Nacional de Tecnologías de Información (CNTI).

Este laboratorio de prueba para TDT, tanto en señal como en aplicaciones, está compuesto por un Televisor de alta definición, una antena que capta la señal UHF que va conectada con el decodificador y éste a su vez con el televisor, para ver la programación. “Actualmente hay dos canales que se están transmitiendo bajo el sistema de Televisión Digital, Colombeia pegado a la señal de la Televisora Venezolana Social (Tves) y el canal del Estado Venezolana de Televisión (VTV), posteriormente se sumarán los del Sistema Nacional de Medios Públicos”, señaló Sandra Parra, líder del proyecto de TDT por el CNTI.

El CNTI trabaja en las aplicaciones interactivas que van a acompañar esa programación: la primera, en forma de menú con la información fuente referida del portal Gobierno en Línea (www.gobiernoenlinea.gob.ve), la segunda, servirá para emitir noticias que se generen al instante en portales informativos oficiales, además las usuarias y usuarios contarán con una aplicación para conocer las condiciones meteorológicas en el territorio nacional.

“Tomamos la versión Lifia de Argentina, la modificamos y adaptamos. Es una suite de prueba para el middleware -capa de software intermediario sobre el cual se ejecutan las aplicaciones transmitidas junto con las señales audiovisuales que permite la interactividad- del estándar de televisión brasilero-japonés ISDB?T, soportado en Ginga y que nosotros estamos probando, para que al momento del lanzamiento de la televisión digital existan al menos 2 ó 3 aplicaciones interactivas”, explicó Parra.

Durante el último trimestre de 2012, se hará un proceso de prueba gratuita que abarcará unas 13 ciudades del país. Parra aseguró que “sólo se necesita una antena UHF para capturar la señal que irá al decodificador y un televisor. Las aplicaciones vienen por aire, generalmente acompañadas de un indicativo en la pantalla y unidas a la señal de un canal para ser transmitidas en un momento determinado”.

Además, Parra indicó que con el fin de estimular el desarrollo de esta tecnología interactiva con Ginga e incorporar el mayor número de colaboradores, se colocará a disposición de la Comunidad de Software Libre una página web con todos los detalles sobre la herramienta. Hasta ahora Venezuela cuenta con un grupo de profesionales en Brasil que se están entrenando para el manejo de este Software.

La Televisión Digital Terrestre (TDT) es la emisión y captura de señales digitales a través de un decodificador, que entre otras ventajas ofrecerá una mejor calidad de imagen y vídeo, uso efectivo del espectro radioeléctrico y aplicaciones interactivas.

Fonte: GNU Linux Mil

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ago 21

Cidades TV Digital: Governo vai postergar o fim da TV analógica em algumas cidades

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Já em outras, como São Paulo e Rio, o fim da TV analógica deve ser adiantado para 2015. A data prevista no decreto que criou a TV Digital é junho de 2016

“Nós não vamos desligar a TV analógica em 2016. Vamos antecipar em algumas localidades e postergar em outras”, disse hoje, na abertura do congresso da Sociedade de Engenharia de Televisão – SET 2012, o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do Minicom, Genildo Lins. Segundo ele, o governo já estuda a possibilidade de reeditar o decreto da TV digital para incluir a possibilidade de manter o sinal analógico no ar em muitos municípios brasileiros, principalmente do interior do país, depois da data prevista inicialmente para o chamado switch off. Em compensação, cidades como São Paulo e Rio de Janeiro poderiam antecipar o apagão analógico para 2015.

Segundo o secretário, a maioria das localidades do país deverá seguir o cronograma original, previsto no decreto que instituiu o Sistema Brasileiro de TV Digital. Mas a possibilidade de adiamento em muitas localidades vai obrigar o governo _ em especial, a Anatel _ a tratar com cuidado a questão de liberação das frequências, de modo a contemplar a TV aberta.

LTE x TV aberta

Genildo Lins iniciou sua fala na cerimônia de abertura dirigindo-se diretamente ao presidente da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV – Abert, Daniel Pimentel Slaviero, que momentos antes havia lembrado a todos os presentes que o grande desafio nos próximos meses será evitar que a liberação da faixa dos 700 Mhz para massificar os serviços de banda larga móvel com tecnologia 4G (o LTE) não atrapalhe a regionalização da TV aberta e gratuita, nem a restrinja, em nenhuma hipótese. “Alguns pontos precisam ser olhados com muita cautela”, ressaltou Slaviero. “Entre eles, a falta de canais para regiões altamente congestionadas, como as regiões metropolitanas de Rio e São Paulo, além do interior de São Paulo, o remanejamento dos canais e a interferência que o LTE pode causar nos canais de rádio e TV aberta”, completou.

Lembrando que muita coisa mudou no Ministério das Comunicações nos últimos 18 meses, o secretário garantiu que o governo não tomará qualquer decisão que coloque em coloque em risco a TV aberta. “A prova disto é que o primeiro setor a ser chamado para debater a questão foi o de radiodifusão, e não o de telecomunicações”, afirmou Genildo Lins.

Informatização dos processos

Tanto o secretário do Minicom, quanto a conselheira da Anatel, Emília Maria Silva Ribeiro, fizeram questão de ressaltar a parceria com a Abert na informatização dos processos do Ministério das Comunicações. Em 2015 todos os processos serão iniciados mediante a inserção de dados no sistema, sem envio de papel. “A meta é acabar com o papel no Ministério das Comunicações”, disse Genildo.

Segundo ele, o ministério está fazendo uma série de mudanças culturais, processuais e normativas, desde janeiro do ano passado, para garantir maior agilidade no tratamento das questões de radiodifusão. A informatização dos processo é um deles.

Ainda não sei o tamanho do investimento nesse projeto de informatização. O governo contratou uma empresa especializada em reformulação de processos para desenhar o sistema que a Abert, através do Movimento Brasil Competitivo, contratará uma empresa para desenvolver”, explicou o secretário.

O ministério ainda tem hoje, por analisar, mais de 20 mil processos do setor de radiodifusão parados lá há anos.

Fonte: IDG Now

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ago 20

Ginga-J: Pomo da discórdia do padrão de interatividade da TV digital

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TV Digital sobre a cessão do Java DTV, sem cobrança de royalties para uso no Ginga e a cobrança pelo licenciamento dos módulos Java TV e Java Virtual Machine (JVM).

A polêmica em torno do licenciamento do Java no seio do Fórum SBTVD acabou por revelar uma questão preocupante: a completa ignorância de muitos desenvolvedores a respeito. Uma grande parte da comunidade não entende exatamente como é o modelo de licenciamento do Java.

Afinal de contas o Java é livre ou não? O Open JDK é GPL?

Bati um longo papo com Bruno Souza, o Java Man, diretor do grupo de usuários SouJava, sobre essas e outras questões.

Na última década, a comunidade Java travou diversos embates com a SUN e, posteriormente, com a Oracle, para garantir que o Java tivesse um modelo de licenciamento claro e bem definido, eliminando riscos jurídicos por infrações de patentes e propriedade intelectual.

Sim. O Java é GPL. O código fonte está disponível para livre uso, desde que seguidas as regras da licença GPL.

Isso significa que para utilizar esse código é necessário licenciar todas as modificações sob a mesma licença (GPL), por uma questão de reciprocidade. Esse efeito viral da licença GPL costuma ser alvo de criticas, por supostamente “contaminar” o código do produto, embora os defensores do software garantam que não. Ser apenas uma forma de promover mais código livre.

Portanto, no âmbito do Ginga, quem quiser utilizar o OpenJDK, tem que aceitar que modificações feitas na maquina virtual sejam disponibilizadas como GPL. As empresas dizem que isso impede produtos comerciais, porque você não pode manter proprietária as suas modificações. Mas é e sempre foi a regra do jogo, inclusive para outros produtos usados pela indústria de recepção. Quem quiser manter proprietária as suas modificações, pode pagar por uma licença que não seja a GPL.

Mas esse não é o pomo da discórdia no Fórum SBTVD. Nas discussões a respeito da TV Digital, algumas vezes essa “crítica” de que Java não é completamente livre aparece pura e simplesmente com o intuito de causar desinformação.

Todos concordam que se o desenvolvedor usar o código da Oracle (o OpenJDK), ou aceita a licença gratuita ou paga pelo direito de usá-la.

A discórdia está relacionada a preocupações com valores de licenciamento, controle do padrão pela Oracle, exigência de
certificação e tratamento discriminatório contra empresas brasileiras. Explico.

Segundo Bruno, a licença da especificação Java (JCP) garante acesso à propriedade intelectual de dezenas de empresa que contribuíram para ela, mediante a determinados critérios. A saber: que sua implementação do código seja (1) completa e (2) compatível (tenha passado no TCK, o teste de compatibilidade).

Portanto, no contexto do Ginga, todas as empresas interessadas em vender implementações comerciais do middleware, conforme a arquitetura padrão definida pelo Fórum SBTVD, referendada pela Associação Brasileira de Normas Técnica (ABNT), são obrigadas a passar por esse processo de certificação.

É aí que está a principal critica ao uso do Java. Mesmo que o desenvolvedor não use o código da Oracle, só tem direito à propriedade intelectual se passar no TCK. Se “pagar a certificação”.

Qual o argumento do SouJava em defesa do Java nessa questão?

“Em geral para ter acesso à propriedade intelectual de uma especificação, o desenvolvedor tem que negociar com cada empresa que tenha contribuído para sua elaboração. Somente alguns poucos órgãos de padronização, como o W3C, exigem que a propriedade intelectual seja disponibilizada royalty free. No caso do JCP, existe um processo claro de como essa propriedade intelectual é fornecida”, explica Bruno.

Para não correr nenhum risco, os desenvolvedores Ginga têm algumas alternativas. Podem: (1) usar o projeto OpenJDK e passar no TCK gratuitamente, (2) criar sua própria JVM (ou usar um projeto open source) a partir da especificação e passar no TCK (que é cobrado) e com isso ter o direito de usar as patentes de terceiros, (3) licenciar o código da Oracle (4) ou licenciar o código de qualquer outra empresa que tenha uma JVM (são várias!), (5) não pagar nem passar no TCK e licenciar as patentes de cada empresa que vier bater na sua porta. Bruno lembra que as opções 3, 4 e 5 são realidade de qualquer tecnologia que o desenvolvedor decida incluir no seu produto).

No caso do Ginga, há ainda que se considerar outra questão.

A preocupação com a cobrança de royalties pelos módulos Java usados no Ginga levou o Fórum SBTVD a incluir na norma ABNT -NBR 15606-6 (pág.vii, 3o parágrafo) o seguinte trecho:

*” O proprietário deste direito de patente assegurou à ABNT que está preparado para negociar licenças sobre termos e condições razoáveis e não discriminatórias com os solicitantes. Sobre isto, uma declaração do proprietário desta patente está registrada com a ABNT. Informações podem sem ser obtidas com:*
*Oracle Corporation […].

Isso porque, em tese, todas as JSRs obrigatórias no Ginga-J são certificadas pela Oracle, exceto a JavaDTV. Isso conferiria a uma única empresa americana o controle do tempo de lançamento dos produtos Ginga, além do poder de influenciar nos preços. Esse controle pode dar a essa empresa o poder de não certificar. O que, na prática, diminui a zero a possibilidade de comercialização dos produtos Ginga não certificados, já que os clientes da empresa implementadora estariam sujeitos a cobrança pelo uso de propriedade intelectual, o que seria inaceitável para fabricantes de TV com marca consolidada no mercado.

Mas isso é uma falsa verdade, segundo Bruno. A certificação JCP não é “feita” pela Oracle. A certificação é um teste (um software) que cada empresa roda internamente. É a empresa que diz se seu produto passa ou não na certificação. Não a Oracle. Quando falamos do TCK, o que o desenvolvedor está “pagando” é o direito de executar esse teste, ou seja, a licença para ter o software de testes.

A Oracle não tem como controlar alguém de lançar o produto, até porque não existe nada que te impeça de lançar o produto sem passar na certificação, ou mais ainda, a Oracle não pode te impedir e lançar o produto _mesmo_que_ você não tenha licenciado o teste”, diz Bruno.

Tem mais. A certificação dá direito à propriedade intelectual, mas não é a única forma do desenvolvedor ter direito a essa propriedade. “Você pode fazer sua implementação com muito cuidado, sem infringir a propriedade intelectual!), e portanto, uma disputa disso terá que ser feita na Justiça, e necessariamente acontecerá após o lançamento do seu produto. Licenciar o TCK é a forma mais fácil de você ter acesso à propriedade intelectual, mas não é a única.

Uma das discussões ainda em curso, hoje, no Fórum SBTVD (e que já se estende por mais de 12 meses) é garantir regras mais claras, que garantam mais transparência e agilidade no processo, assegurando de fato o atendimento não discriminatório para todas as empresas implementadoras do Ginga por parte da Oracle.

Nesse ponto, Bruno lamenta o fato do Grupo SouJava estar alijado dos debates no âmbito do Fórum SBTV, porque poderia ser mais efetivo em pressionar em pressionar a Oracle a fornecer respostas e remodelar seus processos, qualquer que sejam, já que o grupo tem de fato influência direta no desenvolvimento do padrão Java e suas políticas de licenciamento (desde a época da Sun, e agora, na Oracle), com assento no Comitê Executivo (EC) do Java Community Process.

“Nesses últimos anos, temos pressionado a Oracle para que as pendências em relação ao andamento da TV Digital sejam resolvidas, mesmo sem conhecer os detalhes do que esta sendo discutido no Fórum SBTVD. Com mais informações, ficaria mais fácil continuar pressionando para sanar esses problemas”, argumenta Bruno.

Na opinião do grupo SouJava, continuar pressionando a Oracle e o JCP para que essa questão seja resolvida de maneira mais satisfatória é um caminho mais estratégico para o pais do que tornar o Java opcional na especificação padrão do Ginga (gráfico abaixo), como discute o Fórum SBTVD.

ging

“Acredito que ter uma tecnologia de abrangência mundial, que nos dê a possibilidade de uma segurança jurídica adequada, com base na licença GPL do Java, que abra para as empresas brasileiras um importante mercado mundial e que, na minha opinião, temos todas as condições de garantir que seja de uma forma não discriminatória, é uma oportunidade muito grande para deixarmos escapar”, argumenta Bruno.

Ainda mais quando a alternativa, que seria mudar as regras a essa altura, só trará descrédito para todos os envolvidos, e só contribuirá para afastar o desenvolvedor, que á quem mais precisamos atrair nesse momento se queremos que a TV Digital realmente aconteça.”

Porque o SouJava insiste na tecnologia Java ser mantida no padrão Brasileiro de TV Digital? Justamente porque a tecnologia Java não é controlada por uma única empresa.

Porque as regras de certificação, os licenciamentos, as forma de utilização do padrão, são claras, públicas e abertas.

Porque é exigência de tudo isso que os licenciamentos sejam não discriminatórios.

Porque Java possui, não uma, mas múltiplas implementações livres.

Porque nenhum fabricante é obrigado a comprar uma JVM da Oracle, mas qualquer das várias implementações oficialmente certificadas no mercado, gerando competição.

Porque o processo de certificação é também claro e publicado.

E, em especial, porque empresas brasileiras podem participar em igualdade de condições.

“Não temos ilusões e não consideramos que o processo de licenciamento Java seja perfeito. Também não temos ilusão de que erros nunca aconteçam ou que incompetência e má fé não existam. Ao contrário: é por isso que queremos um processo que seja aberto, claro e que nos permita participar e fiscalizar. Fazemos isso com a tecnologia Java hoje”, afirma Bruno.

Em um documento endereçado à comunidade Java, o grupo SouJava explica que muito antes de fazer parte do padrão brasileiro de interatividade para TV Digital, a tecnologia Java faz parte de celulares e do padrão BluRay. Diversos outros padrões de TV Digital incluem Java. A maioria (talvez todos) os fabricantes de aparelhos de televisão e de set-top-boxes fabrica celulares ou BluRays. Todos esses fabricantes já possuem conhecimento em relação à máquina virtual Java, possuem times internos ou contratam fornecedores que implementam máquinas virtuais Java.

O ecossistema Java garante que não existe apenas um fornecedor de máquina virtual Java. Existem dezenas de implementações da JVM, muitas para o mercado embarcado. Fabricantes de televisão podem licenciar ou comprar a tecnologia de vários fornecedores, e não fiacarem “presos” a um único fornecedor, gerando competição no mercado. Apenas um exemplo: no passado, a HP gerou bastante interesse ao decidir implementar sua própria JVM para o mercado embarcado, por achar que a implementação da Sun era muito cara. E não foi a única.

Reproduzo a seguir o trecho final deste documento que explica, detalhadamente, a última pergunta que fiz ao Bruno: quais seriam os prejuízos para o mercado se o Ginga-J fosse considerado opcional no padrão de interatividade?

“Algumas empresas e fabricantes de TVs já embarcam Ginga completo com Ginga-J e o número de TVs já ultrapassou 3 milhões de unidades. Foi publicado neste ano pelo governo federal o PPB que torna obrigatório o Ginga e Ginga-J a partir de 2013 em 75% das TVs LCDs e Plasma e em 90% a partir de 2014. A comunidade desenvolvedores, incluindo aí grupos de usuários Java, empresas e universidades, realizou um manifesto referente à consulta pública, manifestando apoio à incorporação do Ginga no Processo Produtivo Básico dos televisores de LCD, com centenas de desenvolvedores tendo enviado cartas ao Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior.

Isso é uma pequena mostra de que a comunidade de desenvolvedores, empresas, universidades e o próprio governo tem investido desde que o padrão foi anunciado.

Mas pior do que a perda desse investimento, é a incerteza. Se hoje abrimos mão de uma conquista importante, que já tem dois anos, e que foi apoiada por desenvolvedores de todo o país, em vez de resolvermos o problema e negociarmos uma saída estaremos abrindo espaço para que outros descontentes criem mais incerteza. Tudo isso só ajuda a reduzir a importância, a qualidade, o respeito conquistado pelo Fórum SBTVD, e a confundir e adiar o mercado de TV Digital brasileiro.

Essa incerteza só ajuda a desmotivar aquele a quem mais queremos conquistar, o desenvolvedor. Com o Ginga-J sendo retirado do padrão, que garantia daremos para o desenvolvedor que, após um novo investimento, algo que ele use no desenvolvimento de aplicações também não deixe de ser suportado? A incerteza só prejudica a todos.”

Fonte: IDGNow

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ago 17

Festival Cinema: 10º Festival Taguatinga de Cinema – Assita e Vote no seu filme preferido

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O I Seminário e Desenvolvimento em TV Digital Ginga-DF (https://www.gingadf.com.br/seminario/), fez parte como um dos programas realizados dentro do 10º Festival Taguatinga de Cinema, agora estamos divulgando o Festival que terá premiação para o filme mais votado online e para os filmes que serão exibidos no Teatro da Praça em Taguatinga que fica localizado na QNB 01 Área Especial 01 – Taguatinga Centro próximo a estação do metrô Praça do Relógio, confira a programação no site do festival.

Para assistir aos filmes acessem: https://festivaltaguatinga.com.br/

Redes Sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/festivaltaguatinga.decinema

Twitter: https://twitter.com/festivaltagua

YouTube: https://www.youtube.com/user/festivaltaguatinga?feature=g-user-u

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