nov 11

TV digital chega a Campos dos Goytacazes

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A Inter TV Planície, que exibe programação da Rede Globo em Campos dos Goytacazes/RJ, passa a transmitir o sinal da TV digital aberta nesta sexta-feira, dia 11. Trata-se da 43ª emissora da Globo a digitalizar suas transmissões. Outros 13 municípios no Rio de Janeiro já recebem o sinal da TV digital: Belford Roxo, Duque de Caxias, Itaguaí, Japeri, Nilópolis, Niterói, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São João do Meriti, Seropédica, Queimados, Volta Redonda e Resende.

No próximo mês de dezembro, mais dois municípios fluminenses passarão a receber o sinal da TV digital aberta. O primeiro será Cabo Frio, no dia 2, pela Inter TV Alto Litoral, seguido por Nova Friburgo, no dia 8, pela Inter TV Serra+Mar.

Fonte: Tela Viva

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nov 11

Produção industrial pode inviabilizar switch off em 2016, aponta radiodifusor

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A viabilidade do desligamento das transmissões analógicas de TV em 2016 ainda é fruto de discussões entre governo e setores envolvidos. Um dilema semelhante ao do “ovo ou a galinha” envolvendo a oferta de sinais digitais e a base instalada de televisores com capacidade de recepção digital gera alguma animosidade.

Embora o governo trabalhe com a previsão de que 50% dos lares brasileiros tenham TV digital até 2013, há quem duvide da capacidade da indústria fabricante de suprir essa demanda. Para um radiodifusor ouvido por este noticiário, a viabilidade do switch off em 2016 é uma questão meramente industrial. Segundo ele, a cidade de São Paulo é a prova disso, uma vez que todas as emissoras da cidade já transmitem digitalmente, com oferta significativa de conteúdo em alta definição. “Se quiséssemos desligar o sinal de São Paulo hoje, a produção anual de receptores não seria suficiente para atender à demanda”, diz a fonte. Para ele, a busca por equipamentos inflacionaria o mercado de receptores.

O mesmo radiodifusor, no entanto, concorda que digitalização da base instalada de retransmissoras até 2016 também pode ser um entrave à manutenção do cronograma.

Fonte: Tela Viva

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nov 11

Governo vai exigir que todos os fabricantes implantem o Ginga

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Os fabricantes de televisores terão que integrar o Ginga (plataforma de interatividade desenvolvida no Brasil para o sistema de TV digital japonês) aos aparelhos, a mando do governo. André Barbosa, assessor da Casa Civil, disse que todas as TVs vendidas no país até 2015 terão que vir com o sistema.

O Ginga permite que a televisão fique mais interativa, pois agrega aplicativos à ela. Atualmente, as redes brasileiras já oferecem possibilidades para quem possui a plataforma, como informações complementares de programas e até resumos de capítulos de novelas. Porém, esse é o mínimo de coisas que a tecnologia pode fazer.

Segundo Barbosa, depois de várias reuniões com ministros e fabricantes, o governo federal deve anunciar tal obrigatoriedade nos próximos dias. Porém, a ideia não é bem vista pelos fabricantes, pois compete com os apps das TVs conectadas, ou Smart TVs, que têm acesso à internet. Por isso, para driblar os empresários, o governo vai dar incentivos fiscais para a implantação até 2015.

Fonte: FNDC

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nov 11

Governo faz ‘mea culpa’ e diz que voltará a investir em TV interativa

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Programa Ginga permite interação no sistema brasileiro de TV Digital.

Assessor da Casa Civil diz que 100% das novas TVs terão função em 2015.

O governo está voltando a investir na plataforma Ginga, o software de interatividade do padrão brasileiro de TV Digital, segundo André Barbosa, assessor especial da Casa Civil, falou durante o TV.Apps, evento sobre TVs conectadas que acontece em São Paulo nesta terça-feira (8).

“Vim fazer um ‘mea culpa’ e colocar o problema do Ginga”, disse. “Nós paramos os investimentos e não integramos a estrutura do software, mas haverá uma reunião dos fabricantes com o [ministro da Ciência e Tecnologia Aloisio] Mercadante sobre o assunto.”

Barbosa disse que o Ginga representa uma integração entre a TV conectada e a TV aberta. Na reunião com o ministro, os fabricantes irão discutir a obrigatoriedade da inclusão do Ginga nos aparelhos de TV, segundo o assessor. “Queremos chegar a 2015, com praticamente 100% dos televisores vendidos conectados ao Ginga”, disse o assessor.

Barbosa também afirmou ter a intenção de tornar a TV pública o “grande alavancador da interatividade na TV brasileira.” Segundo ele, será possível usar o software para levar serviços públicos à população com a ajuda da TV.

De acordo com Carlos Fini, da Rede Globo, as novelas recentes da empresa têm aplicativos e funções integradas com o Ginga. Fini também falou durante o TV.Apps. “No ambiente do Ginga, a conectividade chegou às casas”, disse, informando que já existem 2 milhões de aparelhos capacitados com o software de interatividade no Brasil.

TVs conectadas

Fini falou sobre a tendência do uso de TVs conectadas. “Pelo que foi visto na CES [Consumer Eletronics Show, uma das maiores feiras de tecnologia do mundo], o ‘boom’ é a TV conectada. Só que ela passa por uma ferramenta muito importante que é a banda larga. É preciso investir, disse.

“A internet é uma experiência fantástica, mas ela não foi inicialmente concebida para o vídeo. Mas isso pode mudar”, afirmou. “As TVs conectadas são a evolução natural da TV”, completou David Brito, da TOTVS, também durante o evento.

Fonte: FNDC

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nov 11

Para governo e radiodifusores, TVs conectadas e Ginga não são concorrentes

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As TVs conectadas não são concorrentes do Ginga. Essa é a opinião do assessor especial da Casa Civil, André Barbosa, e de radiodifusores que participaram do evento TV.APPs, organizado pela Converge Comunicações, nesta terça-feira, 8, em São Paulo. “A discussão não é sobre quem será maior, mas sim sobre a integração dessas plataformas”, diz.

Segundo Barbosa, até 2015, estima-se que 100% dos televisores produzidos terão Ginga embutido. “Assim, as TVs conectadas e o Ginga estarão presentes em um mesmo dispositivo”, conta o assessor. Ele lembra que os representantes dos fabricantes de televisores reúnem-se com o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, nesta quarta-feira, 9, para avançar nas conversas sobre o cronograma da obrigatoriedade de adoção do Ginga, que deve ser proposta no Plano Produtivo Básico de televisores LCD.

O diretor de relações institucionais do SBT, Roberto Franco, concorda que Ginga, TVs conectadas e outras formas de interatividade, como a Google TV, não são concorrentes, mas complementares. “Se eu pudesse escolher qual das plataformas teria, escolheria as três”, disse durante o painel. Para o executivo do SBT, todas as TVs conectadas deveriam ter Ginga, e não deve haver widgets no sinal do canal aberto. “Nenhum grande produtor de conteúdo permite sobreposição de publicidade nesse conteúdo”, lembra.

O SBT oferece, além de interatividade no Ginga, conteúdo nas TVs conectadas Bravia, da Sony, no modelo “catch up TV”. Segundo Franco, esse modelo ainda não gera receitas significativas com publicidade, embora esteja sendo explorado. “É mais pela expansão do hábito e pela marca do que pela exploração comercial”.

Para o gerente de operações da TV Globo, Carlos Fini, o que funciona para a radiodifusão é o sincronismo de conteúdo, ou seja, quem produz o conteúdo-chave deve pensar em qual tipo de interação quer fazer. “O sincronismo de conteúdo agrega valor e é propriedade de quem o criou”.

A apresentação de Romildo Lucas, da O2C Hipermídia, mostrou as possibilidades presentes no sincronismo de conteúdo da TV com aplicações interativas em uma segunda tela, o que não interfere no conteúdo visto na TV e, portanto, não geraria problemas com direitos autorais. O diretor da Totvs, David Britto, apresentou as vantagens do Sticker Center, plataforma baseada no Ginga, para aplicativos em TVs conectadas. “O Ginga não deve nada ao Android”, garante.

Ele afirmou ainda que as TVs conectadas dependem da conexão com a Internet, e que apenas 27% dos lares têm acesso à Internet atualmente, sendo que apenas 5,5% deles têm banda larga. “O cenário é promissor, mas não chega à grande parcela da população”. Ele lembra ainda que as TVs abertas são o grande vetor da comunicação e das mensagens publicitárias e que são os radiodifusores que carregam essa mensagem dos anunciantes. “A relação dos anunciantes é com a emissora, não com o fabricante”, conclui.

Fonte: Tela Viva

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