mar 29

Entrevista do Blog O Futuro é Digital com Watson Odilon aqui do Ginga-DF

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Já ouviu falar no Ginga na TV Digital, mas não sabe bem o que é?

O Ginga, de uma maneira geral é um midleware (na entrevista abaixo você irá entender melhor isso) responsável pela interatividade na TV Digital, e na semana passada foi considerado pela UIT (União Internacional de Telecomunicações) como um padrão mundial de interatividade.

Agente Digital AOC: O nome Ginga veio mesmo do movimento da capoeira?

Watson (Ginga-DF): Ginga, como nós sabemos, é o principal movimento da capoeira, mas acredito que seja mesmo pela atitude que nós brasileiros temos e tenho mais certeza ainda que as pessoas que iniciaram esse projeto tiveram que ter muita Ginga para conseguir chegar aonde chegamos, então, penso que o nome tenha surgido dessa forma: mostrando a luta que tivemos para ter liberdade em nossa tecnologia de TV Digital, que acredito ser a melhor tecnologia de TV Digital existente no mundo hoje.

Agente Digital AOC: Desde quando existe o Grupo Ginga-DF? Como tudo começou?

Watson (Ginga-DF): O Ginga-DF surgiu depois de eu ter participado, em 2007, da oficina de multiplicadores que aconteceu na PUC-RIO para a semana Ginga Brasil. Aconteceu simultaneamente em mais ou menos 16 estados brasileiros. Após essa semana, junto com a Associação Cultural FAISCA, oferecemos cursos gratuitos e várias palestras para a comunidade da periferia de Brasília. Em 2008 surgiu o blog e a partir daí nunca mais paramos.

Agente Digital AOC: Para os interessados entenderem mais claramente, explique um pouquinho o que é o Ginga: ele pode ser considerado uma linguagem de programação? O que seria um middleware?

Watson (Ginga-DF): O Ginga é um Middleware para aplicações de TV Digital. Ele possui bibliotecas, máquinas de execução para as linguagens oferecidas para o desenvolvimento de aplicações. Middleware é a camada de software que fica posicionada exatamente entre a infra-estrutura (hardware) e o código das aplicações.

Agente Digital AOC: O que seriam as terminações Ginga-J, Ginga-NCL? Você poderia explicá-las?

Watson (Ginga-DF): As aplicações que executam no Ginga podem ser classificadas em duas categorias dependendo se o conteúdo inicial da aplicação é declarativo ou procedural. O ambiente de execução que processa aplicações NCL (declarativo) é chamado de Ginga-NCL e o ambiente que controla a execução de aplicações baseadas nas APIs Java TV (baseada no GEM, Global Executable MHP, que tem custos de royalties) e Java DTV (desenvolvido especialmente para o SBTVD e livre de royalties) é chamado de Ginga-J (procedural).

[Para informações mais detahadas, visite o site oficial: https://www.ginga.org.br]

Agente Digital AOC: Muitos já ouviram falar que o Ginga é primordial para a interatividade na TV Digital, certo? Mas como isso de fato acontece?

Watson (Ginga-DF): Certo.  Hoje já temos mais ou menos 29 cidades brasileiras que transmitem TV Digital em alta definição, porém, nenhuma delas tem ainda interatividade em suas casas, exatamente porque não temos o Middleware Ginga embarcado (ou instalado) em seus televisores ou em seus set-top-box, e como falamos acima, o Ginga que é o responsável por toda execução dos programas interativos para a TV Digital, ou seja, sem o Ginga não tem interatividade.

Agente Digital AOC: O que são os perfis de interatividade para TV Digital? De que forma isso impacta o desenvolvimento de novas aplicações e sistemas para TV Digital? Torna mais fácil ou mais difícil esse desenvolvimento?

Watson (Ginga-DF): Os televisores equipados com middleware para a execução de aplicativos interativos de TV digital serão distribuídos em dois perfis no mercado. Os recursos que integrarão cada perfil de produto para a interatividade preservarão a identidade e a arquitetura baseada em NCL e Java DTV e o canal de interatividade poderá ser acrescido como uma funcionalidade independente.

O primeiro perfil terá recursos como texto, fotos e imagens animadas. Com estes recursos já é possível ter acesso a aplicações que permitam ao telespectador interagir com vários programas de TV.

O segundo perfil, contudo, será mais completo, acrescido da possibilidade de transmissão de aplicações de clipes de áudio e vídeo. Com isso é possível, por exemplo, ter funcionalidades como “tira-teima” de jogos de futebol em mini-telas ao lado da imagem principal, entre outros recursos – comerciais ou não.

A facilidade ou a dificuldade no desenvolvimento não sofrerá muito impacto não já que teremos duas frentes de desenvolvimento, uma as pessoas vão desenvolver em NCL e LUA que inclusive são linguagens legitimamente brasileiras e a outra em JAVA, talvez a grande dificuldade que se poderá ter é de encontrar profissionais qualificados para o desenvolvimento.

[Oportunidade: Identificamos diversos cursos sobre TV Digital pelo Brasil todo, e colocamos neste post. Vale a pena conhecer!]

Agente Digital AOC: Como está o desenvolvimento de aplicações interativas para TV Digital no DF? É um mercado crescente ou ainda aguardando uma maior popularização?

Watson (Ginga-DF): Será um mercado bem promissor como em todos os estados que tem e que terão TV Digital. Aqui existem algumas empresas desenvolvendo seus softwares e aplicações, mas com a popularização com certeza terá uma boa demanda para profissionais com qualificações em desenvolvimento de aplicações interativas para TV Digital.

Agente Digital AOC: Falando sobre a popularização da TV Digital no Brasil, o que você acha das novas medidas tomadas pelo Fórum SBTVD de lançamento de uma campanha para a massa conhecer melhor as vantagens do sinal digital?

Watson (Ginga-DF): Estava passando da hora de termos esse tipo de esclarecimento já estamos entrando quase no 3 ano de sinal digital disponível e pouco ouvimos falar sobre a TV Digital. Nem as grandes emissoras tiveram o interesse de estar falando sobre o assunto para a população! Hoje se você parar em um centro movimentado de alguma cidade e perguntar para as pessoas “O que você entende sobre a TV Digital?”, muitos não saberão te responder. Por isso acho que já deveria ter acontecido, espero também que não seja somente um impulso inicial de apenas 3 meses, isso tem que acontecer em todo processo de transição da TV Analógica para a Digital e sempre trazendo comerciais com informações atualizadas, porque não adianta nada fazer 4 vídeos e passar esses mesmos vídeos durante os 10 anos da transição.

Agente Digital AOC: O que você achou do Ginga ter virado padrão mundial de interatividade pela UIT (União Internacional de Telecomunicações)?

Watson (Ginga-DF): Sem dúvida isso foi muito bom para o nosso padrão de TV Digital. Com isso, o Ginga conseguiu um reconhecimento internacional, afirmando nossa qualidade. Tornou-se o quarto padrão internacional para interatividade ao lado de ATSC – norte americando, do DVB – Europeu e do próprio ISDB.

Esse reconhecimento também favorece para que países que estavam em dúvidas sobre a adoção de nosso padrão tenham agora mais um motivo para adotá-lo, inclusive nessa última sexta feira o Equador oficializou a adesão ao SBTVD e já existem também outros países da America Latina e África interessados, e que venham mais!!!

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Watson Odilon é Coordenador do Grupo Ginga-DF, professor Universitário, Analista de Sistemas pós graduado em Sistemas Orientados a Objetos pela UNB e Candidato a Mestre pela UNB, com mais de 8 anos de experiência em desenvolvimento de sistemas e com 3 anos de experiência em TV Digital atuando como professor, desenvolvedor e palestrante.

Fonte: O Futuro é Digital

Link entrevista: https://www.ofuturoedigital.com.br/blog/2010/03/ja-ouviu-falar-no-ginga-na-tv-digital-mas-nao-sabe-bem-o-que-e/

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mar 26

Equador oficializa adesão ao SBTVD

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País se torna o sexto na América Latina a aderir ao padrão nipo-brasileiro, já adotado pela Argentina, chile, Peru e Venezuela, além do Brasil. Foi firmado um memorando de cooperação com os governos do Brasil e do Japão.

A adesão do Equador já era ventilada, desde outubro do ano passado, quando uma comitiva brasileiro visitou o país, mas somente nesta sexta-feira, 26/03, foi oficializada pelo governo do país. O Equador estudou as normas do SBTVD, Européia, o DVB e o padrão chinês.

O superintendente de Telecomunicações, Fabián Jaramillo, disse que a decisão do SBTVD foi tomada em função da qualidade de serviço e, principalmente, por permitir levar o sinal de TV para cidades que, hoje, ainda não contam com o serviço. No Equador, 84% dos lares possuem uma TV. O prazo de implantação do SBTVD é estimado em sete anos.

As negociações para a expansão do SBTVD, agora, concentram-se na República Dominicana, Costa Rica, Suriname, Paraguai, Moçambique, Tanzânia, Malawi e a África do Sul. Os dois países que resistem ao padrão nipo-brasileiro – já aderiram ao DVB – são Colômbia e Uruguai, sendo que este último pode mudar de posição e há negociações neste sentido.

Fonte: Convergência Digital

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mar 26

Minicom publica diretrizes para o Canal da Cidadania

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O Ministério das Comunicações publicou no Diário Oficial da União (DOU) as diretrizes que nortearão a criação do Canal da Cidadania. Este canal deverá ser coordenado pelo próprio Minicom e faz parte da lista de canais públicos que serão implantados dentro do sistema integrado de TV digital, operado por um operador de rede nacional. A portaria estabelece que o Canal da Cidadania será consignado, ou seja, terá exploração direta da União, sem a necessidade de uma concessão.

O documento estabelece ainda que a União poderá firmar convênios com entidades da administração pública direta e indireta nos âmbitos federal, estadual e municipal. Esses convênios servirão para viabilizar a programação do canal e deverá conter os custos de implantação e manutenção do sistema.

Os programas produzidos por entidades de comunidades locais deverão passar pela supervisão de conselhos de comunicação social. Esses conselhos deverão ser instalados pelo Poder Legislativo local. O Minicom informa ainda que editará atos complementares com foco específico na operacionalização do canal.

A portaria estabelece 11 princípios que o Canal da Cidadania deverá atender em sua programação. Veja abaixo a lista de princípios:

I – promover a divulgação dos atos, trabalhos, projetos, sessões e eventos dos poderes públicos federal, estadual e municipal;

II – propiciar a formação crítica do indivíduo para o exercício da cidadania e da democracia;

III – expressar a vontade das diversidades de gênero, étnicoracial, cultural e social brasileiras, promovendo o diálogo entre as múltiplas identidades do País;

IV – promover a universalização dos direitos à informação, à comunicação, à educação e à cultura, bem como dos outros direitos humanos e sociais;

V – fomentar a produção audiovisual independente, ampliando significativamente a presença desses conteúdos, de interesse da comunidade, em sua grade de programação;

VI – contemplar, primordialmente, a produção local e regional;

VII – dar oportunidade à difusão de idéias, elementos de cultura, tradições e hábitos sociais da comunidade;

VIII – oferecer mecanismos à formação e integração da comunidade, estimulando o lazer, a cultura e o convívio social;

IX – prestar serviços de utilidade pública, integrando-se aos serviços de defesa civil, sempre que necessário;

X – promover programas de finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas em benefício do desenvolvimento geral da comunidade; e

XI – promover os valores éticos e sociais da pessoa e da família, favorecendo a integração dos membros da comunidade atendida.

Parágrafo único: É vedada qualquer forma de proselitismo na programação, bem como a veiculação de publicidade comercial de qualquer.

Fonte: Tela Viva

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mar 24

Fórum SBTVD lança campanha sobre a TV digital

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Demorou mais aconteceu!!!!!

Objetivo é esclarecer a população sobre o funcionamento e os benefícios do sistema nipo-brasileiro, que já chega a 27 áreas metropolitanas, com 65 milhões de brasileiros.

O Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre – Fórum SBTVD anuncia a nova campanha publicitária que será veiculada por emissoras de televisão de todo país, em regiões onde já existe cobertura do sinal digital. O objetivo é esclarecer a população sobre o que é a TV digital e o que fazer para desfrutar gratuitamente da excelente qualidade de imagens e sons, dentro e fora de casa.

Intitulada “O sinal da TV digital”, a campanha é composta por quatro filmes, com duração de 30 segundos cada, assinada pela agência Light Comunicação e produzida pela Telefilm Produções. Os três primeiros já estão prontos e deverão ser veiculados de março a maio deste ano. O quarto filme, que vai tratar de interatividade, já se encontra em fase de produção.

O primeiro comercial vai mostrar que, para assistir TV digital, basta instalar um conversor e uma antena UHF, desde que se esteja localizado numa área de cobertura. O segundo filme vai apresentar as tv´s que já vêm com o conversor embutido.

O terceiro comercial vai mostrar os benefícios da mobilidade, que permite assistir televisão em mini-tv´s, celulares, laptops e aparelhos portáteis dentro de ônibus, carros, em qualquer lugar, com imagens sem chuviscos, fantasmas ou qualquer interferência, sem qualquer custo adicional, também em áreas cobertas pelo sinal.

Reconhecido mundialmente como a tecnologia de TV digital mais avançada do mundo, o padrão nipo-brasileiro (ISDBT) é o único que proporciona simultaneamente a alta definição e a mobilidade, e ainda de forma absolutamente gratuita. Além disso, inclui uma interatividade poderosa e livre de royalties, que em breve se difundirá no mercado, favorecendo o desenvolvimento de uma enorme gama de aplicativos – sejam eles comerciais, lúdicos, informativos, ou para ampliação da cidadania e inclusão social.

Fonte: Fórum SBTVD

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mar 24

Ginga, completo, é aprovado na UIT

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Trata-se de um fato histórico para a indústria global, que passa a dispor do middleware mais avançado do mundo, totalmente livre de royalties

A União Internacional de Telecomunicações -UIT, braço da ONU, aprovou uma revisão das Recomendações J.200 e J.202, as quais passam a incorporar a arquitetura do Ginga (J.200) e do Ginga-J (J.202).

Trata-se de um grande marco para o trabalho de padronização das inovações brasileiras da TV digital relacionadas ao Ginga. “Sem dúvida, essa é uma das maiores conquistas da engenharia brasileira na padronização internacional”, observa Ana Eliza Faria e Silva, coordenadora do Módulo de Promoção do Fórum SBTVD e uma das delegadas brasileiras junto à UIT.

Essa aprovação, em conjunto com a revisão do Ginga-NCL (J.201) feita em 2009, tornou todo o middleware brasileiro parte das Recomendações da UIT-T. Ou seja, um fato histórico para a indústria global, que passa a dispor do middleware mais avançado do mundo, totalmente livre de royalties.

A chegada da tecnologia brasileira de ponta sem custos de royalties foi uma quebra de paradigma da TV digital na UIT. Pois até então, a arquitetura recomendada para interatividade era baseada no GEM, Global Executable MHP, que tem custos de royalties associados.

Ana Eliza observa que, a partir de agora, a estrutura modelo se assemelha ao Ginga e inclui as novas e gratuitas ferramentas que compõem o JavaDTV.

Na avaliação de Frederico Nogueira, presidente do Fórum SBTVD, a conquista reforça ainda mais o avanço internacional do padrão nipo-brasileiro. “Com essa aprovação, até mesmo países que adotaram outros sistemas poderão se interessar em utilizar a nossa tecnologia de middleware, o que certamente trará ainda mais benefícios para a indústria brasileira”.

Fonte: Fórum SBTVD

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mar 23

Foi liberado o plugin NCLEclipse 1.5

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Está disponível a partir de hoje a versão 1.5 do NCL Eclipse. Recomenda-se a usuários de versões anteriores fazer a atualização.

O NCL Eclipse é um plugin de código livre para suporte ao desenvolvimento de aplicações interativas em NCL por meio da IDE Eclipse. Tendo como foco o desenvolvimento textual de aplicações, o NCL Eclipse agiliza o desenvolvimento através da validação e sugestão de código totalmente compatível com as normas “ABNT NBR 15606-2, 2007” e “ITU-T H.761, 2009”, navegação hipertextual e pré-visualização gráfica de elementos NCL.

A versão 1.5 traz várias novas funcionalidades, entre as quais estão:

  • Pré-visualização de conectores NCL.
  • Suporte a internacionalização do NCL Eclipse (atualmente disponível em inglês, português e espanhol), incluindo a internacionalização das mensagens de erros geradas pela validação.
  • Preenchimento semi-automático de conectores.
  • Suporte a documentação de elementos NCL.
  • Atualização das sugestões de conteúdo, conforme a Norma ITU-T H.761,2009
  • Correções de Bugs das versões anteriores
  • entre outras …

Mais informações: www.laws.deinf.ufma.br/ncleclipse

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mar 22

Oficina de Tecnologias para TV Digital Interativa

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A oficina é GRATUITA  e será transmitida ao vivo pela internet, www.natalnet.br/xpta. Basta acessar e seguir as instruções da página no dia. As vagas presenciais são limitadas.

LEMBREM-SE AS INSCRIÇÕES SÃO ATÉ HOJE.

Qual o conteúdo da oficina?

As oficinas fazem parte de uma série de 4 workhops distribuidos durante o ano com a finalidade de apresentar aplicativos para TV Digital Interativa e Internet desenvolvidos por pesquisadores consorciados ou instalados no projeto Laboratório de Excelência em Desenvolvimento de Aplicativos para Produção, Edição e Difusão de Conteúdos Audiovisuais pela Internet e TV Digital. Este projeto, em execução pelo Laboratório Natalnet da UFRN, é um dos 4 contemplados pelo Ministério da Cultura, através da Sociedade Amigos da Cinemateca.
Programação

24 de março, manhã:

  1. Introdução ao XPTA – Lab (08:00 – 08:30): Luiz Marcos Garcia Gonçalves
  2. Tecnologias para TV Digital (08:30-09:30): Luiz Eduardo Cunha Leite
  3. Programação de aplicações interativas (10:00-12:00): Aquiles Medeiros Filgueira Burlamaqui

24 de março, tarde:

  1. Prática de aplicações interativas (14:00-15:15): Aquiles Medeiros Filgueira Burlamaqui
  2. Mesa redonda (15:30-16:30):
  • Impacto das Novas Tecnologias de TV Digital na Sociedade: interatividade, políticas, inclusão, modelos de negócio etc.
  • Luiz Marcos (moderador), Josimey, Taciana Burgos, Aquiles, Erika Zuza, Luiz Eduardo

Quais os objetivos?

Compartilhar resultados de pesquisa e experimentação em tecnologias audiovisuais, que sirvam de base para o desenvolvimento de projetos ligados a tecnologias audiovisuais por artistas, cineastas, programadores, desenvolvedores e produtores.

Estimular a experimentação de novas tecnologias audiovisuais focadas na produção de novas experiências estéticas e modelos de negócio.

Difundir o debate acerca do impacto e das potencialidades comerciais e estéticas das novas mídias, para além do nicho específico de indivíduos diretamente ligados a sua produção.

Quem está promovendo?

Quem está promovendo a oficina é Laboratório Natalnet da UFRN, como parte do projeto Laboratório de Excelência em Desenvolvimento de Aplicativos para Produção, Edição e Difusão de Conteúdos Audiovisuais pela Internet e TV Digital.

O Laboratório de Excelência em Desenvolvimento de Aplicativos para Produção, Edição e Difusão de Conteúdos Audiovisual pela Internet e TV Digital da UFRN é um projeto selecionado com base no Programa Laboratórios de Experimentação e Pesquisa em Tecnologias Audiovisuais – XPTA.LAB, do Ministério da Cultura em parceria com a Sociedade Amigos da Cinemateca. O Laboratório Natalnet da UFRN coordena o Laboratório de Excelência. ECT-UFRN, COMUNICA-UFRN, IHAC-UFBA, IC-UFAL, FANAT-UERN, LCG-UFRJ, DIMAP-UFRN, LAVID-UFPB são responsáveis por 12 projetos consorciados.

Para quem? (público-alvo)

Para o publico em geral intressado no assunto (inscriçao gratuita), incluindo mas não limitado a produtores de conteúdo audiovisual para Televisão e Internet interessados em pesquisa de novas tecnologias audiovisuais, experiências estéticas inovadoras e modelos alternativos de negócios, pesquisadores, artistas, criadores audiovisuais das mais diversas mídias, cineastas, produtores e programadores, interessados no desenvolvimento do potencial estético e comercial das novas mídias.

Terá certificado?

Sim. De participação.

Horários?

Dia 24 de março
8:00 as 16:30

Até quando vão as inscrições?

Até o dia 22 de março de 2010, pela Internet (www.natalnet.br/xpta).

Inscrição Aqui

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mar 16

Dia histórico para a TV Argentina

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Ontem dia 14/03/2010 se iniciaram a transmissões de TV Digital nipo-brasileira para “los hermanos”. PARABÉNS!!!



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mar 15

Cidades com TV Digital

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São 152 emissoras de televisão em todo o Brasil que tiveram do ministério a consignação de seu canal digital.

Passados pouco mais de 2 anos desde a implantação, 29 cidades brasileiras já transmitem a TV Digital em alta-definição. Deste número, 20 são capitais e 9, cidades pólo: São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Campinas (SP), Cuiabá (MT), Salvador (BA), Florianópolis (SC), Vitória (ES), Uberlândia (MG), São José do Rio Preto (SP), Teresina (PI), Santos (SP) Brasília (DF), Campo Grande (MS), Fortaleza (CE), Recife (PE), João Pessoa (PB), Sorocaba (SP), Belém (PA), Manaus (AM), Ribeirão Preto (SP), Joinville (SC), Aracaju (SE), Londrina (PR), São Luís (MA) e Araraquara (SP).

Fonte: Convergência Digital

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mar 11

Inovações brasileiras comprometidas

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Finalmente está na ABNT a norma do Ginga-J, etapa essencial para o lançamento comercial da interatividade no Brasil. A Consulta pública na ABNT vai até dia 5 de abril. Caso não haja vetos ou sugestões de alteração, a norma poderá ser publicada pelo Fórum do SBTVD ainda em abril. Depois disso, aparelhos com Ginga estarão oficialmente liberados para comercialização.

No entanto, a norma que está em consulta pública não contempla nenhuma inovação brasileira em matéria de recursos de interatividade, como o uso de múltiplos dispositivos, adaptabilidade do conteúdo em função da localização do usuário, conexão bluetooth com aparelhos celulares, o que permitiria usar a telefonia móvel como canal de interatividade. Ou seja, anos de trabalho de inovação da academia brasileira podem estar comprometidos.

Todas as inovações brasileiras foram agrupadas em um novo perfil do Ginga-J e ainda não tem prazo ou previsão de entrar em consulta pública. Sem essas inovações, a interatividade na TV brasileira corre risco de ficar restrita ao que já é feito na Europa, com o MHP, e ainda sem respaldo comercial. Há algumas inovações que agregam recursos, mas nada que possa revolucionar o uso do controle remoto.

É possível que no futuro vejamos esses recursos funcionando em outros países. Nunca é demais lembrar que a Argentina vai lançar a interatividade antes do Brasil, baseada em NCL e Lua. O país vizinho descartou a linguagem Java. Todo sistema de TV digital será lançado já com interatividade e alta definição, capitaneado pelo governo federal, com as adaptações desenvolvidas pelas universidades. Ao contrário do Brasil, a Argentina não admite ficar na mão de um determinado setor, evitando assim boicotes ao lançamento dos serviços e produtos.

Fonte: iTV

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