jun 06

Paises TVD: Guatemala adota sistema nipo-brasileiro de TV digital

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O governo da Guatemala publicou, na sexta-feira (31 de maio), em seu Diário Oficial, a adoção do ISDB-T. O secretário de Telecomunicações do MiniCom, Maximiliano Martinhão, comemorou a notícia, destacando que a escolha foi bastante estudada. “Nos últimos anos, técnicos do país avaliaram o sistema nipo-brasileiro de TV Digital, assim como outros sistemas”. Nesse período, foram realizados alguns treinamentos e reuniões no Brasil. “Nós também enviamos especialistas para um seminário sobre o ISDB-T na Guatemala”, acrescentou.

Segundo o secretário, agora que a escolha pelo ISDB-T foi concretizada, o Brasil deverá firmar acordos de cooperação com a Guatemala. “A parceria deve incluir cursos e capacitações tanto no campo industrial quanto de pesquisa e inovação, assim como fizemos com os outros países que já adotaram o sistema” afirmou Martinhão.

O secretário lembrou que a notícia também traz consequências positivas para as outras nações que já optaram pelo ISDB-T. “Quanto mais países aderirem ao nosso sistema, maior será o nosso ganho de escala”, explicou.

A Guatemala é o 14º país a adotar o sistema nipo-brasileiro de TV Digital, que também foi escolhido pelo Uruguai, Argentina, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Venezuela, Costa Rica, Filipinas e Botswana, além de Brasil e Japão. Honduras e El Salvador, países vizinhos da Guatemala, também demonstraram interesse pelo ISDB-T, mas ainda não divulgaram qual sistema irão adotar.

Fonte: SET

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maio 28

Ginga: Futuro do Ginga depende das emissoras, dizem especialistas

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A partirdo ano que vem, 90% dos televisores produzidos na Zona Franca de Manaus deverão incluir o Ginga, plataforma de interatividade do sistema brasileiro de TV digital. Mas essa obrigatoriedade, por si só, não garante o sucesso do sistema, dizem especialistas ouvidos pela Folha. Para boa parte deles, o Ginga tem sido subutilizado, e seu futuro está na mão das emissoras de TV.

“As emissoras estão utilizando o Ginga e produzindo para ele”, afirma Valdecir Becker, professor da Faap e da Anhembi Morumbi com experiência em pesquisa para TV digital. Mas o conteúdo atual é simples demais em relação ao que a tecnologia oferece, limitando-se basicamente a “informações complementares à programação, como tabelas, fotos, sinopses e enquetes, nada muito complexo”.

“Se você perguntar às emissoras, elas vão dizer que são Ginga desde criancinha”, diz um dos criadores da plataforma, Luiz Fernando Gomes Soares, da PUC-Rio. “Mas o que vemos é pouco investimento no desenvolvimento de aplicativos.” O futuro do Ginga, afirma, “dependerá muito da postura dos radiodifusores”.

Segundo o consultor Aguinaldo Boquimpani, que participou da normatização do sistema, os canais de TV “não têm ideia, por exemplo, de que poderia haver aplicações Ginga similares ao Netflix, ao Now da Net ou ao Muu da Globosat”. “O principal obstáculo para o sucesso da plataforma é o não engajamento das emissoras”, diz ele, e uma divulgação maior poderia incentivar “empresas de marketing, publicidade e serviços a buscar o potencial do sistema e desenvolver soluções criativas”.

“Essa divulgação tem que vir do próprio radiodifusor”, diz Flávio Lenz, assessor da Secretaria de Telecomunicações do Ministério das Comunicações. Ele acredita que o mercado em torno do Ginga evoluirá, levando ao surgimento de “killer apps” (“aplicativos matadores”, termo usado para se referir a apps de grande apelo e sucesso). “É natural que o começo seja um pouco tímido.”

SEGUNDA TELA

Becker não é tão otimista. Ele acredita que o uso do Ginga pelas emissoras crescerá, mas de uma maneira limitada. “Há outras tecnologias muito melhores para a interatividade, mais acessíveis e fáceis de usar. [O Ginga] era uma ferramenta de ponta em 2007. (…) Hoje continua muito similar, com poucas novidades incorporadas à norma. Isso o torna um pouco obsoleto frente aos smartphones, aos tablets e aos computadores.” Para Becker, “a interatividade está acontecendo de fato via segunda tela”, ou seja, por meio de dispositivos móveis.

“O Ginga tem [suporte a] segunda tela desde 2007”, defende Soares. “A segunda tela que está aí não é sincronizada, é a pior possível. Com o Ginga você consegue fazer muito mais.”

É nisso que aposta a Totvs, que tem investido em soluções compatíveis com a plataforma. David Britto, diretor de TV digital da empresa, acredita que é com a segunda tela que “o Ginga vai ganhar popularidade”.

Boquimpani vê a plataforma como “uma das soluções possíveis” para a integração da TV com a segunda tela, mas reforça o papel dos radiodifusores: “A materialização desse potencial (…) depende do engajamento das emissoras de TV”.

Becker acha que o investimento não vale a pena. “O que se pensou para a segunda tela com o Ginga ficou muito defasado comparado com os aplicativos desenvolvidos recentemente.”

“Eu apoiaria uma revisão para modernizar o sistema”, diz Eduardo Brandini, vice-presidente de conteúdo da TV Cultura, que tem investido separadamente no Ginga e em aplicações para a segunda tela. “Hoje o telespectador que quer interação [com a TV] já está com outra tela na mão, e a experiência dele é melhor com essa segunda tela.” A TV Cultura acredita no Ginga, afirma o executivo, mas o sistema precisa evoluir.

Mais contido, o diretor-geral de engenharia da TV Globo, Fernando Bittencourt, diz que a emissora “está atenta às novas possibilidades de interatividade com o Ginga e com a segunda tela” e que incentiva a TV digital como plataforma de interação.

Fonte: Folha

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maio 22

IPTV: UIT estabelece novo padrão para direitos autorais em IPTV – recomendação ITU-T H.751 / IEC 62698

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Procurando a interoperabilidade entre serviços, a União Internacional de Telecomunicações (UIT) e a Comissão Internacional Eletrotécnica (IEC, na sigla em inglês) produziram em cooperação um novo padrão de metadados para serviços IPTV. Com isso, fica possível agregar direitos autorais ao material, permitindo o compartilhamento de conteúdo multimídia legalmente por diferentes plataformas. A recomendação ITU-T H.751 / IEC 62698 está alinhada tecnicamente com outros padrões de TV por protocolo de Internet e foi produto de uma colaboração entre grupos da UIT. Segundo a instituição, a falta de interoperabilidade entre metadados de direitos autorais significa que consumidores podem ficar presos a soluções e padrões oferecidos por apenas um provedor de serviço, com diferentes tecnologias e sistemas. O padrão permitiria solucionar isso com uma forma de distribuição de conteúdo mais flexível.

Fonte: Tela Viva

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maio 22

IPTV: Procura-se parceiro de hardware para IPTV no Brasil

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Parceira do projeto da USP de fazer IPTV, com código aberto e usando o middleware Ginga, desenvolvido no Brasil, a HXD diz que é hora de aproveitar o ‘jeito brasileiro de fazer’ para angariar mercado internacional.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, Salustiano Fagundes, presidente da empresa, sustenta que “o futuro da Televisão passa pelo IPTV. E o Ginga tem uma oportunidade de ouro para se consolidar no mercado nacional e internacional”. Um alvo já é mirado pela solução: o setor de hotelaria. Também há uma busca por parceiros de hardware.

Fonte: Convergência Digital

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maio 20

IPTV: USP desenvolve IPTV em código aberto

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Durante a BITS 2013, a Universidade de são Paulo, em parceria com a HDX, empresa desenvolvedora de aplicativos para TV digital e smart TVs, apresentaram o projeto de desenvolvimento de uso de plataforma de TV de baixo custo, baseada em Open Source. Projeto, que recebeu R$ 3 milhões da Finep, tem o objetivo de massificar o uso de aplicações digitais. Veja a entrevista concedida por Gustavo Calixto, da USP, sobre a iniciativa.

Fonte: Convergência Digital

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maio 20

TV Analógica: Governo adia morte da TV analógica para 2018

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Com isso, o fim do sinal analógico, marcado para 30 de junho de 2016, ocorrerá, gradualmente, entre 2015 e 2018

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, revelou nesta quinta-feira, 16, que o governo revisou o cronograma para a digitalização de todo o sinal de televisão no país.

Com isso, o fim do sinal analógico, marcado para 30 de junho de 2016, ocorrerá, gradualmente, entre 2015 e 2018. Segundo o ministro, a decisão ocorreu para evitar o gargalo na procura por conversores de televisão analógica para digital ou mesmo de aparelhos de televisão digital em um curto período de tempo.

“Como está previsto, teríamos a necessidade de conversor e televisão superior a 20 milhões, 25 milhões. Essa concentração pode dar um problema de faltar aparelho, subir preço, por isso vamos distribuir no tempo, o que parece mais razoável”, afirmou Bernardo, antes de participar de uma palestra para ex-alunos da escola de negócios Insead, em São Paulo (SP).

Segundo o ministro, a digitalização do sinal de TV no país escalonado terá início pelas maiores regiões metropolitanas, como São Paulo e Rio de Janeiro, e será ampliado para outras áreas até 2018.

Avaliação do 4G

Bernardo afirmou, na palestra, que na semana que vem terá uma reunião com operadoras telefonia celular para avaliar como está a implantação da tecnologia 4G no País e o plano das operadoras para a telefonia rural.

Fonte: FNDC

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maio 16

Faixa 700 MHz: Minicom cancela editais de TV para evitar congestionamento na faixa de 700 MHz

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O Ministério das Comunicações publicará nesta quinta, 16, o cancelamento de três editais de radiodifusão. A medida, para além de um procedimento trivial, é uma clara sinalização de um esforço para viabilizar o espectro na faixa de 700 MHz para a banda larga móvel. Segundo o secretário de radiodifusão do ministério, Genildo Lins, serão canceladas as licitações nas cidades de Arapiraca/AL, Irará/BA e São Mateus/ES, de 2009. As cidades estavam previstas pela Portaria 186, de 22 de abril de 2009, assinada pelo ex-ministro Hélio Costa, que contemplava licitações de TV em nove cidades, mas apenas estas estão sendo canceladas porque os resultados ainda não foram homologados.

São cidades importantes nos seus respectivos Estados e, segundo Lins, estavam enquadradas no conjunto de cidades consideradas mais críticas em termos de disponibilidade de espectro pelo Minicom e onde havia condições jurídicas de cancelamento para cumprir a nova política do governo. São os editais 061/2009 (Arapiraca), 062 (Irará) e 064 (São Mateus).

Segundo a avaliação do ministério, liberar novas outorgas de radiodifusão significaria complicar ainda mais a liberação da faixa de 700 MHz. “Estamos comprometidos em assegurar que a limpeza da faixa prevista na política do ministério das Comunicações possa ser feita sem maiores complicações”, diz Lins. Ele explica que já foi pedida pelo ministro Paulo Bernardo uma audiência com a presidenta Dilma Rousseff para detalhar o decreto que estabelecerá o cronograma de desligamento da TV analógica, antecipando algumas praças e alongando o prazo para além de 2016 em outras. O ministério também aguarda a conclusão dos estudos técnicos da Anatel sobre a ocupação do espectro em cada cidade, mas está se antecipando e revertendo ocupações já planejadas da faixa onde pode haver problemas, como é o caso das três cidades objeto dos editais.

Mas o cancelamento de editais será, politicamente, um movimento ousado do governo, porque na maior parte dos casos a licitação estava em fase avançada, aguardando apenas os vencedores. Segundo fontes do mercado de radiodifusão, em Arapiraca, Alagoas, o grande interesse no canal seria da família Collor.

A decisão do Minicom de suspender uma licitação de TV em curso é emblemática, pois foi a primeira vez que, precisando optar entre priorizar a expansão do mercado de radiodifusão e garantir o espaço para a banda larga móvel, ficou com a segunda alternativa.

Fonte: Tela Viva

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maio 16

Faixa 700MHz: 4G em 700MHz só depois que não houver interferência na TV

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O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou nesta terça-feira, 14/5, que não haverá liberação do 4G em 700 MHz enquanto existirem problemas de interferências nas transmissões e recepções da radiodifusão. O problema, maior do que o inicialmente previsto, foi demonstrado em um estudo japonês realizado para a União Internacional das Telecomunicações. 

Nesse estudo, que as emissoras de TV levaram à Anatel na semana passada, o Japão calcula que serão necessários R$ 6 bilhões para mitigar as interferências naquele país. Por aqui, três estudos – da Anatel, das tevês e das teles – deverão indicar o tamanho do problema no Brasil.
Questionado sobre o estudo, o ministro tranquilizou as emissoras. “Nosso compromisso é implantar o 4G sem qualquer interferência. Se precisar, vamos aumentar as bandas de guarda ou adotar outras medidas necessárias”, afirmou Bernardo.

Ao lembrar do custo previsto pelos japoneses, no entanto, o ministro sustentou que é preciso aguardar os mencionados estudos brasileiros. “O nosso sistema não é igual ao do Japão. Ele foi modificado”, alegou, sustentando que o ISDB – o padrão japonês de TV digital adotado no Brasil – foi alterado antes de ser implementado. De acordo com dados do mercado brasileiro, as cidades onde há a questão da interferência em maior grau são Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas.

Fonte: FNDC

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maio 15

Tv digital: Paulo Bernardo: ‘Nosso sistema de TV digital não é o japonês’

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Segundo o ministro, grupo de trabalho do governo e radiodifusores já está discutindo o desligamento da TV analógica em cidades como São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou hoje que o governo está analisando o estudo do governo japonês entregue pela Abert à Anatel, que aponta para custos adicionais de US$ 3 bilhões para proteger a inteferência que sofreriam os aparelhos de TV com o uso da banda larga do celular. O ministro voltou a reforçar que o compromisso do governo é o de implantar a 4G no celular na faixa de 700 MHz somente depois da digitalização dos sinais de TV, o que pressupõe a não interferência. “Se precisar, a gente aumenta a banda de guarda”, afirmou.

Mas Bernardo ressaltou que o custo de US$ 3 bilhões para a migração projetado pelos radiodifusores deve ser analisado com cautela, pois, observou, o sistema de TV brasileiro não apenas japonês, mas sim nipo-brasileiro.

Segundo o ministro já há um grupo de trabalho que discute com os radiodifusores a migração dos canais de TV analógicos de grandes cidades populosas e que têm problemas para recepcionar todos os canais digitais, como São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro.

Fonte: FNDC

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maio 13

Faixa 700 MHz: 4G poderá atrapalhar transmissão de TV

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Testes com o modelo de TV Digital japonês indicam alta interferência se o 4G for adotado na frequência de 700 MHz.

Por ter adotado um modelo de TV Digital semelhante ao japonês, o Brasil pode ter de pagar mais caro para adotar a tecnologia de telefonia e banda larga móvel de quarta geração (4G) na faixa de 700 mega-hertz (MHz) a partir do próximo ano. Testes realizados no Japão – país que só adotará o 4G nessa frequência em 2015 – mostram uma alta interferência da tecnologia nas transmissões de TV.

Um extenso relatório com os resultados dos testes foi apresentado ontem pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) ao presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende. O órgão regulador pretende leiloar até abril de 2014 parte da frequência de 700 MHz no Brasil para empresas de telefonia, e por isso antecipou em algumas regiões a migração dos canais de TV que ocupam a frequência. Por outro lado, a agência adiou a transferência em localidades onde a digitalização deve demorar mais.

Embora interferências também tenham sido registradas em outros modelos de TV Digital, o relatório japonês conclui que a convivência entre as duas tecnologias é inviável sem a realização de diversas – e custosas – adaptações.

“O governo japonês estima um custo de US$ 3 bilhões para resolver os obstáculos de interferência nas transmissões. Essa notícia caiu como um meteoro no ambiente de radiodifusão”, disse o diretor de uso e planejamento de espectro da Abert, Paulo Ricardo Balduíno.

Como a tecnologia “pura” do 4G é incompatível com as transmissões japonesas de TV Digital, os japoneses precisaram instalar filtros não apenas em antenas e equipamentos de transmissão de telefonia como também nos televisores. “Todos os aparelhos nas casas das pessoas e as novas TVs precisarão ser adaptados. Isso certamente terá um preço”, disse Balduíno.

Testes. Diante do alarme, tanto empresas radiodifusoras quanto as de telecomunicações e a própria Anatel iniciaram testes com o modelo brasileiro para descobrir o tamanho das adaptações necessárias para o uso do 4G em 700 MHz no País.

A quarta geração na faixa de 2,5 giga-hertz (GHz) começou a ser comercializada em cidades brasileiras e não oferece risco às transmissões de TV. Na avaliação da Abert, essa seria a melhor opção para uso em locais densamente povoados, a exemplo do que ocorre no Japão.

Fonte: Estadão

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