jul 08

Switch-off TV Digital: Abratel pede adiamento do switch-off em Brasília

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A Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) encaminhou na última terça, 2, um documento ao Ministério das Comunicações (Minicom) solicitando o adiamento do switch-off da TV analógica nos grandes centros urbanos e, em especial, no Distrito Federal.

A entidade destacou a importância de um diálogo entre autoridades e radiodifusores a respeito da antecipação do apagão do sinal analógico para 2015. Recentemente o Minicom anunciou a antecipação da mudança, que estava prevista anteriormente para 2016.

A associação argumenta que o Distrito Federal se encontra em uma situação atípica. O início da transmissão digital, com cobertura em toda a unidade da federação pelas principais redes, foi postergado diversas vezes devido a atrasos na construção do monumento “Flor do Cerrado”, que é a torre construída pelo Governo do Distrito Federal onde se alocaria a transmissão principal das seis maiores emissoras atuantes no DF.

Neste local, mesmo com a inauguração para visitação pública, não houve o início da transmissão dos sinais digitais e a previsão é de que o sistema adquirido pelas emissoras seja entregue entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014. Até que as emissoras terminem de instalar seus equipamentos, estima-se que o sinal digital seja irradiado até março de 2014. Assim haveria apenas um ano entre a instalação do sistema definitivo e o apagão do sinal analógico. O período, para a Abratel, é insuficiente para que as emissoras façam os testes de campo para identificar as áreas de sombra.

A Abratel afirma que, diferentemente de outras cidades que já possuem sinal digital há algum tempo, no DF não existe uma cultura de televisão digital, dado que a transmissão desse sinal não cobre nem a totalidade da região central de Brasília. Por isso, a maioria da população desconhece as vantagens do sinal digital em detrimento do analógico. Com apenas um ano entre a cobertura completa da cidade com o sinal digital e o switch-off do analógico, o governo e as empresas teriam pouco tempo para fazerem um amplo trabalho de divulgação, avalia a Abratel.

Noticia relacionada https://www.gingadf.com.br/blogGinga/?p=2501

Fonte: Tela Viva

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jul 04

TV Digital: Você já digitalizou a SUA televisão?

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A proposta da coluna #DigitalTV aqui no blog #SerMídia é pontuar um espaço importante para o meu principal objeto de estudo: a TV Digital Brasileira. Assunto que venho me dedicando deste 2008, quando ingressei no mestrado em televisão digital da UNESP, em Bauru, São Paulo. Não vou me deter aqui a experiência do mestrado, quem sabe num outro post =], mas quero chamar a sua atenção leitor para um tema que está sendo pouquíssimo discutido na mídia, e que aos poucos vem alterando um dos nossos veículos de comunicação de massa mais observados, consumidos, utilizados: a TV.

Muitas pessoas por aí afirmam que a televisão digital no Brasil não vingou, não está dando certo, não está acontecendo, enfim…! Entretanto, afirmo seguramente que quem tem essas opiniões, infelizmente, vive na ignorância e desconhece a profusão de acontecimentos que vem norteando a digitalização da televisão brasileira já desde a década de 90 no Brasil.

Para você ter uma noção, listo abaixo alguns aspectos que foram gerados pelo longo processo de digitalização da televisão brasileira:

· Questões políticas, econômicas e sociais que levaram a escolha do padrão japonês ISDB-T para transmissão digital no Brasil;

· Pesquisas científicas realizadas para a criação de um sistema próprio de transmissão do sinal digital, o SBTVD-T – Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre.

· Decreto 5820 / 2006 – assinado pelo então Presidente Lula – dispositivo que instituiu o SBTVD-T; TODAS as emissoras e retransmissoras de TV do Brasil passaram a ser obrigadas a realizar a mudança de modelos de transmissão e por um período transmitir simultaneamente os sinais analógicos de TV (esse que vc já está acostumado através da antena VHF) e realizar as adequações necessárias para a transmissão do sinal digital, com base no sistema brasileiro;

· Inclusão do conversor digital nos aparelhos de tv, assim como a inclusão do middleware Ginga para interatividade, o que vem dando muito trabalho à indústria de aparelhos eletrônicos;

· Desenvolvimento de conteúdos interativos em nível acadêmico para testes de conteúdos e recepção, assim como trabalhos de pesquisa e desenvolvimento por parte das emissoras de TV, no sentido de observar as novas tecnologias e pensar em modelos de negócios que possam agregar esses serviços comercialmente à televisão;

· Estudos teóricos e práticas de atividades relacionadas ao planejamento, roteirização, captação e edição com foco nas potencialidades geradas pela tecnologia digital de transmissão de tv;

· Etc , etc , etc… é bem looongaaa esta lista!

A TV digital brasileira está em processo de implantação desde dezembro de 2007, quando foi lançada oficialmente no país, a partir de São Paulo. Atualmente, mais de 500 cidades brasileiras possuem emissoras que investiram em equipamentos adequados à digitalização e estão disponibilizando simultaneamente aos telespectadores os sinais analógicos e digitais. O prazo inicial para a mudança determinado pelo Ministério das Comunicações era 2016, quando os antigos canais seriam devolvidos ao órgão. Porém este ano, o governo anunciou que irá iniciar o processo de ‘desligamento’ do sinal analógico já em 2015, tudo será gradativo, outro dia publiquei post sobre essa notícia aqui.

Para VOCÊ, na prática, essa devolução do sinal analógico significa o seguinte: se você mora numa cidade em que as emissoras já estão transmitindo TV digital (verifique!), você terá que se adequar, ou seja, ter um aparelho de TV com o conversor digital e instalar uma antena UHF para receber o sinal digital no seu receptor. Caso contrário, já que o sinal antigo será devolvido, você ficará sem acesso à televisão aberta, isso mesmo, você vai ligar a sua TV e a telinha permanecerá escura, sem qualquer visualização das programações transmitidas pelas emissoras!!!
Num país com mais de 190 milhões de pessoas, em que a televisão está presente em 95% dos domicílios, segundo o censo 2010 do IBGE, fica evidente que pensar a digitalização da TV é também uma questão política e econômica, que vai render ainda muitos embates! Resta saber até quando as discussões acerca da televisão brasileira, sua transmissão digital, assim como sua qualidade (ou falta de) ficarão restritas aos fóruns fechados em entidades políticas ou nos meios virtuais? A partir de quando a imprensa especializada em comunicação e tecnologia digital vai voltar seu foco para este assunto que certamente deverá pegar muita gente de surpresa? Veremos!

Fonte: Nominuto

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jun 26

TV Digital: CCE defende incentivo para troca de TV, não para compra de conversor

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O CTO e diretor de Relações Governamentais da CCE Brasil, Rogério Fleury, disse que a estratégia do governo para acelerar a digitalização da TV não deve passar pelo subsídio para a compra de conversores, mas, sim, pela aquisição de novas TVs, já com o Ginga embarcado. A CCE, empresa que foi comprada pela Lenovo, projeta que, hoje, exista cerca de 80 milhões de TVs de tubo no país. “O conversor não resolverá questões de redução de consumo de energia, tampouco facilitará a massificação do ginga e dos aplicativos de interatividade”, sinalizou.

Ao Convergência Digital, Fleury lembrou que a CCE investiu na manufatura dos conversores para TV digital – em 2007 – e assume que o negócio não trouxe o resultado esperado. “As pessoas querem uma TV nova. O Ginga ( sistema de interatividade do SBTVD) terá de estar em 100% das TVs a partir de janeiro. Teremos uma Copa do Mundo em junho. Por que não incentivar a migração do parque de TVs?”, sugere o executivo da CCE.

Segundo ele, a migração dos cerca de 80 milhões de tvs de tubo para TVs LCDs traria também uma redução no consumo de energia. “O governo já adotou politica semelhante na questão das geladeiras. Não vejo razão para incentivar conversor. Mesmo pensando nos mercados que também adotam o SBTVD. Todos terão de passar pelo switch off(desligamento) do analógico para o digital”, sustentou Fleury. Nesta terça-feira, 25/06, a CCE apresentou suas linhas de tablets e smarpthones para atender as classes B, C e D no país.

O fim das transmissões analógicas de televisão chegará primeiro a Brasília, em março de 2015. A seguir virá São Paulo, em abril, e o Rio de Janeiro, em maio do mesmo ano. O novo cronograma de adoção da TV Digital será mesmo escalonado e terá as capitais como foco inicial. Segundo dados do Ministério das Comunicações já foram vendidos entre 30 milhões e 40 milhões de televisores digitais. Governo,inclusive, já trabalha num financiamento popular para a aquisição de TVs nas classes mais pobres, mas não há ainda nenhum programa oficial.

Fonte: Convergência Digital

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jun 11

Switch-off TV Digital: BSB, São Paulo e Rio serão as primeiras capitais a migrar para TV Digital

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Será que até lá já teremos a torre funcionando para o seu devido fim?

A torre deveria ter sido entregue em abril de 2010, já passamos da metade de 2013 e até agora a torre só serve para visitação de turistas, ainda assim sem estrutura nenhuma para esse público!!!!!

Um ano e meio acho que é até um prazo razoável para entregarem as antenas de transmissão digital!!!

Noticia relacionada https://www.gingadf.com.br/blogGinga/?p=1601

O fim das transmissões analógicas de televisão chegará primeiro a Brasília, em março de 2015. A seguir virá São Paulo, em abril, e o Rio de Janeiro, em maio do mesmo ano. O novo cronograma de adoção da TV Digital será mesmo escalonado e terá as capitais como foco inicial.

“Tive uma conversa demorada com a presidenta Dilma sobre TV Digital, na quinta-feira [9/6] e ela concordou com a proposta que nós fizemos para flexibilizar o calendário de desligamento do sinal analógico. Vamos publicar o Decreto em poucos dias”, afirmou nesta terça-feira, 11/6, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Depois de Brasília, São Paulo e Rio, deverá ser a vez de Belo Horizonte – a partir das maiores cidades, o cronograma vai contar com mais de uma capital onde o sinal analógico será desligado a cada mês. “Em todas as capitais esse processo estará concluído até o fim de 2015”, afirma o secretario de Comunicação Eletrônica do Minicom, Genildo Lins.

Uma nova publicação oficial é necessária para substituir o previsto no Decreto 5820, que foi editado em 29 de junho de 2006 e diz expressamente que “o período de transição do sistema de transmissão analógica para o SBTVD-T será de dez anos, contados a partir da publicação deste Decreto”.

A decisão do Minicom de começar pelas maiores cidades – o que significa iniciar a mudança nos centros onde é mais problemática a limpeza do espectro – está relacionada à disponibilização da faixa de 700 MHz para a oferta da banda larga móvel. “Vamos começar nos grandes centros para priorizar a liberação da faixa”, admite Bernardo. “Em mais de 4 mil cidades não há problema, nem pressa”, complementa.

Um ponto crítico para o projeto é a disponibilidade de receptores ou de TVs com o conversor. A conta é de que já tenham sido vendidos entre 30 milhões e 40 milhões de televisores digitais. Como existem cerca de 62 milhões de domicílios no país, e o cenário é de que, com alguma concentração, como dois televisores digitais por domicílio até aqui, faltariam aproximadamente 20 milhões de aparelhos.

“A indústria estima que vai vender 12 milhões de televisores digitais até a Copa do Mundo. Restariam 8 milhões, que poderíamos incentivar com mecanismos já existentes”, explica Genildo Lins. A ideia é adaptar uma linha da Caixa Econômica Federal que tem juros de 1% para a compra de eletrodomésticos – no caso, da linha branca.

“Fizemos simulações e um televisor de 32 polegadas, por R$ 800, poderia ser adquirido, nesse sistema, em 48 prestações entre R$ 24 e R$ 26”, diz o secretário de Comunicação Eletrônica do Minicom. “Estamos estudando alguma forma de subsídio direto ou indireto, via taxa de juros de financiamentos”, completa Genildo Lins.

Fonte: Convergênia Digital

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maio 15

Tv digital: Paulo Bernardo: ‘Nosso sistema de TV digital não é o japonês’

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Segundo o ministro, grupo de trabalho do governo e radiodifusores já está discutindo o desligamento da TV analógica em cidades como São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou hoje que o governo está analisando o estudo do governo japonês entregue pela Abert à Anatel, que aponta para custos adicionais de US$ 3 bilhões para proteger a inteferência que sofreriam os aparelhos de TV com o uso da banda larga do celular. O ministro voltou a reforçar que o compromisso do governo é o de implantar a 4G no celular na faixa de 700 MHz somente depois da digitalização dos sinais de TV, o que pressupõe a não interferência. “Se precisar, a gente aumenta a banda de guarda”, afirmou.

Mas Bernardo ressaltou que o custo de US$ 3 bilhões para a migração projetado pelos radiodifusores deve ser analisado com cautela, pois, observou, o sistema de TV brasileiro não apenas japonês, mas sim nipo-brasileiro.

Segundo o ministro já há um grupo de trabalho que discute com os radiodifusores a migração dos canais de TV analógicos de grandes cidades populosas e que têm problemas para recepcionar todos os canais digitais, como São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro.

Fonte: FNDC

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abr 25

TV Digital: O ‘bolsa novela’, ou o subsídio para a TV digital, pode custar até R$ 4 bilhões ao governo

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O MiniCom elabora programa para aprovação da presidente Dilma que prevê o subsídio para a população de baixa renda comprar o conversor digital

O desligamento da TV analógica previsto para começar em março de 2015 só ocorrerá se toda a população da cidade atingida tiver condições de ter acesso à TV aberta com o sinal digital. “O governo não fará nada sem garantir o acesso da população à TV digital”, afirma o secretário de Comunicação de Massa do Ministério das Comunicações, Genildo Lins. Isto significa, explicou, que o governo irá subsidiar o conversor que transforma o sinal analógico de TV em digital para a população de baixa renda. E o custo deste subsídio pode variar de R$ 500 milhões e R$ 4 bilhões, a depender do número de famílias que terão que ser contempladas no programa.

Esses estudos ainda estão sendo feitos pelo MiniCom, que pretende levar a proposta para decisão final da Presidência da República nos próximos 15 dias. Segundo Lins, o montante de recursos a ser destinado para o subsídio vai depender se serão contempladas apenas as famílias que integram o programa Bolsa Família, ou que integram o Cadastro Único do governo federal, que duplica o número famílias contempladas, para 23 milhões.

Segundo o secretário, nas 885 cidades que a Anatel aponta como aquelas onde será necessário o desligamento do sinal da TV analógica, existem 12 milhões de famílias que poderiam ser subsidiadas pelo governo, e nas demais cidades onde o desligamento será feito até o ano de 2018, há outras 11 milhões de famílias.

Conforme Lins, este dinheiro viria do Orçamento da União, mas o Ministério conta com o leilão da faixa de 700 MHz para convencer a área econômica do governo, visto que a previsão com a venda desta frequência é bem maior. Lins disse que a modelagem em estudo pelo Ministério não descartou ainda a possibilidade de as próprias operadoras de celular subsidiarem direamente o conversor, como contrapartida à compra da frequência.

A expectativa do secretário é de que o Palácio do Planalto aprove o programa da TV digital – que irá implicar a publicação de novo Decreto Presidencial – até o dia 13 de maio, quando ele será apresentado aos integrantes do Fórum da Tv Digital.

Fonte: FNDC

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abr 25

TV Digital: Por falta de espectro, Minicom flexibiliza migração

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O Ministério das Comunicações vai liberar as emissoras de televisão de transmitirem simultaneamente suas programações nos sistemas analógico e digital. A lógica é de que aquelas que assim desejarem poderão passar diretamente à transmissão digital.

“Como há dificuldade de acomodar na faixa e que pequenos grupos têm dificuldade econômica de manter as duas transmissões, estamos propondo que seja admitida a migração direta do analógico para o digital”, revelou o ministro Paulo Bernardo, ao participar de audiência pública na Câmara dos Deputados.

Na prática, porém, não é exatamente uma opção. Como explicou o secretario de Serviços de Comunicação Eletrônica do Minicom, Genildo Lins, foi a saída encontrada para as emissoras que até hoje não fazem a transmissão simulcast porque não há espectro disponível.

“Em cidades como São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro simplesmente não há possibilidade, seja em 700Mhz, seja em 800MHz. Não há espaço. Por isso, vamos permitir que aquelas emissoras que hoje só transmitem no sistema analógico possam ir direto ao digital”, disse o secretário.

Cidades como essas com grande número de emissoras já encontram dificuldades, com a digitalização, para acomodar todas as TVs existentes. Tanto é que Paulo Bernardo voltou a dizer nesta quarta que, se preciso, haverá oferta menor da faixa de 700 MHz às teles, visto que aí a radiodifusão é prioridade.

A “liberação” do simulcast deverá ser autorizada no mesmo Decreto – já elaborado pelo Minicom e em discussão no governo – que vai prever um novo cronograma para o desligamento dos sinais analógicos. Inicialmente previu-se uma única data para todo o país, 30 de abril de 2016. A ideia agora é fazer o desligamento gradativamente entre 2015 e 2018.

Fonte: FNDC

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abr 25

TV Analogica: Primeira fase do switch off começa com 1.521 municípios

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Aos poucos o Ministério das Comunicações releva como será escalonado o desligamento da TV analógica que está sendo planejado. Em workshop promovido no último dia 19 pela Abratel, a diretora de outorgas do Minicom, Patrícia de Ávila, disse que em 2015, no primeiro ano do switch off (que o Minicom chama de primeira fase), devem ser desligadas as transmissõres analógicas de 1.521 municípios.

O início do processo está previsto para o mês de março de 2015, quando serão desligadas 61 transmissões do DF e entorno, que abrangem 9 cidades. Depois, em abril, vem a região metropolitana de São Paulo, com 64 cidades. Em maio está previsto o desligamento das regiões metropolitanas de Campinas, Santos e Jundiaí que compreendem 133 cidades.

O cronograma segue até dezembro, onde serão desligados as transmissões analógicas de outros estados. O Nordeste, por exemplo, está previsto para agosto e setembro de 2015. O Norte e o Centro–Oeste também entra na primeira fase, em outubro de 2015. Confira aqui a apresentação.

Patricia de Ávilla deixou claro que o cronograma ainda é provisório e poderá sofrer ajustes até a sua publicação no Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: Tela Viva

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abr 11

Telefone TVD: Abratel pede prioridade na desoneração de smartphone que capta TV digital

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O ministro Paulo Bernardo recebeu nesta quarta, 10, um ofício da Abratel, associação que reúne principalmente os radiodifusores filiados e afiliados à rede Record, solicitando que seja dada prioridade à desoneração dos smartphones capazes de captar a TV digital.

“Salientamos que os aparelhos com essa funcionalidade ampliam o acesso da população brasileira ao sinal digital de rádio e televisão, um dos principais objetivos do projeto de TV digital do País”, diz o documento assinado pelo presidente da associação, Luiz Claudio Costa.

O Ministério das Comunicações, contudo, tem dito que o objetivo da desoneração, cujo decreto saiu na última terça, 9, no Diário Oficial da União (DOU), é de fomentar o acesso à banda larga móvel. Para a medida entrar em vigor, ainda precisa ser publicada uma portaria do Minicom com as características técnicas que serão exigidas dos aparelhos. A partir da publicação da portaria, de acordo com recentes declarações de Bernardo, os aparelhos que se enquadram nas características do Minicom já estariam automaticamente desonerados de PIS/Pasep e Cofins, além do IPI.

Fonte: Tela Viva

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abr 11

TV Digital: TV Digital só chega a 40% dos brasileiros

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Enquanto media a disputa entre teles e radiodifusores pelo dividendo digital, o Ministério das Comunicações avalia que o fim das transmissões analógicas de televisão enfrenta uma dificuldade muito maior: os aparelhos receptores ainda estão longe de alcançar a maioria dos lares brasileiros.

“O acesso de TV digital pelo conjunto da população é um grande desafio. Estimamos que hoje 40% da população tem receptores, tem aparelhos de TV com tecnologia digital, ou tem set top boxes”, afirmou o ministro Paulo Bernardo, ao participar nesta quinta-feira, 4/4, do programa de rádio Bom Dia Ministro.

“Precisamos estimular que as pessoas comprem televisão digital ou comprem conversor digital, porque evidentemente não podemos desligar o analógico com as pessoas recebendo com televisão antiga. Não vai dar certo. A televisão é muito importante e teríamos um problema social sério”, argumentou.

Por isso, Bernardo voltou a um tema que já defendera, mas que aparentemente não avançou no governo: como alavancar as vendas de televisores ou conversores. “Temos que baratear os equipamentos e, em alguns casos, discutimos a possibilidade de o governo subsidiar a compra para facilitar.”

Até para ilustrar o tamanho do problema, o ministro prometeu para este ano o início de testes em algumas cidades do país – ou seja, experiências de desligamento dos sinais analógicos. “Vamos ter testes-piloto este ano. Precisamos garantir que todo mundo tenha equipamento de recepção”, disse.

A dificuldade é um dos motivos para a troca de uma data única de desligamento dos sinais analógicos por um período mais longo. “Estamos com uma proposta já tramitando na Casa Civil e pretendemos despachar com a presidenta Dilma para antecipar para 2015 o início do desligamento do analógico, mas em compensação vamos aumentar o prazo para o final até 2018”, explicou.

 

Fonte: FNDC

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