nov 20

Faixa 700MHz: Anatel testará convivência entre LTE e TV em campo e em laboratório

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Apesar dos testes de convivência entre o LTE e a radiodifusão estarem sendo realizados pelos dois setores, a Anatel também prepara uma bateria de medições. Os testes de campo foram marcados para o dia 9 de dezembro em Pirinópolis (GO). Já os testes em laboratório acontecerão no Inatel, em Santa Rita do Sapucaí (MG), a partir de fevereiro do ano que vem.

De acordo com o presidente substituto da Anatel, conselheiro Jarbas Valente, a Sociedade de Engenharia de Televisão (SET), o SindiTelebrasil, além de Oi e da fabricante Huawei darão apoio aos testes. Segundo Valente, a ideia é apresentar os resultados à União Internacional de Telecomunicações (UIT), de forma a subsidiar os demais países-membros.

A demora na realização dessas medições tem sido duramente criticada pela radiodifusão, especialmente porque os estudos preliminares encomendados pela SET à Universidade Mackenzie mostraram que a interferência é grave, e não apenas nos canais mais próximos da faixa da banda larga móvel. “Que confiabilidade nós teremos com testes tão rápidos”, questiona o presidente da SET, Olímpio José Franco.

Ele lembra que muitas operadoras de TV por assinatura por satélite utilizam a antena aberta para entregar os canais abertos aos seus clientes, de modo a poupar banda satelital. Esse fato adiciona complexidade, porque mesmo alguns clientes de TV por assinatura poderão ser prejudicados pela interferência. “Por mais que se fale que 19 milhões de residências recebem a TV por assinatura, elas também estarão sujeitas à interferência”, afirma ele.

Segundo Franco, os demais países que adotaram o padrão nipo-brasileiro de TV digital estão preocupados com a possibilidade de haver interferências que possam prejudicar o serviço. “Os testes da Anatel estão sendo bastante aguardados pela radiodifusão e pelos demais países que adotaram o padrão nipo-brasileiro de TV digital. Percebemos que eles estão bastante preocupados”, afirma ele.

450 MHz

O leilão da faixa de 700 MHz permitirá que as operadoras levem a banda larga com muito mais qualidade para a área rural. Pelo menos essa é a expectativa do conselheiro Jarbas Valente. Com o LTE, a operadora móvel pode oferecer banda larga de 10 Mbps, sendo que a obrigação no edital de 2,5 GHz/450 MHz é de 1 Mbps.

Além disso, como o edital deve permitir o compartilhamento de frequência nas cidades pequenas, uma única empresa poderá ficar com toda a faixa naquele município (40 MHz + 40 MHz) o que possibilitaria oferecer até 25 Mbps.

Fonte: Tela Viva

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nov 20

Faixa 700MHz: Radiodifusores alegam que não haverá espaço para evolução tecnológica

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Como já é certa a destinação da faixa de 700 MHz para a banda larga móvel, os radiodifusores agora iniciam uma nova etapa de disputa por mais espectro para garantir a evolução da TV digital, que caminha para tecnologias que proporcionam mais resolução, como as chamados 4k e 8k.

“A tecnologia evolui. Da forma como está, as emissoras vão morrer com ele (o padrão nipo-brasileiro de TV digital), porque não há espaço para evolução da TV digital. Como o LTE precisa de banda, a radiodifusão também precisa para a sua evolução”, afirmou o presidente da Sociedade de Engenharia de Televisão (SET), Olímpio José Franco, em audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado.

A mesma preocupação foi manifestada pelo representante da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra), Fernando Ferreira. Segundo ele, certamente haverá demonstrações da tecnologia 4k durante a Copa do Mundo, mas o espectro destinado à radiodifusão não permite que elas implantem de fato o serviço. “Não temos previsão de 4k e 8k, que estão se iniciando no mundo. Não temos canais para isso”, afirma ele. Ferreira sugere que o governo mantenha os canais de 7 a 13 do VHF com a radiodifusão, de modo a garantir espaço para a evolução tecnológica do serviço. Esses canais seriam devolvidos com a transição da TV analógica para a TV digital.

Para o presidente substituto da Anatel, Jarbas Valente, não dá pra dizer desde já que a radiodifusão ficará sem espaço para sua evolução. Isso porque o governo ainda precisa discutir de que forma serão usados os canais que estão sendo utilizados pela TV analógica: se serão usados para novas outorgas ou para aumentar a qualidade das transmissões, como querem os radiodifusores. “Que há espaço, há”, garante.

A mensagem da secretária de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Patrícia Ávila, também foi de que há, sim, canais disponíveis para essa evolução. Segundo ela, há um boato de que o governo vai destinar os canais de 7 a 13 para a radiodifusão pública, mas “a gente nunca escreveu isso”.

O representante da Abratel, André Felipe Seixas Trindade, observa, entretanto, que no trabalho de replanejamento que está sendo realizado pela Anatel, na maioria das cidades do estado de São Paulo os canais já outorgados ocuparam toda a faixa até o canal 51, “e isso inviabiliza a evolução tecnológica”.

Fonte: Tela Viva

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nov 20

Faixa 700MHz: Subsídio a conversor digital pode ir a R$ 1 bi e fazer parte do edital dos 700 MHz

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Enquanto discutem os ‘termos da capitulação’ na faixa de 700 MHz, as emissoras de televisão chamam a atenção para a ausência, até aqui, de garantias de que haverá espectadores para as transmissões digitais. Ou seja: para além dos arranjos entre radiodifusores e teles, falta pensar nos televisores.

“Temos uma série de preocupações, sendo a interferência a maior delas. Mas também queremos saber se caberemos todos no espectro restante, a cobertura dos custos de readequação e a garantia de que haverá antenas, receptores e conversores à população”, diz o diretor-geral da Abert, Luis Roberto Antonik.

O executivo calcula existirem 110 milhões de receptores domésticos no país, mas apenas 30 milhões deles com capacidade de recepção digital. Precisamos de um projeto que faça com que as pessoas possam trocar os aparelhos ou usar os conversores”, defende.

O Ministério das Comunicações voltou a sinalizar algum tipo de crédito para os mais pobres. “Quem não tiver condições, as famílias de baixa renda, a gente vai oferecer um subsídio”, diz a secretaria de Comunicação Eletrônica da pasta, Patrícia de Ávila.

O tamanho desse empurrão pode bem chegar à casa de R$ 1 bilhão – um cálculo por alto levando em consideração que se trabalha com valores de R$ 50 a R$ 100 por conversor em um universo de 11 milhões de beneficiários de programas sociais do governo federal.

“Essa conta de alguma forma estará presente no leilão. Ela deve entrar no custo geral da digitalização e o governo vai escolher se deixa isso como contrapartida das operadoras, portanto no próprio edital dos 700 MHz, ou se isso será coberto de outra forma”, diz o presidente em exercício da Anatel, Jarbas Valente.

Fonte: Convergência Digital

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nov 20

Faixa 700MHz: Exército quer padronizar comunicações de Estado em 700MHz

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Contemplado pela Anatel na destinação da faixa de 700 MHz, o Exército queria um naco maior do espectro, mas a principal preocupação é em estabelecer uma solução unificada de comunicações para os órgãos de defesa, segurança e fiscalização.

Segundo o chefe do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica, general Antonino dos Santos Guerra, hoje impera o desarranjo. “Fazemos operações de fronteira que reúnem até 42 agências do Estado. É uma confusão. Ninguém fala com ninguém, não há interoperabilidade e o resultado é aquém do potencial.”

Santos Guerra é defensor do uso da faixa de 700 MHz em busca dessa interoperabilidade. “Propomos um modelo de operação de todos os serviços de segurança, defesa e fiscalização operando em regime de condomínio. Da maneira colocada, é de todos e não é de ninguém. É preciso que se organizem.”

O efeito de redução de custos seria óbvio, diz o general. “No Distrito Federal, oito estações repetidoras poderiam cobrir. Como não houve integração, ao término da Copa do Mundo vamos ter umas 60 estações. Cada um montou seu próprio sistema. Não há interoperabilidade, há desperdício”, avalia.

A Anatel desenhou o uso da faixa de 700 MHz e ouviu os apelos que o próprio Santos Guerra, além de órgãos como as polícias civis, faz há mais de um ano. A previsão é de que uma fatia de 5+5 MHz fique para ‘segurança pública, defesa nacional e infraestrutura’.

Na prática, o Exército gostaria propagar a solução que já conhece. Desde 2011, o CCOMGEX usa um sistema desenvolvido pela Motorola Solutions de rede LTE em 700 MHz e advoga seu uso. De olho no potencial para além da tropa, a fabricante apostou US$ 2 milhões para montar esse ‘projeto-piloto’.

Fonte: Convergência Digital

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nov 15

Faixa 700MHz: TVs públicas pedem operador de rede como compensação por 700MHz

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Apontadas como as maiores prejudicadas com as mudanças na faixa de 700 MHz, as emissoras públicas admitem a “derrota”, mas insistem que o edital que entregará a frequência às operadoras móveis deve prever uma compensação essencial: a implantação do operador nacional de rede.

“Já estamos ‘desapropriados’. É um fato consumado. Para compensar esses anos todos que vamos ficar fora do espectro em locais importantes, que o setor privado construa nosso operador nacional da rede. É o mínimo para compensar”, defende o presidente da Empresa Brasil de Comunicação, EBC, Nelson Breve.

Esse ‘operador único’ representa, na prática, a implantação de uma infraestrutura comum em todo o país que atenda as emissoras públicas – a própria EBC, os canais do Legislativo e do Judiciário, etc. Significa o grande compartilhamento de uma rede nacional.

A tarefa já foi calculada desde os projetos iniciais desse operador único – coisa que já passa de cinco anos. É algo próximo de R$ 2,8 bilhões, o que inclui os equipamentos em si – cerca de R$ 500 milhões – e 20 anos de operação desse sistema. O plano, que já teve idas e vindas no governo, segue à espera.

A Anatel, no entanto, não se mostrou muito animada com o pedido. Segundo frisou o superintendente de Outorgas e Recursos à Prestação, Marconi Maya, durante a mesma audiência pública em que foi feito o apelo, “o operador único não é uma política prevista para a Anatel”.

“A gente debateu muito. Fomos vencidos. Achávamos que o espectro deveria ser preservado, até porque ainda não sabemos o papel que a TV digital pode vir a ter. E temos que pensar que se não tiver politica para o set top box chegar às pessoas, elas não vão ter dinheiro para ter acesso à TV digital”, ressaltou Breve.

Fonte: Convergência Digital

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nov 14

Faixa 700mhz: Nova destinação da faixa de 700 MHz é publicada no Diário Oficial

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A Anatel publicou nesta quarta-feira, 13, no Diário Oficial da União, a Resolução nº 625/2013, que aprova a destinação da faixa de 698 MHz a 806 MHz para os serviços de telecomunicações. A faixa hoje é utilizada para a transmissão de TV.

A nova destinação dessas frequências para os serviços de telecomunicações entrará em vigor com a publicação do edital de licitação da faixa, que por sua vez está condicionada à publicação de regulamento contra interferências, após o término dos testes realizados pela Anatel, e à conclusão do replanejamento de canais de radiodifusão, em virtude da nova destinação da faixa de 700 MHz.

A norma cria uma faixa útil de 45 MHz + 45 MHz, sendo que 5 MHz + 5 MHz foram destinados ao Serviço Limitado Privado (SLP) e poderá ser usado por prefeituras para prestar serviço de acesso à Internet.

Evento

O debate sobre a destinação das faixas de 700 MHz e a gestão de espectro são tema do 27º Seminário Internacional ABDTIC, organizado pela Converge e pela Associação Brasileira de Direito em Tecnologias da Informação das Comunicações. O evento acontece dias 3 e 4 de dezembro, em São Paulo. Mais informações sobre a programação e condições para inscrições estão disponíveis pelo site www.convergecom.com.br/eventos.

Fonte: Tela Viva

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nov 07

Paises TVD: Filipinas adota ISDB

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As Filipinas adotaram o padrão ISDB para a transmissão de TV digital terrestre. O órgão regulador das comunicações filipino vinha estudando também o padrão europeu com alta definição, o DVB-T2.

Além de Brasil e Japão, adotaram até o momento o padrão nipo-brasileiro Filipinas, Botswana, Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, Equador, Guatemala, Honduras, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Fonte: Tela Viva

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nov 07

TV digital: Anatel coloca canalização da TV digital em consulta pública

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A Anatel publicou nesta quarta, 6, dez consultas públicas com proposta de canalização da TV digital. As consultas abarcam os estados do Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal, Espírito Santo e Paraná.  Há também consultas específicas para o interior paulista: Região de Ribeirão Preto, Região do Vale do Paraíba, Região de São José do Rio Preto, Região de Bauru, Região de Presidente Prudente e Região de Santos.

A Região Metropolitana da cidade de São Paulo e as regiões de Campinas e Sorocaba já foram objeto de consulta encerrada em setembro.

As propostas de alteração dos Planos Básicos de Distribuição de Canais de Televisão em VHF e UHF (PBTV), de Retransmissão de Televisão em VHF e UHF (PBRTV) e de Televisão Digital (PBTVD) têm por objetivo principal, segundo a agência reguladora, o atendimento ao disposto em portaria do Ministério das Comunicações que estabelece diretrizes para a aceleração do acesso ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre  (SBTVD-T) e para a ampliação da disponibilidade de espectro de radiofrequência para atendimento dos objetivos do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).

A efetivação das alterações propostas seguirão cronograma a ser definido posteriormente pelo Ministério das Comunicações, conforme estabelecido no Decreto nº 8.061/2013.

As contribuições podem ser feitas até o dia 6 de dezembro através do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública disponível no portal da Agência. As manifestações encaminhadas por carta devem ser dirigidas à Anatel até o dia 29 de novembro.

Fonte: Tela Viva

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nov 05

TV digital: governo promete isonomia para TVs públicas e comerciais

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O governo dará tratamento isonômico às emissoras públicas e comerciais de televisão na transição do sinal analógico para o digital. A garantia foi dada nesta segunda-feira, 04/11, pela secretária de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Patrícia Ávila, durante reunião do Conselho de Comunicação do Congresso Nacional. Perguntada pelos conselheiros sobre o lugar das TVs públicas na digitalização do sinal televisivo, Patrícia disse que as emissoras serão alocadas na faixa de UHF, entre os canais 14 e 51, onde ficarão também os canais comerciais.

“Nesse período de transição do analógico para o digital, temos hoje mais canais comerciais outorgados do que públicos. E existe uma demanda de novos canais públicos. Com a transição, o que o ministério está fazendo é pegar todos os canais existentes hoje e garantindo que eles vão funcionar na tecnologia digital. Uma vez que conseguimos fazer esse retrato e dar um para para cada canal funcionar, depois disso, teremos como olhar a demanda existente”, explicou.

A digitalização do sinal de TV será necessária para desocupação da faixa de 700MHz, que terá destinação à telefonia móvel de quarta geração (4G). “Vamos encontrar um lugar ao sol para a TV pública, sim”, disse o superintendente de Outorgas e Recursos à Prestação, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Marconi Maya. Na semana passada, a Anatel aprovou a proposta de destinação desse espectro para a 4G. Com isso, a Anatel pode começar a elaborar o edital do leilão, previsto para o ano que vem.

Na reunião, também foram apresentados os testes que estão sendo feitos para evitar interferências da tecnologia 4G no sinal de TV digital. Maya disse que a Anatel está montando dois sítios de testes para testar a convivência entre os serviços de telefonia móvel e radiodifusão. “Ali, vamos conhecer as possibilidades de interferência que teremos que atacar e como, se são filtros, distanciamentos entre retransmissores, qual a distância que os aparelhos precisam ter para que não haja interferências. E também os custos disso”, explicou. Os testes serão feitos durante dois meses.

O presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão, Olímpio José Franco, criticou os testes da Anatel, que, segundo ele, serão feitos em cinco dias.“Se a Anatel quer fazer os testes, deveria ser com tempo adequado para que ela possa ter confiança para fazer o edital e criar normas e regulamentos”, disse. Segundo ele, a entidade está fazendo testes há seis meses, em parceria com a Universidade Mackenzie. 

O desligamento do sinal analógico começa em 2015 e termina em 2018. O governo ainda não publicou o cronograma de desligamento e, segundo Patrícia, a ideia é publicar quando tiver um cenário mais definido. O Conselho de Comunicação Social é composto por 13 titulares e 13 suplentes e atua como órgão auxiliar do Congresso Nacional. Sua atribuição é elaborar estudos, pareceres e recomendações sobre temas relacionados à comunicação e liberdade de expressão.

Fonte: Convergência Digital

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nov 05

TV digital celular: Consumo de TV no celular tem destaque em dias de futebol, diz Ibope Media

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Os primeiros resultados do painel-teste de monitoramento de TV digital no celular realizado pelo Ibope Media Lab, revelam que terças e quartas-feiras são os dias da semana em que mais participantes do painel optaram em consumir o meio. Os picos de acesso à TV digital no celular ocorreram exatamente às quartas-feiras, dias de transmissão de jogos.

O painel-teste também constatou que as pessoas que consomem TV digital via celular permanecem, em média, 60 minutos por dia ligadas à programação.

Para seguir com a análise destas e outras métricas de consumo de TV digital no celular, a expectativa, nesta primeira fase, é estabelecer um painel teste formado por adesão de usuários da região metropolitana de São Paulo.

Os convites para participar desta iniciativa estão sendo enviados, por meio de banners informativos, aos portadores de celulares com TV digital. Além destes, demais interessados também podem participar, desde que morem na Grande São Paulo e tenham aparelho de celular com sistema operacional Android com acesso à TV digital. Para tanto, basta fazer o download do aplicativo TV Móvel no Google Play.

A tecnologia para o teste vem de uma parceria do Ibope Media com a Video Research, empresa japonesa que desenvolveu a ferramenta. Informações em tvmovel.ibope.com.br

Fonte: Tela Viva

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