out 07

TV Digital: TV digital se espalha pelo mundo, mas faltam conversores

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Entre os números divulgados nesta segunda-feira, 7/10, pela União Internacional das Telecomunicações, é fácil perceber o avanço da tecnologia digital nas transmissões de televisão. O sinal está em 55% dos lares do planeta. Mas a conta valoriza os modelos de TV paga – a cabo ou satélite. Entre países, como o Brasil, onde TV aberta é a regra, o quadro é diferente.

Para a UIT, a transição é óbvia – eram 30% das residências com sinal digital em 2008. E, de fato, mesmo entre os países em desenvolvimento o crescimento é forte. Em quatro anos, o número de lares com sinal digital passou de 138 milhões para 380 milhões.

Mas o universo digital mencionado pela UIT considera 1,4 bilhão de lares com perfis distintos. Nos Estados Unidos, por exemplo, quase todos assistem TV Digital, mas o modelo do país é fortemente concentrado no sistema de transmissão a cabo, com pagamento de assinatura mensal.

De forma semelhante, a cobertura digital é ampla nos países árabes. Mas lá, pelas próprias condições geográficas, prevalece o sistema de transmissão via satélite, digital, na tecnologia DTH. Daí que entre essas nações a TV digital esteja presente também em mais da metade dos lares.

De acordo com a UIT, a China tem 20% das TVs digitais do planeta, seguida pelos Estados Unidos, com 15%, pela Índia, com 7%, e o Japão, com 5%. A Alemanha e o Brasil, têm 4% cada um, enquanto os lares do Reino Unido com sinal digital representam 3% do total.

Nesse quadro geral, 34% das casas do mundo recebem TV a cabo, enquanto outros 22% assistem pela transmissão via satélite DTH. A chamada transmissão ‘terrestre’, que melhor traduz, em países como o Brasil, o modelo de TV aberta, responde ainda pela maior fatia, ou 39% dos lares. Outros 5% acessam IPTV.

Segundo o estudo da UIT – Medindo a Sociedade da Informação, com dados relativos ao ano de 2012 – 23 daqueles 39% que acessam a transmissão terrestre se referem a lares que apenas assistem televisão analógica. Grosso modo, portanto, a TV digital ‘gratuita’ estaria em cerca de 16% dos lares. Ou 10%, se consideradas as casas onde, de acordo com o relatório, apenas a TV digital terrestre é recebida.

“A cobertura digital não equivale à real penetração, por conta de outras barreiras que persistem, como o alto custo ou a falta de set top boxes, limitado suprimento de energia, ausência de conteúdo relevante em línguas locais ou os altos preços dos televisores”, destaca a UIT.

O Brasil, naturalmente, está entre as maiores concentrações de telespectadores analógicos. Metade dos 400 milhões de lares com apenas esse tipo de recepção está na China (125 milhões), Indonésia (35 milhões), Brasil (28 milhões) e a Rússia (19 milhões).

Fonte: Convergência Digital

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out 07

TV Digital: Torre de TV Digital pode ficar fechada até o início de 2014, diz Terracap

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Será que dessa vez sai??!??!?!!??!

Instalação de antenas digitais é um dos motivos da paralisação das visitas. Período chuvoso pode acarretar eventuais atrasos nas obras, diz Terracap.

A Torre de TV Digital de Brasília ficará fechada a partir desta sexta-feira (4) para a instalação das antenas digitais das emissoras de TV aberta. Não há data para a reabertura. Também serão feitas obras de impermeabilização no local.

“A Torre de TV será reaberta somente quando as instalações e demais obras estiverem concluídas. Vamos respeitar esse prazo, que pode ser até o final do ano, podendo se estender para o início do próximo ano”, afirmou o presidente da Terracap, Abdon Henrique de Araújo.

Segundo Araújo, as obras poderão sofrer atrasos por conta do período chuvoso, mas o presidente disse que o trabalho não será interrompido.

A Torre de TV Digital funciona para visitação aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h, e por dia eram distribuídas aproximadamente mil senhas para acesso ao mirante do monumento.

Fonte: G1

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out 07

Faixa 700MHz: Interferência pode afetar TV e celular a partir de 2015

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Interferência pode afetar TV e celular a partir de 2015

Problemas como falta de som e imagem devem ser causados pelo uso de faixas de frequência vizinhas

Edital da nova banda já vai prever investimento em equipamento preventivo; no Japão, custo atingiu US$ 3 bi

JÚLIA BORBA DE BRASÍLIA Estudos feitos por radiodifusores e teles mostram que a entrada em operação da TV digital e do 4G (internet de alta velocidade), no novo modelo que será implementado a partir de 2015, vai gerar interferência nesses serviços em algumas cidades do país.

Sem a adoção de medidas tecnológicas adequadas, o celular poderá deixar a TV sem som e imagem por alguns segundos, e a TV ligada poderá interromper a navegação no smartphone.

A própria emissão de sinal pelas antenas de TV ou telefonia pode afetar os serviços.

Com a digitalização, TV e internet 4G usarão faixas de frequência vizinhas, um dos motivos apontados para a interferência entre os serviços.

Estudos mais aprofundados para estimar em quais municípios isso ocorreria, formas de evitar o problema e os gastos envolvidos ainda estão sendo feitos, mas já se sabe que a maior parte dos casos de interferência deve ocorrer em grandes centros.

Para evitar que os usuários tenham de lidar com a situação, é necessário investir em equipamentos durante a instalação da nova infraestrutura das TVs e das teles.

Outros países que decidiram usar a frequência de 700 MHz para trafegar dados, como Japão e Reino Unido, enfrentaram problemas parecidos. No Japão, foram investidos US$ 3 bilhões para solucionar o problema (cerca de R$ 6,7 bilhões).

A Folha apurou que no Ministério das Comunicações o assunto vem sendo tratado com cautela. Para o governo, a interferência ainda é vista como capaz apenas de criar ruídos nos aparelhos ou leve tremor nas imagens. Mesmo assim, está decidido, internamente, que o edital para licitação da faixa irá incluir o repasse desses gastos.

O que se discute agora é qual será o modelo adotado: acrescentar o gasto no preço do lote a ser licitado ou criar uma regra que determine o pagamento posterior. A medida deve repassar os custos para as teles, consideradas as principais interessadas em viabilizar o uso da faixa.

Embora desde o ano passado as empresas de telecom já trabalhem com a internet de quarta geração, a interferência não acontece porque elas estão usando outra frequência, a de 2,5 GHz.

Os ruídos devem ocorrer quando passar a ser usada a faixa de 700 MHz, de interesse das teles porque os investimentos são menores, pois necessita de menos antenas.

Fonte: Folha de São Paulo

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