jul 08

Implantação TVDigital: Proposta do site ABFDigital para a implantação da TV Digital no Brasil

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Em virtude da grande oportunidade percebida pelo setor de equipamentos de infraestrutura, transmissão e recepção, é notório o grande interesse de empresas de porte e que tem se reunido para discutir a viabilidade de criarem consórcios que possam fazer frente a demanda gerada pelo switch-off da TV analógica no País.
( início de 2015 com 883 cidades e final até 2018 )

Diante disto, e em virtude de não termos percebido movimentação no Governo federal no sentido de viabilizar o Operador de Rede Público, as empresas mencionadas tem nos procurado para conhecer detalhes do projeto que desenvolvemos na EBC. O resultado destas conversações passo agora a relatar até para que, possamos, como instituição de aconselhamento do Conselho de Desenvolvimento da TV Digital brasileira, refletir sobre os caminhos a serem escolhidos pelo e mercado frente ao cronograma já estabelecido pelo Ministério das Comunicações e, assim dar andamento a estes procedimentos.

A ideia é que se criem Empresas de Propósito Especifico (SPE) para participarem de um LEILÃO por áreas, (nos moldes do que foi realizado para os serviços de telefonia fixa e celular, onde vencedores teriam a responsabilidade de oferecer a empresas privadas, públicas e a instituições, a infraestrutura de transmissão e produção (no caso das prefeituras) e manutenção deste serviço de radiodifusão digital.

Os prazos seriam divididos de acordo com dois grandes movimentos: A construção de torres únicas e a manutenção do serviço de transmissão de sinais digitais.

Sugerimos, como ideia que o vencedor do leilão de áreas com maior retorno econômico sejam obrigado a aceitar outras áreas de menor relevância pecuniária. Deste modo, garantiríamos um processo de universalização da TV Digital num tempo mais curto

O edital deveria prever um prazo de 4 anos para a construção de torres únicas nas principais cidades brasileiras onde houvesse interesse de radiodifusores e do poder público em participar, garantidas as fontes de receitas para os consórcios vencedores em cada área, com a devida preferência e canais de financiamento, trazidos para este processo pelos próprios consórcios ou negociados com as fontes públicas de fomento.

Outros 04 anos seriam necessários para a cobertura de outras áreas do País, completando a universalização digital quanto a oferta de sinal digital em 08 anos.

Os principais clientes destes consórcios seriam as prefeituras, em atendimento, inclusive , ao que determina o decreto 5820/06 estabelecendo as regras do canal da Cidadania, cuja responsabilidade legal seria do Ministério das Comunicações em combinação com as entidades interessadas do poder municipal e financiadas e atendidas durante o processo de operação pelo consórcio vencedor.

Este edital em sua construção, merecera um larga discussão com autoridades competentes, o Fórum da TV Digital, as empresas constituintes dos consórcios interessados em explorar este serviço de oferta de infraestrutura, operação de um sistema integrado de super-stations e canais locais, onde se contemplaria as questões especificas das obrigações entre as partes com o intuito de acelerar a disseminação na TV Digital no Brasil.

Com relação as prefeituras, cujos recursos para projetos são escassos, oferecemos a proposta de possível estudo pelo MC, Casa Civil e Secretaria de Relações Institucionais de incluir este projeto de disseminação da TV Digital como politica pública de Estado e, assim adicioná-la aos projetos pertinentes ao Fundo de Participação dos Municípios.

Teríamos garantias federais ao pagamento das prestações pelos municípios do recebimentos dos exigíveis pelas empresas prestadoras do serviços de construção e manutenção de torres e da transmissão de sinais digitais. O prazo de contrato com os vencedores dos editais por área relativo a manutenção dos serviços de transmissão seria de 20 anos.

Os estudos poderiam compreender ainda o uso das torres únicas para oferta de serviços convergentes como aluguel para colocação de antenas de telecomunicações e permitir integração com o programa PNBL para sua utilização como base para redes locais de WI-MAX ou congêneres.

Idéias, que podem vir a ser, acreditamos, realidade e soluções para o grande desafio da implantação da TV Digital no Brasil e sua integração aos serviços de telecomunicação.

Fonte: ABFDigital

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jul 08

Switch-off TV Digital: Abratel pede adiamento do switch-off em Brasília

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A Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) encaminhou na última terça, 2, um documento ao Ministério das Comunicações (Minicom) solicitando o adiamento do switch-off da TV analógica nos grandes centros urbanos e, em especial, no Distrito Federal.

A entidade destacou a importância de um diálogo entre autoridades e radiodifusores a respeito da antecipação do apagão do sinal analógico para 2015. Recentemente o Minicom anunciou a antecipação da mudança, que estava prevista anteriormente para 2016.

A associação argumenta que o Distrito Federal se encontra em uma situação atípica. O início da transmissão digital, com cobertura em toda a unidade da federação pelas principais redes, foi postergado diversas vezes devido a atrasos na construção do monumento “Flor do Cerrado”, que é a torre construída pelo Governo do Distrito Federal onde se alocaria a transmissão principal das seis maiores emissoras atuantes no DF.

Neste local, mesmo com a inauguração para visitação pública, não houve o início da transmissão dos sinais digitais e a previsão é de que o sistema adquirido pelas emissoras seja entregue entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014. Até que as emissoras terminem de instalar seus equipamentos, estima-se que o sinal digital seja irradiado até março de 2014. Assim haveria apenas um ano entre a instalação do sistema definitivo e o apagão do sinal analógico. O período, para a Abratel, é insuficiente para que as emissoras façam os testes de campo para identificar as áreas de sombra.

A Abratel afirma que, diferentemente de outras cidades que já possuem sinal digital há algum tempo, no DF não existe uma cultura de televisão digital, dado que a transmissão desse sinal não cobre nem a totalidade da região central de Brasília. Por isso, a maioria da população desconhece as vantagens do sinal digital em detrimento do analógico. Com apenas um ano entre a cobertura completa da cidade com o sinal digital e o switch-off do analógico, o governo e as empresas teriam pouco tempo para fazerem um amplo trabalho de divulgação, avalia a Abratel.

Noticia relacionada https://www.gingadf.com.br/blogGinga/?p=2501

Fonte: Tela Viva

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