TV digital: Minicom corrige lista dos beneficiados pelo Ginga.BR.Labs
O Ministério das Comunicações retificou o resultado da seleção paga o Ginga BR.Labs, programa que via instalar laboratórios para testes de conteúdos e aplicações interativas, além de formar pessoal qualificado no middleware em emissoras públicas do país.
Segundo o Minicom, uma das 11 emissoras listadas originalmente como pré-selecionadas não se adequar ao universo possível de entidades participantes: ou seja, no caso da Fundação Candido Garcia, do Paraná, não estar vinculadas à administração públicas ou a instituição pública de ensino superior que detém outorga para executar o serviço de radiodifusão.
Assim, foi republicada a lista de pré-classificadas a receberem os laboratórios:
1) Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia – IRDEB (BA)
2) Fundação Televisão Rádio e Cultura do Amazonas – Funtec (AM)
3) Fundação Universidade do Tocantins – Unitins (TO)
4) Fundação Cultural Piratini – Rádio e Televisão (RS)
5) Fundação Rádio e Televisão Educativa de Uberlândia – RTU (MG)
6) Fundação Rádio e Televisão Educativa e Cultural – Fundação RTVE (GO)
7) TV Assembleia (MG)
8) Fundação Padre Anchieta (SP)
9) Televisão Universitária Unesp (SP)
10) Fundação Educativa de Rádio e Televisão Ouro Preto (MG)
Fonte: Convêrcia Digital
UHDTV: 8K é evolução natural da radiodifusão
Após realizar testes de captação e reprodução de conteúdo em UHDTV (Ultra High Definition Television), tecnologia conhecida como 8K, no carnaval e na Copa das Confederações em parceria com a NHK, TV pública do Japão, a rede Globo acredita que a tecnologia representa a evolução natural da radiodifusão, tendo como base o planejamento da emissora asiática. A NHK prevê realizar as primeiras transmissões via satélite em UHD em 2016. A meta é que as transmissões sejam feitas por via terrestre no país de forma universal, aberta e gratuita em 2020.
O UHD entrega resolução 16 vezes maior que o Full HD e trabalha com 22.2 canais de áudio, oferecendo maior sensação de imersão para o telespectador. Além disso, permite que o usuário fique mais próximo do televisor. Em uma televisão HD, é recomendado que o telespectador fique a uma distância equivalente a três vezes o tamanho do televisor, enquanto na tecnologia UHD essa distância pode ser reduzida para 0,75 vezes o tamanho do aparelho.
De acordo com o diretor de engenharia de entretenimento da TV Globo, Raymundo Barros, a tecnologia 8K seria a evolução natural da radiodifusão, com o 4K servindo como um estágio intermediário no processo. “Para a radiodifusão, pelo que vemos da experiência japonesa, o esforço é pela implementação do 8K. Não me parece que o 4K seja uma meta para a radiodifusão. Lá no Japão a meta é 8K para todas as residências em 2020”.
A sensação de imersão oferecida pelo 8K poderia substituir o 3D nas residências. De acordo com Barros, a necessidade de usar óculos causa desconforto ao telespectador. “O que se vê no Japão é que a sensação de imersão é tão grande, e é possível estar tão perto da televisão, que pode não ser necessário usar o 3D. Mas pode ser que tenhamos 8K 3D um dia, no fim tudo se resume à questão dos óculos. No cinema, foi uma experiência bem sucedida porque o consumidor vai lá disposto a usar os óculos, mas nas casas isso parece causar desconforto no usuário”.
A emissora já usa arquivos 8K para compor efeitos visuais nas suas produções. No caso da novela “Amor à Vida”, por exemplo, o hospital cinematográfico localizado no Rio de Janeiro é inserido no ambiente da cidade de São Paulo com uso de computação gráfica e painéis de chroma key. As imagens de fundo usadas nessa composição foram captadas em 8K.
“São muitos desafios para a implementação do 8K. O volume de dados gerados por esses efeitos, por exemplo, é de 30 terabytes. Em relação à infraestrutura, temos centenas quilômetros de cabos coaxiais de cobre que usamos para transmissão de dados no Projac. Com o 8K, nada disso vai servir, será necessário usar fibra”, diz Raymundo.
Espectro
De acordo com Barros, a disputa entre emissoras de TV e operadoras de telefonia por faixas de espectro é o principal obstáculo para apresentar um cronograma preciso para a implementação da tecnologia no Brasil. “Com a tecnologia que temos hoje, para evoluir o serviço de TV aberta e gratuita para além do HD é preciso mais espectro. Essa é uma discussão que está em debate na sociedade civil”, diz. “Todo mundo precisa de espectro. E outros setores estão demandando o espaço da TV. Acontece que a TV tem suas próprias demandas para poder evoluir”, conclui.
Fonte: Tela Viva
Mobile: Começa hoje a campanha para estimular acesso a rádio e TV pelo celular
Iniciativa da Abert mira a Jornada Mundial da Juventude e deve ser repetida por ocasião dos grandes eventos
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) lança nesta segunda-feira, 22, uma campanha para estimular as pessoas a usarem o celular para acessar a programação do rádio e da televisão aberta. Com o slogan “Rádio e TV ao alcance da sua mão”, a iniciativa aposta no Facebook para alcançar o público que participa nesta semana da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), estimado em 2 milhões de pessoas.
“Em grandes eventos, as redes de telefonia não suportam a sobrecarga de dados. O rádio e a TV tornam-se os maiores aliados de quem precisa de informação instantânea”, explica o presidente da Abert, Daniel Slaviero. Com peças criadas para o Facebook, a campanha orienta como acessar a programação de rádio e televisão aberta pelo celular – e sem custo – e informa sobre modelos e marcas de aparelhos habilitados para o serviço.
De acordo com dados da Anatel, existem no país 265,7 milhões de celulares, 134,35 aparelhos para cada 100 habitantes. Estima-se que 60% desse total possuem rádio FM e mais de 5% TV digital. A campanha é a primeira de uma série que a entidade promoverá aproveitando grandes eventos como Copa do Mundo, eleições e Olimpíadas, como forma de incentivar as pessoas a usarem o celular para acessar rádio e TV. “Assim, soma-se a mobilidade à informação rápida e de qualidade, sem pagar nada por isso”, resume Slaviero.(Da redação, com assessoria de imprensa)
Fonte: FNDC
O Ibope Media passará a medir a audiência da TV digital no celular no Brasil. A pesquisa inicialmente vai se restringir à região metropolitana de São Paulo, onde a empresa busca dois mil voluntários para o projeto. Para participar é preciso ter um smartphone Android com antena de TV digital e instalar o aplicativo “TV móvel”, disponível na Google Play, a partir do qual o usuário deverá passar a assistir aos canais em seu celular. Os participantes acumularão pontos ao longo do tempo, que poderão ser trocados por prêmios. Foi criado um hotsite para detalhar a iniciativa.
A pesquisa vai medir quantas vezes cada usuário liga ou desliga a TV no celular, quanto tempo permanece em cada canal e se troca de canal. Nenhuma outra informação será coletada. A amostra de duas 2 mil pessoas é considerada suficiente para estimar a audiência dos canais. Os interessados em participar vão preencher um cadastro, com informações pessoais, como sexo, idade e classe social. O Ibope Media selecionará os participantes de forma a ter resultados com validade estatística. Será feita uma ligação telefônica para cada um deles com o objetivo de confirmar os dados informados.
Esta será a primeira pesquisa do gênero no Brasil. A TV digital móvel está presente ainda em poucos modelos de smartphones, conforme levantado por MOBILE TIME recentemente. Houve um boom, no passado, de modelos de webphones com receptor de TV digital, mas esse segmento está desaparecendo do portfólio de fabricantes e operadoras, em razão da queda do preço dos smartphones.
Fonte: Tela Viva
Evento: ABTA 2013 discute impactos sobre a TV paga com o fim da TV analógica

Um dos temas que já estão gerando debates acalorados e que prometem ganhar ainda mais visibilidade daqui para frente é a questão do must carry, ou regra estabelecida pela legislação de TV por assinatura e que obriga o carregamento dos sinais das emissoras de TV aberta pelas operadoras de Serviço de Acesso Condicionado (SeAC).
Hoje, a regra se aplica como uma obrigação no caso dos sinais analógicos, mas a interpretação corrente é que essa regra mude quando as transmissões de TV aberta passarem a ser exclusivamente digitais, pois as emissoras teriam a possibilidade de cobrar pelo sinal. Com a transição para a TV digital projetada para 2015 em algumas cidades e o desligamento da TV analógica mais próximo, o futuro da aplicação dessas regras e a relação comercial entre as emissoras e as operadoras de TV paga se tornou um desafio.
Esse é um dos temas que será tratado na ABTA 2013, evento que acontece entre os dias 6 a 8 de agosto, em São Paulo. Participam da sessão, além de representantes dos radiodifusores, o conselheiro da Anatel, Marcelo Bechara, e o secretário de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Genildo Lins. Eles falarão sobre as perspectivas para o desligamento da TV analógica e os impactos para as operadoras de TV por assinatura. Mais informações sobre o evento no site www.abta2013.com.br.
Fonte: Tela Viva
TV digital: GingaBr.Labs começa a sair do papel
O Ministério das Comunicações divulgou nesta terça-feira, 16/7, o resultado preliminar da seleção de emissoras públicas que receberão laboratórios de testes de conteúdos e aplicações interativas de TV Digital, utilizando o middleware brasileiro Ginga.
Parte das ações do programa Ginga Brasil, o Ginga Br.Labs pretende capacitar mão de obra especializada no fomento do Ginga. Para isso, foram escolhidas até aqui 11 emissoras públicas com base no edital aberto em maio deste ano. As emissoras escolhidas são:
1) Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia – IRDEB (BA)
2) Fundação Televisão Rádio e Cultura do Amazonas – Funtec (AM)
3) Fundação Universidade do Tocantins – Unitins (TO)
4) Fundação Cultural Piratini – Rádio e Televisão (RS)
5) Fundação Rádio e Televisão Educativa de Uberlândia – RTU (MG)
6) Fundação Rádio e Televisão Educativa e Cultural – Fundação RTVE (GO)
7) TV Assembleia (MG)
8) Fundação Padre Anchieta (SP)
9) Televisão Universitária Unesp (SP)
10) Fundação Educativa de Rádio e Televisão Ouro Preto (MG)
11) Fundação Cândido Garcia (PR)
Ainda de acordo com o resultado publicado no Diário Oficial da União, a Universidade Federal de Minas Gerais foi desclassificada com base no item do edital que exigia outorga, na modalidade educativa, pedido ao Minicom de consignação para a prestação do serviço de radiodifusão digital.
O resultado divulgado nesta terça também prevê prazo até 22/7 para envio de recursos relativos à avaliação das propostas.
Fonte: Convergência Digital
Faixa 700 MHz: Anatel tem pressa, TVs pedem calma
No caminho do remanejamento da faixa de 700 MHz, que será repassada às operadoras móveis, a negociação agora é sobre o ritmo dessa mudança. O próprio governo e a Anatel não escondem que a intenção é licitar essa fatia do espectro o quanto antes, de preferência ainda na primeira metade de 2014. As emissoras de televisão alegam que o prazo é muito curto. A questão é eminentemente financeira: quanto vai custar e quem vai pagar.
Nesta terça-feira, 9/7, diante de senadores da comissão de Ciência e Tecnologia, as teles fizeram a defesa de praxe da importância da banda larga móvel e do desejo das empresas no Brasil se aproximarem do modelo norte-americano, efetivamente o país que utiliza os 700 MHz para a oferta do 4G.
As emissoras de TV, porém, insistem nos problemas de interferência já verificados em testes, como os realizados na Europa e, principalmente, no Japão. “A situação é grave e ainda não tem solução, que precisa ser técnica. Por isso é fundamental que não se tome providências sobre os 700 MHz antes dos estudos”, sustentou o diretor de planejamento e uso do espectro da Abert, Paulo Balduino.
E é aí que parece residir a principal diferença atual. Existe uma aparente prerrogativa de que as teles móveis, ao adquirirem pedaços da faixa, custeiem a “limpeza” do espectro e, ainda, as medidas necessárias para mitigar os problemas de interferência. Mas as operadoras já demonstraram clara resistência a essa ideia. As TVs querem que isso fique claro já no edital.
E com detalhes. Para que não haja margem à discussões depois do leilão, o pleito é de que o edital dos 700 MHz já descreva quais as soluções a serem adotadas para enfrentar as interferências, quanto elas vão custar, como será o procedimento de pagamento pelas teles e o prazo para a implementação das medidas. “Senão, depois será alegado que não estava na conta”, resume Balduino.
As emissoras de TV têm na memória a audiência pública que a Anatel realizou há três meses para discutir a destinação da faixa de 700 MHz. “Não é adequado considerar que os custos de transição sejam financiados direta ou indiretamente pelas operadoras”, sustentou, então, o gerente de processos normativos da Oi, Luiz Catarcione. Praticamente as mesmas palavras foram repetidas pelas demais.
A agência garante que o custeio da migração é ponto pacífico. “Já foi decidido que os novos entrantes, quem vencer o leilão, vão custear a migração dos que hoje ocupam os canais 52 a 69. Questões de interferência e filtro terão que ser calculadas também para serem financiadas por quem está entrando na faixa”, afirmou o presidente da Anatel, João Rezende.
Diferentemente do que defendem os radiodifusores, no entanto, Rezende acredita que uma citação genérica sobre essa questão no edital será suficiente para atender o objetivo. “O edital vai dizer que a operação da radiodifusão deve ser preservada e os problemas de interferência solucionados”, explicou o presidente da Anatel.
Outra diferença é que as TVs não acreditam ser possível concluir estudos aprofundados sobre a interferência do 4G na radiodifusão no cronograma aventado pelo Minicom e pela agência: a Anatel espera ter o edital pronto até o fim deste ano. Também diante dos senadores, João Rezende defendeu uma destinação rápida às teles móveis.
“As metas da banda larga rural são de 30% dos municípios até meados de 2014, 60% em dezembro e todas até junho de 2015. Mas a cobertura rural pode ser antecipada se tivermos os 700 MHz, assim como as obrigações de cobertura 3G em todo o Brasil, por enquanto previstas para irem até 2018”, afirmou.
Fonte: Convergência Digital
Implantação TVDigital: Proposta do site ABFDigital para a implantação da TV Digital no Brasil
Em virtude da grande oportunidade percebida pelo setor de equipamentos de infraestrutura, transmissão e recepção, é notório o grande interesse de empresas de porte e que tem se reunido para discutir a viabilidade de criarem consórcios que possam fazer frente a demanda gerada pelo switch-off da TV analógica no País.
( início de 2015 com 883 cidades e final até 2018 )
Diante disto, e em virtude de não termos percebido movimentação no Governo federal no sentido de viabilizar o Operador de Rede Público, as empresas mencionadas tem nos procurado para conhecer detalhes do projeto que desenvolvemos na EBC. O resultado destas conversações passo agora a relatar até para que, possamos, como instituição de aconselhamento do Conselho de Desenvolvimento da TV Digital brasileira, refletir sobre os caminhos a serem escolhidos pelo e mercado frente ao cronograma já estabelecido pelo Ministério das Comunicações e, assim dar andamento a estes procedimentos.
A ideia é que se criem Empresas de Propósito Especifico (SPE) para participarem de um LEILÃO por áreas, (nos moldes do que foi realizado para os serviços de telefonia fixa e celular, onde vencedores teriam a responsabilidade de oferecer a empresas privadas, públicas e a instituições, a infraestrutura de transmissão e produção (no caso das prefeituras) e manutenção deste serviço de radiodifusão digital.
Os prazos seriam divididos de acordo com dois grandes movimentos: A construção de torres únicas e a manutenção do serviço de transmissão de sinais digitais.
Sugerimos, como ideia que o vencedor do leilão de áreas com maior retorno econômico sejam obrigado a aceitar outras áreas de menor relevância pecuniária. Deste modo, garantiríamos um processo de universalização da TV Digital num tempo mais curto
O edital deveria prever um prazo de 4 anos para a construção de torres únicas nas principais cidades brasileiras onde houvesse interesse de radiodifusores e do poder público em participar, garantidas as fontes de receitas para os consórcios vencedores em cada área, com a devida preferência e canais de financiamento, trazidos para este processo pelos próprios consórcios ou negociados com as fontes públicas de fomento.
Outros 04 anos seriam necessários para a cobertura de outras áreas do País, completando a universalização digital quanto a oferta de sinal digital em 08 anos.
Os principais clientes destes consórcios seriam as prefeituras, em atendimento, inclusive , ao que determina o decreto 5820/06 estabelecendo as regras do canal da Cidadania, cuja responsabilidade legal seria do Ministério das Comunicações em combinação com as entidades interessadas do poder municipal e financiadas e atendidas durante o processo de operação pelo consórcio vencedor.
Este edital em sua construção, merecera um larga discussão com autoridades competentes, o Fórum da TV Digital, as empresas constituintes dos consórcios interessados em explorar este serviço de oferta de infraestrutura, operação de um sistema integrado de super-stations e canais locais, onde se contemplaria as questões especificas das obrigações entre as partes com o intuito de acelerar a disseminação na TV Digital no Brasil.
Com relação as prefeituras, cujos recursos para projetos são escassos, oferecemos a proposta de possível estudo pelo MC, Casa Civil e Secretaria de Relações Institucionais de incluir este projeto de disseminação da TV Digital como politica pública de Estado e, assim adicioná-la aos projetos pertinentes ao Fundo de Participação dos Municípios.
Teríamos garantias federais ao pagamento das prestações pelos municípios do recebimentos dos exigíveis pelas empresas prestadoras do serviços de construção e manutenção de torres e da transmissão de sinais digitais. O prazo de contrato com os vencedores dos editais por área relativo a manutenção dos serviços de transmissão seria de 20 anos.
Os estudos poderiam compreender ainda o uso das torres únicas para oferta de serviços convergentes como aluguel para colocação de antenas de telecomunicações e permitir integração com o programa PNBL para sua utilização como base para redes locais de WI-MAX ou congêneres.
Idéias, que podem vir a ser, acreditamos, realidade e soluções para o grande desafio da implantação da TV Digital no Brasil e sua integração aos serviços de telecomunicação.
Fonte: ABFDigital
Switch-off TV Digital: Abratel pede adiamento do switch-off em Brasília
A Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) encaminhou na última terça, 2, um documento ao Ministério das Comunicações (Minicom) solicitando o adiamento do switch-off da TV analógica nos grandes centros urbanos e, em especial, no Distrito Federal.
A entidade destacou a importância de um diálogo entre autoridades e radiodifusores a respeito da antecipação do apagão do sinal analógico para 2015. Recentemente o Minicom anunciou a antecipação da mudança, que estava prevista anteriormente para 2016.
A associação argumenta que o Distrito Federal se encontra em uma situação atípica. O início da transmissão digital, com cobertura em toda a unidade da federação pelas principais redes, foi postergado diversas vezes devido a atrasos na construção do monumento “Flor do Cerrado”, que é a torre construída pelo Governo do Distrito Federal onde se alocaria a transmissão principal das seis maiores emissoras atuantes no DF.
Neste local, mesmo com a inauguração para visitação pública, não houve o início da transmissão dos sinais digitais e a previsão é de que o sistema adquirido pelas emissoras seja entregue entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014. Até que as emissoras terminem de instalar seus equipamentos, estima-se que o sinal digital seja irradiado até março de 2014. Assim haveria apenas um ano entre a instalação do sistema definitivo e o apagão do sinal analógico. O período, para a Abratel, é insuficiente para que as emissoras façam os testes de campo para identificar as áreas de sombra.
A Abratel afirma que, diferentemente de outras cidades que já possuem sinal digital há algum tempo, no DF não existe uma cultura de televisão digital, dado que a transmissão desse sinal não cobre nem a totalidade da região central de Brasília. Por isso, a maioria da população desconhece as vantagens do sinal digital em detrimento do analógico. Com apenas um ano entre a cobertura completa da cidade com o sinal digital e o switch-off do analógico, o governo e as empresas teriam pouco tempo para fazerem um amplo trabalho de divulgação, avalia a Abratel.
Noticia relacionada https://www.gingadf.com.br/blogGinga/?p=2501
Fonte: Tela Viva



