jun 14

Call for papers: Grupo de Pesquisa ComTec–Comunicação e Tecnologias Digitais

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Grupo de Pesquisa ComTec–Comunicação e Tecnologias Digitais
Call for papers

O “estado da arte” da TV Digital brasileira tendo o ano 2013 como referência

Organizadores Valdecir Becker e S.Squirra

É sabido da decisão do governo em implantar a TV Digital interativa, na intenção implícita, como fazem outras nações, da migração plena para este suporte digital. Engenheiros, economistas, sociólogos, estudiosos de todas as formações apresentaram reflexões sobre as possibilidades de sucesso ou inadequação do modelo, centrados em suas tecnologias, modelo econômico, legislação, papel do estado, adesão da audiência etc. Os pesquisadores da comunicação também ofereceram contribuições em tais posições em momentos específicos.
No presente momento de indefinições amplas, o Grupo de Pesquisa ComTec (do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Umesp) conclama os pesquisadores para a produção de relatos de investigações focados em tal recorte do audiovisual. Pretende-se reunir relatos/reflexões de pesquisadores experientes e titulados (sobretudo do território das Comunicações), visando oferecer obra impressa em formato de livro (também em eBook) a ser publicado em novembro do corrente ano.

O ComTec pauta-se pelo esforço da produção de uma obra anual, tendo publicado os livros Cibercom-Tecnologias ubíquas, mídias pervasivas (2012), Cibermídias-Extensões comunicativas, expansões humanas (2012), TV Digital.Br (2009) e pela realização de eventos científicos anuais com entidades parceiras.

Questões centrais/ Angulações possíveis 

Em qualquer prumada, quando o assunto é a TV digital brasileira, constata-se que as dúvidas imperam e as inseguranças se avolumam. Dessa forma, reconhece-se que a situação requer reflexões e adensamentos científicos que façam aflorar as razões e limitações iluminando tal situação. Assim, a partir do entendimento de que a comunidade deve oferecer contribuição acadêmica bem estruturada, que mostre/evidencie/exemplifique o impasse que se instalou (presente), revelando as contradições (políticas, tecnológicas, de mercado etc.), podendo expor as inadequações nos variados níveis em que tal assunto se insere. Enfim que façamos uma prospecção que resgate a compreensão do tema na atualidade.

Assim, e tendo como foco a TV Digital brasileira em 2013 (HD e interativa), os temas podem ser:
a) o presente e o futuro, tendo em vista os eventos internacionais de 2014 e 2016,
b) os problemas que surgiram a partir de enfoques tecnológicos, de consumo de produtos audiovisuais, de reorganização das emissoras, quanto aos novos costumes audiovisuais, novos modelos de negócios (do lado das emissoras e da indústria),
c) o que acontece ou vai acontecer com a proposta original,
d) as mídias digitais que alteram os modelos de difusão audiovisual,
e) a velocidade das mudanças e a sedução dos displays,
f) as tendências dos aparatos conectados, e móveis,
g) como ficaram as políticas do Governo Federal? Afinal, o Decreto visava a educação e inclusão digital, entre outras possibilidades,
h) o modelo tecnológico a ser implantado não deu certo, a interatividade não se consolidou e o Ginga não deslanchou. Afinal, o que aconteceu com o Ginga e as propostas de interatividade? O modelo tecnológico era falho, foi sucateado pela revolução e velocidade das tecnologias? O que aconteceu realmente? Quais as tendências?,
i) a 3D se apresentou e também parece não consolidar tendência sólida de consumo; Resta perguntar:o que está acontecendo com o mercado, quando nem a 3D emplaca? Qual a razão disto?,
j) nos últimos anos, as multitelas conquistaram mercado e corações e a TV virou conectada, via web.Vale perguntar: As multitelas são a tendência inquestionável? Quais são os novos players nisto? ,
k) o mercado está em transição forte, adotando outras formas para o consumo de produtos televisivos. Quais são as novas tecnologias que estão impedindo a evolução da TVD como era prevista? São fortes? Serão adotadas amplamente?
l) qual é a posição das emissoras “tradicionais” nisto? Estão mudando seus modelos de negócios?
m) Qual a posição da indústria de equipamentos? O que acontece no mundo e que vai refletir aqui?
n) quais as inovações que de fato estão acompanhando a implantação da TV Digital? ou estamos apenas vivenciando uma simples troca de tecnologias?
o) qual o impacto das tecnologias digitais, especialmente as mídias sociais, na audiência, consumo e fruição dos conteúdos audiovisuais?

entre outras.

Condições para submissão:

Os textos deverão ser inéditos e recortar objetivamente o tema proposto. Autores com título de doutor podem submeter textos individualmente. Autores detentores de outras titulações devem produzir reflexões com pesquisadores doutores. As propostas devem observar o cronograma abaixo. Os autores deverão indicar direção de CV Lattes e anexar CV resumido com até 10 linhas, descrevendo email de contato.

Datas para submissão:

a) envio de proposta com resumo, título e bibliografia básica: 31 de julho de 2012
b) texto final: 31 de agosto de 2013

Formatação do texto:

Texto em Times News Roman, corpo 12, com tamanho final variando de 35 mil a 42 mil caracteres (com espaços, notas de rodapé, bibliografia (10 obras principais) etc. incluídos). O texto deve conter Resumo (10 a 12 linhas, em português e inglês), três palavras-chave (em português e inglês). A bibliografia deverá conter as 10 obras mais importantes e as referências citadas no texto.

Dúvidas: ssquirra@gmail.com e valdecirbecker@gmail.com

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jun 14

Ginga: Ginga.ar 2.1 y una nueva versión de la Test Suite están disponibles

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gingaar

Foi publicado oficialmente a versão 2.1 do Ginga.ar.

Mais informações podem ser encontradas downloads

Acompanhando esta versão foi liberado a versão 2.1 do Test Suite

Além disso também está disponível Wari, player de TV Digital Terrestre, codigo fonte do Wari, o player de TV DIgital Terrestre criado no LIFIA – Laboratorio de Investigación y Formación en Informática Avanzada. Este reprodutor permite a busca de canais, sintonizar, mudar de volume e mostrar closed caption.

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jun 14

Curso TV Digital: Inscrições abertas para o Curso de Pós-Graduação em TV Digital da UCB

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Logo UCB

Curso de Pós-Graduação em TV Digital

Período de Inscrições:
de 05 de junho de 2013 a 31 de julho de 2013

Vagas limitadas!

Data para a Entrega de Documentos:
De 10 de junho de 2013 a 01 de agosto de 2013

Local e Horário de atendimento:
Campus I – Taguatinga bloco S sala 113 1º andar, no período das 13h:00 às 21h:30, de Segunda à Sexta-feira.
Telefones – 3356-9663 / 3556-9054

Campus II – SGAN Quadra 916 Norte, Módulo B Av. W5 Asa Norte – Térreo Sala A20, no período das 09h:00 às 21h:30m, de Segunda à Sexta-feira.
Telefone: 3448-7256 / 3448-7140

Mais informações https://www.ucb.br/textos/2/1011/Inscricoes/?slT=8

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jun 14

TV Digital: Ministério calcula que 8 milhões de domicílios devem ser alvo de subsídio

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Diante da antecipação do cronograma de desligamento do sinal analógico, o Ministério das Comunicações procura estimar a quantidade de lares que não estariam preparados para captar o sinal de TV digital.

De acordo com o secretário de Comunicação Eletrônica do Minicom, Genildo Lins, a indústria informa que já foram vendidos entre 30 milhões e 40 milhões de TVs digitais – o número de conversores é ínfimo, segundo ele. Considerando casos de dois televisores ou mais em cada domicílio, para o Minicom aproximadamente 20 milhões de residências ainda não têm o equipamento.

Segundo Genildo, a indústria estima que vai vender 12 milhões de TVs digitais até a Copa do Mundo, por isso “teríamos que nos preocupar com 8 milhões de domicílios, no máximo”. Essa conta, vale dizer, considera o País todo, mas o desligamento não será mais efetuado de uma vez só em 2016. O Minicom já acertou com a presidenta Dilma Rousseff a flexibilização do calendário para começar o switch-off em 2015 e terminar em 2018.

O cronograma em si será publicado em portaria do Minicom, assim que sair o decreto que altera o Decreto 5820/2006 que instituiu o Sistema Brasileiro de TV Digital e estabeleceu o fim do sistema analógico para dez anos depois. Conforme antecipado por este noticiário, o desligamento será iniciado por Brasília em março de 2015, depois São Paulo em abril e Rio de Janeiro em maio. O desligamento de todas as capitais será feito em 2015, informa o secretário.

Financiamento

O governo estuda formas de financiamento dos aparelhos para a população de baixa renda. Um dos caminhos é incluir a TV digital entre os produtos que podem ser adquiridos no Financiamento “Caixa Móveis” para os beneficiários do Bolsa Família. Um produto que custa R$ 800, segundo Genildo Lins, teria uma prestação entre R$ 24 e R$ 26 em 48 meses.

Fonte: Tela Viva

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