jan 30

Ferramenta Gingaaio: Ginga All in One (2.0.1) disponível

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Foi disponibilizado a nova versão da gingaaio (2.0.1). A principal atualização é o Ginga 0.13.4, que permite simular disposivos secundários dentro da mesma VM (assistam ao vídeo).

Faça o download da última versão da gingaaio: Download!

2.0.1

Data de lançamento: 21/01/2013.

Downloads

Clique aqui para saber mais sobre esta versão.

ChangeLog: https://www.telemidia.puc-rio.br/~edcaraujo/gingaaio/wiki/doku.php?id=releases:2.0.1

Downloads: https://www.telemidia.puc-rio.br/~edcaraujo/gingaaio/downloads.html
Imagens: https://www.telemidia.puc-rio.br/~edcaraujo/gingaaio/gallery.html
Vídeos: https://www.telemidia.puc-rio.br/~edcaraujo/gingaaio/videos.html

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jan 30

TV DIgital: ATSC prepara versão 2.0 do padrão

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O ATSC, padrão de TV digital dos Estados Unidos, está trabalhando no desenvolvimento de dois novos padrões. Segundo o Advanced Television Systems Committee, foram criados times de implantação para o ATSC 2.0 e para o M-EAS, sistema de alerta de emergência para dispositivos móveis.

Compostos por representantes de empresas que trabalham no desenvolvimento de melhorias para os padrões de radiodifusão, os times devem atuar fazendo estudos de mercado, desenvolvimento de protótipos, simulações, demonstrações, testes de interoperabilidade, testes de campo, certificação e divulgação e promoção dos padrões.

O padrão ATSC 2.0 será retro compatível com o padrão atual, trazendo novas possibilidade como recursos relacionados à Internet, codificação de vídeo, acesso condicional e guias para serviços avançados para os radiodifusores. Além disso, incluirá o recém-aprovado padrão ATSC A/103 “Non-Real-Time” (NRT), que permite que os radiodifusores distribuam conteúdos baseados em arquivos, incluindo programas e clipes para dispositivos móveis e fixos. Com isso, será possível enviar programas para serem assistidos de forma não linear.

O M-EAS permitirá enviar alertas para os receptores móveis de TV digital em casos de desastres, como furacões.

Fonte: Tela Viva

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jan 14

Campus Party: Palestra sobre TV Digital com Thiago Galbiatti Vespa

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Quando:
sexta-feira, 1 de fevereiro, 10:00 – 11:00

Onde:
Palco Pitágoras

Descrição:
Essa palestra tem como objetivo demonstrar como integrar as redes sociais em aplicativos para TV Digital. Será abordado o estado atual de TV Digital no Brasil, sua história e a interatividade utilizando o middleware Ginga, mas especificamente o Ginga-J. Os participantes irão conhecer a especificação JavaDTV, ciclo de vida dos Xlets numa aplicação de TV Digital, ambiente de desenvolvimento, demonstração de alguns exemplos e a construção de aplicativos para TV digital integrado em uma das redes sociais.

Palestrante:
Thiago Galbiatti Vespa – Mestre em Ciências da Computação e Matemática Computacional pela USP e bacharel em Ciências da Computação pela UNESP. Coordenador de projetos do JavaNoroeste, membro do JCP (Java Community Process), instrutor Globalcode, editor convidado InfoQ Brasil, consultor Oracle, desenvolvedor Blu-ray, Smart TV e TV Digital, arquiteto JEE de empresas de médio e grande porte, palestrante de eventos e colaborador de projetos open source. Possui algumas certificações de tecnologia Oracle.

Confira a agenda do evento https://www.campus-party.com.br/2013/agenda-geral.html

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jan 14

TV Digital: Governo estuda universalizar Televisão Digital

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O governo ferderal vai universalizar a televisão digital, nem que tenha de pagar por isso. Está em análise a possibilidade de se concederem subsídios para que as famílias possam adquirir aparelhos digitais ou conversores (set-top box), e assim permitir que as transmissões pelo sistema antigo, o analógico, deixem de ocorrer. “Precisamos acelerar a digitalização, e se não houver uma ação forte do governo, a meta de 2016 vai atrasar”, disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

O estímulo para que famílias modernizem seus equipamentos de TV não é inédito. Nos Estados Unidos, por exemplo, o governo chegou a distribuir aparelhos quando decidiu utilizar apenas a TV digital. “E lá, a TV aberta nem é tão importante quanto no Brasil”, observou o ministro. O Brasil estuda medidas de incentivo para que as emissoras acelerem a digitalização. “Vamos precisar de medidas fortes”, comentou Bernardo, sem antecipar o que será feito. O problema reside nos cerca de 500 municípios que utilizam a frequência de 700 megahertz (MHz) e que concentram perto de 80% da população brasileira. O governo quer que eles transmitam apenas sinais digitais, o que abriria espaço para licitar a faixa para a banda larga móvel de quarta geração (4G).

Essa é apenas uma das mudanças tecnológicas em curso que, na visão do ministro, ajudarão a elevar os investimentos do setor em 2013. Em um momento em que despertar o “espírito animal” do empresariado é prioridade da presidente Dilma Rousseff, Bernardo avalia que o setor de telecomunicações deu uma contribuição importante.

As empresas investiram de 12% a 13% mais em 2012 do que no ano passado, e é possível que o volume chegue perto de R$ 25 bilhões. Se confirmada essa cifra, será batido o recorde de 2001, ano de privatizações, quando os investimentos chegaram a R$ 24,2 bilhões. Outro setor que vai “bombar” investimentos no ano que vem é o que utiliza comunicação máquina a máquina. São serviços como monitoramento de veículos e câmeras de segurança por chip, que deverão decolar porque o Congresso Nacional aprovou recentemente a desoneração tributária das ligações entre chip e central. Falta a edição de um decreto, que deverá ficar pronto no primeiro trimestre de 2013.

Haverá investimentos fortes também na construção da infraestrutura para a telefonia 4G. A meta é que o serviço seja oferecido no ano que vem nas seis cidades-sede da Copa das Confederações, mas a expectativa é de que ele chegue a sete ou oito capitais, inclusive São Paulo.

O serviço 4G exigirá a instalação de um grande número de antenas, cujo custo é elevado. Ao contrário do que acontece atualmente, a infraestrutura será compartilhada entre as operadoras. O governo quer obrigar as empresas de telecomunicação a repartir a infraestrutura também nos demais serviços. O assunto é polêmico, e há empresas “rangendo os dentes”, comentou.

O decreto vai abrir espaço para mais concorrência. Hoje, uma distribuidora de energia, por exemplo, pode vender para as empresas de telecomunicações a possibilidade de utilizar seus postes para passar fios. Mas, como não há parâmetro, o custo varia de R$ 1,50 a R$ 12,00 por poste.

Essa flexibilidade de preços permite inibir a entrada de novos operadores. “Não é difícil para a empresa que já está lá fazer uma conversa e pedir para não deixar entrar mais ninguém”, exemplificou Bernardo. “Nós vamos disciplinar isso, exigir um tratamento isonômico.” O decreto deverá também prever que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) deixe de cobrar direito de passagem para a instalação de fios e cabos nas margens da rodovia. Hoje, isso rende uma receita da ordem de R$ 200 milhões ao ano. “Estamos propondo que o Dnit não cobre mais, porque isso aumenta o custo.” O Ministério dos Transportes já concordou, segundo informou o ministro.

Fonte: FNDC

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