ago 17

TV Digital: Recepção digital deve passar a analógica em 2016 na América Latina

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Em 2016, o número de telespectadores com recepção digital aberta na América Latina terá passado o volume de pessoas assistindo TV analógica, de acordo com estudo da Dataxis Reports. O DTT in Latin America 2012-2017 também projeta que até o final de 2012, 12,3 milhões de lares nos sete maiores mercados da região (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Perú e Venezuela) estarão assistindo aos sinais digitais da TV aberta. Até o final de 2017, o número deve chegar a 31 milhões de lares (aproximadamente 22% da população terá um receptor digital).

O Brasil deve ser o país com o maior número de lares equipados com receptores digitais, representando cerca de 65% dos lares com TV digital na região em 2017.

O estudo, contudo, não especifica se as projeções incluem, por exemplo, os sinais retransmitidos pelas operadoras de TV por assinatura. Também não detalha qual seria a penetração atual da Tv digital. O governo brasileiro já estima em pelo menos 30 milhões o total de receptores capazes de receber os sinais em alta definição no Brasil.

Fonte: Tela Viva

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ago 17

Ginga: Ainda há como recuperar o tempo perdido?

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A convergência digital é, mais uma vez, destaque na Rio Info 2012. E um tema pra lá de polêmico promete movimentar os bastidores do evento. Trata-se da mesa-redonda “Ginga finalmente chega ao mercado de conteúdos digitais. Ainda há tempo para este mercado se firmar ou é tarde demais?”, que será realizada no dia 04 de setembro, das 10 às 13 horas.

Moderado por John Forman, presidente do conselho deliberativo da Riosoft e vice-presidente do TI Rio, o painel reúne executivos que estão no dia-a-dia do desenvolvimento de mercado para o Ginga, middleware de interatividade criado para o SBTVD, o padrão nipo-brasileiro da TV digital.

O próprio governo admite que há atraso na adoção da ferramenta e que houve, sim, resistência dos fabricantes em implementar o Ginga nos seus equipamentos, conforme entrevista concedida pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ao Convergência Digital.

Será possível recuperar o tempo perdido e criar oportunidades de negócios no Brasil e nos países que adotaram o SBTVD? Vão responder a essa e a outras questões os palestrantes Luiz Fernando Gomes Soares (Puc-Rio), David Britto (TOTVS/TQTVD) e Hildebrando Trannin (Batuque/Berimbau). O evento ‘Convergência Digital’ será coordenado por Ricardo Saur, mestre pela Stanford University (EUA). Maiores informações sobre o Rio Info 2012, acesse: www.rioinfo.com.br

Fonte: Convergência Digital

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ago 17

TV Digital: Teles vão financiar migração para a TV digital

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O governo federal estuda a possibilidade de usar o leilão da faixa de 700 MHz como forma de financiamento de parte da migração dos sistemas analógicos para a TV Digital: ou seja, que as teles, grandes interessadas na oferta dessa frequência para serviços móveis, contribuam com os investimentos necessários à radiodifusão.

Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, alguma engenharia será necessária para superar dificuldades já identificadas na transição. Em especial, superar uma questão nascida na ilegalidade, mas que hoje é um fato concreto: a instalação de retransmissores por muitas prefeituras, mesmo sem autorização do Minicom, como forma de garantir sinais de televisão nas cidades.

“Queremos tomar uma decisão sobre os 700MHz e evidente que a decisão é se vamos ceder para fazer banda larga ou não. O processo de digitalização da TV está indo bem na parte de transmissão, tem pouquíssima pendência. Mas na área de retransmissão a coisa não anda com a mesma velocidade. Há um certo corpo mole, porque os mercados não são tão atraentes. Mas, além disso, tem um número enorme de retransmissores que são de prefeituras, entre 2 mil e 3 mil”, explica.

“Se as redes [de radiodifusão] não terão o mesmo interesse e a mesma velocidade, e as retransmissoras são das prefeituras, vamos precisar de uma política para isso, uma forma de financiar isso. Vamos formular soluções e não descartamos que uma delas seja, inclusive, colocar na conta dos 700 MHz. Isso foi feito nos Estados Unidos.”

Segundo Paulo Bernardo, o Minicom identificou que a instalação de retransmissores por prefeitos foi uma forma de garantir o serviço aos moradores. “É assim, vai ter uma Copa do Mundo, a cidade não pega televisão, o prefeito corre, põe uma antena e nem comunicou a alguém. Simplesmente fez. E alguns casos, sequer comunicaram ao Ministério das Comunicações.”

A pasta teve uma boa noção do problema há menos de um mês, quando fiscalizações da Anatel resultaram no corte de sinais de televisão em oito municípios de Minas Gerais, inclusive Sete Lagoas, cidade com 240 mil habitantes. “Não estava autorizada e desligaram. Sete Lagoas é uma cidade grande, importante. Foram lá e desligaram, deixaram sem televisão. Uma confusão”, conta Bernardo.

Imbróglios como esse tem efeito sobre a digitalização da TV. “Não sei se os prefeitos vão querer pegar empréstimo [para fazer a migração]. Por que ele vai querer fazer isso? Muitos vão dizer que quem tem que digitalizar as redes não vem, então deixa o analógico. Aí gera um outro problema que não queremos que é atrasar o fim do processo. A questão é como financiar um negócio que é de interesse comercial, mas também é de interesse social e cultural. Não ter televisão digital em alguns lugares será um pepino.”

“Estamos dizendo o seguinte: não vamos atrasar. Vai chegar em 2016, porque não fez a migração total? Porque não tem interesse comercial, não tem retorno, não tinha dinheiro, o retransmissor era da prefeitura, a prefeitura vai dizer que não pode por dinheiro porque vai dar confusão. Então o governo vai equacionar a maneira de fazer isso. Uma das coisas que estamos pensando é colocar isso na conta dos 700 MHz.”

Fonte: Convergência Digital

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ago 17

TV Digital: Governo culpa resistência de fabricantes ao Ginga pelo atraso

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Apesar das difíceis negociações – e da relutância de boa parte dos fabricantes de aparelhos de TV de incorporarem o Ginga como software de interatividade no sistema digital – o Ministério das Comunicações acredita que a partir do próximo ano o mercado começa a recuperar o tempo perdido.

“Tomamos uma decisão de tornar obrigatória a instalação do hardware com o software nos aparelhos receptores. Isso vai ajudar a deslanchar. E estamos começando a discutir com as produtoras de conteúdo, as emissoras. Vai acabar pegando”, lembra o ministro.

“Os fabricantes não queriam colocar. Discutimos com eles praticamente um ano. No fim, não teve acordo. Então, fizemos. Tinha uma briga porque o pessoal queria ter outras soluções, não queria por o Ginga, queria ter software fechado embarcado.”

Sem acordo, o governo baixou novas normas de Processos Produtivos Básicos relacionadas à fabricação de aparelhos de TV, determinando que a partir de 2013 os equipamentos tragam o Ginga (de início, 75% deles; percentual que passa a 90% em 2014.

A dúvida é se o tempo será suficiente para que os brasileiros troquem os televisores até 2016. E ainda há aqueles que adquiriram televisores supostamente compatíveis com o sistema digital, mas que – por conta da disputa lembrada pelo ministro – não contemplam a interatividade.

“Quem já trocou de televisão, não vai fazer igual celular. Quem compra uma televisão vai querer ficar com ela seis, sete anos. Então quem já tem, acho que foi um espaço que perdemos, vai demorar mais. Por outro lado, começando no ano que vem, as pessoas já vão começar a comprar com tecnologia embarcada. Acaba ficando mais atraente para a própria televisão adotar as tecnologias.”

Fonte: Convergência Digital

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ago 17

TV Digital: Coitada da TV Digital interativa. Mais maltratada, impossível

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Sim, a interatividade na TV Digital existe. Mas…

Dia desses, acompanhando um dos capítulos da novela “Avenida Brasil”e a troca de comentários no Twitter, vi o jovem René Silva, 18 anos, criador do jornal/portal “Voz das comunidades”, que circula no Complexo do Alemão, perguntar ao Luiz Erlanger, diretor da Central Globo de Comunicação, o que era aquele “i”que havia surgido do nada no canto superior da tela da TV. Como Erlanger já havia se despedido e saído do microblog naquela hora, respondi.

Dias depois, quis saber do René o que foi que ele havia visto, e se havia gostado. Ele disse havia visto o aplicativo da novela e que havia gostado. Perguntei qual era o modelo da TV que estava usando. Ele me disse que era uma Sony, que sabia que era DTVi porque havia lido no manual, depois que o orientei a apertar a tecla vermelha da área de interatividade.

Na hora, não pude deixar de lembrar do projeto de lei que a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática havia acabado de aprovar. De autoria do deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), o PL 2622/07 torna obrigatória a divulgação, pelos fabricantes de aparelhos de televisão, de informações sobre a compatibilidade ou não desses produtos com o padrão de TV digital.

A TV da Sony comprada pela família do René não tinha o logo DTVi colado no gabinete. “Ele só aparece quando a gente liga a TV”, me disse.

Me lembrei também que a TV digital já está presente em todas as capitais do país, mas a programação interativa só está disponível no Rio e em São Paulo. E que nem todos os televisores compatíveis com o sinal de TV Digital são DTVi.

“A população precisa ser informada acerca de todas essas alternativas, para realizar escolhas compatíveis com seu perfil de uso e seu poder aquisitivo”, disse o relator do projeto na Câmara. Está corretíssimo.

Enquanto a população descobre por conta própria o que pode fazer com o padrão DTVi, fabricantes e emissoras perdem tempo discutindo pela opção ou não do Java no padrão Ginga. Uma discussão que, a meu ver, já deveria ter sido deixada para trás. Ganharíamos, todos, se testes em campo, com grupos de telespectadores de diferentes extratos sociais, estivessem em curso.

Televisores DTVi estão chegando aos lares e a população não tem noção do que são capazes de fazer, especialmente no que diz respeito à interatividade (ver infográfico abaixo). Em quantos lares do Complexo do Alemão o sinal digital chega com perfeição? Em quantos as aplicações interativas carregam sem problemas? Aqui em casa, em Moema, próximo ao aeroporto de Congonhas, tenho problemas. Imagina próximo ao Galeão?

Discutir essas questões é mais importante e urgente que discutir o uso do Java no padrão. Afinal de contas, com o incentivo do governo através do PPB, a indústria de software acredita que teremos 30 Milhões de TVs com Ginga no mercado em 2014.

O novo regulamento que rege a TV por assinatura publicado pela Anatel este ano já indica um incentivo à adoção do Ginga pelas operadoras de TV paga. O que leva a indústria de software a crer que as operadoras de TV paga tenham suas implementações Ginga nos próximos 2 anos. A possibilidade de uso do Ginga para uso de dispositivos como smartphones e tablets como segundo tela, diante da possibilidade de sincronização de conteúdo e interatividade, pode ser um atrativo. A Globo e o SBT já não escondem o desejo de usar o Ginga para prover interatividade na segunda tela e serviços de VDO (Video on demand).

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O mesmo vale para o padrão 1-seg. Semana passada o Rafael Rigues, editor da PCWorld, começou a fazer testes com um novo modelo de celular da Motorola (o XT682) padrão DTVi. na redação, ali na Vila Olímpia, zona sul da capital paulista, só conseguimos carregar o aplicativo interativo da TV Cultura. Apenas em casa consegui ter acesso a outros aplicativos da TV Brasil e da Record (fotos abaixo). E, no fim de semana, durante os jogos do Brasileirão, ao aplicativo da Globo. Todas levaram muito tempo para carregar (mais de 4 minutos, sem exceção).

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É hora de virar a página. Dos defensores do Ginga deixarem as discussões de lado e voltarem a desenvolver uma agenda positiva. Das emissoras usarem e testarem efetivamente a  interatividade Ginga. Dos desenvolvedores entenderem o imenso potencial da plataforma.

Fonte: IDGNow

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ago 17

Aplicativo Interativo: Londres 2012 da Rede Record

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ago 09

Ginga-J: Abaixo-assinado comprova adesão da academia ao Java no Ginga

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Integrantes dos módulos técnicos do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital deveriam ter tomar conhecimento hoje de detalhes do licenciamento do Java e do apoio da comunidade de desenvolvedores Java, incluindo vários representantes da comunidade acadêmica no Brasil, à permanência do módulo Java na arquitetura padrão do middleware brasileiro de TV Digital, o Ginga.

Nos últimos meses, o grupo de usuários SouJava, um dos mais importantes do mundo, com influência direta no desenvolvimento do padrão Java e suas políticas de licenciamento (desde a época da Sun, e agora, na Oracle), com assento no Comitê Executivo (EC) do Java Community Process, se mobilizou na organização de um abaixo-assinado em defesa do Ginga-J e “em repúdio a uma tentativa de virar as regras do jogo depois de 2 anos de investimentos em produtos Ginga”.

Explico: o Fórum SBTVD discute, desde a publicação do decreto para o PPB (Processo Produtivo Básico) que detalha as regras para os fabricantes de TVs LCDs/Plasma incluindo o Ginga completo (Ginga-J + Ginga-NCL) como requerimento oficial, a exclusão do das normas que tratam do Ginga-J do padrão formal, aprovado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas há 2 anos e referendado pela União Internacional de Telecomunicações como parte da arquitetura de um único middleware padrão, harmonizado, com características comuns ao padrão americano (ATSC), ao europeu (DVB) e ao próprio ISDB).

O motivo? Parte dos fabricantes de equipamentos de recepção (televisores e conversores) não conseguiu desenvolver o middleware completo para seus produtos, tendo implementações apenas com o módulo Ginga-NCL. Quem tem o Ginga completo? A Totvs e a Samsung, por exemplo. A Totvs tem sua implementação do middleware embarcada em mais de 3 milhões de televisores e receptores já no mercado. A Samsung, por sua vez, é hoje uma das líderes de mercado de televisores.

Pequenos fabricantes alegam que a obrigatoriedade do Ginga-J na arquitetura padrão do middleware daria a essas duas empresas supremacia no mercado, prejudicando aqueles que gostariam de ingressar nesse mercado. Entre eles, alguns membros da academia, que passaram embasar sua argumentação em defesa da exclusão do Java em questões sobre licenciamento da máquina virtual Java por parte da Oracle.

Semanas atrás conversei longamente do Yara Senger e Bruno Souza (também conhecido como “JavaMan”), diretores do SouJava, sobre a iniciativa de organização do abaixo assinado, entregue ao presidente do Fórum SBTVD no dia 20 de julho. Tentei conversar com Roberto Franco, presidente do Fórum, a respeito. Mas Roberto Franco se recusou a comentar, alegando que a questão tratada no abaixo-assinado foi levantada em reunião do Conselho do Fórum SBTVD no início do ano e não alcançou uma conclusão até o momento. Portanto, o Fórum não ainda não tinha uma posição definida sobre o assunto, e continuaria discutindo o tema. O que o impedia de falar sobre.

Por intermédio dos representantes da comunidade de desenvolvedores de software, o grupo SouJava tentou estar presente hoje na reunião dos módulos técnicos do Fórum, onde o assunto Ginga-J será discutido. Mas acabo de receber um e-mail da Yara Senger informando que, infelizmente, eles não conseguiram o convite oficial para participar da reunião. E o abaixo-assinado foi enviado novamente para Salustiano Fagundes, representante da indústria de software no fórum.

O que o SouJava iria argumentar? Que a possibilidade de tornar opcional o Java no padrão brasileiro significaria a perda de um mercado em crescimento e desperdício de mão-de-obra especializada já formada e em formação nos vários cursos universitários, empresas e grupos de usuários no Brasil. E que mudar as regras do jogo após ter o padrão já aprovado pelo país em uma consulta aberta e pública consistiria um prejuízo enorme para todos os que já investiram e a perda de um enorme potencial para as empresas, universidades e comunidade de desenvolvimento de software.

Segundo Yara Senger, o abaixo-assinado colheu pouco mais de 400 assinaturas. Pouco, diante de uma comunidade de mais de 10 mil desenvolvedores? _ quis saber. Ela e Bruno argumentaram que não. Segundo eles, um dos objetivos do abaixo assinado era saber quem, entre os headers da comunidade (principalmente na academia) apoiava a permanência do Ginga-J na arquitetura padrão do Ginga. Entre as 400 assinaturas estão expoentes do ITA, da Unicamp, da USP, da Federal de Porto Alegre, da PUC-Rio, das Faetecs e de outras instituições acadêmicas de diversos estados.

“Foram adesões importantes, já que não divulgamos o abaixo-assinado pela imprensa. Fizemos circular nas listas de discussão da comunidade SouJava”, explica Bruno.

O pessoal do módulo técnico perdeu uma excelente oportunidade de explorar bastante os representantes do SouJava que pleitearam estar presentes à reunião a respeito das políticas de licenciamento do Java. Como integrantes do Comitê Executivo (EC) do Java Community Process eles têm voz ativa nas definições das políticas de licenciamento junto à Oracle. Conhecem profundamente os modelos de licenciamento. Especialmente quanto o Open JDK, sob licença GPL, tema de um próximo texto.

Convém também ao Fórum SBTVD refletir se é hora de continuar discutindo a arquitetura do middleware. Foram mais de dois anos até a aprovação do padrão na ABNT. Foram grandes os esforços para a padronização internacional na UIT. É legítimo jogar tudo isso fora? Não estaria na hora de unir esforços para criar aplicações de usem bem o Ginga-NCL e, no caso de aplicações mais elaboradas, o Ginga-J? Não há muito mercado para quem queira desenvolver aplicações?

Na toada que vamos, corremos o risco de perder o Ginga, qualquer que seja a sua arquitetura, por puro descrédito internacional.

Saiba mais sobre o abaixo assinado em Ginga-J: Abaixo Assinado a Favor de Java e Ginga-J no Padrão Brasileiro de TV Digital – Grupo SouJava

Fonte: IDGN

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ago 06

EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA ACERP N º 04/2012

A ASSOCIAÇÃO DE COMUNICAÇÃO EDUCATIVA ROQUETTE PINTO – ACERP, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, de natureza educativa e cultural, de utilidade pública e interesse social nos termos do art. 11, da Lei nº 9.637, de 15/05/1998, qualificada como Organização Social pelo Decreto nº 2.442, de 23/12/1997, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 02.196.013/0001-03, torna pública, por intermédio de sua Comissão de Seleção, a realização de seleção pública, do tipo Concurso, objetivando a escolha de 01 (um) aplicativo interativo, utilizando a linguagem NCL, conforme norma ITU-T 761-2011 “Nested Context Language – (NCL)”, destinado para veiculação pelos radiodifusores parceiros da ACERP, conforme estipulações deste Edital e de seus Anexos.

  •  DATA DA SESSÃO PÚBLICA PARA ABERTURA DOS INVÓLUCROS: 04/09/2012
  •  HORÁRIO DE ABERTURA DA SESSÃO: 10:00h, horário de Brasília/DF.
  •  LOCAL: ASSOCIAÇÃO DE COMUNICAÇÃO EDUCATIVA ROQUETTE PINTO – ACERP (Rua da Relação, nº 18, 8º andar, Centro – Rio de Janeiro – RJ, CEP: 20.231-110)
  1. DO CONTEXTO1.1 A ACERP é uma instituição de apoio do campo público de comunicação, tendo como primordiais veículos parceiros a TV Brasil e a TV Escola.
    1.2 Possui enfoque em treinamento, qualificação, inovação e serviços ligados a conteúdos audiovisuais digitais.
    1.3 Supervisionada pela EBC – Empresa Brasil de Comunicação, a ACERP tem, dentre os seus objetivos, o fomento à implantação da TV Digital Brasileira, bem como utilização da interatividade através do recebimento do sinal terrestre, com as seguintes finalidades:

1.3.1 Promover a cidadania;
1.3.2 Ensino a distância (t-learning);
1.3.3 Governo Eletrônico (t-government); e
1.3.4 Inclusão Digital.

Para mais informações acesse:

https://www.acerp.org.br/wp-content/uploads/2012/07/Edital-04-2012-_-Aplicativo_NCL.pdf

https://www.gingadf.com.br/blogGinga/arq/Edital-04-2012-_-Aplicativo_NCL.pdf

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ago 03

Validador Ginga-NCL: NCL Validation Service – NCL-VS

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Continuando a série de lançamentos do Ginga, iniciada em maio, no dia 01/08/2012 a PUC-Rio anuncia o NCL Validation Service (NCL-VS): um serviço Web para validação de aplicações NCL.

NCL-VS pode ser acessado a partir de https://www.gingancl.org.br/pt-br/autoria

Vejam tutorial de como integrar o Ginga4Windows com o NCL Composer em https://composer.telemidia.puc-rio.br/en/doc/user_manual_0.1.1/overview/run

Exemplos de aplicações NCL/NCLua podem ser obtidas de: www.clube.ncl.org.br

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