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Paises TV Digital: Venezuela prueba aplicaciones para lanzamiento de TDT basadas en Software Libre

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Hasta los momentos hay dos canales transmitiendo bajo el sistema de Televisión Digital Terrestre, Colombeia pegado a la señal de la Televisora Venezolana Social (Tves) y el canal del Estado VTV, posteriormente se sumarán los del Sistema Nacional de Medios Públicos.

Apostando a la disminución de la brecha digital y garantizando el acceso a la información, el Gobierno Bolivariano avanza hacia la implementación de la Televisión Digital Terrestre (TDT), apoyada en aplicaciones en Software Libre, que desde hace varias semanas son probadas en el Laboratorio de TDT del Centro Nacional de Tecnologías de Información (CNTI).

Este laboratorio de prueba para TDT, tanto en señal como en aplicaciones, está compuesto por un Televisor de alta definición, una antena que capta la señal UHF que va conectada con el decodificador y éste a su vez con el televisor, para ver la programación. “Actualmente hay dos canales que se están transmitiendo bajo el sistema de Televisión Digital, Colombeia pegado a la señal de la Televisora Venezolana Social (Tves) y el canal del Estado Venezolana de Televisión (VTV), posteriormente se sumarán los del Sistema Nacional de Medios Públicos”, señaló Sandra Parra, líder del proyecto de TDT por el CNTI.

El CNTI trabaja en las aplicaciones interactivas que van a acompañar esa programación: la primera, en forma de menú con la información fuente referida del portal Gobierno en Línea (www.gobiernoenlinea.gob.ve), la segunda, servirá para emitir noticias que se generen al instante en portales informativos oficiales, además las usuarias y usuarios contarán con una aplicación para conocer las condiciones meteorológicas en el territorio nacional.

“Tomamos la versión Lifia de Argentina, la modificamos y adaptamos. Es una suite de prueba para el middleware -capa de software intermediario sobre el cual se ejecutan las aplicaciones transmitidas junto con las señales audiovisuales que permite la interactividad- del estándar de televisión brasilero-japonés ISDB?T, soportado en Ginga y que nosotros estamos probando, para que al momento del lanzamiento de la televisión digital existan al menos 2 ó 3 aplicaciones interactivas”, explicó Parra.

Durante el último trimestre de 2012, se hará un proceso de prueba gratuita que abarcará unas 13 ciudades del país. Parra aseguró que “sólo se necesita una antena UHF para capturar la señal que irá al decodificador y un televisor. Las aplicaciones vienen por aire, generalmente acompañadas de un indicativo en la pantalla y unidas a la señal de un canal para ser transmitidas en un momento determinado”.

Además, Parra indicó que con el fin de estimular el desarrollo de esta tecnología interactiva con Ginga e incorporar el mayor número de colaboradores, se colocará a disposición de la Comunidad de Software Libre una página web con todos los detalles sobre la herramienta. Hasta ahora Venezuela cuenta con un grupo de profesionales en Brasil que se están entrenando para el manejo de este Software.

La Televisión Digital Terrestre (TDT) es la emisión y captura de señales digitales a través de un decodificador, que entre otras ventajas ofrecerá una mejor calidad de imagen y vídeo, uso efectivo del espectro radioeléctrico y aplicaciones interactivas.

Fonte: GNU Linux Mil

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Cidades TV Digital: Governo vai postergar o fim da TV analógica em algumas cidades

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Já em outras, como São Paulo e Rio, o fim da TV analógica deve ser adiantado para 2015. A data prevista no decreto que criou a TV Digital é junho de 2016

“Nós não vamos desligar a TV analógica em 2016. Vamos antecipar em algumas localidades e postergar em outras”, disse hoje, na abertura do congresso da Sociedade de Engenharia de Televisão – SET 2012, o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do Minicom, Genildo Lins. Segundo ele, o governo já estuda a possibilidade de reeditar o decreto da TV digital para incluir a possibilidade de manter o sinal analógico no ar em muitos municípios brasileiros, principalmente do interior do país, depois da data prevista inicialmente para o chamado switch off. Em compensação, cidades como São Paulo e Rio de Janeiro poderiam antecipar o apagão analógico para 2015.

Segundo o secretário, a maioria das localidades do país deverá seguir o cronograma original, previsto no decreto que instituiu o Sistema Brasileiro de TV Digital. Mas a possibilidade de adiamento em muitas localidades vai obrigar o governo _ em especial, a Anatel _ a tratar com cuidado a questão de liberação das frequências, de modo a contemplar a TV aberta.

LTE x TV aberta

Genildo Lins iniciou sua fala na cerimônia de abertura dirigindo-se diretamente ao presidente da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV – Abert, Daniel Pimentel Slaviero, que momentos antes havia lembrado a todos os presentes que o grande desafio nos próximos meses será evitar que a liberação da faixa dos 700 Mhz para massificar os serviços de banda larga móvel com tecnologia 4G (o LTE) não atrapalhe a regionalização da TV aberta e gratuita, nem a restrinja, em nenhuma hipótese. “Alguns pontos precisam ser olhados com muita cautela”, ressaltou Slaviero. “Entre eles, a falta de canais para regiões altamente congestionadas, como as regiões metropolitanas de Rio e São Paulo, além do interior de São Paulo, o remanejamento dos canais e a interferência que o LTE pode causar nos canais de rádio e TV aberta”, completou.

Lembrando que muita coisa mudou no Ministério das Comunicações nos últimos 18 meses, o secretário garantiu que o governo não tomará qualquer decisão que coloque em coloque em risco a TV aberta. “A prova disto é que o primeiro setor a ser chamado para debater a questão foi o de radiodifusão, e não o de telecomunicações”, afirmou Genildo Lins.

Informatização dos processos

Tanto o secretário do Minicom, quanto a conselheira da Anatel, Emília Maria Silva Ribeiro, fizeram questão de ressaltar a parceria com a Abert na informatização dos processos do Ministério das Comunicações. Em 2015 todos os processos serão iniciados mediante a inserção de dados no sistema, sem envio de papel. “A meta é acabar com o papel no Ministério das Comunicações”, disse Genildo.

Segundo ele, o ministério está fazendo uma série de mudanças culturais, processuais e normativas, desde janeiro do ano passado, para garantir maior agilidade no tratamento das questões de radiodifusão. A informatização dos processo é um deles.

Ainda não sei o tamanho do investimento nesse projeto de informatização. O governo contratou uma empresa especializada em reformulação de processos para desenhar o sistema que a Abert, através do Movimento Brasil Competitivo, contratará uma empresa para desenvolver”, explicou o secretário.

O ministério ainda tem hoje, por analisar, mais de 20 mil processos do setor de radiodifusão parados lá há anos.

Fonte: IDG Now

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