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Festival Cinema: 10º Festival Taguatinga de Cinema – Assita e Vote no seu filme preferido

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O I Seminário e Desenvolvimento em TV Digital Ginga-DF (https://www.gingadf.com.br/seminario/), fez parte como um dos programas realizados dentro do 10º Festival Taguatinga de Cinema, agora estamos divulgando o Festival que terá premiação para o filme mais votado online e para os filmes que serão exibidos no Teatro da Praça em Taguatinga que fica localizado na QNB 01 Área Especial 01 – Taguatinga Centro próximo a estação do metrô Praça do Relógio, confira a programação no site do festival.

Para assistir aos filmes acessem: https://festivaltaguatinga.com.br/

Redes Sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/festivaltaguatinga.decinema

Twitter: https://twitter.com/festivaltagua

YouTube: https://www.youtube.com/user/festivaltaguatinga?feature=g-user-u

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ago 17

TV Digital: Recepção digital deve passar a analógica em 2016 na América Latina

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Em 2016, o número de telespectadores com recepção digital aberta na América Latina terá passado o volume de pessoas assistindo TV analógica, de acordo com estudo da Dataxis Reports. O DTT in Latin America 2012-2017 também projeta que até o final de 2012, 12,3 milhões de lares nos sete maiores mercados da região (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Perú e Venezuela) estarão assistindo aos sinais digitais da TV aberta. Até o final de 2017, o número deve chegar a 31 milhões de lares (aproximadamente 22% da população terá um receptor digital).

O Brasil deve ser o país com o maior número de lares equipados com receptores digitais, representando cerca de 65% dos lares com TV digital na região em 2017.

O estudo, contudo, não especifica se as projeções incluem, por exemplo, os sinais retransmitidos pelas operadoras de TV por assinatura. Também não detalha qual seria a penetração atual da Tv digital. O governo brasileiro já estima em pelo menos 30 milhões o total de receptores capazes de receber os sinais em alta definição no Brasil.

Fonte: Tela Viva

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ago 17

Ginga: Ainda há como recuperar o tempo perdido?

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A convergência digital é, mais uma vez, destaque na Rio Info 2012. E um tema pra lá de polêmico promete movimentar os bastidores do evento. Trata-se da mesa-redonda “Ginga finalmente chega ao mercado de conteúdos digitais. Ainda há tempo para este mercado se firmar ou é tarde demais?”, que será realizada no dia 04 de setembro, das 10 às 13 horas.

Moderado por John Forman, presidente do conselho deliberativo da Riosoft e vice-presidente do TI Rio, o painel reúne executivos que estão no dia-a-dia do desenvolvimento de mercado para o Ginga, middleware de interatividade criado para o SBTVD, o padrão nipo-brasileiro da TV digital.

O próprio governo admite que há atraso na adoção da ferramenta e que houve, sim, resistência dos fabricantes em implementar o Ginga nos seus equipamentos, conforme entrevista concedida pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ao Convergência Digital.

Será possível recuperar o tempo perdido e criar oportunidades de negócios no Brasil e nos países que adotaram o SBTVD? Vão responder a essa e a outras questões os palestrantes Luiz Fernando Gomes Soares (Puc-Rio), David Britto (TOTVS/TQTVD) e Hildebrando Trannin (Batuque/Berimbau). O evento ‘Convergência Digital’ será coordenado por Ricardo Saur, mestre pela Stanford University (EUA). Maiores informações sobre o Rio Info 2012, acesse: www.rioinfo.com.br

Fonte: Convergência Digital

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ago 17

TV Digital: Teles vão financiar migração para a TV digital

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O governo federal estuda a possibilidade de usar o leilão da faixa de 700 MHz como forma de financiamento de parte da migração dos sistemas analógicos para a TV Digital: ou seja, que as teles, grandes interessadas na oferta dessa frequência para serviços móveis, contribuam com os investimentos necessários à radiodifusão.

Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, alguma engenharia será necessária para superar dificuldades já identificadas na transição. Em especial, superar uma questão nascida na ilegalidade, mas que hoje é um fato concreto: a instalação de retransmissores por muitas prefeituras, mesmo sem autorização do Minicom, como forma de garantir sinais de televisão nas cidades.

“Queremos tomar uma decisão sobre os 700MHz e evidente que a decisão é se vamos ceder para fazer banda larga ou não. O processo de digitalização da TV está indo bem na parte de transmissão, tem pouquíssima pendência. Mas na área de retransmissão a coisa não anda com a mesma velocidade. Há um certo corpo mole, porque os mercados não são tão atraentes. Mas, além disso, tem um número enorme de retransmissores que são de prefeituras, entre 2 mil e 3 mil”, explica.

“Se as redes [de radiodifusão] não terão o mesmo interesse e a mesma velocidade, e as retransmissoras são das prefeituras, vamos precisar de uma política para isso, uma forma de financiar isso. Vamos formular soluções e não descartamos que uma delas seja, inclusive, colocar na conta dos 700 MHz. Isso foi feito nos Estados Unidos.”

Segundo Paulo Bernardo, o Minicom identificou que a instalação de retransmissores por prefeitos foi uma forma de garantir o serviço aos moradores. “É assim, vai ter uma Copa do Mundo, a cidade não pega televisão, o prefeito corre, põe uma antena e nem comunicou a alguém. Simplesmente fez. E alguns casos, sequer comunicaram ao Ministério das Comunicações.”

A pasta teve uma boa noção do problema há menos de um mês, quando fiscalizações da Anatel resultaram no corte de sinais de televisão em oito municípios de Minas Gerais, inclusive Sete Lagoas, cidade com 240 mil habitantes. “Não estava autorizada e desligaram. Sete Lagoas é uma cidade grande, importante. Foram lá e desligaram, deixaram sem televisão. Uma confusão”, conta Bernardo.

Imbróglios como esse tem efeito sobre a digitalização da TV. “Não sei se os prefeitos vão querer pegar empréstimo [para fazer a migração]. Por que ele vai querer fazer isso? Muitos vão dizer que quem tem que digitalizar as redes não vem, então deixa o analógico. Aí gera um outro problema que não queremos que é atrasar o fim do processo. A questão é como financiar um negócio que é de interesse comercial, mas também é de interesse social e cultural. Não ter televisão digital em alguns lugares será um pepino.”

“Estamos dizendo o seguinte: não vamos atrasar. Vai chegar em 2016, porque não fez a migração total? Porque não tem interesse comercial, não tem retorno, não tinha dinheiro, o retransmissor era da prefeitura, a prefeitura vai dizer que não pode por dinheiro porque vai dar confusão. Então o governo vai equacionar a maneira de fazer isso. Uma das coisas que estamos pensando é colocar isso na conta dos 700 MHz.”

Fonte: Convergência Digital

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ago 17

TV Digital: Governo culpa resistência de fabricantes ao Ginga pelo atraso

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Apesar das difíceis negociações – e da relutância de boa parte dos fabricantes de aparelhos de TV de incorporarem o Ginga como software de interatividade no sistema digital – o Ministério das Comunicações acredita que a partir do próximo ano o mercado começa a recuperar o tempo perdido.

“Tomamos uma decisão de tornar obrigatória a instalação do hardware com o software nos aparelhos receptores. Isso vai ajudar a deslanchar. E estamos começando a discutir com as produtoras de conteúdo, as emissoras. Vai acabar pegando”, lembra o ministro.

“Os fabricantes não queriam colocar. Discutimos com eles praticamente um ano. No fim, não teve acordo. Então, fizemos. Tinha uma briga porque o pessoal queria ter outras soluções, não queria por o Ginga, queria ter software fechado embarcado.”

Sem acordo, o governo baixou novas normas de Processos Produtivos Básicos relacionadas à fabricação de aparelhos de TV, determinando que a partir de 2013 os equipamentos tragam o Ginga (de início, 75% deles; percentual que passa a 90% em 2014.

A dúvida é se o tempo será suficiente para que os brasileiros troquem os televisores até 2016. E ainda há aqueles que adquiriram televisores supostamente compatíveis com o sistema digital, mas que – por conta da disputa lembrada pelo ministro – não contemplam a interatividade.

“Quem já trocou de televisão, não vai fazer igual celular. Quem compra uma televisão vai querer ficar com ela seis, sete anos. Então quem já tem, acho que foi um espaço que perdemos, vai demorar mais. Por outro lado, começando no ano que vem, as pessoas já vão começar a comprar com tecnologia embarcada. Acaba ficando mais atraente para a própria televisão adotar as tecnologias.”

Fonte: Convergência Digital

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ago 17

TV Digital: Coitada da TV Digital interativa. Mais maltratada, impossível

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Sim, a interatividade na TV Digital existe. Mas…

Dia desses, acompanhando um dos capítulos da novela “Avenida Brasil”e a troca de comentários no Twitter, vi o jovem René Silva, 18 anos, criador do jornal/portal “Voz das comunidades”, que circula no Complexo do Alemão, perguntar ao Luiz Erlanger, diretor da Central Globo de Comunicação, o que era aquele “i”que havia surgido do nada no canto superior da tela da TV. Como Erlanger já havia se despedido e saído do microblog naquela hora, respondi.

Dias depois, quis saber do René o que foi que ele havia visto, e se havia gostado. Ele disse havia visto o aplicativo da novela e que havia gostado. Perguntei qual era o modelo da TV que estava usando. Ele me disse que era uma Sony, que sabia que era DTVi porque havia lido no manual, depois que o orientei a apertar a tecla vermelha da área de interatividade.

Na hora, não pude deixar de lembrar do projeto de lei que a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática havia acabado de aprovar. De autoria do deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), o PL 2622/07 torna obrigatória a divulgação, pelos fabricantes de aparelhos de televisão, de informações sobre a compatibilidade ou não desses produtos com o padrão de TV digital.

A TV da Sony comprada pela família do René não tinha o logo DTVi colado no gabinete. “Ele só aparece quando a gente liga a TV”, me disse.

Me lembrei também que a TV digital já está presente em todas as capitais do país, mas a programação interativa só está disponível no Rio e em São Paulo. E que nem todos os televisores compatíveis com o sinal de TV Digital são DTVi.

“A população precisa ser informada acerca de todas essas alternativas, para realizar escolhas compatíveis com seu perfil de uso e seu poder aquisitivo”, disse o relator do projeto na Câmara. Está corretíssimo.

Enquanto a população descobre por conta própria o que pode fazer com o padrão DTVi, fabricantes e emissoras perdem tempo discutindo pela opção ou não do Java no padrão Ginga. Uma discussão que, a meu ver, já deveria ter sido deixada para trás. Ganharíamos, todos, se testes em campo, com grupos de telespectadores de diferentes extratos sociais, estivessem em curso.

Televisores DTVi estão chegando aos lares e a população não tem noção do que são capazes de fazer, especialmente no que diz respeito à interatividade (ver infográfico abaixo). Em quantos lares do Complexo do Alemão o sinal digital chega com perfeição? Em quantos as aplicações interativas carregam sem problemas? Aqui em casa, em Moema, próximo ao aeroporto de Congonhas, tenho problemas. Imagina próximo ao Galeão?

Discutir essas questões é mais importante e urgente que discutir o uso do Java no padrão. Afinal de contas, com o incentivo do governo através do PPB, a indústria de software acredita que teremos 30 Milhões de TVs com Ginga no mercado em 2014.

O novo regulamento que rege a TV por assinatura publicado pela Anatel este ano já indica um incentivo à adoção do Ginga pelas operadoras de TV paga. O que leva a indústria de software a crer que as operadoras de TV paga tenham suas implementações Ginga nos próximos 2 anos. A possibilidade de uso do Ginga para uso de dispositivos como smartphones e tablets como segundo tela, diante da possibilidade de sincronização de conteúdo e interatividade, pode ser um atrativo. A Globo e o SBT já não escondem o desejo de usar o Ginga para prover interatividade na segunda tela e serviços de VDO (Video on demand).

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O mesmo vale para o padrão 1-seg. Semana passada o Rafael Rigues, editor da PCWorld, começou a fazer testes com um novo modelo de celular da Motorola (o XT682) padrão DTVi. na redação, ali na Vila Olímpia, zona sul da capital paulista, só conseguimos carregar o aplicativo interativo da TV Cultura. Apenas em casa consegui ter acesso a outros aplicativos da TV Brasil e da Record (fotos abaixo). E, no fim de semana, durante os jogos do Brasileirão, ao aplicativo da Globo. Todas levaram muito tempo para carregar (mais de 4 minutos, sem exceção).

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É hora de virar a página. Dos defensores do Ginga deixarem as discussões de lado e voltarem a desenvolver uma agenda positiva. Das emissoras usarem e testarem efetivamente a  interatividade Ginga. Dos desenvolvedores entenderem o imenso potencial da plataforma.

Fonte: IDGNow

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Aplicativo Interativo: Londres 2012 da Rede Record

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