jun 15

I Seminário Ginga-DF: Alexandra Cristina e Francisco Barretto Confirmados

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É com prazer que anunciamos Alexandra Cristina Moreira Caetano e Francisco de Paula Barretto como Palestrantes do I Seminário e Desenvolvimento de TV DIgital Ginga-DF.

Tema – Visão computacional como possibilidade de interação uma CyberTv

– Alexandra Cristina Moreira Caetano

Desenvolve doutorado em Arte, na linha de pesquisa em Arte e Tecnologia, UnB. Mestre em Arte, na linha de pesquisa em Arte e Tecnologia, UnB (2010). Especialista em Design Instrucional para Cursos EAD, Facel/IBDIN (2012). Especialista em Artes Visuais, Senac/DF (2009). Especialista em Educação a distância, Senac/DF (2007). Artista computacional, desenvolve pesquisa sobre interfaces, interatividade e dispositivos não convencionais de interação. Coordenadora Pedagógica do Curso de Especialização em Artes Visuais, do Curso de Especialização em Governança de Tecnologia da Informação, e do Curso de Especialização em Gestão Cultural, especializações na modalidade a distância, Senac/DF. Professora da Pós-graduação no IBDIN/SC.

https://lattes.cnpq.br/3921263502318829

– Francisco de Paula Barretto

Bacharel em Ciências da Computação pelo Centro Universitário de João Pessoa (2009) e mestre em Arte e Tecnologia pelo PPG-Arte: Programa de Pós Graduação em Artes pela Universidade de Brasília (2011). Atualmente desenvolve o doutorado também pelo PPG-Arte e é pesquisador/artista membro do Midialab – Laboratório de Pesquisa em Arte Computacional da Universidade de Brasília. Tem experiência na área da Arte Computacional e da Inteligência Artificial, com ênfase no desenvolvimento de sistemas autopoiéticos capazes de gerar resultados emergentes. Hors-acadêmico é geek, músico, DJ, entusiasta de novas tecnologias e fotógrafo nas horas mais inusitadas. Tags: Arte Computacional; Inteligência Artificial; Emergência; Autopoiesis; Criatividade Computacional; Cognição.

https://lattes.cnpq.br/3383630097731573

Link do projeto https://wikinarua.com/visaocomputacional

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jun 13

I Seminário Ginga-DF: Bruno Seabra Lima Confirmado

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É com prazer que anunciamos Bruno Seabra Lima como Palestrante do I Seminário e Desenvolvimento de TV DIgital Ginga-DF.

Tema – Introdução a TV Digital

Mestre em Informática pela PUC-Rio na área de TV Digital. Trabalhou mais de 3 anos em projetos que levaram a criação da especificação do padrão brasileiro de TVD. Atualmente, trabalha como Pesquisador e Desenvolvedor na Intacto Engenharia de Sistemas em vários projetos na área de TV Digital Interativa.

https://lattes.cnpq.br/8446171672820617

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jun 13

I Seminário Ginga-DF: Rodrigo Mulinari Confirmado

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É com prazer que anunciamos Rodrigo Mulinari como Palestrante do I Seminário e Desenvolvimento de TV DIgital Ginga-DF.

Tema – TV Digital e Mobilidade

Formado em Ciências da Computação, pós-graduado em Engenharia de Sistemas e Mestre em Engenharia Elétrica pela UnB. Atua há 11 anos no desenvolvimento de soluções de autoatendimento bancário. Atualmente coordena a equipe responsável pelo desenvolvimento de soluções de TV Digital e mobilidade do Banco do Brasil.

https://lattes.cnpq.br/1126772542462038

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jun 11

I Oficina Ginga-DF: Lista dos Selecionados para a Oficina de Desenvolvimento do I Seminário e Desenvolvimento em TV DIgital Ginga-DF

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Tivemos alguns contratempos e vamos adiar o inicio da oficina do dia 11/06 para o dia 13/06, e como não preenchemos todas as vagas continuamos com as inscrições abertas, agora as inscrições estão abertas para o público em geral e na hora de fazer a inscrição preencha os campos Nome da Escola informando “Ginga-DF” e no Ano/Serie “2012” para que o cadastro seja aceito, para incrições ou mais informações acesse https://www.gingadf.com.br/seminario/

Foram Selecionados  para participar da Oficina de Desenvolvimento do I Seminário e Desenvolvimento em TV DIgital Ginga-DF as seguintes pessoas:

  • Hudson Bomfim de Freitas
  • Allex Medrado
  • Laís Ferreira Nery
  • Carolina Pereira Maciel
  • Joellyz Castro
  • William da Silva Rodrigues
  • Lucas da Silva Beserra
  • Jaillson Sales Cordeiro

Estamos aguardando a confirmação das pessoas sorteadas no Twitter, os nomes selecionados foram:

  •  @SoaneGuerreiro
  • @czakimi
  • @PaulaRNogueira
  • @ailtonmesquita

Agradecemos a participação de todos e espero que façam bom proveito dessa oportunidade.

Atenciosamente,

Coordenação do Evento

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jun 08

I Seminário Ginga-DF: Raoni Kulesza Confirmado

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É com prazer que anunciamos Raoni Kulesza como Palestrante do I Seminário e Desenvolvimento de TV DIgital Ginga-DF.

Tema – Multimidia Social e Cinema Interativo: Novos desafios para o desenvolvimento de conteudo e aplicações

Professor do DCE/UFPB, aluno de doutorado do CIn/UFPE e pesquisador associado do LAViD/UFPB. Possui graduação em Ciência da Computação pelo DSC/UFCG e mestrado em Engenharia Elétrica pela Poli/USP. Atua na area de desenvolvimento de sistemas multimidia onde pesquisa temas relacionados a: plataformas de distribuição, middleware para TV Digital, desenvolvimento generativo, autoria multiplataforma e integracao com serviços Web. Participou da coordenação da escrita da norma Ginga-J no Forum SBTVD.

https://lattes.cnpq.br/6272616721722861

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jun 07

I Seminário Ginga-DF: Cristiana Freitas Confirmada

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É com prazer que anunciamos Cristiana Freitas como Palestrante do I Seminário e Desenvolvimento de TV DIgital Ginga-DF.

Tema – Narrativas para Desenvolver Conteúdos Digitais Interativos

Jornalista, Designer de Interfaces, Mestre em Televisão Digital: Informacão e Conhecimento da FAAC-UNESP de Bauru/SP, membro do Grupo de Pesquisa de Conteúdos Digitais e Convergências Tecnológicas da Intercom. Foi Coordenadora de Interatividade do programa Tema Quente, da Rede TV! e do Telejornalismo da TV Brasil. Coordenou a produção de documentários, séries e programas educativos, culturais e telejornalísticos, para emissoras públicas como a TV Brasil-EBC, TV Cultura/SP e TV Escola/MEC, e comerciais como Bandeirantes, SBT, RedeTV! e GNT-Globosat.

https://lattes.cnpq.br/2079341530401269.
https://www.linkedin.com/profile/view?id=58064252&trk=tab_pro

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jun 07

ITU launches 2nd IPTV Application Challenge

Search for Smart Living Solutions

Geneva, 1 June 2012 – Themed, “Better Quality of Life”, ITU’s second IPTV Application Challenge is inviting innovative IPTV solutions from individuals, small-to-medium sized enterprises (SMEs) and corporations to improve social welfare through services in fields such as e-health, e-government, e-learning, ICT accessibility and all aspects of Smart Living.

The winning application in the individual/SME category will be awarded a cash prize of 3,000 USD. There is a separate category for corporate entries. Winners will be announced at the World Telecommunication Standardization Assembly (WTSA-12), in Dubai 20-29 November. WTSA is a quadrennial event gathering around 1000 representatives of the ICT industry’s most influential policy makers, regulators and private-sector enterprises. The winning and most promising applications will be showcased at this and many subsequent ITU events, maximizing global visibility and attracting investment in their development.

Hamadoun Touré, Secretary-General, ITU: “ITU’s IPTV standards are providing secure end-to-end solutions for broadcasters and service providers around the world. These application challenges are a proven platform to drive innovative use of the medium and tapping into the minds of engineers around the world. I look forward to some excellent results.”

Following a very successful Challenge in 2011, the 2nd Challenge will add further fuel to an already vibrant IPTV market today serving over 60 million IPTV subscribers. Supported by deployments of high-speed broadband networks, the industry is growing at roughly 25 per cent annually. Additionally, the average revenue per user is increasing, signalling a better monetization of IPTV services and tremendous revenue opportunities to the companies serving a market expected to double in size within the 2011-2014 timeframe.

ITU’s standardized solutions are already implemented in the IPTV global marketplace, and increased adoption of the standards will provide further stimulus to the market’s growth. The standardized platforms provided by ITU IPTV Recommendations are more cost-effective and flexible than proprietary solutions, and critically grant applications and services a global reach.

Challenge participants are required to develop applications running over, either:

  • Recommendation ITU-T H.761Nested context language (NCL) and Ginga-NCL for IPTV services, or;
  • Recommendation ITU-T H.762Lightweight interactive multimedia environment (LIME) for IPTV services

Key dates:

  • Registration period: 15 June – 15 August 2012
  • Submission period: 13 August – 7 September 2012

Para Maiores informações acesse:

https://www.itu.int/net/pressoffice/press_releases/2012/35.aspx

https://www.itu.int/en/ITU-T/challenges/pages/iptv.aspx

Veja os ganhadores Brasileiros na 1ª edição do IPTV Application Challenge https://www.gingadf.com.br/blogGinga/?p=1582

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jun 07

TV Digital: Brasil dá continuidade ao planejamento para o desligamento da TV analógica

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Dando continuidade às ações de planejamento para o desligamento da TV analógica no Brasil, o Ministérios das Comunicações discutiu resultados de um estudo conduzido pela Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA).

De acordo com o assessor da Secretaria de Telecomunicações do MiniCom, Flávio Lenz, o estudo teve o objetivo de identificar áreas onde o Japão possa cooperar com o Brasil para o sucesso do apagão analógico.

“Essa assistência está sendo muito importante porque estamos aprendendo com quem já passou por uma experiência parecida com êxito”, destacou.

As áreas onde deverá haver cooperação entre os dois países são o planejamento do espectro, o monitoramento da cobertura digital e as ações de divulgação do desligamento analógico voltadas à população brasileira.

Segundo Lenz, o MiniCom deverá enviar, até o final de junho, uma proposta de atuação para a Agência Brasileira de Cooperação, que enviará o documento ao governo do Japão.

Você acredita que o Brasil esteja preparado para este apagão? Leia aqui uma matéria sobre o assunto. Conversamos com pequenas emissoras do interior do norte e nordeste e descobrimos que muitas delas ainda estão despreparadas para o digital.

Fonte: Olhar Digital

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jun 05

Ginga-J: Abaixo Assinado a Favor de Java e Ginga-J no Padrão Brasileiro de TV Digital – Grupo SouJava

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Carta do SouJava

A todos,

Transcorre atualmente no âmbito do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) uma nova discussão sobre as tecnologias que compõe o padrão do Ginga, software que permite o desenvolvimento, transmissão e execução de aplicações interativas na TV Digital.

As Normas do Ginga (https://www.forumsbtvd.org.br/materias.asp?id=112) publicadas em 6 volumes e 3 Guias Operacionais, sempre tiveram como escopo a união da tecnologia Java com o NCL-Lua. A flexibilidade de ter alternativas tecnológicas diversas foi uma das razões para se aprovar o Ginga com as duas tecnologias. O padrão brasileiro reúne assim o que de melhor há no mundo em termos de facilidade e usabilidade (o NCL-Lua, uma grande conquista da tecnologia originada no Brasil) integrado e harmonizado com a linguagem de programação mais usada no mundo e uma das mais maduras e reconhecidas no mercado internacional (o Java).

Todos nós da comunidade Java nos lembramos da época em que votamos na Consulta Pública tanto da norma do Ginga-J (ABNT 15606-4) como na do Java DTV (ABNT 15606-6) quando esta última tornou-se a especificação base para o Ginga-J. Esta consulta pública terminou em 05/04/2010, e a comunidade Java Brasileira demonstrou, através de uma votação expressiva, o seu interesse pelo assunto.

Nestes últimos 2 anos, depois destas normas votadas, aprovadas e publicadas, a comunidade Java participou ativamente da evolução desse novo mercado. Realizamos diversos eventos em todo o país, trazendo desenvolvedores para participar e investir no padrão. Empresas de software desenvolveram seus produtos e implementações do Ginga. Um grande número de aplicações foram e estão hoje sendo transmitidas pelos principais radiodifusores nacionais. Fizemos diversas intervenções junto a fornecedores para garantir que o desenvolvedor tivesse acesso aos ambientes de desenvolvimento. Organizamos listas de discussão, tutoriais, hackatons, cursos. Tudo isso para incentivar o uso das normas e a adoção da tecnologia Ginga-J.

Mesmo tendo sido debatida e aprovada em consulta pública em Outubro de 2011, uma longa e intensa batalha nos bastidores levou o governo a adiar por mais um ano a obrigatoriedade da presença do Ginga nos aparelhos (IDG Now!: Governo cede e Ginga só será obrigatório nos televisores digitais a partir de 2013).

Recentemente, no fim de Fevereiro/2012, o governo publicou um decreto para o PPB (Processo Produtivo Básico) que detalha as regras para os fabricantes de TVs LCDs/Plasma incluindo o Ginga completo (Ginga-J + Ginga-NCL) como requerimento oficial. Hoje, o texto do decreto do governo menciona explicitamente as Normas que tratam do Ginga-J, do Java DTV, assim como a do Ginga-NCL.

Entretanto, depois de tudo isso, atualmente transcorre dentro do âmbito do Fórum SBTVD uma nova iniciativa que visa mudar as regras do jogo, mudando todo o padrão Ginga e tornando a parte Java e o Ginga-J opcional. Isso efetivamente seria decretar a retirada definitiva do Ginga-J dos produtos e do Sistema Brasileiro de TV Digital.

Esta é a 2a. vez que tal debate principalmente sobre o uso do Ginga-J e do Java acontece. A primeira vez foi exatamente 2 anos atrás logo antes dessas Normas irem para Consulta Pública, quando o próprio Conselho Deliberativo do Fórum SBTVD votou de maneira quase unânime favoravelmente ao Java. Foram 12 votos a 1.

Hoje o Ginga-J é usado por várias emissoras líderes além de estar presente em diversos modelos de TVs fabricadas desde 2010. Já há mais de 3 milhões de TVs com Ginga completo (Ginga-J + Ginga-NCL) vendidas no mercado. Várias instituições como bancos, portais e empresas diversas investiram no Ginga-J. Grupos de usuários Java de todo o país promoveram atividades e capacitaram desenvolvedores. Universidades montaram grupos de estudo e até implementaram partes do padrão.

Assim, tornar opcional o Java no padrão brasileiro significaria a perda de um mercado em crescimento e desperdício de mão-de-obra especializada já formada e em formação nos vários cursos universitários, empresas e grupos de usuários no Brasil. Ademais, mudar as regras do jogo após ter o padrão já aprovado pelo país em uma consulta aberta e pública consistiria um prejuízo enorme para todos os que já investiram e a perda de um enorme potencial para as empresas, universidades e comunidade de desenvolvimento de software.

Cremos que é fundamental que se informe agora a esta mesma comunidade Java o que está acontecendo para poder se expressar claramente em relação ao uso de uma tecnologia que hoje tem mais de 100 mil desenvolvedores no Brasil.

O abaixo-assinado abaixo é uma maneira criada para permitir a comunidade se expressar em apoio ao Java e em repúdio a uma tentativa de virar as regras do jogo depois de 2 anos de investimentos em produtos Ginga, formação de recursos para o desenvolvimento de aplicações, cursos, eventos, palestras e divulgação geral.

Se você, desenvolvedor Java Brasileiro, concorda que a tecnologia Java, o Ginga-J, que você mesmo votou no passado para que fizesse parte do padrão de TV Digital Brasileiro, deva continuar a fazer parte do padrão, e deva ser de implantação obrigatória, ASSINE AGORA o abaixo assinado, e vamos mostrar para o Fórum SBTVD a nossa opinião.

Obrigado!

Equipe SouJava

Carta do Prof. Luiz Fernando em Resposta ao Abaixo Assinado

Ola,

Até o presente momento me abstive de manifestar sobre esse assunto em outras listas, por ter sido um dos  principais arquitetos do Ginga. Acontece que, como Conselheiro da SBC, não posso deixar de me manifestar nesta lista.

O problema do Ginga-J não é técnico.

Como li ontem em depoimento de um funcionário da Oracle, Ginga-NCL e Ginga-J não competem, e eu concordo inteiramente com ele. NCL e Lua fazem o mesmo que se pode fazer com Java, mas ter alternativas é sempre bem vindo …, caso isso não tenha outras implicações.

O problema aqui são essas implicações.

NCL e Lua são livres de royalty. Qualquer um pode fazer uma implementação das APIs do Ginga-NCL, se auto-certificar e não pagar NADA por elas.

Java não é livre de royalties. Uma implementação Ginga-J, não importa quem a desenvolveu, tem de passar pelo TDK da Oracle e pagar por isso, por licença distribuída. Isso significa capital do país sendo enviado para fora do país; e o montante é grande. São dezenas de milhões de receptores que se espera vender por ano.

Mais ainda, a certificação, ou seja, o direito de distribuição, é controlado por uma empresa. Isso fere o princípio de auto-certificação, que desde o princípio guiou o SBTVD. Por mais idônea e imparcial que seja uma empresa, é temeroso que um país permita que seu padrão seja controlado por ela.

Esses são os problemas que a comunidade tem de compreender e pensar bem antes de assinar um abaixo assinado.

Note que o problema não é técnico. Pode-se até citar que o Java exigiria uma máquina com mais recursos, mas isso, a meu ver, não é problema de grande importância. O seja, não se questiona o lado técnico.

Se a Oracle abdicasse dos royalties e tornasse o Java uma tecnologia de fato livre e permitisse a auto-certificação (ou a certificação feita por um órgão tipo o INMETRO), não haveria nenhum problema e não se estaria discutindo se deveríamos ter ou não o Ginga-J, além do Ginga-NCL, como uma extensão do Ginga.

Desculpem a longa mensagem, mas julguei ser minha obrigação trazer os esse fatos para conhecimento geral, para que tomem uma atitude com consciência.

Abraços,

Luiz Fernando
PUC-Rio / Depto. De Informática

Carta do Prof. Guido Lemos em Resposta ao Abaixo Assinado

Prezados Julian e Thiago,

Antes de escrever o que voces estao escrevendo recomendo que leiam as licencas das especificacoes das APIs Java e acompanhem o processo que envolve os direitos de uso dessas APIs entra a Google e a Oracle.

Eu sou o responsavel direto pelo uso de Java no Ginga. Recomendei o uso pelos motivos listados por voces em suas mensagens.
Na epoca eu nao entendia o modelo que disciplina o uso de tecnologia Java. O que me consola e que a Google tambem nao entendeu e se envolveu em uma disputa judicial que poderia resultar em um pagamento de 6 Bilhoes de dolares.

Agora que tenho uma visao mais clara do modelo, o que me incomoda profundamente e que o processo de licenciamento de uso das APIs e controlado por uma unica empresa.

Para que todos entendam o que motivou a rediscussao da obrigatoriedade do uso do Java e importante colocar um fato.

Ate o momento so uma empresa Brasileira conseguiu licenciar o uso de tecnologia Java em sua implementacao Ginga.

Essa discussao se iniciou porque outra empresa Brasileira,desenvouveu uma implementacao do Ginga, comercializou para um fabricante de TVs e o produto nao foi lancado porque nao foi possivel pagar para fazer as certificacoes no
Brasil. Para que o produto pudesse ser lancado foi necessario que a implementacao fosse certificada por uma empresa Chinesa que revendeu a implementacao feita pela empresa Brasileira para a fabricante de TVs.

Essa situacao me lembrou muito uma letra de Ze Geraldo que fala de um pedreiro nordestino que constroi uma escola onde os  filhos nao podem estudar !

Isso deixou varios conselheiros do Forum muito preocupados e este assunto colocou na agenda do conselho uma reavaliacao da pertinencia da obrigatoriedade do Java. A questao central e garantir tratamento nao discriminatorio para todas as
tecnologias de uso obrigatorio incluidas na norma. Mas, o que observamos na pratica foi que a Oracle tem o controle sobre o tempo de lancamento e sobre o preco das licencas.

Estamos tentando no Forum garantir tratamento nao discriminatorio mas, ate o momento nao conseguimos.

A solucao trivial e que depende exclusivamente de nos e retirar a obrigatoriedade do Java. A outra alternativa e a Oracle dar garantias e praticar um tratamento nao disciminatorio.

Sao estas as alternativas que estao sendo avaliadas.

Abracos,

Prof. Guido Lemos
LAVID – Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital UFPB – Universidade Federal da Paraíba

Se mesmo assim ainda tem interesse em assinar acesse https://soujava.org.br/servicos/abaixo-assinado-ginga-j/

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jun 05

TV Digital: Brasil apoia instalação de laboratórios no Uruguai

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O Brasil está apoiando a instalação de três laboratórios voltados à produção de conteúdos de TV Digital e aplicações interativas com o middleware Ginga no Uruguai. Segundo o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, a iniciativa faz parte do acordo assinado entre os dois países há exatamente um ano, que previa uma cooperação nas áreas de televisão digital e banda larga.

“Esta parceria em atividades tecnológicas, científicas, acadêmicas e econômicas tem o objetivo de fortalecer os vínculos entre os dois países, o que é, inclusive, uma orientação da presidenta Dilma”, destacou o secretário.

Nos últimos dias 29, 30 e 31 de maio, Alvarez viajou ao país vizinho, onde encontrou o vice-ministro da Indústria do Uruguai, Edgardo Ortuño, bem como com outras lideranças do setor das telecomunicações do país. Além de reforçar a parceria e traçar planos de atuação conjunta, a discussão enfocou questões práticas sobre a instalação dos laboratórios.

“Mais do que a infraestrutura, existe todo um processo de qualificação de técnicos que precisa ser feito. Nós também estamos trabalhando numa articulação estratégica com outros países que também adotaram o sistema nipo-brasileiro de TV Digital”, explicou Alvarez.

A criação de um centro binacional de pesquisas em diversas áreas do setor das telecomunicações, como TV Digital e Banda Larga, também está sendo discutida. Além disso, segundo o secretário, os governos dos dois países estudam estratégias para incentivar indústrias brasileiras e uruguaias a estabelecerem cooperações.

Alvarez participou, ainda, de um evento sobre TV digital promovido pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) e pela Unidade Reguladora de Serviços de Comunicações do Uruguai. No evento, o secretário fez uma apresentação sobre a experiência brasileira no processo de migração para o sistema digital de televisão.

Fonte: Ministério das Comunicações

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