fev 27

UFPB promove Fórum Latino-americano de TV digital

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As inovações em aplicações interativas para TV digital desenvolvidasno Brasil e na América do Sul e as experiências de utilização do padrão brasileiro de TV digital aberta e terrestre em países da América Latina são temas do Fórum Latino-Americano de TV Digital que será realizado dias 8 e 9 de março, na  na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, em João Pessoa. O evento é promovido pela TV UFPB e Lavid (Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital da UFPB), em parceria com o Ministério das Comunicações e o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Inscrições gratuitas, a partir de 20 de fevereiro, pelo site https://www.ufpb.br ou pelo site do evento em https://forum-latvd.lavid.ufpb.br

O Fórum vai reunir o governo federal, instituições e universidades brasileiras para debaterem comrepresentantes da Argentina, Peru, Chile, Equador e Uruguai a implementação, por esses países, do middleware brasileiro ginga, um software que permite a interatividade na TV digital. Um grande diferencial do evento é a Exposição Latino-americana de Conteúdos Interativos para TV Digital que acontecerá no salão panorâmico da Estação Ciência, durante a qual, o Lavid/UFPB, desenvolvedor de tecnologia para a TV Digital, além dos países convidados, apresentarão aos paraibanos e a todos os participantes as últimas novidades em conteúdos interativos para a TV digital do futuro.

A Exposição Latino-americana de Conteúdos Interativos para TV Digital, que acontecerá paralela ao Fórum, é aberta ao público que não somente conhecerá o que há de mais novo em interatividade para TV digital, mas também poderá interagir com as aplicações apresentadas pelo Lavid/UFPB e outros segmentos nacionais e também latino-americanos.

Dentre as inovações pode-se destacar o aplicativo Libras na TV, desenvolvido pela equipe do Lavid/UFPB e que faz uma representação do conteúdo do áudio para deficientes auditivos, através de um dicionário de sinais, que poderá beneficiar cerca de cinco milhões de brasileiros com problemas de audição. O modelo possibilita um novo formato de legendas em Libras, através de um avatar 3D, diferentemente do adotado hoje pelas TVs. Atualmente, as emissoras usam um intérprete humano para traduzir para a linguagem de Libras, em tempo real, as informações que estão sendo divulgadas na TV.

O A TV UFPB, realizadora do Fórum, vem discutindo a digitalização dos canais públicos com a sociedade desde o ano de 2009, quando promoveu, no campus da universidade, o I Fórum Paraibano de TVs Públicas na era digital, que reuniu cerca de 500 participantes, de todos os segmentos sociais. A emissora, afiliada da TV Brasil, se prepara para iniciar as transmissões, em sinal aberto, a partir de abril deste ano.

Na coordenação do evento estão os professores Guido Lemos, coordenador do Lavid/UFPB; Sandra Moura, diretora da TV UFPB, e as jornalistas e pesquisadoras de tv digital Madrilena Feitosa, da TV UFPB  e Kellyanne Alves, do Lavid/UFPB.

OFICINA GINGA- Durante a semana do Fórum Latino-americano de TV digital e também na semana subseqüente o Ministério das Comunicações, em parceria com a Japan International Cooperation Agency e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), estará promovendo, na UFPB, em João Pessoa, uma oficina destinada à capacitação de profissionais latino-americanos, visando a expansão e popularização da tecnologia ginga em seus países. A Oficina Ginga vai oferecer formação para cerca de 20 técnicos do Uruguai, Peru, Chile e Equador que, por sua vez, irão replicar os conhecimentos em suas áreas de atuação. O curso será ministrado pelo Lavid/UFPB e pelo Laboratório de Telemídia da PUC/RJ.

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fev 27

Minicom vai procurar emissoras para agilizar uso do Ginga

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Superada a discussão com os fabricantes de equipamentos voltados para TV digital, o governo vai chamar os radiodifusores para discutir o uso da interatividade na programação, especialmente agora que fixou-se uma data para a fabricação de televisores com o middleware Ginga.

“Resolvemos a questão do prazo [com os fabricantes], que queriam mais tempo para fazer as suítes de teste. Vamos fazer gestões junto aos radiodifusores. Vou chamar a Abert”, afirmou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Segundo o ministro, o governo colocará à disposição das emissoras aplicativos produzidos pelo CPqD para uso do Ginga. “Talvez as grandes não se interessem, mas as pequenas sim. O CPqD está nos dando e estamos colocando à disposição.”

Portaria interministerial publicada nesta sexta-feira, 24/2, adiou para 2013 a obrigatoriedade de implantação dos recursos de interatividade nos televisores fabricados no país, mas fixou o percentual inicial em 75% da produção.

Algumas emissoras – especialmente o SBT e a TV Globo- já têm trabalhos fortes para o uso do Ginga nas suas programações. Mas esse debate também terá um item crítico: O dividendo digital – espectro que ficará disponível na faixa de 700 MHz, com a digitalização do sinal da TV. Operadoras de telecom e radiodifusores brigam pelo uso do espectro. Os radiodifusores alegam que precisam da faixa por conta, exatamente, do canal de retorno para agilizar a interatividade.

Fonte: Convergência Digital

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fev 27

Governo recuou nas negociações com fabricantes de Televisores para a incorporação do middleware Ginga, que permitirá a interatividade na TV Digital. Portaria Interministerial nº 140 publicada hoje no Diário Oficial da União, estipula que somente em 1º de janeiro de 2013 será exigido que 75% dos televisores de LCD produzidos na Zona Franca de Manaus contenham os recursos de interatividade da TV Digital. Já em janeiro de 2014 o percentual aumenta para 90%.

Para este ano o governo criou duas situações: Os fabricantes ficam dispensados dessa incorporação até o próximo dia 30 de junho. Depois dessa data, a inserção do middleware Ginga ficou estabelecida como “opcional”, com validade até dezembro. A incorporação do Ginga deverá vir instalado, pré-configurado e habilitado de fábrica.

Incentivo à antecipação da produção

Apesar da data oficial para a interatividade ter ficado para 2013, o governo não deixou de incentivar a fabricação dos televisores digitais com o Ginga ainda este ano. Na portaria ficou estabelecido que, o fabricante que produzir ainda no segundo semestre de 2012, os televisores com todos os recursos de interatividade, poderá descontar “em números absolutos” esse volume produzido neste ano, da parte da produção exigida para 2013 (75% dos televisores com Ginga).

Mas isso, “respeitado um mínimo de 60%” ao que foi estabelecido como percentual para aquele período. Significa que até 15% da produção exigida previstos para 2013, poderiam ser antecipadas neste ano.

A portaria também estabelece que todos os modelos de televisores que disponibilizarem suporte à conectividade IP e que implementem o middleware interativo “deverão garantir o acesso das aplicações interativas aos canais de comunicação”.

Diferenças residuais


No caso do fabricante não alcançar os percentuais exigidos para 2013 e 2014, ele ficará obrigado “a cumprir as diferenças residuais em relação ao percentual mínimo estabelecido, em unidades produzidas, até o término do período subsequente, sem prejuízo das obrigações correntes de cada período”.

Ou seja, da mesma forma que o fabricante poderá abater parte da produção dos 75% dos televisores digitais em 2013 – caso ainda este ano coloque no mercado aparelhos contendo os recursos de interatividade – quem em 2013 não cumprir o percentual de 75% exigido pelo governo, terá de jogar para o ano seguinte a produção residual, e ainda cumprir a meta do ano subsequente (em 2014 será 90% da produção com o Ginga + o residual de 2013).

Entretanto, para ter direito ao pedido para adiar parte da produção exigida, para o ano seguinte, o governo decidiu que os fabricantes não poderão exceder a 10% essa diferença residual, que será fixada “tomando-se por base a produção do ano em que não foi possível atingir o limite estabelecido.”

Racha na indústria


De certa forma o recuo do governo na questão dos prazos de incorporação do middleware Ginga – que inicialmente estaria disposto a fixar os percentuais de produção em 30% (2012), 60% (2013) e 90% (em 2014) – pode ser interpretada como uma estratégia para se evitar uma enxurrada de ações judiciais.

Segundo fontes do mercado, os percentuais decididos na portaria de hoje podem ser absorvidos por grande parte dos fabricantes, que não têm interesse em brigar contra o governo por conta de ele estar fazendo política industrial que em última instancia beneficiará o país. A manobra de agora do governo, segundo essas mesmas fontes, limitaria o grupo de empresas insatisfeitas com a incorporação do Ginga a apenas três grandes fabricantes: CCE, Semp Toshiba e a coreana LG – que podem acabar no judiciário contestando a medida.

Fonte: FNDC

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fev 27

Livro sobre TV Digital gratuito

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A Universidade Estadual Paulista (UNESP), através da instituiçãp Cultura Acadêmica, disponibiliza 120 títulos acadêmicos em formato digital para download gratuito através do sitehttps://catracalivre.folha.uol.com.br/2011/12/120-livros-academicos-para-download/

Um desses livros é Televisão digital – Informação e conhecimento – GOBBI, MARIA CRISTINA e KERBAUY, MARIA TERESA (Organizador) que pode ser baixado no seguinte endereço https://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=144.
Sinopse 

Constituem a obra capítulos derivados de diferentes perspectivas acerca do tema da televisão digital terrestre, compondo um panorama prismático de diversos aspectos integrantes da inovação a partir das plataformas já existentes e da problemática da implantação, abarcando tópicos distintos componentes da implantação e manutenção do novo sistema – autores na sociedade tecnológica, diversidade cultural e política de informação, educação e participação por meio da interatividade, produção de conteúdos audiovisuais, regulação e políticas de educação, mobilidade e democracia, modelos de negócio, a viabilidade da interatividade, cenários e desafios para as emissoras públicas, a implantação no Brasil e na Espanha, a convergência com instituições educacionais, gestão de conteúdos narrativos, democracia digital, a implantação no Pará e a atuação de emissoras em cada estado, a transição do sinal analógico para o digital, a repercussão midiática sobre a implantação e as controvérsias e desinformações sobre o “apagão digital”.

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fev 27

 

Site oficial Revista Set https://www.set.com.br/revistadaset/

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