jan 24

Nova versão da implementação de referência do Ginga-NCL

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Foram lançadas hoje as novas versões do código aberto Ginga C++ (v.0.12.4) e do Ginga-NCL Virtual Set-top Box (v.0.12.4). Usuários de versões anteriores são recomendados a fazer a atualização.

Dicas sobre como obter e compilar o Ginga C++ podem ser encontradas aqui: https://svn.softwarepublico.gov.br/trac/ginga/wiki/Building_Wiki_GingaNCL

Novidades da versão 0.12.4

  • Repositório git do laboratório TeleMídia. Usuários que fizerem a atualização pelo repositório git (veja link acima) terão algumas facilidades como, por exemplo, futuras atualizações por meio do comando git pull. Além disso, todo o historico de modificações entre versões pode ser verificado pelos comandos git log e git diff.
  • Evolução do código: otimizações e problemas resolvidos, incluindo os problemas com objetos NCLua reportados na comunidade.

Roadmap: o que o laboratório TeleMídia está preparando…

  • Lançamento de uma nova versão do Composer
  • Atualização do Clube NCL, mais dinâmico e com facilidades para contribuições da comunidade
  • Versão 0.13.1 do Ginga
  • Integração Ginga, Clube NCL e Composer

Download do Ginga-NCL Virtual STB

GINGA-NCL VIRTUAL STB
Maquina virtual Linux para VMWare, contendo Ginga-NCL C++ v. 0.12.4 (448 MB)

Fonte: Comunidade Ginga

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jan 24

Está disponível o novo NCL Eclipse versão 1.6

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Veja algumas das novidades abaixo do NCL Eclipse 1.6 !

  • Executar aplicação no Ginga Virtual Set-top box.
  • Sugestão das variáveis de ambiente no (elemento <rule>).
  • Preferências para editar variáveis de ambiente (Settings) do Ginga Virtual Set-top box.
  • Melhorias e correção de BUGs no validador.
  • Melhorias na pré-visualização de mídias.
  • Novo tipo de projeto NCL.

Para instalar o plugin basta fazer o update pelo eclipse, caso nunca tenha feito isso ver este outro post Como estruturar seu ambiente de desenvolvimento para o Ginga-NCL

Visite também:

https://www.laws.deinf.ufma.br/~ncleclipse/index.html

https://www.laws.deinf.ufma.br/

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jan 18

Governo quer Ginga em 30% das TVs já em 2012

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O governo tentou um acordo com a indústria, mas não obteve sucesso. Depois de três anos de discussões infrutíferas, decidiu fechar a nova portaria que vai trazer o Processo Produtivo Básico para a inserção do Ginga nos televisores digitais. O PPB, segundo fontes do governo, será implantado em três etapas para que os fabricantes de televisores possam substituir gradativamente o legado existente.

A nova portaria, informam ainda as fontes do governo, deverá ser publicada até o final de janeiro. Os fabricantes de televisores terão de implementar a inserção do Ginga ainda em 2012 numa proporção de 30% dos televisores digitais que forem produzidos este ano. Para 2013, esse percentual subirá para 60% dos televisores fabricado e, em 2014, o governo espera que 90% da produção já contemple o middleware de interatividade embutido.

A decisão foi tomada também levando em contra o desespero da indústria de software, qua já ameaçava abandonar o projeto de interatividade da TV Digital diante da inércia da indústria.Empresas investiram pesado na interatividade da TV Digital e, até agora, só acumularam prejuízos significativos por falta da definição do PPB para a fabricação dos televisores com o Ginga.

Na demorada negociação somente a decisão de chegar a 2014 com o Ginga incorporado era o ponto pacífico nas discussões entre a indústria e o governo. Os fabricantes tentaram adiar a implementação do ginga para 2013, mas o governo ao que parece decidiu não ceder.

Originalmente, o governo propôs em consulta pública começar a inserção do Ginga em 75% dos aparelhos televisores produzidos a partir de julho deste ano. Mas recuou nesse percentual para 30%. Ainda são 10 pontos percentuais acima do que desejava a indústria – os fabricantes pleiteiam 20% e até ameaçam ir à Justiça- mas está bem abaixo dos 50% colocados à mesa nas últimas reuniões,o que favorece a uma última tentativa de ajuste entre as partes.

Quanto ao prazo, a indústria exige que a fabricação dos televisores com Ginga comece em outubro. O que o governo decidiu com relação a data do início do processo de produção ainda é um mistério, mas existe a possibilidade de ser acatada a proposta dos fabricantes.

Fonte: Convergência Digital

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jan 18

André Barbosa assume operador único nacional

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Depois de oito anos à frente da assessoria especial da Casa Civil da Presidência da Republica, André Barbosa, que é um dos idealizadores da TV Digital brasileira, terá, agora, a missão de expandir a rede pública nacional.

A missão de Barbosa é árdua. Organizar parceria pública privada é um dos seus desafios, além de conseguir estruturar uma atuação conjunta com a Telebras. No ano passado, se constatou que o projeto precisaria de R$ 2,8 bilhões, a serem aplicados em 20 anos.

O operador único integrará os sinais das tvs públicas federais, viabilizando a migração dos sinais das emissoras públicas do padrão analógico para o digital, alcançado todas as capitais e cidades com mais de cem mil habitantes. Isso representa sinal de mais qualidade e a custo inferior para as emissoras do campo público, atendendo a 63% da população brasileira.

Além de ampliar a cobertura dos canais, a RNTPD deverá oferecer também a infraestrutura necessária para a realização de serviços interativos. A plataforma única do sistema digital público transmitirá os sinais das TVs legislativas (Câmara e Senado), do Poder Executivo (NBR), do Judiciário (TV Justiça), a TV Pública Federal (TV Brasil), da própria EBC, e novas redes estatais previstas pelo decreto da TV Digital: Canal da Educação (MEC), Canal da Cultura (Minc) e Rede da Cidadania (Ministério das Comunicações).

Concorrência pública para a construção do operador único deveria ter sido realizada em 2010, mas acabou não sendo realizado por falta de verba e por problemas politicos no governo Dilma.

Fonte: Convergência Digital

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jan 17

Assista agora ao Seminário de Tecnologias Móveis – Brasília

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Seminário de Tecnologias Móveis – Transmissão ao vivo

Obs.: Para visualização do streaming é necessário possuir o plugin do Java no seu navegador. Se você não estiver conseguindo visualizar o vídeo acima, verifique a instalação do Java aqui.

Programação

  • 09:00 às 09:10 – Abertura do evento, com Júlio Neves (Rio de Janeiro)
  • 09:10 às 10:00 – Android. Visão Geral – Oscar Isauro Bacelar Marques (Serpro) (Rio de Janeiro)
  • 10:00 às 11:00 – Sincronização de informações com dispositivos móveis – Emerson Faria Nobre (Serpro) (Curitiba)
  • 11:00 às 12:00 – TV Digital – Interatividade – Mobilidade – Comunicação – Marco Antônio Munhoz da Silva (Dataprev) (Porto Alegre)
  • 12:00 às 13:00 – PHP 4 Android – Oscar Isauro Bacelar Marques (Serpro) (Rio de Janeiro)
  • 13:00 às 14:00 – NetBaker aumentando a entropia do universo móvel – Cleuton Sampaio de Melo JR (Serpro) (Rio de Janeiro)
  • 14:00 às 15:00 – Mobile Banking no Banco do Brasil – histórico, desafios e estratégias- Rodrigo Mulinari (Banco do Brasil) (Brasília)
  • 15:00 às 16:00 – Portal de serviços do estado do Paraná para dispositivos móveis (Celepar) (Curitiba)

Fonte: Site SERPRO

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jan 13

PPB para incluir o Ginga nos televisores continua em negociação

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Ministro Fernando Pimentel disse que ainda há divergências entre governo e indústria

O governo ainda não fechou o texto do Processo Produtivo Básico (PPB) que obrigará a inclusão do middleware da interatividade da TV digital – o Ginga – na fabricação de aparelhos com isenção fiscal. Na reunião desta quinta-feira (12) entre os ministros Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; e Paulo Bernardo, das Comunicações, não houve avanços.

“Tem uma reivindicação da indústria de que o prazo proposto no texto que passou por consulta pública, de que começasse a valer a partir de julho deste ano, fosse adiado, mas ainda estamos discutindo”, disse Pimentel. Ele garantiu que o PPB vai sair de qualquer jeito.

Fontes do setor informam que a reivindicação dos fabricantes é de que a obrigatoriadade do Ginga deveria valer apenas para os televisores conectados, o que alcançaria um número pequeno de aparelhos. O governo acha esta proposta muito tímida e pretende fazer com que o Ginga seja implementado nos aparelhos da TV aberta. A discussão é o prazo e o volume de agregação.

O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Virgílio Almeida, que também participou da reunião, prevê que a portaria com o PPB do Ginga saia ainda este mês.

Fonte: FNDC

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jan 13

Apesar de sua baixa penetração no país até agora, pode-se dizer que a TV digital já é uma realidade palpável para os brasileiros. O sistema, que começou suas transmissões em dezembro de 2007, hoje é utilizado por todas as emissoras da rede aberta, e já atinge metade da população nacional. A partir de junho de 2016, o sistema analógico será desligado. Entretanto, ainda não existe uma boa maneira de medir a audiência da TV digital – dado importante para o mercado publicitário e para a programação das emissoras. Um estudo desenvolvido pela Escola Politécnica (Poli) da USP deu os primeiros passos nesse sentido, com um software que é capaz de coletar dados sobre os telespectadores do novo sistema. Atualmente, o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) – responsável pelas medições de audiência – não realiza nenhum tipo de acompanhamento com as transmissões digitais.

Tela mostra identificação de usuário no sistema desenvolvido pela Poli

O jornalista Valdecir Becker, que desenvolveu o estudo sob orientação do professor Marcelo Zuffo, como sua tese de Doutorado na Poli, defendida em 7 de junho de 2011, avalia que o sistema utilizado hoje pelo Ibope tem problemas. “Nenhum país usa tão poucos pontos de medição: são apenas 700 medidores na cidade de São Paulo, que verificam se a TV está ligada ou não, e em qual canal, baseado na frequência de sintonia deles”.

O Instituto ainda divide seus dados por classe social, idade e sexo, e cada ponto de sua medição equivale a 58 mil domicílios na cidade de São Paulo, o que na visão de Becker é pouco, considerando o número de habitantes do país. Entretanto, ele mesmo completa: “Não dá para dizer que não funciona, porque estatisticamente o modelo é correto, e o mercado o aceita bem”.

Porém, o método utilizado hoje pelo Ibope não valeria para a TV digital por dois motivos, na visão do pesquisador. “O primeiro problema é técnico: vários canais podem ser transmitidos em uma mesma frequência no sistema digital, como acontece, por exemplo, na TV Cultura em São Paulo, que exibe a Cultura, a Univesp TV e o Multicultura. O outro é mercadológico: hoje o anunciante precisa de mais dados sobre sua audiência – ele paga sobre a qualidade dos espectadores, e não sobre a quantidade”.

Aparelho usado pelo Ibope em suas medições, o people meter,
que mostra o canal e o número de telespectadores

Segundo ele, a tecnologia utilizada no exterior também apresentaria falhas: “ela utiliza um sistema de comparação de luminosidade entre as telas do espectador e da emissora. A ideia é interessante, mas demora horas para ser processada, o que inviabilizaria o “minuto a minuto”, serviço instantâneo oferecido pelo Ibope”.

Frequências
Para tentar resolver o problema das frequências, Becker propôs um sistema de medição que utilizasse a NIT (Network Information Table), espécie de identificação que cada canal tem na TV digital, e que chega junto com o sinal. Ele, junto a pesquisadores da Poli, desenvolveu um software que lê esse sinal – o programa foi testado em baixa escala, em 6 caixas que o continham em pontos de medição diferentes durante 1 semana. Cada caixa enviava informações para um banco de dados que Becker controlava em sua casa.

Outra inovação do sistema de Becker é a criação de perfis de usuários: cada morador da casa que recebe a caixinha teve a sua identidade criada, e, quando assistia algum programa, seus dados eram também enviados. Assim, era possível obter diversas informações sobre os espectadores: além dos dados que o Ibope utiliza, o programa desenvolvido pelo jornalista também capta dados como deficiências que impeçam o espectador de assistir à TV (física/visual/mental/auditiva), comportamento online (especialmente nas redes sociais), tempo que vê àquele canal específico (em comparação com o número de horas que assiste TV). O perfil no intervalo do telespectador também é considerado, assim como se assiste sozinho ou acompanhado e se acessa informações adicionais (vê DVD, blu-ray, assina revista ou jornal, possui TV paga).

Com o sistema, será possível unir informações entre os perfis rapidamente: “isso ajudará o mercado publicitário na segmentação de seus produtos, além de dar mais informações para quem faz a programação da TV”. Entretanto, isso ainda não é suficiente, uma vez que o projeto de Valdecir não segue uma proporção estatística – ele sugere que um trabalho futuro prove se isso é possível.

Conteúdo no lugar da plataforma
Ele ressalta que hoje apareceram muitas maneiras de se ver TV que são deixadas de lado pelo sistema do Ibope: “Muita gente vê TV pelo celular ou na internet. Além disso, um terço das tevês do país não usa o sinal analógico, mas sim via antena parabólica – e também são ignoradas nessa contagem. Precisamos achar um meio de esquecer a plataforma de transmissão e pensar no conteúdo audiovisual que está sendo transmitido”, diz.

O jornalista ainda conclui que talvez estejamos andando num ritmo mais acelerado do que conseguimos perceber: “O uso das tecnologias está caminhando mais rapidamente do que a gente consegue entender e mais ainda do que a gente consegue medir”.

Imagens: 1 – cedida pelo pesquisador; 2 – cedida pelo Ibope

Mais informações: e-mail valdecirbecker@gmail.com

Fonte: Agência USP de Notícia

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jan 11

Seminário de Tecnologias Móveis – Brasília

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O Comitê Técnico de Implementação de Software Livre do Governo Federal e o Serpro convidam você a participar do Seminários Tecnológicos – Edição Desenvolvimento em Tecnologias Móveis.

Segundo a Folha de São Paulo, entre 2006 e 2010, as vendas de computadores portáteis cresceram mais de dez vezes. Desde o ano passado, já se vendem mais notebooks do que computadores de mesa. Ao mesmo tempo estamos presenciando uma revolução nos formatos dos computadores que passaram da tradicional tela, teclado e mouse para diversos outros formatos, como celulares inteligentes, tablets e televisões digitais. Dentro de diversos lares já podemos encontrar pequenas redes integradas linkando recursos do computador de mesa para serem acessados pela televisão digital ou o celular que se conecta na rede wireless para acessar serviços de VOIP ou redes sociais.

Este evento pretende realizar um conjunto de palestras de cunho eminentemente prático, de nível avançado, apresentando um conjunto de ferramentas que demonstrem o desenvolvimento de aplicações para mídias móveis, bem como a apresentação de casos de sucesso na implementação de soluções nestas plataformas.

Data: 17 de Janeiro de 2012

Horário: 9h às 16h

Local: o evento será transmitido por videoconferência e pela internet no endereço: assiste.serpro.gov.br/tecnologias-moveis, se quiser encaminhar perguntas durante a palestra, utilize os canais de comunicação: twitter @CISLGovBR ou e-mail cisl@serpro.gov.br.

Programação

  • 09:00 às 09:10 – Abertura do evento, com Júlio Neves (Rio de Janeiro)
  • 09:10 às 10:00 – Android. Visão Geral – Oscar Isauro Bacelar Marques (Serpro) (Rio de Janeiro)
  • 10:00 às 11:00 – Sincronização de informações com dispositivos móveis – Emerson Faria Nobre (Serpro) (Curitiba)
  • 11:00 às 12:00 – TV Digital – Interatividade – Mobilidade – Comunicação – Marco Antônio Munhoz da Silva (Dataprev) (Porto Alegre)
  • 12:00 às 13:00 – PHP 4 Android – Oscar Isauro Bacelar Marques (Serpro) (Rio de Janeiro)
  • 13:00 às 14:00 – NetBaker aumentando a entropia do universo móvel – Cleuton Sampaio de Melo JR (Serpro) (Rio de Janeiro)
  • 14:00 às 15:00 – Mobile Banking no Banco do Brasil – histórico, desafios e estratégias- Rodrigo Mulinari (Banco do Brasil) (Brasília)
  • 15:00 às 16:00 – Portal de serviços do estado do Paraná para dispositivos móveis (Celepar) (Curitiba)

Abertura

Júlio Neves: Coroa, nerd, escritor técnico, professor e grande apreciador de chope gelado, o Julião está sempre ajudando e passando seu conhecimento aos novatos. Seja na sala de aula, seja em congressos ou até mesmo no Boteco do Chico, que fica ao lado de sua casa, no qual escreveu o Papo de Botequim, para a Linux Magazine e que hoje que está em sua página na internet.

Palestrantes

Rodrigo Mulinari (Banco do Brasil): Formado em Ciências da Computação, pós-graduado em Engenharia de Sistemas e Mestre em Engenharia Elétrica pela UnB. Atua há 11 anos no desenvolvimento de soluções de autoatendimento bancário. Atualmente coordena a equipe responsável pelo desenvolvimento de soluções de TV Digital e mobilidade do Banco do Brasil.

Marco Antônio Munhoz da Silva (Dataprev): Analista de Tecnologia de Informação, envolvido com desenvolvimento de sistemas a mais de 10 anos, atualmente trabalhando na UDSL – Unidade de Desenvolvimento de Software Livre – RS, em Porto Alegre. Palestrante sobre “TV Digital” nos eventos de Software Livre: Fórum Internacional de Software Livre, Linuxpark, Latinoware, Campus Party, Freesoftware Rio, CONSEGI, Universidades e outros. Foi gestor do projeto “ TV Digital – Social” patrocinado pela Dataprev.

Oscar Isauro Bacelar Marques (Serpro): Oscar Marques é formado como Técnico pelo CEFET – Campos dos Goytacazes. Atualmente atua na Divisão de Segurança da Informação no Rio de Janeiro do SERPRO e é organizador de uma Conferência de Segurança, também é editor de uma famosa Zine Underground focada na (In)Segurança da Informação. Atualmente é vice coordenador do Comitê de Software Livre do Rio de Janeiro, focando e atuando constantemente em eventos de Software Livre e Comunidades em geral. Atualmente estuda Sistemas Embarcados, Mobiles e tecnologias em geral. Desenvolve pesquisas na áea de Segurança da Informação onde estuda RFID, GSM, Arduino, Android e etc… Já palestrou em eventos como o FLISOL, FreeSoftwareRio, SlackShow, CONSEGI e etc..

Cleuton Sampaio (Serpro): Mestre formado pelo IBMEC, é professor universitário e arquiteto de software, certificado como SCEA e PMP, com grande experiência no desenvolvimento de aplicações corporativas distribuídas. Atua como professor universitário há muitos anos e é analista de sistemas, com mais de 30 anos de experiência. Tem vários livros publicados pela editora Brasport. Atualmente, trabalha também no Serpro, lotado na SUPST / STDAI.

Emerson Faria Nobre (Serpro): Ingressou no SERPRO em 2005, Mestre em informática, Especialista em engenharia de software. Atua no desenvolvimento p/ dispositivos móveis no SERPRO/SUPSI.

Fonte: https://www.softwarelivre.gov.br/eventos/seminarios-tecnologicos-desenvolvimento-em-tecnologias-moveis

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jan 11

RBS TV leva sinal digital ao litoral gaúcho

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O litoral norte gaúcho terá o sinal digital da RBS TV neste ano. Habitantes de Cidreira, Osório, Tramandaí, Imbé, Xangri-Lá, Atlântida, Capão da Canoa, Arroio do Sal e Torres, além de Santo Antônio da Patrulha e regiões vizinhas já estão acessando o sinal digital da emissora. Ao longo do ano, as cidades de Caxias do Sul, Passo Fundo, Pelotas e Santa Maria também serão beneficiadas com a tecnologia. A previsão é de, até o final de 2013, implementar a transmissão digital nas demais emissoras da RBS TV e em mais 40 municípios do Estado. Em Porto Alegre, o sinal digital está disponível desde 2008.

Fonte: Tela Viva

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jan 11

Argentina fecha acordos para o desenvolvimentos de projetos em TV digital e Ginga

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País fez primeiro teste do mundo de transmissão 3D compactada, que usa menos banda

A fabricante de equipamentos de televisão eslovaca Antik Technology anunciou que pretende fabricar placas na Argentina como parte do projeto de TV digital do governo argentino para desenvolver tecnologias em torno do ISDB-T e do Ginga, sistema e software de interatividade de TV digital desenvolvidos no Brasil. As informações são do site especializado NexTV Latam.

As placas Juice Smart TV PCB contarão com tuner duplo de TV digital nas tecnologias ISDB-T e DVB e conexões Ethernet e WiFi para acesso à internet, permitindo o acesso tanto à TV digital aberta quanto à TV paga, além de serviços over-the-top como Netflix. O produto pode ser integrado a televisores e a set top boxes.

“Os usuários poderão receber diferentes serviços através do mesmo aparelho”, disse Miguel Martínez, presidente da Axor, parceira da Antik que irá desenvolver aplicativos para o Ginga, middleware de interatividade da TV digital aberta do sistema ISDB-T.

Transmissão 3D

A Argentina também realizou um teste bem sucedido de compressão de sinal de televisão em 3D, o primeiro do mundo, permitindo a transmissão de um vídeo em 3D em alta resolução com a mesma taxa de transmissão de um arquivo quatro vezes menor, em 2D. A tecnologia foi desenvolvida Universidad Nacional de Tres de Febrero (Untref), que está pesquisando diversas formas de economizar banda em transmissões de televisão, segundo o site NexTV Latam.

Fonte: FNDC

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