jun 23

Padrão brasileiro ter pode norma para enviar alertas à população

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O Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital anunciou parceria junto ao governo para viabilizar a adoção da norma japonesa EWS no sistema brasileiro de TV digital. Através dela, é possível enviar alertas à população em risco em caso de catástrofes iminentes, como enchentes, deslizamentos de terra e ciclones.

A proposta ainda está em fase de planejamento dentro dos Ministérios da Ciência e Tecnologia, Integração Social, Cidades e Casa Civil e sendo discutida paralelamente junto ao Fórum SBTVD.

Como forma de viabilizar a adoção do sistema no País e nas outras nações latino-americanas que escolheram o ISDB-T, o tema fez parte da pauta da reunião do Fórum ISDB Internacional, que aconteceu em Santiago (Chile) nos dias 28 e 29 de março. O evento teve a finalidade de harmonizar e padronizar as especificações do standard em todos os países que adotaram a tecnologia nipo-brasileira.

Fonte: Tela Viva

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jun 23

Programas buscam capacitar programação e difundir conteúdos interativos

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A retomada das políticas relacionadas à TV Digital também pode ser medida pela garantia de apoio – depois de muita espera – a dois programas desenvolvidos pelo Laboratório Telemídia da PUC-RJ voltados à formação de programadores na linguagem NCL/Lua e à transferência tecnológica para a geração de conteúdo interativo.

De um lado, pelo programa Ginga Brasil, a PUC-RJ vai formar multiplicadores em NCL/Lua para que esse conhecimento chegue a Pontos de Cultura, Telecentros e TVs Comunitárias, permitindo o desenvolvimento de conteúdos interativos.

A outra vertente é o programa IPTV.br, em parceria com a Rede Nacional de Pesquisa, a Telebrás, o Comitê Gestor da Internet e a Proderj, para garantir que todo o conteúdo gerado seja depositado em provedores de serviço – a princípio, o CGI e a RNP.

“Incluir não é só dar acesso à informação, mas também ao conhecimento de como produzir e distribuir informação”, sustenta o coordenador do Laboratório Telemídia – e considerado o “pai do Ginga” – Luiz Fernando Soares.

Os programas tentam interferir em duas barreiras ao desenvolvimento da interatividade na TV Digital brasileira: o modelo de radiodifusão e a baixa penetração da internet no país.

“A concentração da produção, distribuição e transmissão complica a difusão da interatividade. Além disso, o acesso à banda larga é muito restrito, basta vermos que 82% das classes D e E jamais utilizaram a internet no Brasil”, diz Soares.

Segundo ele, os planos existem desde o ano passado, mas esbarraram na falta de recursos. “Só agora conseguimos o dinheiro. É um embrião e esperamos que provoque um plano do governo para a existência de provedores no MEC, no Ministério da Cultura, nas Comunicações, etc”, completa o professor.

No Ginga Brasil o objetivo é formar entre 500 e 1 mil programadores, com foco inicial em conteúdos direcionados à Copa do Mundo e às Olimpíadas. O programa prevê, ainda, a realização de um Festival Internacional de Curtas Interativos, que deve acontecer no Rio de Janeiro em julho do próximo ano.

FOnte: Convergência Digital – Cobertura Consegi 2011

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jun 23

Risco de apagão de conteúdo da TV Digital

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Embora a TV Digital no Brasil ainda precise enfrentar barreiras mais ligadas ao campo tecnológico – como a massificação de conversores, embutidos ou em set top boxes – é na produção de conteúdo, especialmente, o interativo, que reside a maior preocupação de quem acompanha a transição para o novo sistema.

“A discussão da TV Digital ficou na engenharia e não foi para a comunicação. Temos medo, e não só no Brasil, mas na América Latina de modo geral, de um apagão de conteúdo”, afirma Cosette Castro, coordenadora do grupo de trabalho sobre Conteúdo da TV Digital.

Por isso, Castro, que é também professora do programa de pós-graduação em TV Digital da Unesp, defende investimentos em pesquisas multidisciplinares, patrocinadas pelos fundos ligados à Ciência e Tecnologia do país. “Precisamos de projetos conjuntos”, sustenta.

Ou, como também defende o professor Luiz Fernando Soares, coordenador do Laboratório Telemídia da PUC-RJ e conhecido como o “pai do Ginga”, impulso a mais criatividade no desenvolvimento de aplicações interativas.

“As aplicações ainda são muito fraquinhas. Elas estão sendo desenvolvidas por engenheiros. E engenheiros, como eu, sabem fazer softwares. Falta criatividade para sairmos da mesmice”, assume Soares.

A ideia é que a produção de conteúdos audiovisuais digitais seja considerada como área estratégica para o país. E apesar do período de relativa estagnação nas políticas de TV Digital, a retomada do esforço [leia matéria] também conta com apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia.

“Temos um acerto com a Secretaria de Políticas de Informática, do MCT, de que vamos continuar investindo em pesquisas na TV Digital”, afirmou o assessor especial da Casa Civil, André Barbosa. Na quinta-feira, 12/5, uma reunião da Casa Civil, com o Minicom e a Sepin começou a traçar novas estratégias para o setor.

Fonte: Convergência Digital – Cobertura Consegi 2011

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jun 23

Modelo de financiamento da TV Digital pode mudar

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O governo também já obteve consenso de que o programa de financiamento à indústria da TV Digital terá de ser reavaliado. Até agora as empresas encontraram sérias dificuldades em captar recursos, via BNDES, necessários para a implementação do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD-T).

Segundo o assessor especial da Casa Civil da Presidência da República, André Barbosa, na reunião de ontem no Ministério das Comunicações, os participantes debateram o problema. O BNDES já informou das dificuldades das empresas em captarem os recursos.

Segundo Barbosa revelou à CDTV do portal Convergência Digital, em parte isso ocorre por conta de indimplência com o fisco federal ou estadual ou ainda, pelo fato das empresas não disporem de patrimônio suficiente para dar em garantia do financiamento.

Mas o assessor garante que o governo está ciente e pretende rever o atual modelo.

Fonte: Convergência Digital – Cobertura Consegi 2011

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jun 23

Governo usará TV pública para induzir interatividade e tornará GINGA obrigatório no PPB

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Depois de meses em “banho-maria”, o tema TV Digital voltou à pauta do governo, que parece ter desistido de esperar pelas duas grandes indústrias envolvidas na transição do sistema – os fabricantes de aparelhos e as emissoras – e sinaliza que vai apostar na TV pública para induzir a aplicação, além de novas pesquisas, da interatividade.

O marco desse novo momento parece ter sido a reunião realizada na quinta-feira, 12/5, no Ministério das Comunicações, com representantes da Casa Civil, Ciência e Tecnologia e da academia.

A principal decisão é de que o middleware Ginga – a inovação brasileira no sistema japonês de TV Digital, voltada à interatividade – será obrigatoriamente incluído nos equipamentos oferecidos pelo mercado. A ideia é fazer isso tanto nos televisores quanto nos conversores externos, os set top boxes.

Nesse sentido, o governo vai aproveitar a regra de Processo Produtivo Básico da TV Digital – que obriga a inclusão de conversores nos aparelhos de 26 polegadas ou mais desde janeiro – para tornar o Ginga compulsório. Haverá as tradicionais rodadas de negociação com a indústria e até uma consulta pública, mas a decisão já foi tomada.

“Não vamos esperar a decisão sobre o novo modelo de negócios [da radiodifusão]. A TV pública deve lançar a interatividade”, afirmou o assessor especial da Casa Civil, André Barbosa, durante debate sobre TV Digital promovido nesta sexta-feira, 13/5, durante o 4º Consegi – Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico. Segundo Barbosa, o Ginga também pode se tornar obrigatório nos celulares.

Na prática o governo está retomando uma discussão que ficou parada nos últimos meses. A ideia de tornar o Ginga obrigatório nos equipamentos foi cogitada, mas esmoreceu com a resistência do setor produtivo – e os fabricantes, por sua vez, responsabilizam os radiodifusores pela falta de produtos interativos.

“As condições mudaram. Temos um novo governo e um novo ministro das Comunicações. Vamos investir no PPB para o Ginga e em serviços de governo eletrônico na TV Pública”, diz o secretário de Telecomunicações do Minicom, Nelson Fujimoto.

A principal diferença parece ser a aposta na TV pública – EBC, TV Cultura, etc – como indutora da interatividade, acreditando que isso fará com que os telespectadores naturalmente exijam um movimento das emissoras comerciais. Mas ainda há desafios que precisam ser superados, a começar pelo canal de retorno do sistema.

Fonte: Convergência Digital – Cobertura Consegi 2011

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jun 23

Brasil faz oferta pela adesão da Guatemala

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O Brasil tenta cooptar mais um país para aderir ao time dos usuários do ISDB-T, o padrão nipo-brasileiro de TV Digital. Agora, a estratégia é conseguir a adesão da Guatemala.

A conquista desse país é importante qporque na América Central, não há uma unanimidade com relação ao uso da tecnologia. El Salvador e Honduras optaram pelo padrão norte-americano ATSC. O Panamá pelo europeu DVB. A Costa Rica, por sua vez, elegeu o ISDB-T. Decisão do governo da Guatemala será conhecida apenas no segundo semestre.

Até lá, o Brasil faz sua oferta. O Embaixador brasileiro no país, Benedicto Fonseca Filho, em entrevista ao jornal local Prensa Livre, confirmou que o governo brasileiro ofereceu cooperação técnica, tecnlógica,a acadêmica e investimentos para que a Guatemala venha a escolhar o padrão nipo-brasileiro.

“O governo brasileiro está disposto a promover a aproximação entre representantes do setor privado, com o intuito de explorar as oportunidades comerciais da adoção do ISDB-T”, declarou o embaixador. Entre os usuários do padrão estão Brasil, Argentina Uruguai, Paraguai, Costa Rica, Venezuela, Equador, Chile e Peru.

Fonte: Convergência Digital

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