abr 30

Argentina prepara concorrente ao Ginga brasileiro

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Enquanto nós ficamos esperando a boa vontade do empresariado e de alguns grupos dominantes que atrasam nossos avanços em todos os setores, os argentinos avançam e logo logo teremos o middleware Argentino que arrisco dizer que se chamará TANGO.

Se no Brasil, a estratégia para a TV Digital não está definida no Governo Dilma Rousseff, na Argentina, as autoridades estão dispostas a assumir o controle de todas as atividades ligadas à digitalização de TV, após a decisão de adotar o ISDB-T, o padrão nipo-brasileiro.

Os planos envolvem, além da construção de uma rede nacional de fibra óptica para sustentar a oferta de novos serviços, entre eles, o IPTV, especialistas trabalham numa versão própria do middleware de interatividade para avançar na oferta de aplicativos.

As iniciativas fazem parte do projeto Argentina Conectada, que começa a ser divulgado pelas autoridades do setor de Telecomunicações. A proposta inclui ainda a criação do BACUA – (Banco Audivisual de Conteúo Universal Argentino), com a missão de desenvolver soluções para serem ofertadas nas TVs públicas.

É nesse contexto que se insere o interesse em ter um Ginga – middleware de interatividade – próprio – o que pode mais à frente provocar um embate entre Brasil e Argentina. O Ginga, aplicação 100% brasileira, foi criado para permitir a interatividade e fomentar o desenvolvimento de soluções, entre elas de TV-Banking, por exemplo, para serem feitas por meio do ISDB-T.

O conteúdo a ser produzido pelo BACUA – considerado ponto estratégico no projeto de TV digital – será coordenado e produzido pela Universidade de San Martín e pelo INCAA – Instituto Nacional de Cinema. Este último, inclusive, criará um canal de TV digital com programação baseada em filmes argentinos, ofertada por meio de VOD(vídeo sobre demanda). Também trabalha ofertas para partidas do campeonato argentino de futebol, cujos direitos o governo possui para a TV pública.

A rede nacional para sustentar todos os planos deverá contar com 12 mil quilômetros de fibra óptica e terá 50 servidores, distribuídos por pontos de presença – 16 até o final deste ano e 50 até o final de 2012, de acordo com o cronograma, divulgado pelo Next TV Latam, publicação especializada argentina.

Numa estratégia diferenciada da brasileira, o governo da Argentina usa a TV digital para levar serviços de comunicação – Internet e TV – para as classes de menor poder aquisitivo, inclusive com a distribuição gratuita de conversores e a possibilidade de acesso à Internet – universalização da banda larga.

Já no Brasil, a estratégia da TV digital está no ‘limbo’ desde a posse da presidenta Dilma Rousseff. As gestões para a adoção da tecnologia estavam no governo Lula sob o comando da Casa Civil. Com a mudança de comando, a TV digital passou para o Ministério das Comunicações, mas até o momento, não houve a divulgação de qualquer diretriz específica para a área.

Nesse meio tempo, o padrão SBTVD, o ISDB-T, depois de angariar o apoio de países latino-americanos, sofreu um revés na sua luta para ser um padrão mundial – não conseguiu vencer o embate com o DVB, europeu, nos países africanos.

Fonte: Convergência Digital

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abr 30

Unicoba lança receptor com recurso de gravação

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O preço não é dos melhores, mas já está abaixo dos R$ 300,00, esperamos que fiquem ainda bem mais baratos como prometido pelo governo.

A Unicoba lançou um novo receptor de TV digital aberta com gravador, o PVR-1000 TopTiva. O equipamento é destinado a que não tem um receptor digital integrado em sua TV e conta com saída HDMI, vídeo componente, RCA e coaxial. O recurso de gravação exige o uso de uma unidade externa de armazenamento, que pode ser um pen drive ou um HD externo.

O receptor reproduz também arquivos de música com alta qualidade em formatos MP3, WMA, AC3 e EAC3 bem como vídeos em AVI, MKV, MPEG, MPG, Mp4, MOV e Divx.

O aparelho está à venda por R$ 249.

Fonte:Tela Viva

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abr 25

Guia de operações NCL foi publicado pela ABNT

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A norma que especifica o guia de operações que contempla a parte NCL do middleware brasileiro de TV digital aberta foi publicada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). A documentação, cuja função é dar suporte à implementação do sistema em dispositivos full-seg (televisores digitais) e one-seg (receptores portáteis e móveis) e promover um ambiente comum para desenvolvedores de aplicações interativas, é válida desde 21 de abril.

O ambiente NCL do middleware é responsável pela parte declarativa do sistema, voltada para a produção de conteúdos hipermídia. Há uma segunda parte, a linguagem procedural, baseada em linguagem Java, que ainda não foi normatizada. Um módulo técnico do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre, coordenado por Ana Eliza Faria e Silva, vem trabalhando na elaboração e publicação dos documentos que referenciam a parte Java. Esta nova documentação deve ser encaminhada para consulta pública nos próximos meses, para então ser publicada pela ABNT.

Fonte: Tela Viva

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abr 25

Gostaria de compartilhar com vocês como está ficando a torre de TV Digital em Brasília, esperamos que fique pronta em breve para que todos possam usufruir o tão esperado sinal digital aqui no Distrito Federal!!!

As fotos aéreas são do fotógrafo Cláudio S. Reis.

Se alguem souber quando teremos a torre pronta ou qualquer outra informação, favor contribua!!!!

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abr 14

TV digital está presente em 480 municípios do país, diz Anatel

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O Brasil possui em operação 102 emissoras com tecnologia digital, que atendem 87,7 milhões de pessoas em 480 municípios – o equivalente a 45,98% da população brasileira. A expectativa é que a cobertura da Televisão Digital Terrestre no Brasil seja igual ou superior à cobertura analógica atual antes mesmo de 2016, ano em que está previsto o fim das transmissões analógicas, revela a Anatel, que a partir deste mês, passa a consolidar os dados sobre o avanço da digitalização da TV no país.

A agência tem, inclusive, trabalhado na administração do espectro radioelétrico de forma a permitir a convivência entre canais digitais e analógicos, livre de interferências, durante o período de transição entre as tecnologias, em observância ao que foi estabelecido pela Portaria n.º 652, de 10 de outubro de 2006 e pela Portaria n.º 276, de 29 de março de 2010, ambas do Ministério das Comunicações.

Esse trabalho, coordenado pela equipe da Gerência Geral de Administração de Planos e Autorização de Radiofrequências (CMPR), da Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa (SCM), resultou, em junho de 2005, na publicação do primeiro Plano Básico de Televisão Digital (PBTVD), independentemente de adoção da tecnologia americana (ATSC), européia (DVB) ou japonesa (ISDB-T), já que naquele momento ainda não havia sido definido o padrão tecnológico ser adotado pelo Brasil.

O PBTVD possibilitou a consignação de um canal digital de radiofrequência com largura de banda de 6 MHz para cada canal analógico outorgado à geradora ou à retransmissora de geradora instalada no mesmo Estado, e também previu soluções para possibilitar a inclusão de:

– Quatro canais previstos no art. 13 do Decreto n.º 5.820/2006: do Poder Executivo (transmissão de atos, trabalhos, projetos, sessões e eventos do Poder Executivo); de Educação (transmissão destinada ao desenvolvimento e aprimoramento, entre outros, do ensino à distância de alunos e capacitação de professores); de Cultura (transmissão destinada a produções culturais e programas regionais); e de Cidadania (transmissão de programações das comunidades locais, bem como para divulgação de atos, trabalhos, projetos, sessões e eventos dos poderes públicos federal, estadual e municipal); e

Quatro canais para utilização pela Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), pela Câmara dos Deputados, pelo Senado Federal e pelo Supremo Tribunal Federal.

Ainda durante esse mês de abril, a Anatel se compromete a colocar em consulta pública proposta de alterações dos planos básicos de TV Digital (PBTVD) para o interior dos Estados do Amapá, Rondônia, Roraima, Pernambuco, Alagoas e Paraíba. Em maio, serão submetidas à apreciação da sociedade as propostas de alterações do PBTVD para o interior dos Estados do Rio Grande do Sul, Pará e Tocantins.

Em junho, a Agência colocará em consulta pública as propostas de alterações do PBTVD no interior de Sergipe, Bahia, Paraná, Ceará e Rio Grande do Norte. Assim, a Agência encerrará ainda este ano, o ciclo de estudos e planejamento para a disponibilização de canais de TV Digital em todos os municípios brasileiros.

Fonte: Convergência Digital

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abr 13

Fórum SBTVD estima que 11 milhões de TVs com recepção digital cheguem ao mercado em 2011

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Entre os anos de 2008 e 2010, foram fabricados 6 milhões de televisores de tela fina com recepção integrada de TV digital. O dado foi apresentado por Roberto Franco, presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital, bem como do Fórum Internacional do ISDB-T, em encontro promovido nesta terça, 12, em Las Vegas no evento da NAB. Segundo Franco, a expectativa é que em 2011 sejam fabricados 10 milhões de televisores com recepção integrada.

No encontro, Franco traçou um panorama da implementação da TV digital aberta no Brasil. Segundo ele, existem atualmente 130 modelos de televisores com recepção digital no país, sendo 12 deles com recurso de interatividade. Estão no mercado ainda seis modelos de receptores set-top boxes, sendo um deles com interatividade.

Para recepção móvel e portátil, estão no mercado cinco receptores USB para uso em computadores; oito modelos de celulares, sendo dois com interatividade; três laptops; seis televisores de mão; e três receptores para uso em carros.

Fonte: Tela Viva

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abr 13

Padrão chinês DMB é o que cobre o maior número de pessoas

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O padrão chinês de TV digital, o DMB, é o que conta com o maior número de usuários. Uma estimativa mostrada em encontro dos países que adotaram o padrão ISDB-T aponta que o padrão chinês conta com 1,3 bilhão de usuários potenciais. Em segundo lugar, está o padrão europeu, o DVB, que atinge 709 milhões de usuários, seguido do ISDB-T, que cobre 543 milhões de usuários. Por último está o padrão americano, o ATSC, com 512 milhões de usuários. O padrão nipo-brasileiro, no entanto, pode ampliar sua cobertura caso seja adotado em países africanos.

Roberto Franco, Presidente do Fórum SBTVD e do Fórum Internacional ISDBT, destacou que no caso do padrão nipo-brasileiro, há maior interoperabilidade entre as diferentes implementações. Segundo ele, a mesma compatibilidade não é encontrada entre os países que adotaram o DVB, europeu.

Fonte: Tela Viva

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abr 11

Brasil finaliza fase de testes de TV digital em Angola

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A primeira fase de testes demonstrativos do sistema ISDB-T em Angola foi finalizada. Com o objetivo de avaliar as características do sistema nipo-brasileiro de TV digital e suas qualidades técnicas e comerciais, um transmissor de 5 Kw da Televisão Pública de Angola (TPA), operando em largura de faixa de 8 MHz, foi testado entre os meses de dezembro de 2010 e fevereiro último na cidade de Luanda.

A primeira etapa de testes, findada no ano passado, tinha por objetivo planejar os ajustes necessários nos equipamentos de transmissão. Em testes preliminares, um exc itador ISDB-T da fabricante Linear, modulado em 6MHz, foi integrado ao transmissor da TPA para que técnicos pudessem avaliar o comportamento do equipamento de broadcasting e a área de abrangência do sinal.

Na segunda etapa, concluída em fevereiro, um excitador ISDB-T já ajustado para 8MHz foi integrado ao transmissor analógico da emissora pública. Testes de desempenho utilizando equipamentos de medida para avaliar parâmetros de modulação e fluxo de bits foram realizados para assegurar o funcionamento do sistema nas condições adequadas.

Ao final da segunda etapa, receptores de TV digital foram instalados em pontos de Luanda para que integrantes do governo daquele país, equipes técnicas e população de um modo geral pudessem conhecer e avaliar a tecnologia.

Em ambas as etapas a equipe brasileira, liderada por técnicos da Linear, ministrou treinamentos e workshops a técnicos da TPA e membros do Ministério das Telecomunicações e Tecnologia da Informação (MTTI).

 

Conclusões

O término da primeira fase de testes permitiu concluir que o padrão nipo-brasileiro de TV digital pode ser facilmente implementado em Angola. A conclusão, entretanto, não se restringe apenas à realidade daquele país. O resultado positivo abre um novo mercado para o padrão ISDB-T, uma vez que os canais de televisão no continente africano, a exemplo da Europa, ocupam 8MHz. Em toda a América Latina e no Japão, a banda de cada canal de TV é de 6MHz.

Além disso, em comunicado oficial do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), o Brasil assegurou estar “disposto a promover a transferência de conhecimento e tecnologia através da realização de testes demonstrativos do padrão ISDB-T”, acrescentando que a ação conjunta dos países será de grande importância no processo de definição do sistema adotado.

Participaram desta primeira fase de testes, além de Inatel e Linear, radiodifusores e membros do governo angolano.

Fonte: FNDC

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abr 05

Feira ajuda a entender e participar da TV digital

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As universidades federais do país estão desenvolvendo projetos para aumentar a interação de alunos com a TV digital. As novidades estão sendo apresentadas na primeira feira de inovação tecnológica, em São Paulo.

Assista em https://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil/video/14879/

Fonte: EBC

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abr 04

Cercada de ceticismo, a interatividade avança

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Criticadas por vários setores do ecossistema de TV Digital por não estarem investindo em interatividades _ semana passada foi a vez do VP de telecom da Samsung, Silvio Stagni, debitar na conta delas o atraso da chegada ao mercado de terminais 1-seg e full-seg da fabricante já com o Ginga embarcado _ as emissoras de TV brasileiras demonstram claramente não estarem paradas.

Hoje a Rede Globo estreia a interatividade de mais uma novela, “Morde & Assopra” (*), enquanto a Band passa a transmitir a primeira aplicação interativa da TV brasileira da área de jornalismo, durante os horários de seus telejornais.

Até o fim de Abril, a Globo também se prepara para pôr no ar aplicações interativas dos programas “Caldeirão do Huck” e “Domingão do Faustão”. Na sequência, volta a transmitir sua aplicação interativa para o Brasileirão, nas versões full-seg e 1-seg, este ano com um conjunto adicional de informações, incluindo dados estatísticos sobre cada jogador.

“Temos a consciência tranquila de que estamos ampliando a grade de interatividade no ar. Já temos mais de 30 horas de transmissão de interatividade para terminais full-seg e, até o fim do Big Brother, eram 8 horas de interatividade para terminais 1-seg”, afirma o diretor de engenharia da TV Globo São Paulo, Raymundo Barros. “Fazemos um esforço permanente para ampliar a grade interativa”, completa o executivo.

Raymundo Barros garante que as estratégias para interatividade e mobilidade da Rede Globo estão rigorosamente dentro do planejado. “Sabemos que são dois aspectos novos da TV Digital que levam muito tempo para serem massificados. Foi assim também no Japão”, comenta.

Com relação à mobilidade, a Rede Globo foca não só no desenvolvimento das aplicações interativas 1-seg, como também no desenvolvimento de aplicativos móveis para os sistemas iOS e, agora, Android. “O que amplia muito o nosso alcance”, diz Raymundo.

Semana passada, durante a cerimônia de apresentação da nova grade de programação da emissora para a imprensa especializada e as agências de publicidade, a Rede Globo distribuiu algumas unidades do tablet Galaxy Tab com conteúdo próprio embarcado (fotos, clips, wallpapers, uma versão do Google Maps com detalhes do Projac e  aplicativos Android)  e até a implementação Ginga da Samsung para terminais 1-seg, para possibilitar o uso da interatividade transmitida hoje. No caso, com o fim do Big Brother, apenas a voltada para futebol, durante as partidas do campeonato paulista.

“A intenção foi mostrar para a imprensa e o mercado publicitário todas as possibilidades das ações que estamos fazendo rumo ao modelo estratégico de uma media station, com vários canais de distribuição. Já não somos apenas uma TV station”, explica Raymundo. “Esse é um processo de longo prazo, em implantação”, diz.

Interatividade tem massa crítica

Segundo o executivo, a Globo tem feito várias pesquisas sobre a receptividade de seus conteúdos interativos casados com a programação. “Percebemos que já temos massa crítica, principalmente quando olhamos o resultado das enquetes que colamos no ar”, diz.

Hoje, as enquetes são um componente padrão das aplicações interativas da emissora, tanto em terminais 1-seg quanto em full-seg. Nos terminais 1-seg as aplicações usam dois tipos de canal de retorno: via SMS e via plano de dados 3G. Nos full-seg, o retorno é via conexão internet das TVs conectadas.

A cobertura da transmissão interativa também foi ampliada. Segundo Raymundo, as aplicações transmitidas a partir do Rio de Janeiro e de São Paulo já chegam a todas as praças, retransmitidas por todas as afilidas, no caso dos programas em rede nacional, como as novelas, e caso a caso, em aplicações como futebol. “No Brasileirão, transmitimos três partidas simultaneamente: 40% veem a mesma partida transmitida para São Paulo, outros 40% a do Rio e 20% a de um terceiro estado”, diz.

“Não vamos deixar de investir em interatividade porque só pouco mais de 20% dos domicílios brasileiros têm um receptor de TV digital”, afirma Raymundo Barros. “Esse já é um número significativo”, completa. Nas contas da Globo, hoje, cerca de metade dos domicílios brasileiros já é coberta pelo sinal digital de alguma emissora de TV.  E, a medida que a indústria de recepção continuar fazendo a sua parte, investindo no padrão nipo-brasileiro, esse número só crescerá.

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BAND – A interatividade do Jornal da Band será demonstrada no NAB Show 2011, que acontece entre 9 e 14 de abril no Las Vegas Convention Center, em Las Vegas, Estados Unidos, pela EiTV. O desenvolvimento do aplicativo foi da HXD, que também desenvolveu a interatividade da TV Brasil.

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O NAB 2011 terá um pavilhão brasileiro (Pavilhão Brasil – SU 4625), onde o Fórum SBTVD e seus associados – EiTV, Inatel, Linear, Screen Service, TQTVD, Tecsys e STB – farão demonstrações do padrão nipo-brasileiro de TV digital com transmissões simultâneas em televisores e em dispositivos móveis. O Ginga, middleware de interatividade desenvolvido no Brasil, será demonstrado durante todo o evento em um televisor com o middleware embarcado cedido pela Panasonic, rodando aplicações da TOTVS.

EXPANSÃO INTERNACIONAL – O Brasil acaba de assumir de forma efetiva a presidência do Fórum ISDB Internacional. Desde dezembro passado, o presidente do Fórum SBTVD, Roberto Franco, estava interinamente à frente da entidade e agora permanecerá no cargo para um mandato de dois anos. Ana Eliza Farias também foi eleita, por aclamação, coordenadora do grupo de harmonização de Normas ISDB internacional.

BROADBAND TV – Ao contrário do SBT, que considera broadband tv e a interatividade da tv digital aberta, via Ginga, complementares, a Rede Globo vê as duas tecnologias como negócios muito diferentes. Segundo Raymundo Barros, broadband tv constitui uma estratégia de catch up importante, associada à Globo Marcas. “Faz todo sentido ter uma loja da Globo Marcas nas broadband tvs”, diz o executivo.

O que incomoda muito à Rede Globo é a falta de padrão para a tecnologia. “Não dá para ter cinco enfoques diferentes para o mesmo produto”, afirma o executivo. Segundo ele, a Globo segue discutindo estratégia de parcerias e de conteúdo para broadband tv. E deve lançar algo ainda este ano.

Fonte: IDGNow

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