out 26

O OpenGinga tem o objetivo de oferecer uma implementação completa (não emulada) de código aberto de um middleware de TV Digital compatível com o padrão SBTVD. Executável em ambiente de PC. De forma a oferecer as APIs definidas nas especificações Ginga-J e GingaNCL através da união da Implementação de Referência Ginga-J  do Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital (LAVID) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Implementação de Referência Ginga-NCL do Laboratório Telemídia da PUC-Rio.

A Maquina Virtual liberada tem a versão 0.4 instalada do OpenGinga em um Ubuntu 10.04.

Tutorial para instalação aqui.

Como usar o middeware aqui.

Para maiores informações do OpenGinga na rede GingaCDN (Ginga Code Development Network) acesse https://gingacdn.lavid.ufpb.br/

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out 26

III Oficina TVDI da Universidade de Fortaleza (Unifor)

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O Projeto Estação-Escola de Televisão Digital . VirtuaLabTV do Laboratório de Aplicação em Vídeo Digital da UFPB promove a III Oficina em Televisão Digital Interativa nos dias 28 e 29 de outubro em Fortaleza-CE. Nesta terceira edição, a Oficina conta com a parceria do Centro de Ciências Tecnológicas da Universidade de Fortaleza (Unifor). A III Oficina TVDI apresenta como temática a produção de roteiros interativos.

Na programação terá espaço para exposição e discussão das recentes experiências dos parceiros consorciados ao projeto EETVD/VirtuaLabTV no desenvolvimento de conteúdo audiovisual interativo. O objetivo desse evento é estimular a discussão sobre roteirização e produção interativa e buscar um mapeamento de um processo de produção audiovisual para TVDI. A Oficina acontecerá no Auditório A4 Bloco A do Centro de Ciências Tecnológicas do Campus da Unifor que é localizado na Av. Washington Soares, 1321, Edson Queiroz, Fortaleza-CE.

A Oficina será transmitida ao vivo via Web no site do EETVD-VirtuaLabTV (https://virtualabtv.lavid.ufpb.br/).

Inscrição aqui.

Confira a programação aqui.

Fonte: LAVID

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out 22

SET promoverá evento em Brasília no mês de Novembro

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A SET (Sociedade de Engenharia de Televisão) promoverá entre os dias 10 e 11 de novembro o Seminário de Tecnologia em Televisão em Brasília. Serão abordados temas como cinema, rádio, telecomunicações, TV aberta, TV por assinatura, novas mídias, interatividade, middleware Ginga, mobilidade, produção de conteúdo e Internet.

Mais informações no site: https://www.set.com.br/eventos_regionais.htm

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out 22

Brasil e África do Sul criam grupo de cooperação

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O Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre – Fórum SBTVD e a Associação Sul-africana Nacional de Manufaturas e Componentes Eletrônicos – Namec, formalizaram na última segunda, 18, a constituição de um grupo técnico de cooperação para a promoção da TV digital na África do Sul. O acordo se deu durante a visita de uma comitiva de técnicos sul-africanos a emissoras, universidades e fabricantes no Brasil para conhecer de perto o funcionamento do padrão ISDBT.

Do lado brasileiro, o grupo será dirigido por Frederico Nogueira, presidente do Fórum SBTVD, e do lado sul-africano, por Keith Thabo, presidente da Namec. O grupo será composto pelas quatro coordenadoras dos módulos de trabalho do Fórum SBTVD: Ana Eliza Faria e Silva, do Módulo Técnico; Cristiane Souza, do Módulo de Mercado; Ioma Carvalho, Módulo de Propriedade Intelectual; e Liliana Nakonechnyj, do Módulo de Promoção. Os sul-africanos serão representados pelos membros da Namec: Daniel Moalosi, CEO da entidade; Emmanuel Mnadi, coordenador político; Nhlanhla Nalovu, responsável por política e relações internacionais. E também dois representantes de sindicatos, Alex Maghilo, da União Nacional dos Trabalhadores em Metais da África do Sul (NUMSA); e Sipho Mpila – União Nacional dos Trabalhadores em Minas (NUM).

Fonte: Tela Viva

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out 22

EBOOK Grátis “TV Digital Interativa: conceitos, desafios e perspectivas para o Brasil”

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Mais autores poderiam tomar essa mesma iniciativa como exemplo e colaborar para o conheceimento livre!!!

Obrigado Carlos Montez e Valdecir Becker

TV Digital Interativa: conceitos, desafios e perspectivas para o Brasil.

O destaque deste livro está no seu caráter de inovação quanto às obras voltadas para as discussões em TV Digital no Brasil.

Valdecir Becker e Carlos Montez desenham um panorama das possibilidades que a Televisão deve trazer para o Brasil e como suas configuração devem permitir recursos como a interatividade, canal de retorno dentre outras.

Organizado em tópicos não lineares, que podem ser lidos de maneira independente, o fluxo que se dá dentro da narrativa vai construindo a Televisão Digital com suas bases, a evolução, as tecnologias utilizadas e os possíveis efeitos que ela deveria causar na sociedade brasileira.

Os autores também indicam bibliografias para que os leitores possam se aprofundar nos pontos que considerarem importantes e, nos tópicos finais são publicadas entrevistas com 11 pesquisadores de algumas áreas importantes dentro do processo de implantação da TV digital no Brasil.

Passados aproximadamente 5 anos de suas publicação, o livro ainda mantém muitos apontamentos que podem ser contextualizados à realidade atual.

Além disso, sua organização e os conceitos apresentados podem ser considerados um com um importante “tutorial” àqueles que tem o interesse de conhecer as principais características da Televisão Digital Interativa.

Confira abaixo a Introdução da segunda edição (2005):

A primeira edição deste livro surgiu depois de inúmeras discussões e debates no âmbito do projeto de pesquisa “Infra-estrutura Internet2 para Desenvolvimento e Teste de Programas e Ferramentas para TV Interativa” – I2TV. Os temas discutidos abrangiam TV digital, TV interativa, evolução tecnológica, convergência de mídias, alcance social das tecnologias e adoções de ferramentas e técnicas inovadoras na comunicação. Essas conversas estavam muito mais embasadas na desinformação (será que foi por isso que renderam tanto?) do que no conhecimento propriamente dito. Apesar do interesse no assunto e da busca incessante de informações sobre TV digital e interativa, um assunto sempre predominou: a falta de material em língua portuguesa. Com poucas exceções feitas a Portugal, inexistem publicações sobre o assunto em português, o que dificulta muito o início dos estudos sobre o tema e a compreensão de termos técnicos, tão necessários para entender os fundamentos dessa mídia.

A dificuldade maior estava na indicação de leituras básicas e de fácil compreensão, seja para bolsistas novos ou para pessoas de fora do projeto, interessados no assunto. Sempre era necessária a recomendação de no mínimo três sites e dois livros, todos em inglês. Além disso, a maioria desses livros apresenta vários detalhes técnicos, desnecessários e incompreensíveis durante uma leitura introdutória.

Com o passar dos anos e com o aprofundamento das pesquisas, vimos que nossos endereços de sites “favoritos” e os arquivos com textos sobre TV digital, TV interativa, interatividade e Sociedade da Informação, além dos livros adquiridos no período, formavam um verdadeiro banco de dados sobre o assunto. Isso sem contar os e-mails e anotações trocadas durante conferências, simpósios e workshops sobre temas correlatos.

Daria muito trabalho separar o joio do trigo, mas como o desafio sempre nos atraiu e de certa forma norteou os estudos, não hesitamos em começar a exaustiva tarefa de juntar o material mais pertinente a um livro introdutório sobre o tema.
A segunda edição foi uma conseqüência natural da primeira. Após a venda de todos os exemplares em menos de três meses, nos propomos a viabilizar a segunda edição, com algumas atualizações, principalmente no tocante a tecnologias e às experiências brasileiras. Duas áreas em que muita coisa aconteceu nesse aproximadamente um ano desde o lançamento da primeira edição.

Com este livro não pretendemos trazer soluções nem responder perguntas pertinentes sobre o desenvolvimento e andamento das pesquisas no país. Isso fica para uma próxima vez. Pretendemos simplesmente apresentar um tema que até agora tem passado praticamente despercebido pela grande imprensa, e por conseqüência, pela sociedade. Apesar da iminência da definição do futuro da TV digital brasileira, poucos veículos de comunicação se atreveram a fazer reportagens amplas, completas e elucidativas sobre o assunto. Os que tentaram, na maioria dos casos, se perderam na confusão de termos técnicos que questões políticas sem relação efetiva com o tema.

Separamos os principais temas em capítulos, que podem ser lidos linearmente, ou na seqüência que interessar ao leitor. Não há uma interligação entre os capítulos que obrigue a linearidade. Dessa forma, acreditamos tornar mais acessível um tema que, por si só, elimina da compreensão quem não tiver um mínimo de conhecimento na área. Apesar dos esforços em transcrever os termos técnicos para uma leitura agradável, acessível para quem não convive no dia-a-dia com os jargões da informática e das telecomunicações, alguns temas técnicos podem carecer de maiores aprofundamentos. Nesse sentido, indicamos no final de cada capítulo algumas leituras complementares sobre o tema, que podem representar um aprofundamento sobre as questões discutidas em cada seção.

Nos capítulos seguintes apresentaremos a TV digital interativa, que pode ser uma ferramenta de inclusão digital. Por intermédio dela é possível prover o acesso à interatividade, à internet e à informação. Mostramos as principais características, modelos existentes, e discutimos as principais tendências e desafios para o Brasil.

Abordamos a parte teórica sobre o assunto nos capítulos iniciais; depois fazemos uma introdução técnica sobre o tema, para fechar com uma discussão sobre as perspectivas para o país. Procuramos fazer, sempre que possível, um paralelo entre as tecnologias de TV digital e interativa com as aplicações práticas, sempre enfocando a realidade brasileira.

Para finalizar, conversamos com 11 pessoas diretamente envolvidas com o dia- dia televisivo ou com o desenvolvimento da TV digital. Com isso, pretendemos dar um panorama do futuro dessa mídia no país, ouvindo e respeitando as diferente versões de diferentes setores da sociedade. Procuramos representar os setores e atividades econômicas que de alguma forma tiveram, tem ou ainda terão participação na TV digital, sempre com ênfase no alcance dessa tecnologia no país.

Download do Livro

Ou baixe pelo Ginga-DF https://www.gingadf.com.br/blogGinga/livro/TV-Digita-Interativa_2a_EDICAO_Valdecir_e_Montez.pdf

Fonte: LABTVD

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out 14

Há pedidos para o adiamento do desligamento dos sinais analógicos de TV acontece por parte de radiodifusores de toda a América Latina. A exemplo do que vem acontecendo em outros países, a Cirt, associação que reúne radiodifusores mexicanos, pediu o adiamento dos sinais analógicos em seu país em seis anos, passando de 2015 para 2021. Segundo o noticiário Private Advisor Prensario Internacional, os radiodifusores do México, bem como de outros países da ragião, alegam a falta de equipamentos e de financiamento público para a transição. Na Argentina, aponta o noticiário, a radiodifusão privada aguarda o desenrolar das discussões em torno da recém-criada Lei de Serviços Audiovisuais para fazer investimentos na transmissão digital, aponta o noticiário. A tendência é que o adiamento nos investimentos em transmissão acabem levando em um pedido de adiamento do fim do sinal analógico.

No Brasil, em agosto, a Abert, a maior associação de radiodifusão privada, apresentou um estudo apontando que o prazo de desligamento das transmissões de TV analógica pode se estender para além de 2016, data estipulada pelo decreto presidencial que criou o sistema brasileiro de TV digital. Mas ainda não houve nenhuma manifestação formal da entidade no que diz respeito ao adiamento.

Fonte: Tela Viva

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out 14

Projetos combinam smart grid com telefonia móvel e TV Digital

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Projetos em desenvolvimento no Brasil sugerem que as aplicações do smart grid – a rede inteligente de energia elétrica – farão uso de diferentes tecnologias de telecomunicações, desde a telefonia móvel até a TV Digital. As soluções aos consumidores, no entanto, vão depender do caminho escolhido pelas diferentes distribuidoras de energia, de olho no modelo de negócios mais interessante para cada região.

Tome-se o exemplo da Cemig e da Light, cuja abordagem parte do desenvolvimento de um medidor eletrônico que permita o acompanhamento do consumo e a gestão mais eficiente do uso doméstico da energia elétrica. Além de buscar um equipamento com custo mais baixo que os similares importados, o projeto considera apresentar as informações via TV Digital.

“As informações poderão ser lidas pelo conversor e a TV Digital seria a interface para os consumidores. O desafio é fazer um protótipo com custo muito inferior aos equipamentos importados, que estão na faixa de US$ 300 ou US$ 400. Mas com funcionalidades que atraiam os consumidores, porque sem eles os ganhos do smart grid não se justificam”, salienta o coordenador do grupo de smart grid do CPqD, Luiz José Hernandes Júnior.

O CPqD participa das atividades de pesquisa e desenvolvimento desse medidor eletrônico desejado pela Light e pela Cemig, mas Hernandes lembra que a implementação do smart grid no país abrirá diferentes oportunidades de novos negócios com o uso das telecomunicações. “Sabemos que na Europa o smart grid já é utilizado para monitoramento médico. Com o uso de uma pulseira ou um colar é possível detectar até mesmo quedas de um consumidor idoso, por exemplo”, conta.

O uso das telecomunicações também pode se dar com o uso de aparelhos celulares para acionar equipamentos à distância – como iluminação, irrigação ou alarmes. “As funcionalidades vão muito além do serviço anterior [de energia] e com a configuração de uma rede doméstica [home area network] podem ser aportados outros serviços. E os serviços agregados vão surgir naturalmente com o desenvolvimento da tecnologia e a partir dos modelos de negócios adotados”, completa Hernandes.

O CPqD, no entanto, calcula que ainda é cedo para apostar em uma tecnologia dominante para o smart grid. Diferentes soluções – seja com PLC, Zigbee, WiFi, WiMAX ou RF Mesh – serão adotadas a partir das premissas de cada distribuidora de energia. “O PLC, com uso de banda estreita, pode ser uma boa solução para regiões isoladas. Já naquelas com altíssima concentração de clientes a tendência deve ser o uso de redes próprias, com backhaul ou WiMAX”, avalia o coordenador do CPqD

Fonte: Convergência Digital

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out 06

Veja algumas das novidades abaixo do NCL Eclipse 1.5 !

Para instalar o plugin basta fazer o update pelo eclipse, caso nunca tenha feito isso ver este outro post Como estruturar seu ambiente de desenvolvimento para o Ginga-NCL

Visite também:

https://www.laws.deinf.ufma.br/~ncleclipse/index.html

https://www.laws.deinf.ufma.br/

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out 01

Indústria estuda formar consórcio para produzir receptores do sinal digital

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As empresas Intelbras, Visiontec, Tele System e Century são algumas das fabricantes que avaliam a produção de conversores do sinal digital para o analógico (setop box). A ideia é que as empresas interessadas nesse mercado formem um consórcio e busquem financiamento no BNDES para a produção de setop box, informou hoje André Barbosa, assessor especial da Casa Civil e membro do Fórum da TV Digital, que participou de um evento em São Paulo para discutir as tecnologias que estão sendo desenvolvidas para o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD).

“O Brasil não vai subsidiar a compra de aparelhos importados mas incentivar a criação de um ecossistema e financiar a produção”, afirmou Barbosa. Ele lembrou que hoje apenas uma empresa (a Totvs) detém o software que permite a interatividade na TV digital e que a decisão dos técnicos do governo é incentivar “novos implementadores do Ginga” para que o país possa cumprir a meta de produzir 15 milhões de setop box até 2013, ao custo de R$ 200 o aparelho.

Alguns dos fabricantes interessados estão conversando com a Totvs para negociar o custo da licença do software. A informação foi confirmada pelo diretor da empresa, David Britto, representante da área de software no Fórum da TV Digital. “Neste momento estamos fazendo um estudo de viabilidade desse projeto. O que posso afirmar é que não é intenção da Totvs produzir setop box, mas apoiar a criação de um ecossistema para o produto chegar ao mercado através de empresas que hoje fazem produto eletrônico de consumo”, afirmou o executivo.

Segundo Barbosa, o consórcio de empresas brasileiras deve entregar no dia 20 a proposta para produzir os conversores da TV digital, já com o ginga embarcado. O assessor estima uma demanda de pelo menos 15 milhões de setop boxes em 2013. A estimativa do mercado é que neste ano sejam produzidos 12 milhões de televisores no país, dos quais 5 milhões já com o receptor embutido. “So este ano teremos um legado de 7 milhões de aparelhos, que vão precisar do conversor”, diz Barbosa, acrescentando que há residências com mais de um aparelho de TV e mais de 15 milhões de domicílios de brasileiros de baixa renda, que supostamente não poderiam comprar televisores mais caros, já com o receptor embutido.
Opção na USP

O professor titular da USP e supervisor do LSITec, Marcelo Zuffo, reforça que o país vai precisar de setop box na transição do sistema de TV analógico para o digital (a previsão é que em 2013 todo o país já tenha o sinal da TV digital e a partir daí se prepare para o apagão analógico em 2016). O problema, acredita Zuffo, é que os grandes fabricantes de televisores optarem por produzir o aparelho com o receptor integrado. “O Brasil não tem uma indústria forte no setor”, disse Zuffo, lembrando que a Gradiente chegou a fazer setop box mas tirou seu produto do mercado, assim como a Positivo.

O LSITec, envolvido com o projeto do SBTVD desde 2005, criou um modelo de receptor de baixo custo, que está a disposição dos fabricantes. O próprio laboratório, diz ele, tem uma linha de prototipagem com capacidade para produzir 10 mil unidades por dia.

Fonte: Tele Síntese

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