set 29

Dataprev realiza Fórum de TIC sobre TV Digital

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Na próxima quinta-feira (30) a Dataprev realiza mais uma edição do Fórum de TIC, evento que reúne especialistas em tecnologia da informação, do setor público e privado, para discutir e trocar experiências sobre gestão e avanços tecnológicos em infraestrutura, desenvolvimento e segurança. Nesta edição, a 19ª realizada desde fevereiro de 2009, o tema será o desenvolvimento da TV Digital no Brasil.

O evento acontece em Brasília, na sede do Ministério da Previdência Social, e terá a participação de especialistas e acadêmicos como Marco Munhoz do projeto TV Digital Social da Dataprev, Emerson Weirich da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Luiz Eduardo Cunha Leite da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Marcelo Moreno do Laboratório Telemedia da PUC-RJ e Laisa Caroline de Paula Costa da LSI-TEC da USP.

TV Digital Social da Dataprev

Há um mês, a TV Digital Social, desenvolvida pela Dataprev sob coordenação de Marco Munhoz da Unidade de Desenvolvimento de Software Livre no Rio grande do Sul, ganhou o prêmio de melhor projeto no concurso Inovação da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (Set), em São Paulo. O sistema utliza o software livre midleware Ginga, permite o desenvolvimento de aplicações interativas.

Segundo Marco Munhoz, o fórum proporcionará um intercâmbio de informações atualizadas sobre a tecnologia Ginga. O objetivo também será oferecer novos serviços aos principais clientes, como o Ministério da Fazenda e o INSS. ”A TV Digital é um novo meio de disponibilizar informações em massa, assim como são fornecidas pela Internet, de maneira mais abrangente para o público.

O Fórum – Realizado mensalmente desde fevereiro de 2009, o Fórum de TIC Dataprev abre espaço para discussões, apresentação de melhores práticas e trocas de experiência sobre diversos assuntos relacionados à Tecnologia da Informação e Comunicação. Até o momento a empresa já discutiu sobre: Redes de Telecomunicações; Qualidade de Dados; Banco de Dados; Acessibilidade; Software Livre; Competências Gerenciais; ECM; Segurança da Informação; 35 anos de Tecnologia (edição especial pelo aniversário da empresa); Governança em TI e Novas Mídias.

As vagas são limitadas. Entre em contato com cerimonial@previdencia.gov.br para verificar disponibilidade.

Confira a programação completa

9h – 9h30 Credenciamento

9h30 – 10h Abertura

10h – 10h30 Painel I – Projeto “ TV Digital Social”
Painelista: Marco Antônio Munhoz da Silva – Dataprev

10h30 – 11h Debate

11h – 11h30 Painel II – Infraestrutura para Trasmissão da TV Digital
Painelista: Emerson Weirich – EBC

11h30 – 12h Debate

12h– 14h INTERVALO PARA ALMOÇO

14h – 14h30 Painel III – O Cenário atual da TV Digital e o Ginga-Java
Painelista: Luiz Eduardo Cunha Leite – Universidade Federal do Rio Grande do Norte

14h30 – 15h Debate

15h – 15h30 Painel IV – Desenvolver em Ginga-NCL / Lua visando uma futura IPTV do Governo
Painelista: Marcelo Moreno – PUC/RIO – Laboratório Telemedia

15h30 – 16h Debate

16h – 16h30
COFFEE-BREAK

16h30 – 17h
Painel V – Segurança nas Aplicações Interativas
Painelista: Laisa Caroline de Paula Costa – LSI-TEC (USP)

17h – 17h30 Debate

17h30 – 18h
Encerramento – Considerações Finais

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set 28

A Associação Nacional Sul-Africana de Fábricas em Componentes Eletrônicos (Namec) e o Fórum Brasileiro de TV Digital firmaram um protocolo de intenções para estabelecer o compromisso de capacitação de técnicos e empresas africanas caso o país adote o ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial). O acordo estava previsto pelo governo brasileiro e pelo Fórum SBTVD e foi assinado em uma visita técnica à África do Sul. Conforme divulgou o Ministério das Comunicações em nota, pela carta de intenções, os empresários se comprometeram a trabalhar pela adesão da África do Sul ao padrão nipo-brasileiro. Em troca, recebem o apoio do Brasil por meio de treinamentos e consultorias técnicas.

Vale lembrar, o governo sul-africano já havia decidido pelo DVB-T, mas resolveu rever essa posição, juntamente com a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), após um trabalho de divulgação do governo brasileiro para divulgar as vantagens do ISDB-T.

A delegação brasileira se encontrou também com radiodifusores locais, para tentar reverter a posição dos principais opositores à troca do sistema de transmissão dos sinais digitais, os radiodifusores privados.

Entre os argumentos pela adoção do ISDB-T estava o custo dos receptores. Segundo o Minicom, a África do Sul havia decidido pela compressão MPEG-4 no padrão DVB-T, uma combinação praticamente inexistente. Portanto, não haveria conversores produzidos em escala suficiente para baratear os preços ao consumidor sul-africano.

A decisão da África do Sul e dos demais países da SADC pelo padrão de TV Digital a ser adotado na região deve sair ainda este ano. A reunião de ministros da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral está marcada para novembro.

Fonte: Tela Viva

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set 27

Fórum fecha acordo com fabricantes da África do Sul

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A Associação Nacional Sul-Africana de Fábricas em Componentes Eletrônicos (Namec) e o Fórum Brasileiro de TV Digital firmaram um protocolo de intenções para estabelecer o compromisso de capacitação de técnicos e empresas africanas caso o país adote o ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial).

O acordo foi fechado durante a visita de uma delegação brasileira, formada pelo Ministério das Comunicações e integrantes da iniciativa privada, à África do Sul na semana passada.  “A ideia foi mostrar que as pequenas e médias empresas da África do Sul podem ser capacitadas para fabricar equipamentos eletrônicos e produzir conteúdo para a TV Digital.

Assim, elas seriam capazes de participar da cadeia de valor da TV Digital, gerar mais empregos e ajudar a fortalecer a economia do país caso o ISDB-T seja adotado”, explicou o representante do Minicom na comitiva, Flávio Lenz.

Pela carta de intenções, os empresários se comprometeram a trabalhar pela adesão da África do Sul ao padrão nipo-brasileiro. Em troca, recebem o apoio do Brasil por meio de treinamentos e consultorias técnicas. Os 15 países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) já tinham definido preferência pelo padrão europeu (DVB), mas este ano resolveram reabrir o processo de decisão e avaliar padrão ISDB-T.

Além de órgãos do governo sul-africano, a delegação brasileira se encontrou também com radiodifusores locais. Na África do Sul, há seis canais de TV. Três deles são estatais e fazem parte da rede SABC. Outros dois, da rede M-NET, são fechados, por assinatura. O último canal é o ETV, privado e aberto. Os principais opositores à troca do sistema de transmissão dos sinais digitais são os radiodifusores privados. A visita da delegação brasileira tentou estreitar as relações e mostrar que eles também podem ser beneficiados com o ISDB-T.

A comitiva brasileira aproveitou a viagem para rebater os argumentos contrários ao ISDB-T diante imprensa sul-africana. De acordo com os integrantes da delegação, a ideia de que o conversor digital seria mais barato no sistema europeu é falsa. A explicação para isso é técnica: aliado ao padrão europeu, a África do Sul havia decidido pela tecnologia MPEG-4, método de compressão de áudio e vídeo usado no Brasil (e, segundo os técnicos, duas vezes mais eficiente que o MPEG-2, adotado na Europa). Essa combinação, no entanto, praticamente não existe em nenhum outro lugar do mundo. Portanto, não haveria conversores produzidos em escala suficiente para baratear os preços ao consumidor sul-africano.

Outro argumento usado pelos brasileiros: se a África do Sul adotasse o ISDB-T da forma como o Brasil está propondo, as transmissões poderiam ser também em alta definição tanto para a TV aberta quanto para os canais pagos. Hoje, a escolha sul-africana é pelo sistema de transmissão em baixa definição. Os sinais em alta definição só ficariam disponíveis para quem tivesse condições econômicas de pagar a uma TV por assinatura.

A decisão da África do Sul e dos demais países da SADC pelo padrão de TV Digital a ser adotado na região deve sair ainda este ano. A reunião de ministros da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral está marcada para novembro.

Fonte: Convergência Digital

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set 24

Segundo o noticiário argentino NexTV Latam, o governo da Argentina já distribuiu gratuitamente mais de 121 mil caixas receptoras de sinais de TV digital terrestre. Osvaldo Nemirovsci, coordenador geral do Sistema Argentino de TV Digital, afirmou ao noticiário que uma média de 1,5 mil caixas são despachadas diariamente pelo correio do país. A distribuição de equipamentos deve ser ampliada a diferentes áreas do país acompanhando a instalação dos transmissores.

Nos próximos 60 dias devem começar a operar os transmissores de Campana, Baradero e Luján, localizados na província de Buenos Aires. Até o fim do ano, La Plata, Resistencia (na província de Chaco) e San Miguel de Tucumán (na província de Tucumán) também contarão com transmissores digitais.

A expectativa do governo argentino é que até 2012 cerca de 100 transmissores devem estar irradiando sinais digitais, cobrindo 95% do território nacional. O restante da população deve ser atendido por satélite. Há planos de instalação de antenas e set-top boxes para recepção satelital em 8,1 mil escolas rurais está marcada. Até março de 2011, cerca de 2 mil já estarão equipadas. Da Redação.

Fonte: Tela Viva

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set 15

Reinaldo Pamponet, Luiz Soares e Guido Lemos falam sobre Brasil e tecnologia de ponta

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ELETROCOPERATIVA E SERVIROLOGIA

As maravilhas da TV digital não se limitam a incrementar a qualidade das imagens ou permitir a compra da blusa da personagem da novela. A televisão está entrando na internet e ganhou entrada USB, abrindo uma via de duas mãos. O telespectador que antes só recebia a programação das emissoras poderá carregar seu próprio conteúdo em canais abertos de transmissão. “A democratização da informação não só possibilita ter acesso ao conhecimento, como permite gerá-lo. As pessoas estão se dando conta de seu potencial criativo, pois o conhecimento não está nas universidades. O futebol e o Carnaval não nasceram na sala de aula”, afirma Luiz Fernando.

Ninguém melhor do que Reinaldo pra comprovar isso. Natural de Salvador, o ex-executivo da Microsoft participou da implantação da internet no Brasil e recusou uma promoção na multinacional pra fundar, em 2003, o Instituto Eletrocooperativa. O local escolhido para sediar o projeto foi justamente o Pelourinho. A ideia era juntar o tambor, representação da musicalidade local, com o computador, gravando em estúdio a produção musical dos jovens do bairro. “Era o beat e o bite, juntar cultura com computador”, conta Reinaldo, que no dia do encontro promovido pela Trip passava o bastão da Eletrocooperativa aos ex-alunos que agora cuidam da gestão do centro cultural.

Reinaldo ampliou horizontes. Desenvolveu um portal na internet que propõe perguntas aos internautas. As “chamadas criativas” convidam jovens de todo o país a desenvolver uma resposta em forma de conteúdo audiovisual: músicas, vídeos, programas de rádio, podcasts, fotografias, ilustrações, cartazes e textos. Os melhores são remunerados. Já são mais de 3 mil jovens trabalhando em rede, sendo que 60% deles recebem em dinheiro por sua produção.

Ao buscar respostas para as “chamadas criativas”, os internautas entram num processo autodidata, buscando referências e estudando o assunto. Se viram pra aprender, responder e ganhar por sua produção. Como disse o educador Paulo Freire: “Se virar para vir a ser”. Daí o conceito de “sevirologia”, que já ganhou nome em inglês: “It’s Noon”. “É o momento quando o sol está no seu ponto mais alto e não faz sombra pra ninguém. Quando cada um encontra sua própria luz pra criar”, explica Reinaldo. Entusiasmado, Guido propõe a Reinaldo uma união, trazendo a ideia de fazer as chamadas criativas na TV universitária da UFPB, para estimular a produção de conteúdo para sua programação. Logo os dois trocam contatos, pensando em continuar a troca de ideias para um possível projeto em comum.

Matéria completa: https://revistatrip.uol.com.br/revista/192/reportagens/brasil-high-tech.html
Fonte: Revista Trip

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set 13

Empresários buscam negócios no Uruguai e na Argentina

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Começou nesta segunda-feira, 13/9, e segue até quarta-feira, a missão empresarial brasileira e Montevidéu e Buenos Aires, focada em negócios relacionados à TV Digital. O grupo, liderado pelo Secretário da Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Francelino Grando, é formado por sete empresas da área que participarão de rodadas de negócios nas capitais do Uruguai e da Argentina, tendo em vista venda de serviços e bens, além de associações empresariais. Representante do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também deverá integrar a missão.

A visita à capital argentina visa a atender a demandas de empresas do país. O caso uruguaio é distinto, pois esse país adotou o sistema europeu DVB em 2007, e o objetivo da missão é divulgar as vantagens do sistema nipo-brasileiro, sobretudo na área de software.

De acordo com reportagem publicada no jornal La República, para trocar o padrão europeu pelo nipo-brasileiro – ISDB-T, o governo do Uruguai quer a doação de um milhão de conversores, o que significaria um aporte de US$ 20 milhões. Os equipamentos seriam doados para as famílias de baixa renda, num programa semelhante ao desenvolvido pela Argentina – sendo que neste país, a produção dos conversores é subsidiada.

Também há outras opções sendo negociadas entre os governos. Uma delas seria reduzir o número de equipamentos doados para aproximadamente 300 mil, o que teria um custo de US$ 6 milhões. Os conversores seriam doados para os participantes dos programas de inclusão digital do Uruguai. Essa opção, inclusive, seria considerada ‘bastante viável’ pelo governo japonês. Japão e Brasil doariam ainda um equipamento digital para o canal público TV Nacional.

Após a adoção pelo Brasil do sistema ISDB-T, o país se empenhou em difundir o padrão para outros países, a fim de aumentar a escala do sistema e promover a integração industrial e cultural por meio da televisão aberta. No ano passado, praticamente toda a América do Sul aderiu ao padrão.

Fonte: convergência Digital

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set 03

A Sociedade Brasileira de Computação (SBC) tem o prazer de convidar toda a comunidade latino-americana a submeter conteúdos interativos para participação no I Concurso Latino-americano de Conteúdo para TV Digital Interativa, evento integrante do II Workshop de TV Digital Interativa (WTVDI / WebMedia 2010 – https://www.ufmg.br/swib/?p=910#wtvdi).

O objetivo do concurso é oferecer à comunidade a oportunidade de divulgação de sua criatividade e habilidade no desenvolvimento de conteúdo para o Middleware Ginga, oferecendo prêmios aos melhores trabalhos. Nesta edição, serão aceitos trabalhos escritos em Nested Context Language (NCL) com scripts Lua, em conformidade com as especificações do Middleware Declarativo Ginga-NCL.

Serão premiados conteúdos interativos nas seguintes categorias: i) Inclusão Social; ii) Widgets; e iii) Entretenimento e Informação. O primeiro colocado de cada categoria receberá como prêmio um netbook. Menções honrosas também serão distribuídas.

Os trabalhos devem ser enviados por meio do Clube NCL (https://clube.ncl.org.br), repositório livre da Comunidade Ginga, até as 23:59 de 29 de setembro de 2010. Os resultados serão divulgados durante o WTVDI / WebMedia 2010. Aos que se interessarem, o regulamento do concurso encontra-se aqui.

Link Clube NCL https://clube.ncl.org.br/node/82

Coordenação: Laboratório TeleMídia – PUC-Rio

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set 03

Ao participar do Rio Info 2010, o assessor-chefe da Casa Civil, André Barbosa, diz que a integração dos programas pode vir a acontecer por meio dos conversores, que passariam a também funcionar como um dispositivo de acesso à Internet, especialmente, para as classes D e E.

André Barbosa falou também sobre a reunião com os fabricantes de conversores – uma segunda rodada está prevista para o dia 08 de outubro. Ele observou que os fabricantes vão abrir as planilhas de custos para o Ministério da Fazenda. Mas negou que havia um preço fixado em R$ 237.

“Não houve uma proposta formal. Isso é um preço médio, mas, agora, é que vamos negociar um custo final, mas o governo ainda trabalha que o preço máximo é de R$ 200”, afirmou. Barbosa também se mostrou otimista com a presença dos grandes fabricantes na massificação da TV digital.

O assessor-chefe observa que o setup-box deve ser transformado num mediacenter e não ser visto apenas como um equipamento que permitirá a conversão do sinal analógico para o digital.

Também comentou sobre a normatização das aplicações de interatividade e do modelo de negócios do Ginga e, especialmente, sob o risco de não se ter padronização do middleware. Acompanhe a entrevista exclusiva concedida à CDTV, do Portal Convergência Digital.

Fonte: Convergência Digital

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set 01

Prof. Luiz Fernando diz que falta criatividade nos aplicativos do GINGA

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