ago 30

Nokia disponibiliza o DTVi Symbian S60 5a Ed. – Beta

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Aplicativo de TV Digital compatível com o Padrão Brasileiro de TV Digital e Interatividade (ISDB-Tb e Ginga NCL). Para usar este aplicativo, é necessário que se tenha o receptor de TV Digital SU-33Wb conectado ao telefone. A senha de pareamento do receptor ao celular é : 0000 Esta versão Beta permitirá ao usuário receb er em seu dispositivo Nokia conteúdos interativos transmitidos pelas emissoras de TV.

Acesse o endereço https://store.ovi.com/content/48841#/content/48841/reviews

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ago 27

Integrar sim, excluir não, segundo André Barbosa

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Agora só nos resta esperar para ver se isso realmente vai acontecer e quando vai acontecer….. e se os PREÇOS REALMENTE SERÃO POPULARES!!!! E enquanto aqui muito se fala na Argentina já foram distribuídos GRATUITAMENTE mais de 100.000 conversores a população!!!!!

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ago 26

Duas entidades internacionais ficarão responsáveis pela harmonização, normatização, evolução e regulamentação do padrão ISDB-T. Uma será o Fórum Internacional do ISDB-T, formado por agentes da iniciativa privada de cada um dos países onde a norma de TV digital foi adotada. A entidade, responsável pelas normas técnicas, será presidida primeiramente pelo representante brasileiro, o presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital, Frederico Nogueira.

A segunda entidade é o Congresso Permanente da TV Digital Aberta, formado por representantes dos governos dos países onde o padrão ISDB-T foi adotado. A entidade, onde devem haver discussões e resoluções relacionadas a governo eletrônico, entre outras questões, será presidida primeiramente pela Argentina.

Os comandos das duas entidades devem ser trocados anualmente, sendo que os próximos presidentes serão escolhidos em março de 2011, no Chile. A decisão pela formação de duas entidades foi tomada em encontro durante o Congresso da SET (Sociedade de Engenharia de Televisão), que acontece esta semana, em São Paulo.

Norma única
O encontros das entidades internacionais de TV digital já começam com duas disputas envolvendo Brasil e Argentina. Uma se refere à interatividade. O governo argentino vem apontando que deve adotar o middleware Ginga NCL-Lua, sem a camada Java adotada no Brasil. Os argentinos estariam relutantes em pagar royalties a uma empresa norte-americana. Vale lembrar que pelas negociações feitas entre Brasil e a Sun, antiga detentora do Java, será cobrado apenas o valor referente ao Java Engine, incapaz de influenciar nos preços dos equipamentos receptores de TV.

O governo brasileiro teme que com isso se feche o potencial mercado internacional de software criado com a massificação do middleware desenvolvido no Brasil em parceria com a Sun.

Outra questão é em relação ao modelo de adoção do padrão digital por parte da população. A Argentina optou por distribuir caixas receptoras a uma parcela significativa da população desde o início da implementação do padrão. Já os fabricantes brasileiros estão se esforçando para criar um mercado de receptores e televisores com recepção embutida e vê na inciativa argentina uma ameaça a este mercado e à pluralidade de modelos de equipamentos, com diferentes características. O governo, por outro lado, trabalha para desenvolver um set-top popular e que permita aplicações interativas.

Fonte: Tela Viva

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ago 24

Governo e fabricantes avançam no projeto do set-top popular

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Representantes do governo e empresas fornecedoras de equipamentos de consumo reuniram-se nesta segunda, 23, para discutir o projeto do set-top popular para TV digital. O projeto pretende levar ao consumidor ao custo de R$ 200 um set-top convergente, com capacidade para aplicações interativas e bidirecionais, além da recepção de sinais de TV digital em alta definição.

Mais do que um set-top, o governo trabalha com a perspectiva de que o aparelho funcione como um “media center” popular, com possibilidade de acesso a serviços interativos das emissoras de TV e aplicações de governo eletrônico, além de servir como um modem de acesso à Internet para o Plano Nacional de Banda Larga. Participaram desta primeira reunião representantes do BNDES, Ministério do Desenvolvimento, Ministério de Ciência e Tecnologia, Ministério das Comunicações, Casa Civil e ainda Caixa Econômica e Banco do Brasil. A demanda colocada pelo governo foi para um receptor full HD, com 128 Mb de memória flash e 256 Mb de RAM, browser nativo, modem de banda larga (inicialmente ADSL) e middleware Ginga completo instalado. As primeiras empresas interessadas em oferecer o produto apresentaram uma planilha de custos iniciais, com valores próximos do que quer o governo (R$ 240). A segunda etapa do projeto envolve agora negociações com o BNDES para financiamento e com a Fazenda para reduções tributária e concessão de incentivos de produção até que se chegue ao preço alvo ao consumidor, de R$ 200.

O set-top popular terá aplicativos residentes dos radiodifusores e aplicativos desenvolvidos por diferentes órgãos do governo, trabalho que será coordenado com a Casa Civil junto aos diferentes ministérios que possam ter serviços a oferecer ao cidadão (Cultura, Educação, Saúde etc). Também está aberta a possibilidade de que aplicativos de terceiros possam rodar no set-top.

Essas reuniões acontecerão até 8 de outubro, quando está agendada uma segunda rodada de conversas interministeriais para fechar o projeto do set-top popular. Segundo André Barbosa, assessor especial da Casa Civil e um dos responsáveis pelo projeto, a ideia, por enquanto, é manter o set-top restrito a aplicações de banda larga e TV digital aberta, mas nada impede que no futuro os próprios fabricantes busquem alternativas para preparar as caixas para serviços pagos que poderiam ser incorporados ao set-top, caso o consumidor deseje.

A proposta do governo é que o set-top esteja no mercado até abril de 2011 e fique disponível até junho de 2013 pelo menos, que é o prazo final para que a TV digital tenha cobertura de 100%. Com isso, prevê André Barbosa, ajuda-se a expandir a base de pessoas com acesso à TV digital até a Copa de 2014 e haverá uma inversão no processo, com a interatividade e os serviços bidirecionais chegando antes ao mercado e ajudando a TV em alta definição a se massificar. Do contrário, seria necessário aguardar anos até que o parque de televisores seja renovado e que as aplicações interativas estejam embarcadas nas TVs. “Os set-tops são equipamentos mais baratos, que podem ser facilmente trocados por versões mais modernas a cada dois anos, como as pessoas fazem com o celular”.

Até agora, os grupos que mostraram mais interesse em fabricar o set-top popular são a Positivo, Visiontech, STB, Totvs e outras menores, mas todos os fornecedores serão chamados para conversar. As empresas querem tentar com o governo desoneração de PIS, Cofins e impostos de importação dos insumos de produção. É isso que será tratado nas próximas reuniões com o Ministério da Fazenda.

Fonte: Tela Viva

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ago 20

A Nicarágua optou pelo padrão nipo-brasileiro de TV digital, informou o diretor do Instituto de Telecomunicações e Correios, Orlando Castillo. Na região, já são nove países, incluindo o Brasil, adotando o SBTVD.

A informação da adesão da Nicarágua foi dada pelo jornal Prensa Latina, que ouviu o diretor da Telcor, após uma reunião da Comissão Regional de Telecomunicações da Centroamérica (Comtelca).

Segundo Castilho, as negociações com o Brasil estão bastante adiantadas e o SBTVD obteve o aval de viabiliadade dos especialistas da Nicarágua.

Até o momento, já aderiram ao SBTVD, Brasil, Argentina, Peru, Chile, Bolívia, Paraguai, Equador, Venezuela e Costa Rica. Brasil, agora, segue com as negociações com os países africanos.

Fonte: Convergência Digital

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ago 20

Canal de retorno da TV Digital ainda depende da indústria

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Para o Coordenador da Secretaria-Executiva do Comitê Gestor de Inclusão Digital, Nelson Fujimoto, a discussão do canal de retorno da TV Digital no âmbito do PNBL será assunto que não deverá se resolver antes de 2016.

Isso porque, segundo ele, o governo ainda espera sensibilizar os fabricantes para a questão dos conversores digitais, além da interatividade e de outros equipamentos para a transmissão.

Acompanhe esse trecho do debate sobre o PNBL no III Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi 2010) na CDTV do portal Convergência Digital.

Fonte: Convergência Digital

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ago 19

Acompanhe nesse site ao vivo as transmissões do Consegi 2010:

Auditório Charles Babbage
Salão Nobre I – BNDES
Sala Ada Lovelace – DT 02
Sala Alan Turing – DT 03

Confira a Programação completa Aqui

Sobre o Consegi

O III Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico – Consegi 2010 acontece nos dias 18 a 20 de agosto de 2010, em Brasília (DF). O evento será realizado pela Escola de Administração Fazendária – Esaf do Ministério da Fazenda, em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados – Serpro.

O Consegi é um importante espaço para promover a troca de experiências e informações entre instituições da Administração Pública, sociedade civil organizada e representantes de países parceiros. Palestras, painéis e oficinas terão lugar na edição de 2010 que será marcada pela discussão do tema “Computação em Nuvem”.

Nesse ano, serão 109 palestras, 71 oficinas e 17 painéis e debates.

O Serviço Assiste é uma solução baseada no software livre que permite a transmissão (ao vivo ou não) de eventos, palestras, treinamentos, vídeos institucionais, pronunciamentos e similares, para estações de trabalho definidas no âmbito da instituição.

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ago 16

O Comitê Gestor da ICP-Brasil solicitou que a Comissão Técnica da ICP-Brasil (COTEC) estude a criação de alternativas para o uso de certificados digitais na TV Digital. O encaminhamento foi feito em resposta ao Fórum Brasileiro de Televisão Digital (SBTV) que aposta na assinatura digital dos códigos dos aplicativos de interatividade desenvolvidos por diversas empresas como forma de garantir a autoria e a responsabilidade civil.

Uma das propostas a ser avaliada pela COTEC será a criação de uma cadeia de certificação específica para a TV Digital, pois as existentes demandam banda maior do que a disponível para as transações. Na reunião do Comitê Gestor, realizada no último dia 10, foi deliberado também que a COTEC crie um grupo de trabalho para estudar a gestão e os certificados de atributos. O prazo dado fica até o início de novembro para que a COTEC apresente os resultados destes trabalhos para o CG-ICP.

Também foi aprovada a proposta para alteração do DOC – ICP -03, que trata dos critérios e procedimentos de entidades integrantes da ICP-Brasil, modificando os critérios de avaliação financeira e econômica utilizados para autorizar, ou não, a continuidade das atividades ou o credenciamento de novas empresas na ICP-Brasil. O patrimônio líquido das empresas também foi aumentado para R$ 2,5 milhões para Autoridades Certificadoras de primeiro nível, R$ 1 milhão para as ACs de segundo nível e permaneceu em R$ 100 mil para as Autoridades de Registro. As alterações serão publicadas no Diário Oficial da União.

Fonte: Convergência Digital

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ago 16

TV digital e internet serão convergentes e complementares no Brasil

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O assessor especial da Presidência da República para a área de políticas públicas em Comunicação, André Barbosa, disse que a TV digital não concorrerá com a internet no Brasil, ao contrário do que está ocorrendo na Europa e nos Estados Unidos.

Segundo ele, no Brasil essas tecnologias serão convergentes e complementares.

“O Brasil adotou uma posição diferente da que vem sendo praticada em países europeus e nos Estados Unidos, que é a de dar fim à comunicação aberta e de estimular as TVs pagas”, disse Barbosa à Agência Brasil.

“Eles vêm, ainda que aos poucos, caminhando no sentido de pôr fim à comunicação aberta e gratuita. E acreditam que, no futuro, internet e televisão se fundirão até se tornarem a mesma coisa. Nós não pensamos assim,” prosseguiu.

Convergentes e complementares

“Broadcasting [TV] e banda larga [internet] não são a mesma coisa. Uma coisa é você fazer uma conexão que parte de um ponto específico e vai para todos os demais pontos. Outra coisa é você conectar um ponto a outro. Essas tecnologias podem até assimilar recursos uma da outra, mas não têm como se tornarem a mesma coisa, até porque a internet não vai substituir a produção audiovisual das TVs, que tem por base o cinema,” prevê Barbosa.

Ele disse ainda que a tecnologia nova não vai substituir a antiga porque elas podem ser convergentes e complementares. “Ao ser integrada à banda larga [na forma como o padrão adotado pelo Brasil], as TVs digitais passarão a ser também uma ferramenta de inclusão digital bastante eficiente por já estarem presentes em diversos lares”.

Fonte: Inovação Tecnologica

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Fonte: Olhar Digital

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ago 10

Apesar de apostar em novos modelos de serviços – está desenvolvendo aplicativos para unir a TV tradicional aos novos dispositivos móveis – a operadora não prevê, num curto prazo, a incorporação do ginga, o middleware da TV digital, no seu conversor. Uma das justificativas é a falta de padronização.

“Estamos conversando com o Fórum SBTVD e temos que levar para o nosso assinante todas as facilidades da TV aberta, e o ginga será uma delas mais à frente, com a interatividade, mas é preciso trabalhar mais para termos uma interface de software mais amigável, além de outras questões voltadas à incorporação dele ao nosso conversor”, detalhou Márcio Carvalho, diretor de Serviços da Net, durante a ABTA 2010, evento que acontece na capital paulista.

O executivo informou ainda que participa de reuniões com o Forum SBTVD para tentar alinhavar uma estratégia comum para fomentar o uso do Ginga nos conversores da Net. Indagado se a ida da operadora para o desenvolvimento de novos aplicativos, entre eles, a possibilidade de o assinante levar a programação da TV para diferentes dispositivos, como o iPad, o iPhone e outros smartphones, não seria já uma frente para evitar a perda de assinantes para a TV aberta, com o SBTVD, o padrão nipo-brasileiro de TV, Carvalho disse que a competição é salutar e chegará, principalmente, nas classes de menor poder aquisitivo.

“O HD foi e é um diferencial, como já o foi ter uma imagem de ótima qualidade. Serviço será sempre o melhor caminho e o nosso projeto prevê, inclusive, a oferta de produtos por meio da computação em nuvem. O grande desafio, agora, além de reunir a tecnologia é o de estabelecer um modelo de negócio que o viabilize e tenha um preço que atraia o consumidor”, pondera.

Sobre os aplicativos integrando a TV com dispositivos móveis, Carvalho não quis estimar um tempo para a realização de pilotos. “É preciso cautela com esses serviços. Acredito que se tudo correr dentro do previsto, em um ano possamos começar a deixar o caráter experimental e passar para testes práticos, com consumidores”, completa Márcio Carvalho.

Fonte: Convergência Digital

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