mar 11

Mais três cidades brasileiras recebem canais da TV Digital

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O ministro das Comunicações, Hélio Costa, autorizou na tarde desta quarta-feira, 10 de março, a consignação de canais digitais para a TV Anhanguera, de Palmas (TO); para a TV Tocantins, de Anápolis (GO); e para a TV Rio Vermelho, de Luziânia (GO).

Com a consignação assinada, estas emissoras vão preparar projeto de instalação da estação transmissora para receber do ministério autorização para início das transmissões digitais. São 152 emissoras de televisão em todo o Brasil que tiveram do ministério a consignação de seu canal digital.

O ministro Hélio Costa, ao assinar as consignações, lembrou da importância da inovação tecnológica da TV Digital. “É um passo importantíssimo que a tevê brasileira deu, na hora certa, e que posicionou o país na América do Sul”, disse o ministro.

O representante das emissoras, Jaime Câmara, revelou os planos de inauguração do sinal digital em alta-definição das três emissoras. “Essa assinatura vai nos permitir inaugurar o sinal digital nestas três cidades antes da Copa do Mundo”, disse Câmara. A Copa do Mundo começará no dia 11 de junho, na África do Sul.

Passados pouco mais de 2 anos desde a implantação, 29 cidades brasileiras já transmitem a TV Digital em alta-definição. Deste número, 20 são capitais e 9, cidades pólo: São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Campinas (SP), Cuiabá (MT), Salvador (BA), Florianópolis (SC), Vitória (ES), Uberlândia (MG), São José do Rio Preto (SP), Teresina (PI), Santos (SP) Brasília (DF), Campo Grande (MS), Fortaleza (CE), Recife (PE), João Pessoa (PB), Sorocaba (SP), Belém (PA), Manaus (AM), Ribeirão Preto (SP), Joinville (SC), Aracaju (SE), Londrina (PR), São Luís (MA) e Araraquara (SP).

Fonte: Convergência Digital

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mar 11

Band e Sony captarão imagens 3D da Fórmula Indy

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Os testes de captação em 3D de eventos continuam no Brasil. A Sony anunciou nesta quarta, 10, que, por meio de uma parceria com a Rede Bandeirantes, vai captar imagens em 3D da Fórmula Indy, que acontece em São Paulo neste final de semana. Segundo a fabricante, esta é a primeira vez que uma corrida é captada em 3D.

As imagens serão transmitidas para o camarote da Band no Sambódromo, usando TVs Bravia 3D. O material será posteriormente utilizado pela Sony para exibição em pontos de vendas, feiras e outros eventos da empresa. Ainda no Brasil, a Sony também foi parceira da Globo na captação de imagens do Carnaval 2010.

Fora do Brasil, a fabricante já anunciou uma parceria com a DirecTV para a criação de canais de TV com conteúdo produzido exclusivamente em 3D e também fechou um acordo com a Fifa para gravar 25 jogos da Copa do Mundo com esta tecnologia.

Fonte: Tela Viva

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mar 09

ABNT abre consulta pública das normas de interatividade

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Já estão em consulta pública no site da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)  a parte quatro e  a emenda na parte um das especificações de Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital. Esses são os ajustes que faltavam no middleware Ginga, para definir os perfis de interatividade do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). O prazo para  manifestações termina no dia 5 de abril 2010.

  • 85:000.00-006/4 (3° Projeto) – Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital – Parte 4: Ginga-J – Ambiente para a execução de aplicações procedurais
  • ABNT NBR 15606-1 (2° Emenda) – Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital – Parte 1: Codificação de dados

Para votar nos projetos, ao entrar no site da ABNT vá para a página de Consultas Nacionais e clique na opção TV Digital.

85:000.00-006/4 (3° Projeto) Televisão digital terrestre – Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital – Parte 4: Ginga-J – Ambiente para a execução de aplicações procedurais 05/04/2010 Visualizar o projeto
ABNT NBR 15606-1 (2° Emenda) Televisão digital terrestre – Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital – Parte 1: Codificação de dados

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O Conselho Deliberativo do Fórum do Sistema de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD) deliberou em sua primeira reunião do ano, realizada segunda-feira (8/02), o envio das Normas Técnicas dos perfis para a interatividade do padrão nipo-brasileiro (ISDBT), para consulta pública na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Conforme definido em dezembro de 2009, todos os perfis preservam a identidade e a arquitetura baseada em NCL e Java DTV; e o canal de interatividade poderá ser acrescido como uma funcionalidade independente.

O primeiro perfil tem recursos de monomídias como texto, fotos e imagens animadas. E ao segundo foram acrescentadas tecnologias de transmissão de aplicações de clipes de áudio e vídeo, permitindo, por exemplo, o “tira-teima” de jogos de futebol em mini-telas ao lado da imagem principal, entre várias outras possibilidades comerciais e lúdicas que poderão ser desenvolvidas e implementadas pela indústria. Paralelamente, o Fórum prossegue seus trabalhos para que o ISDBT acompanhe a evolução tecnológica e desenvolvimentos futuros do Ginga, garantindo que o padrão nipo-brasileiro se mantenha à prova de futuro.

Fonte: Fórum SBTVD

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mar 05

Com André Barbosa, O que é o Operador de Rede Pública da TV Digital?

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Para estabelecer a digitalização dos canais públicos de televisão, especialmente aqueles gestados pela União, é que a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) está criando um Operador de Rede Público Digital. São plataformas comuns de transmissões que irão permitir ganho de qualidade com redução dos custos. O FNDC entrevista André Barbosa, assessor especial da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para esclarecer alguns questionamentos básicos do projeto de rede nacional que está em andamento.

O que é o Operador de Rede da TV Pública Digital?
André Barbosa – O Operador de Rede é aquele que vai possibilitar operar, numa mesma plataforma, vários sinais de televisão. A proposta de um Operador de Rede para a TV Pública Digital, das plataformas comuns de transmissão do sinal digital e interativo, é um projeto que possibilita estender a rede pública para o serviço de multiprogramação, aumentando o número de players na TV digital.

A escolha tecnológica pelo investimento coletivo – sistema de compartilhamento de conteúdo digital baseado na infra-estrutura de rede nacional – permite que a televisão digital represente mais do que a melhoria do sinal de áudio e de vídeo, mas que inclua a interatividade, que é também outra questão da inclusão social, da inclusão digital.

Como funcionarão os canais nesse operador?
André Barbosa – Você vai escolher um canal, e neste canal, que pode operar com a multiprogramação, escolher aquela que quiser assistir. No caso, vamos utilizar o sistema standard definition, que permite até três programações diferentes. Essa montagem está sendo feita ainda, mas já existe uma proposta de utilização de três canais nacionais e um canal local.

Será possível usar interatividade nos canais que passarão pelo Operador de Rede da TV Pública?
André Barbosa – Claro que sim. Como a União é a outorgante do canal, é o poder concedente, não está sujeita à lei da radiodifusão de 1962 (Código Brasileiro de Telecomunicações – Lei 4117 | 27/08/1962).

Se uma TV educativa quer entrar no Operador, ela tem a possibilidade de fazer multiprogramação?
André Barbosa – Não, porque ela teria que ter um canal digital e também porque ela não é Federal. Por exemplo, a TV Cultura, teoricamente, não poderia fazer, porque é uma emissora educativa que não pertence ao poder Federal, mas ao poder Estadual. E ainda é uma Fundação (Fundação Cultural Padre Anchieta) de caráter privado, inclusive. Ela não está coberta pela Constituição de 1988. Então, o governo concedeu a ela uma concessão de caráter científico-experimental para poder fazer multiprogramação.

Mas as Educativas estão sujeitas à lei da radiodifusão de 1962, regulamentada pela lei de 1977. E, enquanto não houver uma portaria, uma manifestação do ministro mudando essa lei, regulamentando as coisas que já estão anacrônicas, apenas as emissoras público-federais previstas pela Constituição poderão agir sem esse limite da Lei 4117/62.

O que será feito nesse sentido, para que essas emissoras possam operar com multiprogramação?
André Barbosa –
É evidente que o governo quer que as emissoras públicas possam transmitir com multiprogramação. Mas emissoras educativas, pelo menos do que a gente conhece, têm dificuldade de colocar uma programação 24 horas no ar, porque não têm conteúdo – exceto uma ou outra TV universitária, tem algumas horas de programação. E a mesma coisa acontece, no caso das emissoras comunitárias. Uma política de estímulo à programação na televisão deverá gerar, no futuro, uma oferta maior do que existe hoje. Mas essa oferta custa dinheiro. E esse dinheiro vai ser pago por quem? Pela Universidade Federal, pela Estadual? Aí é que está.

Pensamos que os canais federais – o do MEC, por exemplo – terão algum espaço para os canais universitários. Neste caso, o MEC terá de se organizar e fazer o papel de operador de programação.

Como funciona essa plataforma de rede?
André Barbosa – Você manda para um centro operacional em Brasília os três canais nacionais. Um deles é em alta definição. Portanto, são treze programações que irão em Rede Nacional. E, quando chega nesse transmissor, ele estará enviando para o Operador Regional. O operador nacional de Brasília estará mandando para duzentos e tantos postos regionais, que são divididos em postos regionais e locais.

Os regionais, que são mais de 100, terão a possibilidade de colocar a programação local também. Entra aí um quarto canal, com a possibilidade de programação local. É onde podem ser colocados todos os canais comunitários, da Assembléia Legislativa, Câmara Municipal, tudo o que puder encaixar. E abre ainda para os canais universitários locais, restritos à região. O canal local não terá a possibilidade de colocar programação local nesta rede, mas ele poderá colocar a sua programação local na rede regional.

Então está previsto espaço até de sobra – porque não há produção (conteúdo) suficiente ainda para isso. Espero que no futuro a gente tenha que abrir novos canais para fazer frente a uma economia da cultura pujante, forte, com bastante produção, coisa que ainda não existe, inclusive porque não há estímulo para essa programação.

E como estão as iniciativas de estímulo à produção audiovisual?
André Barbosa – O governo está trabalhando isso seriamente, com recursos públicos. O Fundo de Audiovisual, por exemplo, acabou de sair, quer dizer, e outros pontos que vão permitir que áreas que até agora não haviam tido apoio pra produção de conteúdo possam fazer isso.

Em que fase se encontra a implementação do OR?
André Barbosa – Terminamos a chamada pública. Várias empresas se interessaram. Novos consórcios, inclusive internacionais. Estamos finalizando as respostas a estas chamadas públicas, que serão publicadas no site da EBC. Então, será enviado um projeto para o Tribunal de Contas da União, para análise. Depois, ele retorna para licitar.

Esperamos que isso aconteça entre abril e maio, e, quem sabe, teremos uma resposta até o final do semestre. Se não houver nenhum problema, será possível assinar contratos no segundo semestre. Antes do período eleitoral é preciso definir quem é o vencedor. O próximo governo é que vai ser o responsável pela implementação.

O grande motivo dessa rede é criar interatividade para os serviços públicos, de educação, de saúde, de cultura, previdência social, trabalho, segurança, de todas as áreas.

Mas as pessoas ainda não puderam adquirir sua TV digital. Ainda é caro.
André Barbosa –
Claro, não adianta nada disso se não tiver equipamento barato. O governo vem forçando um diálogo mais público com as empresas, com as indústrias, para que se faça um grande mutirão e tenha a oferta de acesso ao equipamento, já com interatividade embutido – o Ginga –, com a possibilidade financiamento.

Quais são as vantagens de uma emissora educativa como a TVE do Rio Grande do Sul, por exemplo, em entrar nessa rede?
André Barbosa – Ela vai ter uma cobertura enorme. Estará recebendo da rede nacional os três canais, um em alta definição, e dois canais com seis programações standard, e vai incluir seis programações. Nessa programação, ela negocia com o operador local, que deve ser a EBC local, digital, e transmite para mais um desses seis canais.

Todos os Estados vão ter essa oportunidade de entrar regionalmente com a sua programação, produzido nos centros locais.

A emissora que entrar para essa Rede, quando chegar em 2015, se não tiver digitalizado seus transmissores perderá o seu canal?
André Barbosa – O Brasil deve estar coberto por emissoras digitais até 2013, a partir de quando não haverá mais concessões analógicas. Então, não serão mais permitidas concessões analógicas. Mas serão concedidas concessões em TV digital até 2016 – aí sim, obrigatoriamente, a TV tem que estar no ar pelo sistema digital.

Assim, a emissora tem ainda de cinco a seis anos para se preparar. Uma das maneiras é já colocar nas programações locais a sua programação digital. Aí ela (emissora) já estará cumprindo a lei. A sua transmissão estará indo ao ar de maneira rápida e difundida, através do Operador de Rede.

Uma TV entra nessa rede com o seu transmissor analógico?
André Barbosa – Não. Até é possível entrar com o transmissor híbrido, analógico-digital, mas vamos dizer que o analógico morreu. Agora é o digital. O canal analógico continua até 2016, daí apaga e só vai manter o digital. Até lá, é possível até que o governo amplie os canais.

No futuro, quando o governo receber de volta os canais analógicos, parte deles poderão ser utilizados para a ampliação da programação pública. Essa é a nossa proposta.

Com o Programa Nacional de Banda Larga e esse projeto, acho que serão duas grandes vias convergentes que farão a infra-estrutura para o acesso à informação.

Fonte: FNDC

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mar 02

Novo Site Novo Endereço

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Logo Ginga DF

Sejam bem vindos ao Novo Site e Endereço do Ginga DF.

Votem na enquete sobre o novo Site!!!

Obrigado e Boa Leitura….

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mar 02

Anais do Congresso Interaction South America

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A versão 2.0 dos Anais do Congresso, está disponível para download.

Links:

https://www.interaction-southamerica.org/2010/03/anais-do-congresso/

Aqui Para Downlod (Interaction_SA_2009_versao2.pdf – 46,8mb)

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mar 02

Noticias TV Digital

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Receptores de TV digital rural da Globo começam a ser vendidos no Rio

Segunda-feira, 01 de Março de 2010, 18h52
Começaram a ser vendidas nesta segunda, dia 1º, as caixas do projeto de Televisão Digital Rural da Globo. As caixas, fabricadas pela Thomson com acesso condicional da Nagra, permitem receber o sinal digital da Globo em alta definição via satélite, bem como das outras emissoras que tenham seus sinais abertos no Brasilsat. O acesso condicional serve para que o sinal da Globo não seja recebido nas localidades onde já existe o sinal local de TV digital terrestre. Um GPS, instalado juntamente da antena parabólica, informará à caixa a posição geográfica, cabendo ao próprio set-top box decidir se o sinal será liberado ou não.

No início a ideia era que a caixa fosse híbrida, com recepção terrestre digital. Por questões de custo, foi decidido que a caixa teria apenas a recepção satelital. Portanto, caso o comprador do equipamento esteja em área coberta pelo sinal digital terrestre da Globo ou suas afiliadas, será necessário comprar um segundo equipamento para recepção do sinal terrestre.

A distribuição está sendo feita pelos canais de venda de equipamentos para captação via banda C, por enquanto apenas no estado do Rio de Janeiro. As vendas devem se expandir para o território nacional brevemente. A expectativa é que neste primeiro vez sejam vendidas pelo menos mil caixas. A plataforma já conta com um site explicativo, no endereço www.tvdigitalrural.com

Com a estratégia de limitar a recepção onde tem sinal de afiliadas, a Globo espera evitar a perda de audiência dos sinais locais para o sinal nacional, o que ocorre em pelo menos 15 milhões de receptores de banda C analógicos, muitos deles instalados em locais em que existe cobertura do sinal local. Da Redação

Desenvolvedores de software querem levar o Ginga a outras plataformas e territórios

Segunda-feira, 01 de Março de 2010, 18h05
As empresas de software especializadas no desenvolvimento de aplicativos Ginga estão se articulando para iniciar um lobby internacional pela adoção do middleware brasileiro em outros países e plataformas. A ideia é mostrar as vantagens do Ginga em comparação com as plataformas de dados dos padrões internacionais de TV digital, sejam elas para TV aberta ou para TV por assinatura. Uma reunião entre as empresas do setor deve acontecer em abril. Embora ainda não façam parte das conversas, os ministérios da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento da Indústria e Comércio devem ser envolvidos já nesta primeira reunião. A expectativa das empresas envolvidas é de que haja um plano de atuação desenvolvido até o segundo semestre deste ano.

Vale lembrar, o Ginga é um middleware aprovado pela ITU, o que facilita sua venda. Também é importante destacar que, além da geografia, o Ginga tem outras barreiras que precisa ultrapassar, que é a das plataformas. Por enquanto, está presente apenas no padrão de TV aberta. Há quem aposte que, com a oferta de aplicativos por parte da TV aberta, as operadoras de TV por assinatura se sintam pressionadas a instalar o middleware em seus set-top boxes. Fernando Lauterjung

Fonte: Tela Viva

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