jun 30

Video de demonstração de aplicativo interativo na FISL 10

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O nosso amigo Marcos Henke do blog b4dtv gravou esses dois vídeos no stand da Dataprev do FISL 10. São uma demonstração de aplicativo interativo em Ginga NCL e Lua efetuada pelo Hugo Cesar Lavalle, do CPqD, utilizando um set-top-box Proview.

O aplicativo foi carregado no set-top-box pela porta usb utilizando um middleware da RCASoft, e acessa um web service através do canal de retorno e simula operações bancárias.

Video 1

Video 2

Links:
– Neste link da TVDI encontra-se disponível o material utilizado nas oficinas da FILS 10

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jun 22

Videos interessantes sobre TVD

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Navegando pelo youTube encontrei esses vídeos e gostaria de compartilhar com vocês!!!

Software livre, utilizado pela TV digital no Brasil
O coordenador do Laboratório de Telemídia da PUC no Rio, Luis Fernando Soares, falou com exclusividade ao Gente que inova sobre essa novidade, revelando o que ela tem de melhor.

PERU TENDRA TELEVISION DIGITAL JAPONESA ISDB-T – Peru chooses JPN standard for digital television
Apresentação da TV Digital no Peru

Passo a Passo Tv Digital
O apresentador Zeca Camargo explica o que é a tv digital em alta definição.

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jun 17

FILS 10 – Fórum Internacional de Software Livre 10 – de 24 a 27 de junho

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Para quem está ligado no Ginga e na TV Digital, no FILS 10 irá acontecer a HORA GINGA nos dias 26 e 27 com várias palestras do iniciante ao avançado….

Vale a pena Conferir!!!!!

Programação
Inscrição
Site FILS 10

Transmissão ao vivo via radio e tv
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jun 10

Você já ouviu falar do CTIC?

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Depois de esperar quase dois anos pela institucionalização do Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (ProTIC), agora,a meta é não perder tempo na definição da formação do seu Comitê Gestor, formado por integrantes da Casa Civil da Presidência, dos ministérios de Ciência e Tecnologia, das Comunicações e de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, além da Finep e do BNDES.

“Difícil dizer uma data, mas espero que já tenhamos a constituição definida em um mês”, afirma Augusto César Gadelha Vieira, Secretário de Políticas para Informática, Ministério de Ciência e Tecnologia. Segundo o decreto publicado na úçtima sexta-feira, 05/06, que criou oficialmente o ProTIC, caberá ao MCT o “apoio administrativo e técnico e dos meios necessários à execução dos trabalhos do comitê gestor”.

Para assumir essa função, o MCT criou o CTIC – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Digitais para Informação e Comunicação , dentro da RNP – Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, como uma unidade de custo.

O ProTIC

E o que é exatamente mais esse programa? Algo criado exclusivamente para incentivar o desenvolvimento da TV Digital no país? “Não é só para TV Digital, é para toda a área de TICs, embora seja de fato uma herança da negociação da TV Digital”, diz Gadelha.

“Quando assinamos o memorando de entendimento com o Japão, havia lá a identificação de um centro de Desenvolvimento de TV Digital no Brasil. Inicialmente, pensou-se em fazer um Instituto de Televisão Digital. Mas estamos falando de um segmento que, na verdade, comporta várias tecnologias que não são aplicadas apenas a ele. São tecnologias de informação e comunicação”, continua Gadelha.

Para ele, se chegou a conclusão que “criar uma espécie de CPqD das TICs seria um esforço grande, demorado, que precisaria da autorização do Congresso, realocação competências existentes no Brasil nas Universidades, centros de pesquisas e empresas para esse centro, fora as discussões grandes de onde sediá-lo… Vários estados estavam querendo o centro. Com tudo isso, a criação física do centro seria contraproducente”, salienta Gadelha.

Diante disso, o Comitê de Desenvolvimento da TV Digital decidiu que seria mais interessante, a criação de um centro de articulação das competências existentes no país para o segmento, reconhecendo que ele envolveria tecnologias, as quais não precisariam estar limitadas ao escopo da TV Digital, de interesse imediato, mas estivessem ligadas a todo o segmento da informação e da comunicação.

“Criamos então uma rede virtual e mecanismos de condução e coordenação desse ambiente distribuído de pesquisa e desenvolvimento. o ProTIC foi criado então para institucionalizar esse processo e facilitar a liberação de recursos por parte do BNDES, da Finep, do CNpq e assim por diante, como já acontece hoje com outros programas de incentivo como o ProNex”, reforça Gadelha.

O ProtIC, portanto, dará a base legal para alocação de recursos e para governança. O seu comitê gestor, formado inicialmente só por membros do governo, definirá na prática a alocação de recursos para o desenvolvimento de tecnologias prioritárias para o país.

Como o ocorrido com o Comitê Gestor da Internet, há praticamente quinze anos atrás, que precisava institucionalizar ações já correntes na Fapesp e na RNP e cuidar da governança da Internet, o PtoTIC chega para institucionalizar ações já em andamento na RNP.

O CTIC

Mais adiantado, o braço operacional do ProTIC, o CTIC, não ficou parado nos últimos dois anos, esperando a formalização do programa. Ainda em 2008, fez um edital que já resultou na formação de seis redes de competência para o desenvolvimento de tecnologias e produtos a serem licenciados pela indústria atuante no Brasil nas áreas de codificação, transmissão, recepção, acesso, interatividadee middleware.

Ao menos cinco dessas redes _ a de middleware (maior delas), terminais de acesso, microeletrônica (o famoso SoC – System on Chip), H264 e antenas inteligentes _ já estão em pleno funcionamento, segundo Nelson Simões, diretor geral da RNP, após a primeira liberação de recursos este ano.”O ProTIC nos dá mais segurança para prosseguir com essas ações”, afirma o executivo da RNP.

A rede do middleware Ginga envolve mais de 19 instituições, coordenadas plea PUC-Rio, segundo o professor Luis Ferando Soares, encarregadas do desenvolvimento de produtos e do aperfeiçoamento do sistema criado no país, reconhecidamente o mais avançado hoje, no mundo.

“Estamos tratando de criar uma comunidade no país bastante ativa, para gerar confiança de todos no middleware e garantir a sua evolução”, diz Gadelha.

Essa rede do middleware está encarregada da resolução de três pontos:(1) a criação de um conjunto de ferramentas para o suporte a autoria e difusão de dados em conformidade com o middleware Ginga; (2) o desenvolvimento do middleware Ginga para plataformas ligadas a Internet, visto que grande parte das emissoras também disponibiliza seus conteúdos nessas redes; (3) e a demanda por mecanismos que facilitem a instanciação do Ginga em diversas plataformas, sistemas de comunicação e dispositivos, notadamente de seu núcleo comum (Ginga-CC).
E subdividiu seus trabalhos em dois projetos: GingaRAP (tecnologias de suporte a autoria de aplicações) e GingaFrEvo (desenvolvimenyto de um framework de evolução da tecnologia Ginga, onde está alocado o projeto Ginda CDN, do qual já falamos aqui).

Do GingaRAP sairão a GingaSuite (suite de ferramentas integradas para autoria e difusão de dados em conformidade com o ambiente declarativo do Middleware) e o Ginga-WAC (um conjunto de módulos para autoria e anotação colaborativa de conteúdo no lado do cliente, integrado a outras ferramentas; e um conjunto de boas práticas para avaliação de acessibilidade de conteúdo e da interação para TV digital2).

Do GingaFrEvo sairão evoluções do Ginga propriamente dito, como o GingaMPB (distribuição e Recepção de Conteúdo Ginga-NCL em Multiredes; o GingaCDN (desenvolvimento de componentes do middleware Ginga _ Ginga-NCL, Ginga-J e Ginga-CC _ e de ferramentas para seu uso; o GingaForAll (arquitetura e ferramenta para concepção de linhas de produtos do Ginga-CC) e o GingaAiyê (especialização do Ginga-CC para aplicações não convencionais).

O ProTIC e o Comitê de Desenvolvimento da TV Digital

Ah! Que fique bem claro. O comitê gestor do ProTIC não é e não será um substituto do Comitê de Desenvolvimento do Governo Federal, criado no início do processo de implantação da TV Digital no Brasil.

“O Comitê de Desenvolvimento quem convoca é o Ministro das Comunicações. É ele o coordenador. Ele é importante para a tomadas de decisão que fortaleçam, politicamente, ações que deverão ser conduzidas pelo Fórum SBTVD com relação a propriedade intelectual, controle de cópias, etc”, explica Gadelha.

Fonte: Convergência Digital

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jun 06

TV Digital: Ginga-NCL recebe prêmio na Europa

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O desenvolvimento do Ginga-NCL, documentado pelo pesquisador Marcio Ferreira Moreno, da PUC-RJ, sob supervisão do professor Luiz Fernando Gomes Soares, acaba de ser agraciado com o “Best PhD Award” na 7ª edição da Conferência de TV Interativa da Europa (EuroiTV 2009), realizada esta semana na Bélgica.

O EuroiTV é um dos mais importantes eventos internacionais sobre TV Digital Interativa e possui grande visibilidade acadêmica e industrial. Participam pesquisadores de universidades, centros de pesquisa e também da indústria de todo o mundo.

Esse é o segundo importante reconhecimento internacional do Ginga-NCL. No mês passado, a linguagem foi aprovada como recomendação H.761 da União Internacional de Telecomunicações (UIT) para a construção de aplicações multimídia destinadas ao ambiente de TV interativa.

Fonte: Convergência Digital

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jun 03

Governo admite negociar, mas quer celular com Ginga em 2010

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Os fabricantes de celulares temem que a cota obrigatória de 5% de terminais produzidos no país com o middleware Ginga NCL embutido – medida que entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2010, em função da portaria interministerial 237, aprovada em 30 de dezembro do ano passado – possa vir a prejudicar o mercado.

Eles já foram ao governo para afirmar que este percentual é elevado. No ano passado, segundo um executivo do setor que preferiu não se identificar, a quantidade de celulares com recepção de Tv Digital não passou de 0,1% do total vendido no país. O secretário da SEPIN, Augusto Gadelha, disse que o governo admite negociar, mas que mantém a estratégia de ter celular com Ginga no ano que vem.

“Não queremos prejudicar a indústria e se, de fato, ficar comprovado que este percentual é impossível de ser alcançado, vamos sentar à mesa e negociar”, disse Gadelha, que participou da solenidade de abertura do ABINEE TEC, evento do setor eletroeletrônico, que acontece ao longo desta semana na capital paulista.

“Mas que fique claro: podemos rever, baixar, mas não vamos deixar de ter a TV digital como estratégia. A norma será mantida. Queremos Ginga no celular no ano que vem”, completou o secretário, que representou o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, no evento.

No final do ano passado, o governo publicou uma Portaria Interministerial 237, alterando as normas dos Processos Produtivos Básicos (PPBs) definidos para fabricação de celulares no Brasil.

No Artigo 4°, o governo passou a exigir dos fabricantes que a partir de 1° de janeiro de 2010, pelo menos 5% da produção nacional dos terminais, que recebem incentivos fiscais da Lei de Informática ou do Pólo Industrial de Manaus deverão conter o middleware GINGA-NCL.

Fonte: FNDC

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