{"id":2249,"date":"2012-09-27T00:11:22","date_gmt":"2012-09-27T03:11:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/?p=2249"},"modified":"2012-09-27T00:13:37","modified_gmt":"2012-09-27T03:13:37","slug":"tv-digital-a-cauda-longa-e-a-segunda-tela-tudo-a-ver","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/tv-digital-a-cauda-longa-e-a-segunda-tela-tudo-a-ver\/","title":{"rendered":"TV DIgital: A cauda longa e a segunda tela, tudo a ver"},"content":{"rendered":"<p>Second secreen ou segunda tela foi uma das buzzwords do Digital Age 2012. Foi tamb\u00e9m uma das buzzwords do Congresso da SET (Sociedade Brasieleira de Engenharia de Televis\u00e3o). Tenho visto muita gente falar a respeito, quase sempre apoiadas nas pesquisas dos institutos de mercado que revelam o h\u00e1bito crescente de consumo simult\u00e2neo de conte\u00fado entre dispositivos como televisores, tablets e smartphones _ as famosas m\u00faltiplas telas. Segundo as pesquisas, os aplicativos de segunda tela fazem com que o telespectador se envolva e preste mais aten\u00e7\u00e3o ainda ao conte\u00fado exibido na TV. OK.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Wikipedia\" src=\"https:\/\/idgnow.uol.com.br\/blog\/circuito\/files\/2012\/09\/Screen-Shot-2012-09-17-at-9.06.20-AM.png\" alt=\"Imagem da Wikipedia\" width=\"331\" height=\"317\" align=\"right\" \/>O que temos visto pouco, de fato, \u00e9 uma discuss\u00e3o mais profunda sobre a grande oportunidade que a segunda tela proporcionar aos produtores de conte\u00fado audiovisual de unir as duas pontas da famosa cauda longa, <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/A_Cauda_Longa\" target=\"_blank\">conceito<\/a> criado pelo editor chefe da revista \u2018Wired\u2019, <a title=\"A Cauda Longa\" href=\"https:\/\/www.livrariacultura.com.br\/scripts\/resenha\/resenha.asp?sid=8737198661491732125582939&amp;nitem=1571513\" target=\"_blank\">Chris Anderson, no livro The Long Tail<\/a>, em discute novos posicionamentos para as empresas em rela\u00e7\u00e3o aos mercados de consumo de massa e de nicho a partir da internet.<\/p>\n<p>Na SET, Roberto Franco, diretor de Rede do SBT e presidente do F\u00f3rum Brasileiro de TV Digital, abordou o tema. Na sua opini\u00e3o, no mercado audiovisual _ especialmente no broadcast _ n\u00e3o faz mais sentido tratar as duas pontas da cauda como mercados concorrentes.<\/p>\n<p>Na sua opini\u00e3o \u00e9 um erro acreditar que o mercado deixou de ser de massa, e passou a ser o da ponta da curva da cauda longa, que atende apenas as demandas um-a-um.<\/p>\n<p>\u201cO que o Chris Anderson quis dizer \u00e9 que os mercados de massa manter\u00e3o sua relev\u00e2ncia e a perder\u00e3o ao longo do tempo , enquanto os mercados de consumo individual passar\u00e3o a ter uma relev\u00e2ncia maior pela possibilidade de distribui\u00e7\u00e3o de equipamentos eletr\u00f4nicos para usos individuais\u201d, argumenta Franco.<\/p>\n<p>Na cabe\u00e7a da curva da cauda longa Roberto Franco v\u00ea a famosa m\u00eddia de massa, a televisa. Na outra ponta, o mercado um a um, do gosto individual, que s\u00f3 a internet tem a capacidade de atender. \u201cO que ningu\u00e9m tem discutido \u00e9 por quanto tempo vamos continuar enxergando as duas pontas da curva. Ser\u00e1 que vamos conseguir entender o consumo das duas pontas da curva e perceber que elas podem n\u00e3o competir, mas cooperar, agregando mais valor para os neg\u00f3cios?\u00a0 Que a internet n\u00e3o vai substituir as m\u00eddias de massa e as m\u00eddias de massa nunca ter\u00e3o como competir com a internet, mas juntas elas poder\u00e3o atender melhor o consumidor, integrando as duas pontas da curva e permitindo\u00a0 que os conte\u00fados de massa andem na dire\u00e7\u00e3o do consumo individual e que o consumo individual possa se deslocar aos conte\u00fados de massa, combinado com eles?\u201d<\/p>\n<p>De fato, o grande desafio hoje \u00e9 enxergar como criar essa integra\u00e7\u00e3o e fazer com que os dois mercados fiquem ainda mais valiosos tirando proveito de toda diversidade de plataformas, servi\u00e7os, aplica\u00e7\u00f5es e ofertas.<\/p>\n<p>No Brasil, especialmente, a TV digital, junto com a internet, pode tornar a experi\u00eancia das TVs conectadas\u00a0 e de uso da segunda tela ainda mais ricas. Um mercado totalmente novo e com potencial muito grande de ser explorado. O grande sonho de estar em qualquer lugar,\u00a0 a qualquer tempo. Mas, para isso \u00e9 preciso colocar o consumidor no centro da discuss\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA import\u00e2ncia est\u00e1 no usu\u00e1rio. \u00c9 ele que definir\u00e1 quem ser\u00e1 o l\u00edder, onde vai buscar a informa\u00e7\u00e3o que precisa, qual \u00e9 essa informa\u00e7\u00e3o e como pretende compartilh\u00e1-la\u201d, lembra Gustavo Mills, cofundador e diretor de marketing da <a href=\"https:\/\/www.klugtv.com.br\/\" target=\"_blank\">Klug.Tv<\/a>, primeira ag\u00eancia a desenvolver a\u00e7\u00f5es de segunda tela no Brasil, justamente para o SBT. Gustavo est\u00e1 convicto de que a TV tem obriga\u00e7\u00e3o de dar mais informa\u00e7\u00f5es sobre aquilo que ela come\u00e7ou. \u201cN\u00e3o basta para o anunciante simplesmente colocar um produto a mostra na TV. Precisa apoiar isso com mais informa\u00e7\u00f5es na Internet\u201d, prega.<\/p>\n<p>Larry Allen, vice-presidente de neg\u00f3cios da RealMedia, disse o mesmo durante o Digital Age 2.0. Confira, no fim deste v\u00eddeo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hO7rzODaqIE?rel=0\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\"><\/iframe><\/p>\n<p>Como Larry Allen e outros especialistas, Gustavo acredita que o principal atrativo da segunda tela \u00e9 matar a curiosidade do telespectador. Ao assistir a uma novela ou s\u00e9rie na TV, as pessoas sempre tiveram a curiosidade de saber mais sobre os atores, a trama, trilha sonora e at\u00e9 onde onde comprar as roupas utilizadas pelos protagonistas (o t-commerce ali\u00e1s sempre foi umas das possibilidades que mais chamaram a aten\u00e7\u00e3o na interatividade da TV Digital). Ao assistir a um jogo,muitos torcedores gostaria de saber mais sobre o time, a performance de cada atleta, os scouts em cada fundamento, as estat\u00edsticas do jogo do seu time em tempo real, etc.<\/p>\n<p>Em pesquisa recente do Ibope, 43% dos entrevistados declararam ter o h\u00e1bito de ver TV e navegar na internet ao mesmo tempo. O \u00edndice nos Estados Unidos \u00e9 muito semelhante: 45%, segundo pesquisa da CBS. A diferen\u00e7a \u00e9 que no Brasil 59% desses usu\u00e1rios que fazem uso simult\u00e2neo, o fazem todos os dias. Nos Estados Unidos esse n\u00famero n\u00e3o chega a 40%. Tem mais: no Brasil, 70% do p\u00fablico que faz uso simult\u00e2neo de Internet e TV navega na Internet influenciados pela TV e 80% assistem na TV conte\u00fados que descobriram ou foram comentados na Internet. Existe uma rela\u00e7\u00e3o muito forte entre esse dois mundos. E as pesquisa comprovam que a segunda tela influencia o telespectador a assistir mais TV ao vivo.<\/p>\n<p>Tem mais: o h\u00e1bito de uso uso simult\u00e2neo da TV e internet est\u00e1 diretamente relacionado ao de uso simult\u00e2neo de TV e tablets. Em <a href=\"https:\/\/blogs.forrester.com\/sarah_rotman_epps\/12-04-11-the_tablet_tv_connection\" target=\"_blank\">estudo recente da Forrester<\/a> 85% das pessoas afirmaram que usam o tablet enquanto assistem TV, sendo que 30% do tempo de uso total do tablet \u00e9 gasto em frente \u00e0 televis\u00e3o.<\/p>\n<p>Outra pesquisa do Ibope, o <a href=\"https:\/\/www.ibope.com.br\/pt-br\/noticias\/Paginas\/Media-Book-revela-os-habitos-de-midia-e-investimentos-publicitarios-da-America-Latina.aspx\" target=\"_blank\">Target Group Index<\/a>, revela que no Brasil a TV aberta tem 97% de penetra\u00e7\u00e3o, enquanto a internet tem 53%, e a TV por assinatura 35% .<\/p>\n<p>Portanto, a TV continua a ter um poder de penetra\u00e7\u00e3o muito grande para dar os inputs que a internet, pode aprofundar. E como j\u00e1 disse o Tiago D\u00f3ria, certa vez, ao tratar do assunto, al\u00e9m de servir como \u201cbackchannel\u201d, a segunda tela evita que as pessoas se percam na web na procura dessa informa\u00e7\u00e3o mais profunda, do conte\u00fado extra.<\/p>\n<p>Pense na novela \u201cCheia de Charme\u201d, tida como a <a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/noticias\/impresso,cheias-de-charme-promove-a-aproximacao-entre-internet-e-televisao,931287,0.htm\" target=\"_blank\">primeira novela transm\u00eddia<\/a> da TV brasileira. Tudo porque, a certa altura, as empregadas Cida (Isabelle Drummond), Ros\u00e1rio (Leandra Leal) e Penha (Ta\u00eds Ara\u00fajo) aproveitaram uma sa\u00edda da patroa, a estrela do tecnobrega Chayene (Claudia Abreu), para gravar em sua casa um videoclipe caseiro da m\u00fasica com a qual sonhavam fazer sucesso, a baladinha brega \u201cVida de Empreguete\u201d, divulgado pelo videomaker na Internet. Ao mesmo tempo em que o v\u00eddeo \u201cvazava\u201d na rede na hist\u00f3ria contada na novela, ele tamb\u00e9m entrava no ar na Internet e, horas depois, no site oficial da novela. N\u00e3o deu outra: \u201cviralizou\u201d, tanto na vida real quanto na fic\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas a segunda tentativa de fazer o mesmo, desta vez com o v\u00eddeo \u201cVida de Patroete, resposta de Chayene ao sucesso das Empreguetes, foi mais complicado. Ao ser citado na novela, j\u00e1 existiam dezenas de par\u00f3dias com o t\u00edtulo de \u201cVida de Patroete\u201d publicadas no YouTube. Custou para o v\u00eddeo entrar no site da novela e, a \u201cviraliza\u00e7\u00e3o\u201d n\u00e3o aconteceu. Estivesse a Rede Globo j\u00e1 usando bem o conceito de segunda tela, suas chances de evitar que os telespectadores se perdessem na Internet buscando o v\u00eddeo \u201cVida de Patroete\u201d seriam infinitamente maiores. Ainda mais se o v\u00eddeo pudesse ser transmitido pelo ar, para televisores com o Ginga e conex\u00e3o internet, como prop\u00f5e a experi\u00eancia de segunda tele concebida pela Totvs\/TQTVD.<\/p>\n<p><strong>Contexto complexo<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 20 anos, cada tipo de servi\u00e7o e produto tinha uma m\u00eddia dominante. Hoje n\u00e3o \u00e9 mais assim. \u201cPara saber o que oferecer \u00e9 preciso fazer uma an\u00e1lise de contexto que considere o broadcast, o broadband e as m\u00faltiplas telas\u201d, afirma Roberto Franco. E para definir o contexto, segundo ele, \u00e9 preciso fazer tr\u00eas perguntas b\u00e1sicas: quem est\u00e1 consumindo, quando est\u00e1 consumindo e onde est\u00e1 consumindo. \u201cHoje, uma mesma pessoa consome audiovisual de maneira diferente, dependendo da hora e do local\u201d, explica.<\/p>\n<p>E essa realidade leva \u00e0 derrubada de algumas verdades absolutas. Ser\u00e1 que h\u00e1bito de consumo audiovisual coletivo para TV persiste? Os modelos do consumo compartilhado (coletivo) e o inclinado para tr\u00e1s (relaxado no sof\u00e1), continuam sendo h\u00e1bitos ou passaram a ser op\u00e7\u00f5es, possibilidades de consumo?<\/p>\n<p>\u00c9 consenso que os celulares e as m\u00eddias digitais expandiram o h\u00e1bito do consumo compartilhado de audiovisual. Fen\u00f4meno batizado de Social TV, outra buzzword do Digital Age 2.0. \u201cVoc\u00ea pode estar assistindo determinado conte\u00fado sozinho, na sua casa e estar interagindo com os amigos, remotamente, via redes sociais. Por outro lado o famoso modelo inclinado para a frente do consumo individual tamb\u00e9m n\u00e3o mudou? Quando voc\u00ea pega um tablet para ver um conte\u00fado audiovisual voc\u00ea pode estar relaxado no sof\u00e1 e na cama?\u201d _ questiona Franco.<\/p>\n<p>\u00c9 ineg\u00e1vel que o contexto de consumo de conte\u00fado audiovisual \u00e9 cada vez mais complexo. \u201c\u00c9 hoje uma combina\u00e7\u00e3o dos h\u00e1bitos de consumo compartilhado, pessoal e m\u00f3vel\u201d, afirma Franco. Temos tamb\u00e9m tr\u00eas diferentes tipos de servi\u00e7o: os tradicionais lineares (TV aberta, que algu\u00e9m faz a programa\u00e7\u00e3o para voc\u00ea), os n\u00e3o lineares (VOD, v\u00eddeo IP) e os multim\u00eddias (com interatividade , como os diferentes modelos de social TV). \u201cIsso d\u00e1 uma matriz que or\u00e1 balizar o trabalho de todos que produzem e distribuem conte\u00fado audiovisual\u201d, afirma o executivo.<\/p>\n<p><strong>Defesa de territ\u00f3rio <\/strong><\/p>\n<p>No SBT a fica j\u00e1 caiu. Para continuar sendo competitiva, a broadband precisa vencer em outros territ\u00f3rios. \u201cMas ningu\u00e9m consegue vencer em outros territ\u00f3rios sem antes vencer no seu pr\u00f3prio territ\u00f3rio. E como se consegue isso? Melhorando, aumentando a qualidade do servi\u00e7o. Primeiro, a radiodifus\u00e3o est\u00e1 aumentando a qualidade dos servi\u00e7os. Inicialmente, do ponto de vista de engenharia de transmiss\u00e3o, investindo em HDTV, 3D, UHDTV e o 3DUHDTV, para conservarmos o seu modelo de neg\u00f3cio e a\u00ed sim, poder expandi-lo\u201d, explica Roberto Franco.<\/p>\n<p>E quais s\u00e3o as possibilidades claras de expans\u00e3o de territ\u00f3rio para o radiodifusor? Inicialmente, o pr\u00f3prio padr\u00e3o digital oferece a possibilidade da mobilidade, atrav\u00e9s do padr\u00e3o 1-seg. E, por fim, a interatividade, atrav\u00e9s do Ginga, com conte\u00fados mais personalizados, inclusive na segunda tela.<\/p>\n<p>Essas possibilidades esbarram em algumas dificuldades. Tudo o que \u00e9 m\u00f3vel, esbarra nos interessas das operadoras de telefonia. \u00c9 preciso aumentar o dialogo com elas para encontrar novos modelos de neg\u00f3cio. A interatividade, por sua vez, esbarra nas TVs conectadas. Do ponto de vista do radiodifusor, os dois deveriam trabalhar juntos para aumentar as possibilidades de ofertas de conte\u00fados personalizados casados com os conte\u00fados lineares.<\/p>\n<p>Afinal de contas, o Brasil tem hoje entre 16 milh\u00f5es a 20 milh\u00f5es de televisores j\u00e1 com conversores digitais em uso. At\u00e9 o fim deste ano, nas contas da Totvs, 5 milh\u00f5es desses televisores ser\u00e3o DTVi, ou seja, possuem o Ginga embarcado. Proje\u00e7\u00f5es do F\u00f3rum SBTVD apontam para 70 milh\u00f5es Televisores DTV em uso at\u00e9 o fim de 2015. E proje\u00e7\u00f5es da TQTVD falam em uma base instalada de 54 milh\u00f5es de receptores com Ginga em 2016. \u201cN\u00e3o d\u00e1 para desprezar isso. A interatividade, principalmente atrav\u00e9s da segunda tela, deve ser aproveitada de alguma maneira para que novos modelos de neg\u00f3cio sejam experimentados\u201d, argumenta David Britto, Diretor T\u00e9cnico da TQTVD.<\/p>\n<p>A t\u00edtulo de compara\u00e7\u00e3o, a proje\u00e7\u00e3o de vendas de TVs conectadas (as chamadas Smart TVs) no mercado brasileiro, segundo a Sony, \u00e9 de 15 a 20 milh\u00f5es em 2014, ano de Copa do Mundo no Brasil.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 muito dif\u00edcil para os fabricantes explicarem as vantagens da TV conectada para os consumidores\u201d, afirma Marcelo Varon, da Sony. Da mesma forma, \u00e9 muito dif\u00edcil explicar como usar o Ginga. A maioria das aplica\u00e7\u00f5es interativas veiculadas hoje pelos radiodifusores peca no quesito usabilidade, como bem mostra este v\u00eddeo abaixo, da primeira aplica\u00e7\u00e3o interativa para um telejornal nacional, criada pela HDX para o Jornal da Band.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/lb3thOuEK2w?rel=0\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\"><\/iframe><\/p>\n<p>Ele revela tamb\u00e9m a dificuldade do radiodifusor em gerar conte\u00fado complementar \u00e0 sua programa\u00e7\u00e3o. Note que as not\u00edcias da aplica\u00e7\u00e3o interativa tinham mais de 12 horas de atraso. Talvez por isso, as aplica\u00e7\u00f5es de segunda tela mais conhecidas sejam as de eventos esportivos, onde \u00e9 mais simples automatizar o processo de gera\u00e7\u00e3o de scouts e estat\u00edsticas.<\/p>\n<p>N\u00e3o d\u00e1 para deixar de pontuar que todo avan\u00e7o tecnol\u00f3gico obtido at\u00e9 aqui, para possibilitar o sonho dos produtores e distribuidores de de conte\u00fado de ter os seus produtos dispon\u00edveis em qualquer dispositivo a qualquer tempo, de nada valer\u00e1 se esse conte\u00fado n\u00e3o for de qualidade.<\/p>\n<p>\u201cSe a gente n\u00e3o tiver conte\u00fado de qualidade n\u00e3o teremos o interesse de ningu\u00e9m em usar qualquer nenhuma dessas tecnologias\u201d, argumenta Gustavo Mills, com raz\u00e3o. \u201cAs pessoas est\u00e3o ali para encontrar o que elas buscam. O que a gente j\u00e1 pode fazer hoje certamente ser\u00e1 modelo para o futuro.\u201d, completa.<\/p>\n<p>Fonte: IDG Now<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Second secreen ou segunda tela foi uma das buzzwords do Digital Age 2012. Foi tamb\u00e9m uma das buzzwords do Congresso da SET (Sociedade Brasieleira de Engenharia de Televis\u00e3o). 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