{"id":15,"date":"2008-02-11T20:45:00","date_gmt":"2008-02-11T20:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.gingadf.com\/blogGinga\/?p=15"},"modified":"2010-02-21T21:06:38","modified_gmt":"2010-02-22T00:06:38","slug":"os-desafios-da-tv-publica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/os-desafios-da-tv-publica\/","title":{"rendered":"Os desafios da TV p\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p>Respons\u00e1vel por uma miss\u00e3o nada f\u00e1cil, presidir a Empresa Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o (EBC), a rede p\u00fablica de TV lan\u00e7ada em dezembro pelo governo Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, a jornalista Tereza Cruvinel \u00e9 taxativa ao afirmar que o direito \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de um bom jornalismo, ser\u00e1 um dos pilares da programa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 sendo fechada para entrar no ar em mar\u00e7o. &#8220;Que n\u00e3o seja chapa-branca nem confunda independ\u00eancia com obriga\u00e7\u00e3o de fazer oposi\u00e7\u00e3o ao governo&#8221;, ressalta. <\/p>\n<p>A TV Brasil est\u00e1 subordinada a um Conselho Curador, formado em sua maioria por representantes da sociedade civil, de variadas correntes de pensamento, de diferentes regi\u00f5es e forma\u00e7\u00f5es profissionais, e que ter\u00e1, al\u00e9m da fiscaliza\u00e7\u00e3o, a responsabilidade de zelar pela natureza p\u00fablica da TV, propondo linhas de programa\u00e7\u00e3o, definindo a pol\u00edtica editorial e acompanhando, atrav\u00e9s de grupos de trabalho, as diferentes faixas de programa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Cruvinel assume que a trajet\u00f3ria \u00e9 longa e \u00e1rdua, mas se mostra disposta a enfrentar o desafio, e promete avan\u00e7os para ainda este ano. &#8220;Na implanta\u00e7\u00e3o, na constru\u00e7\u00e3o da rede, mais e melhor jornalismo, um grande programa de fomento \u00e0 produ\u00e7\u00e3o independente, contemplando anima\u00e7\u00e3o, dramaturgia e document\u00e1rios, mais os sinais concretos de que a TV Brasil ser\u00e1 p\u00fablica e n\u00e3o governamental&#8221;, diz. <\/p>\n<p>Tribunda da Imprensa &#8211; Qual \u00e9 a caracteriza\u00e7\u00e3o de uma TV p\u00fablica? <br \/>Tereza Cruvinel &#8211; A TV p\u00fablica, nos pa\u00edses que t\u00eam um sistema p\u00fablico de comunica\u00e7\u00e3o, juntamente com o privado e o governamental, deve ser entendida como um servi\u00e7o p\u00fablico. O Estado pode financi\u00e1-lo total ou parcialmente, mas a sociedade deve exercer um controle social sobre esta atividade. Neste sentido, a TV p\u00fablica n\u00e3o deve estar subordinada nem \u00e0s regras do mercado nem ao poder pol\u00edtico, mas sim a um organismo de representa\u00e7\u00e3o com poder efetivo. No caso da TV Brasil, ao Conselho Curador, que tem maioria de representantes da sociedade civil. \u00c9 bom lembrar que a Constitui\u00e7\u00e3o, no artigo 223, prev\u00ea o sistema p\u00fablico de comunica\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Quais as diferen\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s TVs comerciais? <br \/>Basicamente, uma diferen\u00e7a de programa\u00e7\u00e3o. A natureza n\u00e3o-comercial da TV p\u00fablica possibilita a abertura de espa\u00e7os para o debate das quest\u00f5es de interesse p\u00fablico, nacionais ou locais. Deve ainda espelhar em sua programa\u00e7\u00e3o a diversidade cultural de um pa\u00eds continental como o Brasil, incorporando informa\u00e7\u00f5es sobre as realidades regionais e valorizando a produ\u00e7\u00e3o das TVs p\u00fablicas associadas. Deve, ainda, assegurar espa\u00e7os de veicula\u00e7\u00e3o para a riqu\u00edssima produ\u00e7\u00e3o \u00e1udio-visual independente, que tem oportunidades restritas na TV comercial. E, por \u00faltimo, mas n\u00e3o menos importante, ajudar a garantir o direito \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de um bom jornalismo. Que n\u00e3o seja chapa-branca nem confunda independ\u00eancia com obriga\u00e7\u00e3o de fazer oposi\u00e7\u00e3o ao governo. <\/p>\n<p>E em rela\u00e7\u00e3o a uma estatal? <br \/>As TVs estatais s\u00e3o essencialmente governamentais, controladas por um dos tr\u00eas poderes: NBR, do Executivo Federal, TV C\u00e2mara, TV Senado, TV Justi\u00e7a, etc. At\u00e9 a pr\u00f3pria Radiobr\u00e1s, antes de sua absor\u00e7\u00e3o pela EBC. A TV Brasil n\u00e3o exibir\u00e1 programas de car\u00e1ter governamental. Para divulgar seus atos e realiza\u00e7\u00f5es, o governo usar\u00e1 o canal governamental a cabo, o NBR, que no futuro deve ser aberto. A TV Brasil ser\u00e1 generalista, ter\u00e1 faixas de programa\u00e7\u00e3o diversas, mas com aquele foco que mencionei: cultura, cidadania, informa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Quais foram as principais linhas que nortearam o governo no patroc\u00ednio da TV p\u00fablica? <br \/>O governo acolheu uma demanda de amplos setores da sociedade brasileira, a exemplo dos movimentos pela democratiza\u00e7\u00e3o das comunica\u00e7\u00f5es, comunicadores, TVs do campo p\u00fablico, entre outros, e que participaram do F\u00f3rum pela TV P\u00fablica. Este f\u00f3rum entregou ao presidente Lula a Carta de Bras\u00edlia, cobrando o cumprimento do artigo 223 da Constitui\u00e7\u00e3o. Naquele momento, ele se comprometeu com a proposta e depois encarregou o ministro Franklin Martins de implant\u00e1-la. O ministro, por sua vez, criou um grupo de trabalho que estudou as experi\u00eancias existentes e formulou uma proposta mais adequadas \u00e0 nossa realidade. De modo que foi esta, basicamente, a origem do projeto que estamos implantando. <\/p>\n<p>Como ser\u00e1 feito o financiamento da nova TV? <br \/>A MP (Medida Provis\u00f3ria) que est\u00e1 no Congresso prev\u00ea, como fonte de financiamento, dota\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria, publicidade institucional (vedada a publicidade de produtos e servi\u00e7os), apoios culturais, doa\u00e7\u00f5es e presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os. O relator, deputado Walter Pinheiro, est\u00e1 propondo, ainda, a vincula\u00e7\u00e3o de uma parcela do Fistel (Fundo de Fiscaliza\u00e7\u00e3o das Telecomunica\u00e7\u00f5es), o que daria uma saud\u00e1vel seguran\u00e7a e uma desej\u00e1vel autonomia financeira para a TV p\u00fablica. <\/p>\n<p>Qual balan\u00e7o das transmiss\u00f5es feitas at\u00e9 o momento? <br \/>Em tr\u00eas semanas de gest\u00e3o, acho que avan\u00e7amos bastante. Unificamos a programa\u00e7\u00e3o da TVE e da Radiobr\u00e1s, colocamos no ar um telejornal que est\u00e1 sendo retransmitido em 18 estados, por emissoras do campo p\u00fablico. A grade resultante da fus\u00e3o est\u00e1 sendo administrada com melhoras, a exemplo da excelente programa\u00e7\u00e3o de filmes nacionais e de document\u00e1rios. Avan\u00e7amos na constru\u00e7\u00e3o da rede e houve a posse do Conselho Curador. Agora, \u00e9 preciso algum tempo para renovarmos a programa\u00e7\u00e3o, e em televis\u00e3o isso n\u00e3o acontece da noite para o dia. <\/p>\n<p>E o cronograma previsto? <br \/>Dentro de dois ou tr\u00eas meses vamos ter uma identidade visual definitiva e alguma renova\u00e7\u00e3o da programa\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 um processo, agora \u00e9 trabalhar, mas com planejamento e persist\u00eancia. <\/p>\n<p>A TV P\u00fablica disp\u00f5e de um Conselho Curador, composto por 20 pessoas, cuja responsabilidade ser\u00e1 fiscalizar o conte\u00fado, com o fim de evitar o risco de manipula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Quais os par\u00e2metros para a fiscaliza\u00e7\u00e3o? <br \/>A fun\u00e7\u00e3o do Conselho vai al\u00e9m da fiscaliza\u00e7\u00e3o. Ele vai zelar pela natureza p\u00fablica da TV, propondo linhas de programa\u00e7\u00e3o, definindo a pol\u00edtica editorial, acompanhando, atrav\u00e9s de grupos de trabalho, as diferentes faixas de programa\u00e7\u00e3o. Dos 20 conselheiros, 15 s\u00e3o representantes da sociedade, de variadas correntes de pensamento, de diferentes regi\u00f5es e forma\u00e7\u00f5es profissionais. S\u00e3o personalidades de destaque em suas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o, de elevado conceito e credibilidade, aptos a julgar a qualidade do servi\u00e7o prestado pela TV p\u00fablica. Os membros do Conselho ir\u00e3o aprovar anualmente um plano de trabalho e fiscalizar a sua implementa\u00e7\u00e3o, tendo poderes, inclusive, para aprovar voto de desconfian\u00e7a ao diretor-presidente, a um diretor isoladamente ou a toda a diretoria, como ocorre em TVs p\u00fablicas bem sucedidas em outros pa\u00edses. Os nomes s\u00e3o conhecidos, variados e respeit\u00e1veis. <\/p>\n<p>O Conselho Curador, na pr\u00e1tica, ser\u00e1 suficientemente \u00e1gil para evitar a intromiss\u00e3o do governo no desenvolvimento de um jornalismo independente? <br \/>O presidente do Conselho, Luiz Gonzaga Beluzzo, j\u00e1 disse que denunciar\u00e1 a primeira tentativa de manipula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica que for identificada. N\u00e3o creio que isso v\u00e1 ocorrer. A diretoria faria o mesmo diante de eventuais press\u00f5es. Agora, n\u00e3o basta acreditar no Conselho, \u00e9 preciso que a pr\u00f3pria sociedade tome a TV p\u00fablica como coisa sua, e seja vigilante. Acredito que a sociedade n\u00e3o ficaria passiva diante de uma TV chapa- branca, subordinada a interesses pol\u00edticos. Ela dispor\u00e1, para sua manifesta\u00e7\u00e3o, da Corregedoria do Conselho e da Ouvidoria, em n\u00edvel de diretoria. <\/p>\n<p>Quais ser\u00e3o os mecanismos de controle social implantados? <br \/>Al\u00e9m do Conselho Curador, a TV Brasil contar\u00e1 com uma Ouvidoria bem equipada para receber as sugest\u00f5es e cr\u00edticas dos telespectadores. Tamb\u00e9m est\u00e3o no ar os sites www.tvbrasil.org.br e www.ebc.tv.br, com enquetes para conhecer o gosto do p\u00fablico e um espa\u00e7o para mensagens e d\u00favidas do internauta. Vamos aprofundar as consultas p\u00fablicas. Este conjunto de instrumentos propiciar\u00e1 uma inter-rela\u00e7\u00e3o intensa com a sociedade. Estamos abertos a adotar outros mecanismos que sejam sugeridos, sejam vi\u00e1veis e eficientes. <\/p>\n<p>Quais ser\u00e3o as diretrizes do jornalismo da TV Brasil? <br \/>Jornalismo plural, isento, com foco no cidad\u00e3o, muito voltado para a diversidade do Brasil, embora atento ao que acontece na superestrutura social: governos, Congresso, institui\u00e7\u00f5es. Mas pensando o Brasil como um todo e invocando sempre, ao construir uma pauta, o que seja de interesse p\u00fablico. <\/p>\n<p>N\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel a interfer\u00eancia na linha editorial da nova TV frente \u00e0 abertura de publicidade institucional de empresas de direito privado? <br \/>Publicidade institucional produz uma receita t\u00e3o residual que n\u00e3o permitiria este poder ao anunciante. <\/p>\n<p>Como ser\u00e1 feita a contrata\u00e7\u00e3o do corpo funcional? <br \/>A EBC, empresa gestora do sistema publico de comunica\u00e7\u00e3o, vai absorver todos os funcion\u00e1rios da TVE e da Radiobr\u00e1s. Contrata\u00e7\u00f5es novas ser\u00e3o muito poucas, para cargos de confian\u00e7a restritos, por an\u00e1lise curricular, como permite a MP, pelo prazo de 90 dias. Para futuras contrata\u00e7\u00f5es, por concurso. <\/p>\n<p>E neste processo, como fica a situa\u00e7\u00e3o dos servidores celetistas e estatut\u00e1rios da Associa\u00e7\u00e3o de Comunica\u00e7\u00e3o Educativa Roquette Pinto (Acerp)? <br \/>O contrato de gest\u00e3o entre a Uni\u00e3o e a Acerp est\u00e1 sendo renovado, preservando os contratos funcionais dos celetistas e renovando a cess\u00e3o dos estatut\u00e1rios. <\/p>\n<p>Existe o perigo de demiss\u00f5es? <br \/>N\u00e3o h\u00e1 plano de demiss\u00e3o. <\/p>\n<p>Na sua opini\u00e3o, qual ser\u00e1 o grande diferencial da TV P\u00fablica no que tange aos debates sociais? <br \/>Queremos mais programas de debate. H\u00e1 poucos na televis\u00e3o brasileira e o melhor deles, o Roda Vida, \u00e9 feito por uma TV p\u00fablica, a TV Cultura de S\u00e3o Paulo. <\/p>\n<p>De que forma ser\u00e3o postos em pr\u00e1tica tais diferenciais? <br \/>Pela diretoria, com absoluta autonomia. Temos trabalhado com absoluta liberdade, correndo o risco de acertar e de errar. E agora, desde o dia 14 de dezembro, em sintonia com o Conselho. <\/p>\n<p>Outros meios, como r\u00e1dio e internet ser\u00e3o contemplados? <br \/>Sim, todas as emissoras federais passar\u00e3o a ser exploradas pela EBC. S\u00e3o elas a R\u00e1dio Nacional AM, R\u00e1dio Nacional FM (Bras\u00edlia), R\u00e1dio Nacional da Amaz\u00f4nia (OC),R\u00e1dio Nacional AM-RJ, R\u00e1dio Mesorregional do Alto Solim\u00f5es (AM-Tabatinga) e, no \u00e2mbito da Acerp, as r\u00e1dios MEC AM e FM, esta \u00faltima retransmitida em Bras\u00edlia. A Ag\u00eancia Brasil, portal de not\u00edcias da Radiobr\u00e1s, ser\u00e1 fortalecida como provedor de conte\u00fados de livre acesso. Nosso sistema de Web contemplar\u00e1, \u00e9 claro, a converg\u00eancia tecnol\u00f3gica. <\/p>\n<p>O que a TV P\u00fablica promete para 2008? <br \/>Avan\u00e7os na implanta\u00e7\u00e3o, na constru\u00e7\u00e3o da rede, mais e melhor jornalismo, um grande programa de fomento \u00e0 produ\u00e7\u00e3o independente, contemplando anima\u00e7\u00e3o, dramaturgia e document\u00e1rios, mais os sinais concretos de que a TV Brasil ser\u00e1 p\u00fablica e n\u00e3o governamental. J\u00e1 estar\u00e1 de bom tamanho tudo isso. <\/p>\n<p>Fonte: Observat\u00f3rio do Direito \u00e0 Comunica\u00e7\u00e3o (11\/01\/2008)<\/p>\n<p>Link: https:\/\/www.direitoacomunicacao.org.br\/novo\/content.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=2316<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Respons\u00e1vel por uma miss\u00e3o nada f\u00e1cil, presidir a Empresa Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o (EBC), a rede p\u00fablica de TV lan\u00e7ada em dezembro pelo governo Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, a jornalista Tereza Cruvinel \u00e9 taxativa ao afirmar que o direito \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de um bom jornalismo, ser\u00e1 um dos pilares da programa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 sendo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[68],"class_list":["post-15","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-entrevista","tag-entrevista"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":226,"href":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15\/revisions\/226"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gingadf.com.br\/blogGinga\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}