May 08

Homenagem ao Professor LUIZ FERNANDO SOARES feita pela SBC em sua edição número 30

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A PRIMEIRA EDIÇÃO DE 2016 DA REVISTA FAZ UMA SINGELA HOMENAGEM A UM DOS PESQUISADORES MAIS GENIAIS DA COMPUTAÇÃO NO BRASIL.

Luiz FernandoA área de Computação no Brasil evoluiu por diversos fatores, mas possivelmente o mais importante tem a ver com o trabalho apaixonado de profissionais que doaram sua energia, talento, conhecimento e tempo a pesquisa, desenvolvimento e inovação na área. E um profissional que exemplifica muito esse perfil foi o professor Luiz Fernando Gomes Soares, que infelizmente nos deixou prematuramente em 2015. LF, como era conhecido por amigos, colegas e alunos, imprimiu seu nome na história da Computação brasileira através de iniciativas que trouxeram grandes avanços não só para a área em si, mas para a sociedade como um todo. Foi sua dedicação e sabedoria que fez surgir no país, por exemplo, o padrão do Sistema Brasileiro de Televisão Digital que conhecemos hoje. Na PUC-Rio, LF também foi orientador de muitos profissionais hoje líderes na academia e indústria que mantêm o seu legado. A atuação de Luiz Fernando foi também fundamental em instituições como Capes e CNPq, e, claro, na nossa Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da qual foi vice-presidente entre os anos de 1999 e 2003, e conselheiro entre 2003 e 2015. Nós, da SBC, somos muito orgulhosos por termos convivido com o professor Luiz Fernando, um profissional magnífico e uma pessoa ímpar e inspiradora.

Fonte: SBC

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Sep 24

Livro: 3° Panorama da Comunicação foi lançado em SP

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Obra compara a situação brasileira com a dos demais países do Cone Sul. Apresentação ocorreu no dia 16 de setembro no Escritório da Presidência

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom) lançaram, nesta segunda-feira, dia 16, às 15h, a obra Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil 2012/2013, composta por quatro volumes: Indicadores e Tendências (partes I e II), Flagrantes e Memória.

Organizada pelo professor José Marques de Melo – ex-diretor da Escola de Comunicação e Artes da USP, primeiro doutor em jornalismo do Brasil e presidente do Conselho Deliberativo da Socicom – e por João Cláudio Garcia, assessor-chefe de Imprensa e Comunicação do Ipea, a obra foi apresentada no Escritório da Presidência da República em São Paulo (Av. Paulista, 2.163, Ed. Banco do Brasil, auditório do 17º andar). Além dos dois, estiveram presentes pesquisadores que participaram do projeto.

Os dois primeiros volumes abordam temas como mercado consumidor de bens simbólicos e produtos culturais, formação e cognição, regulação e controle, cooperação e intercâmbio, mercado de trabalho, sistemas de produção e circulação dos bens simbólicos e conteúdos culturais e comunicação pública. O volume 3 retrata a atuação da sociedade científica do campo comunicacional junto a instituições nacionais e estrangeiras. E o último resgata a memória dos estudos de comunicação no país.

O projeto Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil, que soma três edições, com onze volumes publicados, reunindo mais de 180 textos com análises e propostas de iniciativas e políticas públicas para o setor, rendeu ao Ipea o Prêmio Luiz Beltrão de Ciências da Comunicação 2012 (promovido pela Intercom e Globo Universidade) na categoria Instituição Paradigmática.

Baixe pelo site do Ginga-DF os 4 volumes

Baixe pelo site do ipea

Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil – 2012/2013 – Indicadores e Tendências I – Volume 1

Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil – 2012/2013 – Indicadores e Tendências II – Volume 2

Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil – 2012/2013 – Flagrantes – Volume 3

Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil – 2012/2013 – Memória – Volume 4

Fonte: IPEA

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Sep 03

Brasil 4D: Resultado do Projeto Brasil 4D – Estudo de Impacto Socioeconômico sobre a TV Digital Pública Interativa

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Download do relatório da pesquisa sobre o projeto

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Feb 25

Livro: Sorteio do Livro COMUNICAÇÃO PÚBLICA E TV DIGITAL

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O Ginga-DF em parceria com o Autor do livro COMUNICAÇÃO PÚBLICA E TV DIGITAL Alberto Perdigão, irá sortear um exemplar do livro entre as pessoas que retuitar este post, o sorteio será no dia 28-02-2013.

Sinopse do Livro COMUNICAÇÃO PÚBLICA E TV DIGITAL

 

O que muda nas TVs públicas com a chegada da TV digital interativa? Que papel político devem assumir estas emissoras, para que a tecnologia facilite a que sejam menos governamentais e mais centradas no interesse coletivo, no diálogo e na inclusão? Estas são as questões que movem o jornalista Alberto Perdigão. A obra intitulada ‘Comunicação Pública e TV Digital – interatividade ou imperatividade na TV pública’ é o primeiro resultado da pesquisa que o jornalista realiza sobre a utilização das novas tecnologias da informação e comunicação aplicáveis à televisão, para o fortalecimento da gestão pública e da democracia. A obra está dividida em cinco capítulos. O primeiro trata da comunicação como direito, o segundo sobre comunicação na gestão pública; o terceiro aborda o conceito de comunicação pública – que se fundamenta da Teoria do Discurso, do alemão Jürgen Habermas, e se instrumentaliza com o teórico francês Pierre Zémor. Um quarto capítulo trata da TV pública no advento da TV digital interativa. E, finalmente, o último capítulo analisa as condições tecnológicas e políticas da TV Ceará (a primeira emissora estatal estadual a transmitir em digital) para que se transforme em canal de interatividade e a serviço do diálogo entre governo e cidadãos.

Autor: PERDIGÃO, ALBERTO
Idioma: PORTUGUES
Editora: EDUECE
Assunto: COMUNICAÇÃO – JORNALISMO
Edição:
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 283

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Sep 27

Livro TV Digital: Site do Livro Programando em NCL

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Neste site http://www.ncl.org.br/programandoncl você poderá encontrar várias informações relevantes sobre o livro Programando em NCL 3.0.

Caso você queira contribuir com novos materiais, por favor preencha o formulário cadastro de contribuidor e uma página será criada, para você administrar, no sub-item ”Disciplinas: +Recursos”. A partir dela você poderá incluir ementas de disciplinas por você ministradas, slides usados nessas disciplinas, apostilas, listas de exercícios, exemplos, recursos restritos ao professor etc., tudo sempre com a licença Creative Commons associada.

Bom proveito,
Luiz Fernando G. Soares
Simone D. J. Barbosa

 

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Sep 26

TV Digital – Contexto e Aplicações: Uma Visão Sistêmica da Tecnologia

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Para adquirir acesse: http://www.bookess.com/read/13366-tv-digital-contexto-e-aplicacoes-uma-visao-sistemica-da-tecnologia/

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May 22

Continuando nossa série de lançamentos do mês de maio, anunciamos o “Online NCL Handbook” (Guia de referência Rápida), que pode ser consultado a partir do site oficial da linguagem NCL, mais especificamente em http://www.ncl.org.br/pt-br/handbooks  ou em http://www.gingancl.org.br/pt-br/handbooks

 

Prof. Luiz Fernando Gomes Soares

PUC-Rio / Depto. De Informática

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May 06

Olá,

O mês de maio é muito importante para todos nós. Foi neste mês que parte de
nossos antepassados ganharam a liberdade. Desses descendentes herdamos parte
de nossa cultura e nossa Ginga.

Ginga não se dissocia de liberdade. No presente, liberdade de criar, com
conhecimento aberto a todos e livre de royalties.

Não existe mês melhor que o de maio para fazermos vários lançamentos sobre a
linguagem NCL do middleware Ginga. Como sempre, sem qualquer custo e em
código aberto.

Inaugurando a série de lançamentos do mês, anunciamos a segunda edição do
livro promando em NCL que agora pode ser obtida gratuitamente na forma
eletrônica.

Para tanto, basta seguir um dos dois “links” abaixo.

http://www.ncl.org.br/pt-br/livrosecapitulosdelivros
ou
http://www.gingancl.org.br/pt-br/livrosecapitulosdelivros
ou
http://www.gingadf.com.br/blogGinga/livro/Programando_em_NCL_30.pdf

E fiquem atentos, pois haverá mais novidades neste mês, muito breve.

Abraços,
Luiz Fernando

Fonte: Comunidade Software Público

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Mar 27

Brasil investe pouco na produção de conteúdo digital

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Publicação recém lançada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom), traçando uma ampla radiografia da indústria criativa e conteúdos digitais, revela que, apesar do surgimento de muitas profissões relacionadas com as mídias digitais, ela ainda merece pouca atenção por parte do setor acadêmico no país.

O que pode ser um erro estratégico. Segundo os pesquisadores do Ipea, a indústria de conteúdos digitais é uma indústria em desenvolvimento que, nos EUA, por exemplo, representa 10% do Produto Interno Bruto (PIB) somente na indústria do entretenimento, sem incluir aí as possibilidades de negócios na área de educação a distância, cultura, saúde, cidadania ou serviços públicos digitais interativos.

Levantamento realizado pela equipe de pesquisa junto ao CNPq, usando as palavras-chaves internet, TV digital, TV digital interativos, dispositivos móveis, multiplataformas, EaD, videojogos, jogos digitais, convergência de mídias, mídias convergentes e governo eletrônico mostrou que – até novembro de 2011 – existiam no país 667 pesquisas em diferentes áreas do conhecimento. A saber:

Jornais Digitais – Essa plataforma tem apenas três (03) grupos de pesquisas no Brasil registrados no CNPq, sendo dois (02) na área de comunicação e um (01) na área de sociologia.

Revistas Digitais – A exemplo dos grupos de pesquisas sobre jornais digitais, o número de grupos de pesquisas sobre revistas digitais é muito baixo. Há apenas três grupos de pesquisa nessa temática no CNPq, sendo dois (02) na área de comunicação e um (01) de ciências politicas.

Videojogos – Plataforma tecnológica que está inserida na sociedade desde os anos 50 do século XX, os videojogos/videogames são parte da indústria do entretenimento e jogados em todo o país, mas os estudos dedicados a essa temática ainda são poucos no CNPq. Há apenas seis (06) projetos nessa área, sendo dois (02) em comunicação, dois (02) em educação, um (01) em desenho industrial e um (01) em educação física.

Celulares – A plataforma telefone móvel, popularmente conhecido como celular, tem um numero considerável de grupos de pesquisa: quase a mesma quantidade que estudam a internet mediada por computadores, ocupando o segundo lugar das plataformas tecnológicas mais pesquisadas. Há 247 grupos de pesquisa no Brasil, mas nenhum desses grupos é da área de comunicação. A maioria dos grupos se concentra na área de ciências biológicas e, como os outros grupos de pesquisa, está principalmente no eixo Rio São-Paulo.

TV Digital – A plataforma TV digital possui 89 grupos de pesquisa. A maioria – 41 grupos – na área da computação, ou seja, são estudos focados na estrutura técnica da televisão digital e apenas 18 grupos são da área da comunicação. Outro aspecto importante da analise é que a maioria dos grupos está concentrada nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, onde foram contabilizados 34 grupos.

Cinema Digital – Existem apenas 18 grupos de pesquisa registrados no CNPq preocupados com essa plataforma tecnológica. Mais da metade dos grupos são da área de comunicação e os restantes estão divididos entre educação, ciências da computação, letras e artes.

Internet (computadores mediados por internet) – Entre as temáticas pesquisadas é a que possui mais grupos de estudos financiados pelo CNPq, somando 301 grupos de pesquisas. Destes apenas 38 grupos são da área de comunicação. A maioria dos projetos se concentra na área das ciências exatas (computação, física, química). Mais uma vez percebe-se a concentração das pesquisas no Rio de Janeiro e São Paulo, com 120 grupos de pesquisa.

Em busca realizada na Capes através do seu banco de teses e dissertações, foram encontrados 42.152 trabalhos sobre as temáticas celulares, internet, TV digital, jornal digital, em um videojogos, cinema digital e revista digital em difeServiços, Aplicativos e Conteúdos Digitais Multiplataformas… 151 rentes áreas do conhecimento. Desses, o maior número de teses e dissertações concentra-se na temática celulares, com 34.592 trabalhos, internet, com 6.599 e, em um terceiro lugar muito distante, as teses e dissertações sobre televisão digital, com 582 estudos. Essas teses e dissertações referem-se a todas as teses e dissertações disponibilizadas pela Capes, correspondentes ao período compreendido entre 1987 e 2010.

E não foi por falta de recursos financeiros.

Um dos melhores exemplos de estímulo à pesquisa, produção e inovação em tecnologias digitais ocorreu no primeiro mandato do governo Lula, durante a definição do padrão brasileiro de TV digital. Naquele momento (2003-2006) as universidades e instituições (públicas e privadas) de pesquisa de todo país e cerca de 1.200 pesquisadores da graduação ao pós-doutorado foram estimulados a trabalhar coletivamente produzindo e compartilhando conhecimento. O próprio estudo do Ipea reconhece que, apesar das falhas no repasse de verbas – que acabaram por atrasar e inviabilizar alguns projetos –, o resultado foi a criação de novos polos de pesquisa tecnológica e produção de conhecimentos em capitais, no interior de estados (como São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e em regiões que não possuíam tradição em pesquisa (Nordeste, como Pernambuco e Paraíba).

Mas hoje, mesmo quando se olha só para o segmento de TV Digital, segundo a pesquisadora Cosette Castro, que assina o capítulo 2, do quarto volume do estudo do Ipea, a falta de capacitação para as diferentes áreas de produção de conteúdos, serviços e aplicativos digitais para TV digital (com ou sem recursos interativos) é crítica. “Vai além do uso do middlware Ginga e suas possibilidades interativas. Engloba a sensibilização para a mudança do mundo analógico para o digital, para o fim das narrativas lineares e envolve todos os setores das emissoras”, diz.

O único projeto de capacitação para produção de conteúdos digitais interativos é voltado para pontos de cultura, TVs comunitárias, e ativistas sociais, e vem sendo desenvolvido pelo Laboratório Telemídia (PUC-Rio) em convênio com outras universidades do país. Os recursos e apoio são oriundos do Cmitê Gestor da Internet (CGI) para desenvolver IPTV e TV digital.

Na opinião de Cosette “é necessário que haja ampliação do número de projetos de capacitação com caráter transdisciplinar envolvendo especialistas em desenvolvimento de software, em educação, comunicação e narrativas audiovisuais, design e engenharia. Esses cursos deveriam capacitar e atualizar profissionais do mercado e a comunidade”. Concordam?

No mesmo volume (o quarto), no capítulo 3, Maria Cristina Gobbi traça um panorama do enisno da comunicação no Brasil. Vale ler. Explica, em parte, porque as áreas que mais pesquisam televisão digital no país são: ciências da computação (17%) e engenharia (16%) –os campos do conhecimento que vêm recebendo recursos sistemáticos do governo federal desde 2002, quando começaram as pesquisas tecnológicas para definir o padrão de TVD a ser escolhido no país.

Confira os quatro volumes do Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil 2011/2012

Caso não consiga baixar pelo site do IPEA baixe pelo nosso site:

Fonte: IDGNOW

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Feb 27

Livro sobre TV Digital gratuito

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A Universidade Estadual Paulista (UNESP), através da instituiçãp Cultura Acadêmica, disponibiliza 120 títulos acadêmicos em formato digital para download gratuito através do sitehttp://catracalivre.folha.uol.com.br/2011/12/120-livros-academicos-para-download/

Um desses livros é Televisão digital – Informação e conhecimento – GOBBI, MARIA CRISTINA e KERBAUY, MARIA TERESA (Organizador) que pode ser baixado no seguinte endereço http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=144.
Sinopse 

Constituem a obra capítulos derivados de diferentes perspectivas acerca do tema da televisão digital terrestre, compondo um panorama prismático de diversos aspectos integrantes da inovação a partir das plataformas já existentes e da problemática da implantação, abarcando tópicos distintos componentes da implantação e manutenção do novo sistema – autores na sociedade tecnológica, diversidade cultural e política de informação, educação e participação por meio da interatividade, produção de conteúdos audiovisuais, regulação e políticas de educação, mobilidade e democracia, modelos de negócio, a viabilidade da interatividade, cenários e desafios para as emissoras públicas, a implantação no Brasil e na Espanha, a convergência com instituições educacionais, gestão de conteúdos narrativos, democracia digital, a implantação no Pará e a atuação de emissoras em cada estado, a transição do sinal analógico para o digital, a repercussão midiática sobre a implantação e as controvérsias e desinformações sobre o “apagão digital”.

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