Jul 14

Vídeo Palestra do I Seminário Ginga-DF

 

Tema – Visão computacional como possibilidade de interação uma CyberTv

 



 

Site do evento:  http://www.gingadf.com.br/seminario/i/

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Feb 18

Interatividade: TV Digital Projeto Brasil-4D começa a funcionar no DF

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Oct 23

TV no celular: 4G termina obrigação de uso do padrão da TV digital

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Na ‘guerra’ dos processadores para smartphones, a Qualcomm diz não temer a concorrência direta da Intel – que é líder do mercado de PCs – nem dos fabricantes chineses, de menor custo, sustenta o vice-presidente executivo da empresa, Cristiano Amon.

Para o executivo, que nesta terça-feira, 22/10, participou do Futurecom 2013, os fabricantes de celulares têm, hoje, dois desafios: aumentar a vida útil das baterias e criar um gerenciamento efetivo da temperatura dos terminais.

Por sua vez, o presidente da Qualcomm para a América Latina, Rafael Steinhauser, revelou dados de uma pesquisa feita pela companhia no Brasil. Segundo o executivo, hoje, o processador já está entre os cinco itens mais importantes para o consumidor na hora da escolha de um smartphone. “É claro que não é o principal, mas já é uma referência. O consumidor sabe que para ter tantos aplicativos num celular é preciso um processador capaz de suportar essas operações”, disse.

Entre as tendências do futuro, Amon garante que os celulares vão substituir as redes Wi-Fi. “Essas redes vão ser incorporadas às das operadoras móveis. Serão criadas redes inteligentes onde o Wi-Fi vai completar à banda larga móvel”, diz o executivo. O 4G por sua vez, vai mudar a forma de ver TV no smartphone. “Não há como impor o padrão de TV digital com o 4G. O serviço de broadcast será nativo e não impõe recursos ao fabricante de terminal”, diz.

Fonte: Convergência Digital

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Sep 03

Brasil 4D: Resultado do Projeto Brasil 4D – Estudo de Impacto Socioeconômico sobre a TV Digital Pública Interativa

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Download do relatório da pesquisa sobre o projeto

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Jul 24

CPRE2: O Futuro da interatividade na TV Digital

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May 22

IPTV: Procura-se parceiro de hardware para IPTV no Brasil

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Parceira do projeto da USP de fazer IPTV, com código aberto e usando o middleware Ginga, desenvolvido no Brasil, a HXD diz que é hora de aproveitar o ‘jeito brasileiro de fazer’ para angariar mercado internacional.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, Salustiano Fagundes, presidente da empresa, sustenta que “o futuro da Televisão passa pelo IPTV. E o Ginga tem uma oportunidade de ouro para se consolidar no mercado nacional e internacional”. Um alvo já é mirado pela solução: o setor de hotelaria. Também há uma busca por parceiros de hardware.

Fonte: Convergência Digital

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May 20

IPTV: USP desenvolve IPTV em código aberto

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Durante a BITS 2013, a Universidade de são Paulo, em parceria com a HDX, empresa desenvolvedora de aplicativos para TV digital e smart TVs, apresentaram o projeto de desenvolvimento de uso de plataforma de TV de baixo custo, baseada em Open Source. Projeto, que recebeu R$ 3 milhões da Finep, tem o objetivo de massificar o uso de aplicações digitais. Veja a entrevista concedida por Gustavo Calixto, da USP, sobre a iniciativa.

Fonte: Convergência Digital

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Nov 26

TV Interativa: Campanhas sobre as vantagens de usar TV digital interativa

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Seguem 2 vídeos que os alunos latino-americanos realizaram mostrando as vantagens da interatividade na TV digital durante o curso intensivo na Universidade Católica de Brasilia.

Participaram do desenvolvimento alunos da Comunicação, Educação, Informática, Engenharia e Design que intercambiam conhecimentos e trabalham juntos na elaboração dos videos.

Depoimentos/ testigos sobre TVDi

Uso do controle remoto (animação com dedos)

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Sep 06

Ferramenta Gingaaio: Ginga All in One (2.0.0) disponível

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Está disponível  a versão 2.0.0 da Ginga All in One.

A Ginga Aio (Ginga All in One) é uma máquina virtual para execução e autoria de aplicações NCL. Ao contrário do Set-top Box Virtual Ginga-NCL, a Ginga Aio inclui um ambiente gráfico para facilitar o processo de criação e execução dessas aplicações.

Com um ambiente preparado para o desenvolvimento de aplicações NCL, a Ginga Aio evita que o produtor de conteúdo perca tempo na organização e configuração de seu ambiente. Uma outra novidade com relação ao Set-top Box Virtual Ginga-NCL é a possibilidade da troca de arquivos entre a máquina virtual e a máquina hospedeira através de dran-n-drop, agilizando a importação de projetos para dentro da máquina virtual.

Ainda nesse sentido, se você é um novato, a nova versão da gingaaio traz também o livro “Programando NCL 3.0 2a Edição” e um conjunto de links organizados na barra de favoritos do navegador, que certamente vão ajudar a conhecer uma pouco mais sobre o middleware Ginga e a linguagem NCL.

A seguir seguem os links para a página de download, fotos e vídeos:

Para executar a Ginga Aio é preciso instalar o software de virtualização VMware Player (Windows ou Linux) ou VMware Fusion (Mac OS X).

Faça o download da última versão da Ginga Aio: Download!

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Aug 17

TV Digital: Teles vão financiar migração para a TV digital

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O governo federal estuda a possibilidade de usar o leilão da faixa de 700 MHz como forma de financiamento de parte da migração dos sistemas analógicos para a TV Digital: ou seja, que as teles, grandes interessadas na oferta dessa frequência para serviços móveis, contribuam com os investimentos necessários à radiodifusão.

Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, alguma engenharia será necessária para superar dificuldades já identificadas na transição. Em especial, superar uma questão nascida na ilegalidade, mas que hoje é um fato concreto: a instalação de retransmissores por muitas prefeituras, mesmo sem autorização do Minicom, como forma de garantir sinais de televisão nas cidades.

“Queremos tomar uma decisão sobre os 700MHz e evidente que a decisão é se vamos ceder para fazer banda larga ou não. O processo de digitalização da TV está indo bem na parte de transmissão, tem pouquíssima pendência. Mas na área de retransmissão a coisa não anda com a mesma velocidade. Há um certo corpo mole, porque os mercados não são tão atraentes. Mas, além disso, tem um número enorme de retransmissores que são de prefeituras, entre 2 mil e 3 mil”, explica.

“Se as redes [de radiodifusão] não terão o mesmo interesse e a mesma velocidade, e as retransmissoras são das prefeituras, vamos precisar de uma política para isso, uma forma de financiar isso. Vamos formular soluções e não descartamos que uma delas seja, inclusive, colocar na conta dos 700 MHz. Isso foi feito nos Estados Unidos.”

Segundo Paulo Bernardo, o Minicom identificou que a instalação de retransmissores por prefeitos foi uma forma de garantir o serviço aos moradores. “É assim, vai ter uma Copa do Mundo, a cidade não pega televisão, o prefeito corre, põe uma antena e nem comunicou a alguém. Simplesmente fez. E alguns casos, sequer comunicaram ao Ministério das Comunicações.”

A pasta teve uma boa noção do problema há menos de um mês, quando fiscalizações da Anatel resultaram no corte de sinais de televisão em oito municípios de Minas Gerais, inclusive Sete Lagoas, cidade com 240 mil habitantes. “Não estava autorizada e desligaram. Sete Lagoas é uma cidade grande, importante. Foram lá e desligaram, deixaram sem televisão. Uma confusão”, conta Bernardo.

Imbróglios como esse tem efeito sobre a digitalização da TV. “Não sei se os prefeitos vão querer pegar empréstimo [para fazer a migração]. Por que ele vai querer fazer isso? Muitos vão dizer que quem tem que digitalizar as redes não vem, então deixa o analógico. Aí gera um outro problema que não queremos que é atrasar o fim do processo. A questão é como financiar um negócio que é de interesse comercial, mas também é de interesse social e cultural. Não ter televisão digital em alguns lugares será um pepino.”

“Estamos dizendo o seguinte: não vamos atrasar. Vai chegar em 2016, porque não fez a migração total? Porque não tem interesse comercial, não tem retorno, não tinha dinheiro, o retransmissor era da prefeitura, a prefeitura vai dizer que não pode por dinheiro porque vai dar confusão. Então o governo vai equacionar a maneira de fazer isso. Uma das coisas que estamos pensando é colocar isso na conta dos 700 MHz.”

Fonte: Convergência Digital

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