Jan 20

smartphone tvdMDIC e MCTI publicam novas regras de fabricação de celular com TV digital, que diminui vantagem competitiva para o Ginga nacional. E hoje também está sendo realizada a primeira reunião do grupo que conduz a transição da TV digital, o Gired, e que poderia chegar a um acordo. Mas esse acordo são será simples, tendo em vista que esqueceram de combinar com o governo a melhor estratégia. A decisão de ampliar a distribuição do conversor sem o Ginga para todas as famílias do Bolsa Família, e não apenas os beneficiários, está restrita à cidade de Rio Verde, conforme explicitou a portaria do Ministério das Comunicações. Mas a proposta das teles e dos radiodifusores seria ampliar essa solução nas cidades onde houvesse o desligamento dos sinais de TV. E isso o governo não quer. Mas se até os ministérios encarregados de proteger a produção local já flexibilizaram as regras, porque os agentes envolvidos com a compra e disseminação dos sinais de TV digital e da banda larga não podem caminhar para uma solução mais light?

Os ministérios do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) publicaram hoje, 20, portarias que modificam regras do processo de produção dos celulares, principalmente o que se refere aos smartphones e à cota de produção de TV digital e ao software nacional, o Ginga, reduzindo a sua importância.

As novas portarias, de número 14º e 15º, que valem para a produção na Zona Franca de Manaus e para o restante do país, modificam alguns itens da Portaria 324 de 31/12/2014, principalmente no que se refere à TV digital, e a tecnologia nacional nos aparelhos de celular.

Conforme as regras já acordadas com a indústria, desde o ano passado, 15% dos smartphones teriam que sair das fábricas com capacidade para receber os sinais de TV digital. Este ano devem ser 20% dos aparelhos, e a partir de 2017, 40% dos aparelhos devem ter capacidade de receber o sinal terrestre brasileiro. Esses percentuais não mudam.

Mas havia também uma regra anterior que admitia que, para cada celular que trouxesse um Ginga, o software nacional embarcado, a colocação da tecnologia nacional representaria um multiplicador de 2 em 2015, de 1,2 em 2016 e de 1 a partir de 2017.

A nova norma muda esse critério e estabelece que os celulares que incorporarem o Ginga serão contabilizados em dobro, diminuindo, assim, as vantagens para a tecnologia nacional em relação à regra anterior. Além disso, foi acrescentado um artigo novo que estabelece:

Cada “telefone celular do tipo smartphone com módulo ou componente semicondutor dedicado de alta integração e desempenho” produzido de acordo com o seu respectivo PPB, poderá ser contabilizado no cumprimento da obrigação de fabricação de telefones celulares com capacidade de recepção de sinais de TV Digital, na mesma proporção dos aparelhos que incorporem o middleware Ginga.” Ou seja, outra tecnologia, que não a nacional, também terá preferência no tratamento da política de fabricação brasileira.

A regra anterior admitia também exceções a esse processo de fabricação que deveria ser “pago” com mais investimentos em pesquisa em desenvolvimento pela empresa, e agora houve também mudança nessas exceções.

Gired

É interessante que essas portarias sejam publicadas justamente hoje, 20, quando está sendo realizada a primeira reunião do ano do grupo que conduz a transição da TV digital, o Gired, e que poderia chegar a um acordo sobre o processo de desligamento dos sinais da TV analógica. Mas esse acordo são será simples, tendo em vista que esqueceram de combinar com o governo a melhor estratégia.

A decisão de ampliar a distribuição do conversor sem o Ginga para todas as residências do Bolsa Família, e não as famílias beneficiárias, está restrita à cidade de Rio Verde, conforme explicitou a portaria do Ministério das Comunicações. Mas a proposta das teles e dos radiodifusores seria ampliar essa solução para as cidades onde houvesse o desligamento dos sinais de TV. E isso é que o governo não quer. Mas se até os ministérios encarregados de proteger a produção local já flexibilizaram as regras, porque os agentes envolvidos com as compras e disseminação dos sinais de TV digital e da banda larga não podem caminhar para uma solução mais light? A conferir.

Fonte: FNDC

Tagged with:
Dec 11

Os fabricantes de telefones celulares veem com bons olhos a proposta do governo de alterar o Processo Produtivo Básico (PPB) para esses aparelhos, apesar de discordarem do aumento do percentual de aparelhos capazes de receber o sinal de TV digital.

Hoje a exigência é de que 5% dos aparelhos produzidos estejam aptos a captar o sinal de TV digital. Pela proposta colocada em consulta pública pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, esse percentual vai para 15% em 2015, 20% em 2016 e 40% de 2017 em diante. “Hoje existem mais de 20 aparelhos (que recebem o sinal de TV digital) em várias faixas de preço. A gente entende que essa política já foi bem sucedida, não haveria necessidade de aumento”, afirma o diretor do grupo de aparelhos celulares da Abinee, Luiz Claudio Carneiro.

Segundo ele, a expectativa é de que até o final do ano de 12% a 15% dos aparelhos do mercado sejam compatíveis com o sinal de TV digital, o que mostra, na sua opinião, que o mercado se ajusta à demanda sem necessidade de intervenção regulatória.

Além de aumentar o percentual de aparelhos que devem receber o sinal digital, o governo propõe um aumento na penalidade para quem não cumprir a regra. Em vez de aumentar o investimento em P&D em 2,5%, deverá elevar em 2,65%. Para Carneiro, da Abinee, a medida acaba favorecendo quem não cumpre a meta, já que o aumento de recursos em P&D não é tão significativo.

A proposta em consulta também traz um incentivo para que os fabricantes embarquem o middleware Ginga nos aparelhos. Em 2015, cada aparelho com Ginga contabilizaria dois aparelhos no cálculo da meta dos aparelhos com TV digital. Em 2016 esse multiplicador baixa para 1,2 e em 2017 o incentivo desaparece. Essa metodologia significa a volta do Ginga no PPB dos celulares, muito embora seja opcional (e não obrigatório) para os fabricantes. De toda forma, o governo cogitou retirar o Ginga do PPB, conforme consulta pública publicada em maio, que não foi aprovada.

Proposta inovadora

A proposta de alteração do PPB traz uma inovação que foi muito bem recebida pela indústria. Trata-se de uma tabela de equivalência. Basicamente, a tabela traz a equivalência de substituição de um componente por outro, em caso de os fabricantes terem dificuldades para cumprir o índice de nacionalização de determinado componente.

Luiz Claudio Carneiro explica que a proposta permite que os fabricantes compensem o não cumprimento da meta de utilização de determinado componente nacional com o aumento na nacionalização de outro componente, de acordo com a tabela de equivalência.

“É um conceito novo que é muito positivo. Ainda é tímido, mas traz flexibilidade para a indústria e evita que a gente fique pedindo alteração do PPB todo o ano”, afirma ele. Pela regra, o limite máximo de intercâmbio é de 10% da obrigação. “Esse limite é pequeno, mas é um teste. A indústria vê de forma muito positiva”, afirma.

Por outro lado, há outros pontos que não agradam o setor produtivo, como a obrigação de pelo menos 10% de memória produzida no País já em 2014. Esse índice, explica o executivo, ainda está longe do que as empresas podem cumprir – embora a obrigação atual seja de 15% –, tendo em vista que existe apenas um fabricante de memória nacional. A Abinee trabalha junto ao governo para diminuir esse índice, já que ele será cobrado em 2014. A expectativa é que a norma seja aprovada ainda este ano, com um índice menor que 10%, de modo a garantir que indústria possa estar dentro do exigido.

Fonte: Tele Time

Tagged with:
May 30

Hoje é o último dia para enviar sua manifestação de apoio ao ginga.

Mais uma vez o middleware Ginga é alvo das empresas que participam do FBSTVD. Elas tentam suprimir o Ginga como recomendacao do Forum SBTVD ao texto do edital dos 700MHz a ser realizado pela Anatel.

Venho solicitar a cada um de vocês que  envie HOJE cartas de apoio a manutenção do Ginga ao Forum. A tentativa de supressão será votada hoje e esperamos reverter esse quadro com o  envio de mails, telefonemas e também de  manifestações nas redes sociais.

Se você apoia o Ginga, mande o mail formalizando seu apoio para:
– superintendencia@dtv.org.br
– cgel.ppb@mdic.gov.br
– mcti.ppb@mct.gov.br
– cgapi@suframa.gov.br

E multiplique o pedido de envio de apoio com seus colegas, amigos e
associações.

Segue abaixo copia da carta que acabo de enviar ao Forum. Sugestões prof. Cosette Castro

Para mais informações sobre a consulta acesse Consulta pública manutenção do Ginga em telefones celulares

Prezados Conselheiros do FSBTVD,

Venho por meio desta formalizar meu apoio a  manutencao do middleware
Ginga nos conversores digitais voltados para publicos de baixa renda de acordo com edital atualmente em consulta publica que preve sua utilizacao
com fins da acessibilidade a aplicativos com servicos publicos transmitidos pela TV Digital aberta.

É inconcebivel que um projeto premiado internacionalmente, que tem o apoio do maior banco de fomento a projetos inovadores em todo o planeta, o Banco
Mundial  seja deixado de lado. Nesse momento,  o BM se prepara para repetir na América Latina  a experiencia exitosa realizada em 2013 em Joao Pessoa, na Paraiba.
Desde o começo de 2014 o  Ginga voltado para famílias de baixa renda está sendo testado
com sucesso em Brasilia colocando o Brasil mais uma vez no foco das experiencias exitosas de inovação e inclusão digital perante o mundo.
Assim sendo,manifesto mais uma vez  meu apoio a  manutencao do middleware
Ginga nos conversores digitais voltados para publicos de baixa renda

.

Tagged with:
Mar 26

O Galaxy Grand 2 é um smartphone com tela de 5,25 polegadas dual-SIM que contará com compatibilidade com a TV digital no padrão brasileiro.

Junto com o lançamento do Galaxy S5, a Samsung anunciou também nesta quarta, 26, mais produtos móveis: três tablets e cinco smartphones.

Os telefones são todos da linha Galaxy, mas em versões mais baratas do que o primo rico recém-anunciado. O destaque é o Galaxy Grand 2, um smartphone com tela de 5,25 polegadas dual-SIM que contará com compatibilidade com a TV digital no padrão brasileiro.

Entretanto, em vez de usar o padrão móvel 1-seg, o dispositivo usará o sinal Full-Seg.

De acordo com diretor de produtos da Samsung, Roberto Soboll, o aparelho (que também foi chamado de Grand Duos 2) será o primeiro dispositivo móvel com TV digital em alta definição no Brasil.

“O 1-seg tem resolução muito baixa, então, se eu estiver fixo, o aparelho recebe o sinal como o da TV digital em Full HD”, declara. Vale lembrar que o padrão brasileiro para TV fixa apresenta imagem na resolução máxima de 1080i (interpolado) ou 720p. A resolução Full HD é de 1920 x 1080p.

De qualquer forma, a tela do aparelho tem resolução de 720p, o que já garante a exibição da TV em alta definição. O executivo da Samsung explica que o recurso é destinado ao consumidor que quer conteúdo sem abrir mão da resolução, como um espectador em um estádio de futebol acompanhando a transmissão.

Soboll diz ainda que o Grand 2 começará a ser vendido ainda nesta semana ao preço de R$ 1.299. Os outros quatro aparelhos da linha Galaxy que chegarão também não foram anunciados ainda, mas o executivo afirmou que se tratam de versões de entrada, com telas menores.

Tablets

Os três modelos de tablets anunciados nesta quarta-feira foram o Galaxy NotePro, com tela de 12,2 polegadas, e o TabPro nas versões de 10,1 polegadas e 8,4 polegadas.

O NotePro conta com processador quad-core de 2,3 GHz, enquanto o TabPro é equipado com chipset octa-core (um de quatro núcleos com 1,9 GHz e outro de 1,3 GHz).

Todos os dispositivos possuem tela com resolução 2.560 x 1.600, armazenamento de 32 GB ou 64 GB expansível via microSD, câmera de 8 megapixels e sistema operacional Android 4.4 KitKat. O NotePro conta ainda com uma caneta stylus S Pen e conectividade LTE.

A série Pro traz serviços de produtividade como a suíte Hancom Office para edição de documentos, planilhas e apresentações.

Além disso, os tablets contam com soluções Cisco Webex para conferências pela web; Evernote Premium por seis meses; assinaturas digitais de publicações das editoras Abril, Três e Globo; 50 GB de espaço no Dropbox por dois anos; e acesso ilimitado ao serviço para conteúdo infantil em dispositivos móveis Playkids, da brasileira Movile.

O Galaxy NotePro sairá por R$ 2.899 na versão 4G. Já o TabPro de tela de 10,1 polegadas custará R$ 1.699, enquanto o de 8,4 polegadas sairá por R$ 1.399. Os três dispositivos chegarão às “principais redes de varejo” a partir do dia 31 de março.

Fonte: Exame

Tagged with:
Nov 05

Os primeiros resultados do painel-teste de monitoramento de TV digital no celular realizado pelo Ibope Media Lab, revelam que terças e quartas-feiras são os dias da semana em que mais participantes do painel optaram em consumir o meio. Os picos de acesso à TV digital no celular ocorreram exatamente às quartas-feiras, dias de transmissão de jogos.

O painel-teste também constatou que as pessoas que consomem TV digital via celular permanecem, em média, 60 minutos por dia ligadas à programação.

Para seguir com a análise destas e outras métricas de consumo de TV digital no celular, a expectativa, nesta primeira fase, é estabelecer um painel teste formado por adesão de usuários da região metropolitana de São Paulo.

Os convites para participar desta iniciativa estão sendo enviados, por meio de banners informativos, aos portadores de celulares com TV digital. Além destes, demais interessados também podem participar, desde que morem na Grande São Paulo e tenham aparelho de celular com sistema operacional Android com acesso à TV digital. Para tanto, basta fazer o download do aplicativo TV Móvel no Google Play.

A tecnologia para o teste vem de uma parceria do Ibope Media com a Video Research, empresa japonesa que desenvolveu a ferramenta. Informações em tvmovel.ibope.com.br

Fonte: Tela Viva

Tagged with:
Oct 23

Na ‘guerra’ dos processadores para smartphones, a Qualcomm diz não temer a concorrência direta da Intel – que é líder do mercado de PCs – nem dos fabricantes chineses, de menor custo, sustenta o vice-presidente executivo da empresa, Cristiano Amon.

Para o executivo, que nesta terça-feira, 22/10, participou do Futurecom 2013, os fabricantes de celulares têm, hoje, dois desafios: aumentar a vida útil das baterias e criar um gerenciamento efetivo da temperatura dos terminais.

Por sua vez, o presidente da Qualcomm para a América Latina, Rafael Steinhauser, revelou dados de uma pesquisa feita pela companhia no Brasil. Segundo o executivo, hoje, o processador já está entre os cinco itens mais importantes para o consumidor na hora da escolha de um smartphone. “É claro que não é o principal, mas já é uma referência. O consumidor sabe que para ter tantos aplicativos num celular é preciso um processador capaz de suportar essas operações”, disse.

Entre as tendências do futuro, Amon garante que os celulares vão substituir as redes Wi-Fi. “Essas redes vão ser incorporadas às das operadoras móveis. Serão criadas redes inteligentes onde o Wi-Fi vai completar à banda larga móvel”, diz o executivo. O 4G por sua vez, vai mudar a forma de ver TV no smartphone. “Não há como impor o padrão de TV digital com o 4G. O serviço de broadcast será nativo e não impõe recursos ao fabricante de terminal”, diz.

Fonte: Convergência Digital

Tagged with:
Jul 23

Iniciativa da Abert mira a Jornada Mundial da Juventude e deve ser repetida por ocasião dos grandes eventos

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) lança nesta segunda-feira, 22, uma campanha para estimular as pessoas a usarem o celular para acessar a programação do rádio e da televisão aberta. Com o slogan “Rádio e TV ao alcance da sua mão”, a iniciativa aposta no Facebook para alcançar o público que participa nesta semana da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), estimado em 2 milhões de pessoas.

“Em grandes eventos, as redes de telefonia não suportam a sobrecarga de dados. O rádio e a TV tornam-se os maiores aliados de quem precisa de informação instantânea”, explica o presidente da Abert, Daniel Slaviero. Com peças criadas para o Facebook, a campanha orienta como acessar a programação de rádio e televisão aberta pelo celular – e sem custo – e informa sobre modelos e marcas de aparelhos habilitados para o serviço.

De acordo com dados da Anatel, existem no país 265,7 milhões de celulares, 134,35 aparelhos para cada 100 habitantes. Estima-se que 60% desse total possuem rádio FM e mais de 5% TV digital. A campanha é a primeira de uma série que a entidade promoverá aproveitando grandes eventos como Copa do Mundo, eleições e Olimpíadas, como forma de incentivar as pessoas a usarem o celular para acessar rádio e TV. “Assim, soma-se a mobilidade à informação rápida e de qualidade, sem pagar nada por isso”, resume Slaviero.(Da redação, com assessoria de imprensa)

Fonte: FNDC

Tagged with:
Jul 18

O Ibope Media passará a medir a audiência da TV digital no celular no Brasil. A pesquisa inicialmente vai se restringir à região metropolitana de São Paulo, onde a empresa busca dois mil voluntários para o projeto. Para participar é preciso ter um smartphone Android com antena de TV digital e instalar o aplicativo “TV móvel”, disponível na Google Play, a partir do qual o usuário deverá passar a assistir aos canais em seu celular. Os participantes acumularão pontos ao longo do tempo, que poderão ser trocados por prêmios. Foi criado um hotsite para detalhar a iniciativa.

A pesquisa vai medir quantas vezes cada usuário liga ou desliga a TV no celular, quanto tempo permanece em cada canal e se troca de canal. Nenhuma outra informação será coletada. A amostra de duas 2 mil pessoas é considerada suficiente para estimar a audiência dos canais. Os interessados em participar vão preencher um cadastro, com informações pessoais, como sexo, idade e classe social. O Ibope Media selecionará os participantes de forma a ter resultados com validade estatística. Será feita uma ligação telefônica para cada um deles com o objetivo de confirmar os dados informados.

Esta será a primeira pesquisa do gênero no Brasil. A TV digital móvel está presente ainda em poucos modelos de smartphones, conforme levantado por MOBILE TIME recentemente. Houve um boom, no passado, de modelos de webphones com receptor de TV digital, mas esse segmento está desaparecendo do portfólio de fabricantes e operadoras, em razão da queda do preço dos smartphones.

Fonte: Tela Viva

Tagged with:
Jun 10

Empresas devem se reunir com o ministro Paulo Bernardo para pedir formalmente para que o governo reveja a política de desoneração de smartphones.

As empresas de radiodifusão devem se reunir na próxima semana com o ministro Paulo Bernardo para pedir formalmente para que o governo reveja a política de desoneração de smartphones e estímulo à produção de celulares no Brasil de modo a incluir medidas que garantam a recepção dos serviços de radiodifusão, tanto TV digital quanto a recepção de rádio AM e FM.

Segundo fontes do mercado de radiodifusão ouvidas por este noticiário, o governo falha em não fomentar a recepção aberta e gratuita do padrão de TV digital brasileiro, o SBTVD, que prevê a mobilidade. Uma vez que uma das características previstas em decreto do SBTVD é a mobilidade, o governo deveria trabalhar junto aos fabricantes de telefones móveis para assegurar esse serviço à população.

Em relação à recepção dos sinais das emissoras de rádio, os radiodifusores enxergam um caminho até mais curto: entendem que boa parte dos dispositivos (não só smartphones) vendidos no Brasil já teriam essa capacidade, mas as empresas fabricantes de handsets simplesmente não ativam a função. A solicitação dos radiodifusores irá também nesse sentido.

Vale lembrar que a Portaria Interministerial MCT/MDIC 245 de 2011 já prevê a inclusão da capacidade de recepção da TV digital em 5% dos telefones produzidos no Brasil dentro do Processo Produtivo Básico a partir de 2013.

Mas os radiodifusores entendem que os fabricantes estão, por meio de brechas nessa portaria, contornando a obrigação. Também avaliam que é muito pequeno o percentual, considerando-se que é interesse do governo fomentar a adoção da TV digital, até para que o espectro de 700 MHz possa ser liberado.

Fonte: FNDC

Tagged with:
Jun 10

A reclamação que os radiodifusores brasileiros levarão ao ministro das comunicações, Paulo Bernardo, na semana que vem procede: são poucos os smartphones no Brasil dotados de receptor de TV digital. Em um levantamento realizado por MOBILE TIME nos sites de quatro dos maiores fabricantes em atividade no País (LG, Motorola, Nokia e Samsung) foram encontrados apenas dois modelos de smartphones com a funcionalidade, de um total de 122 disponibilizados nas páginas das empresas. Ou seja: menos de 1%. Cabe lembrar que foram analisados apenas produtos classificados pelas próprias empresas como smartphones em seus websites. Não foram computados, portanto, feature phones ou celulares mais básicos. Os dois únicos modelos de smartphone com TV digital encontrados foram: Samsung Galaxy Y TV e Motorola Razr D1.

Em compensação, há uma oferta vasta de smartphones com receptor de rádio FM. Dos 122 produtos analisados, 77 possuem a funcionalidade, ou seja, mais da metade.

Os radiodifusores querem convencer o governo federal a incluir as antenas de TV digital e rádios FM e AM entre as especificações obrigatórias nos smartphones produzidos no Brasil que contarão com desoneração tributária.

Segue a lista completa, separada por fabricante, levantada por este noticiário:

Fabricante Total de modelos smartphones apresentados no site Quantidade com TV digital Quantidade com rádio FM Lista com rádio FM
LG 28 0 23 LG Optimus L7 II Dual P716, LG Optimes L7 II P714, Optimus L5 II Dual E455, Optimus L5 II E450,  LG Optimus L3 II Dual E435, Optimus L3 II E425, Optimus 4X HD P880, Optimus L5 E612, Optimus L5 Dual E615, Prada Phone by LG P940, Optimus 3D MAX P720, Optimus L7 P705, Optimus L3 Dual E405, Optimus L3 E400, Optimus 2X P990, P970, Optimus Hub E510, P698, C660, P350, C570, P500, GT540
Motorola 17 1 (Razr D1) 4 Motorola Iron Rock, Moto Smart,Motorola Defy Mini, Motorola Milestone 3
Nokia 31 0 26 Lumia 925, Asha 501 Dual Sim, Nokia Asha 310, Nokia Asha 311, Asha 308, Asha 305, Asha 302, Asha 303, Asha 205, Nokia 808 Pure View, Nokia Lumia 900, Nokia Lumia 800, Lumia 710, Asha 200, Nokia 500, Nokia N8-00, Nokia E5-00, Nokia X2-01, nokia E6-00, Nokia 701, Nokia C2-01, Nokia E72, Nokia E7-00, Nokia C6-00, Nokia C5-03, Nokia C7-00
Samsung 44 1 (Galaxy Y TV) 24 Galaxy Pocket Plus Duos, Galaxy Pocket Plus, Galaxy Ch@t, Galaxy Pocket Duos, Galaxy Pocket, Galaxy S II Lite, Galaxy Y Duos, Galaxy Note, Wave Y, Samsung Omnia W, Galaxy W, Galaxy Y Pro, Galaxy Y, Galaxy Pro, Galaxy Mini, Galaxy 551, Galaxy 5, Galaxy 3, Wave 723,Wave 533, Omnia Pro 652, Omnia Lite, Omnia Pro, Galaxy Y TV.

Fonte: Tela Viva

Tagged with:
preload preload preload