Aug 11

tv com gingaDiferentes ministérios alegaram estar criando apps para a interatividade da TV digital, e o TCU ameaçava cobrar resultados. E Kassab não quis criar dois tipos distintos de público.

Aconteceu o imponderável. Hoje, o Gired, grupo que conduz a transição da TV digital aprovou, por consenso (sic) a nova versão do conversor digital que será distribuída, a partir de São Paulo, para todos os elegíveis a receberem essa caixinha com capacidade para a interatividade, pois virá com o software nacional embutido, o Ginga C.

Embora mais simples do que os planos originais, para caber no orçamento das operadoras de celular que pagam a conta (não terá saída HDMI, ou seja, não permitirá acesso à alta resolução dos sinais de TV digital) ela será uma versão bem mais aprimorada do que as operadoras de celular e as emissoras de radiodifusão comercial queriam. A caixinha com o ginga C já tinha sido descartado por esses dois segmentos do mercado e a sua tese tinha recebido apoio do ex-ministro das Comunicações, Andre Figueiredo, que havia decidido manter o software nacional nos equipamentos que seriam distribuídos apenas para os integrantes do Bolsa Família, e não para as famílias do Cadastro Único, um universo muito maior. “Aprovamos essa configuração com ressalvas, pois do ponto de vista das operadoras, não seria a melhor opção”, afirmou o presidente da EAD (ou Seja digital), a empresa que conduz a transição, Antonio Carlos Martelletto, diretor geral.

A proposta foi aprovada hoje assim porque o grupo foi informado que amanhã, 12, o ministro Kassab publica portaria confirmando que o conversor deve ter a interatividade (conforme portaria do Ginga C publicada pelo então ministro petista, Ricardo Berzoini) e que deve ser distribuída igualmente tanto para as famílias do Bolsa Família, como do Cadastro Único. Para André Barbosa, ex-diretor da EBC, que até a reunião de hoje, parecia voz isolada clamando no deserto de surdos sobre as vantagens do Ginga C, a reviravolta na decisão foi “uma conjunção de bons fluidos”, como a queda do dólar, que permitiu a agregação de novos componentes no conversor, a atuação da Anatel, e de demais integrantes do governo, como Cultura, Ministério do Desenvolvimento Social e TCU.

Na verdade, há mesmo uma grande perspectiva deste governo em se apropriar das vantagens que um programa de interatividade social – pelas ondas da TV pública- pode proporcionar. As emissoras comerciais queriam também que fosse distribuído apenas o conversor zapper, sem qualquer chance de programas interativos, para poder sobrar mais recursos para si próprias e a transição de seus sinais.

Com esse novo modelo, 256 MB de memória RAM, 2 GB de memória Flash e 2 USB, o preço da caixa sem internalizar no Brasil, (FOB),sai por US$ 15,8 estima a EAD, e será distribuída para cerca de 12 milhões de famílias, já que diminuiu o número de cidades que terão as TVs desligadas.

Fonte: Tele Síntese 

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Aug 10

ConversorA Entidade Administradora da Digitalização (EAD) já entregou 215 mil kits de conversor digital e antenas para as famílias inscritas nos programas sociais do governo federal do Distrito Federal e mais nove cidades do entorno, onde o desligamento do sinal analógico de TV está programado para 26 de outubro. Esse número representa pouco mais de 62% do total de 346 mil famílias que serão beneficiadas.

Outras sete mil famílias já agendaram a retirada do kit nos pontos de distribuição. Com esses equipamentos, os beneficiários poderão receber a programação digital da TV digital aberta mesmo por aparelhos de TV antigos.

Além do Distrito Federal, o switch-off vai atingir as cidades goianas de Águas Lindas de Goiás, Cidade Ocidental, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás. O agendamento para a retirada dos kits pode ser feito no site www.vocenatvdigital.com.br ou pelo telefone 147.

Campanha

A EAD também iniciou a campanha de desligamento do sinal analógico em mais 97 municípios com switch-off previsto para 26 de julho de 2017. Os anúncios de alerta inclui Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE) e Fortaleza (CE), além de outras 93 cidades situadas no entorno dessas capitais.

Neste início da campanha, os telespectadores começam a ver um logotipo na tela de TV com a letra “A”. Este símbolo indica que o sinal da TV é analógico. Além disso, tarjas informativas sobre o desligamento serão inseridas durante a programação. Cartelas informativas começarão a ser exibidas 180 dias antes do prazo final e vídeos informativos, com 75 dias de antecedência.

Fonte: Tela Viva

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Aug 10

TV sem ginga nãoO Gired (grupo de implantação da digitalização de TV) adiou para a próxima semana as decisões sobre o novo conversor gratuito e sobre critérios da pesquisa para averiguar percentual de digitalização dos domicílios em Brasília, que deverá ter o sinal analógico da TV aberta desligado em 26 de outubro. O motivo do adiamento é a falta de consenso sobre os dois temas.

As teles e a radiodifusão comercial defendem a unificação do set-top box em um modelo superior ao zapper distribuído entre os beneficiários do Cadastro Único dos programas sociais do governo e conversor com interatividade doado aos integrantes do cadastro apenas do Bolsa Família. Os representantes da radiodifusão pública (EBC e TV Câmara) não aceitam a limitação da interatividade, que já é usada para ofertas de serviços por órgãos públicos.

O argumento para a troca é o custo do aparelho, que ficaria 50% mais barato no modelo proposto pela Entidade Administradora da Digitalização (EAD). Além disso, ressalta que os beneficiários do CadÚnico sairiam ganhando com a nova configuração do receptor. Já a radiodifusão pública reclama do abandono do Ginga C, middleware da interatividade reconhecido em norma da ABNT.

No caso da pesquisa, a oposição vem da radiodifusão comercial. O principal ponto é sobre o percentual de televisores de tela fina que é considerado como apto a receber a programação digital da TV aberta. Na pesquisa preliminar feita pelo Ibope em Brasília, 92% desses aparelhos foram considerados digitalizados, enquanto esse percentual em Rio Verde (GO), primeiro município a desligar o sinal analógico no País, ficou em 10%.

Fonte: Tela Viva

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Aug 10

Expectativa é de que em Brasília, cuja conversão para o novo sistema será em outubro, possa registrar descarte de até 200 mil televisores analógicos

A experiência em Rio Verde, a primeira cidade a ter exclusivamente o sinal digital de televisão, trouxe uma surpresa para o governo federal e as entidades envolvidas nesse processo. Uma quantidade apreciável de televisores, principalmente de tubo, foram jogados no lixo. Fazendo uma relação com isso, alguns cálculos apontam para aproximadamente 200 mil aparelhos descartados em Brasília, cuja conversão está programada para outubro. Isso levou a Secretaria de Inclusão Digital, na época vinculada ao Ministério da Comunicação e agora ao MCTIC (Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovação e Comunicações) a buscar acordos dentro de seu programa já existente de recondicionamento de computadores. O primeiro foi fechado entre a Seja Digital, responsável pelas campanhas de esclarecimento da TV digital, e a ONG Programando o Futuro.

A questão foi discutida hoje durante o 18º Wireless Mundi realizado em São Paulo. Leia mais sobre isso no Inovação nas Empresas .

Fonte: FDNC

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Jun 02

TV fora do arHá cinco meses do desligamento dos sinais analógicos de televisão em Brasília e região, começam a ser entregues nesta quinta, 2/6, os kits gratuitos de conversor e antena para famílias pobres, inscritas em programas sociais do governo federal. Por enquanto, cerca de 100 mil, das 372 mil famílias com direito ao kit, agendaram a entrega nos postos da Seja Digital, outrora EAD, responsável pela distribuição.

O conversor permite que os sinais digitais sejam captados mesmo por aparelhos de televisão analógicos – via de regra, as TVs de tubo. A antena externa, mais do que melhorar a recepção, é uma espécie de seguro para evitar eventuais interferências dos celulares 4G com a nova televisão.

A distribuição, inicialmente ao Bolsa Família, depois estendida a todo o Cadastro Único dos programa sociais, é uma das contrapartidas das operadoras móveis na transição digital. Com o desligamento dos sinais analógicos, em Brasília no próximo 26 de outubro, a frequência de 700 MHz, hoje com as TVs, passam a ser usadas pelos smartphones.

Para entregar os kits, a Seja Digital montou 19 pontos de atendimento, 12 deles no Distrito Federal, os demais em cidades do Entorno da capital que serão afetadas pelo desligamento, todas em Goiás: Águas Lindas, Cidade Ocidental, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso.

Têm direito ao conversor e antena inscritos em programas com Bolsa Família, Tarifa Social, Minha Casa, Minha Vida. Para confirmar o direito e agendar a distribuição do kit, basta acessar o site www.sejadigital.com.br (ou www.vocenatvdigital.com.br) ou ligar para o telefone 147 (a chamada é gratuita). É preciso ter o número do CPF ou NIS.

Fonte: Convergência Digital

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May 31

ConversorEquipamentos permitem que televisores mais antigos recebam sinal digital de TV. Além do Distrito Federal, nove cidades de Goiás terão o sinal analógico desligado até o dia 26 de outubro.

Começa nesta quinta-feira (2) a entrega gratuita dos kits de conversores digitais e antenas para os beneficiários do programa Bolsa Família e inscritos no Cadastro Único do Governo Federal residentes em Brasília (DF). As retiradas poderão ser feitas pelas famílias que se inscreveram pelo site vocenatvdigital.com.br ou pelo telefone 147 nos centros de distribuição na capital federal.

Mesmo com o início da distribuição dos kits, continuará aberto o agendamento das famílias que têm direito a receber o conversor digital. O desligamento do sinal analógico de TV em Brasília está previsto para 26 de outubro. Juntamente com o Distrito Federal, também passam a ser atendidas nove cidades de Goiás que fazem parte da região do Entorno do DF: Águas Lindas de Goiás, Cidade Ocidental, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Planaltina de Goiás, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás.

O conversor digital e a antena permitem que os televisores antigos possam funcionar mesmo com o desligamento do sinal analógico. São 372 mil famílias no DF que devem receber os kits. Com a mudança, a frequência fica liberada para ser usada na implantação do 4G na faixa de 700 MHz, leiloada em 2014 pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Brasília será a primeira capital a passar pelo switch off no Brasil. Em março, foi desligada com sucesso a cidade de Rio Verde (GO), que foi usada como teste-piloto. A distribuição dos kits é coordenada pela Entidade Administradora de Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (EAD), ente criado pelas operadoras vencedoras do leilão para coordenar a limpeza da faixa.

Fonte: MCTI

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May 31

O governo do Distrito Federal começou a se preparar para o apagão analógico de televisão, marcado para 26 de outubro próximo. Um primeiro grupo de 1.020 alunos do Senai começam neste fim de semana a percorrer regiões da capital para ajudar os mais pobres a instalar os conversores, de forma que mesmo quem não possui aparelho digital continue a assistir TV depois do desligamento dos sinais analógicos.

Os primeiros alvos são as maiores cidades do DF, Taguatinga e Ceilândia. Mas além das demais regiões da capital, os equipamentos também já estão sendo distribuídos aos inscritos no Cadastro Único dos programas sociais do governo federal. Os alunos tiveram aulas práticas e teóricas com técnicos da Globo para a instalação das antenas, conversores e amplificadores de sinal.

Segundo a EAD (agora Seja Digital), o braço operacional da digitalização, cerca de 370 mil conversores serão distribuídos em Brasília (212 mil) e em nove cidades do Entorno Águas Lindas, Cidade Ocidental, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso.

As emissoras de televisão também pediram ao governo do Distrito Federal que inclua avisos sobre o desligamento dos sinais analógicos em todas as contas de água e de energia elétrica – algo que o governador Rodrigo Rollemberg já sinalizara como possível quando, no início de abril, foi procurado pelo então ministro das Comunicações, André Figueiredo.

Paralelamente, a EAD, empresa criada pelas operadoras móveis e que atua como braço operacional da transição digital, firmou nesta mesma semana um convênio com a Universidade Católica de Brasília para divulgar o desligamento analógico na capital.

Pelo acordo, a EAD – que agora vai passar a se chamar Seja Digital – “fornecerá todos os recursos financeiros para as ações e materiais de comunicação sobre a transição de sinal”. O valor, porém, não foi revelado porque de acordo com a Seja Digital “pode variar de acordo com o volume de atividades desenvolvidas pelos grupos de alunos e as demandas dos projetos”.

A Universidade Católica de Brasília tem envolvimento direto com o tema, não apenas por oferecer pós graduação em TV Digital, mas por ter programas específicos sobre o middleware Ginga, que poderia ser descrito como uma camada de interoperabilidade para aplicações interativas na TV Digital.

Não por menos, o convênio prevê que pesquisadores do mestrado em Comunicação da UCB farão testes de usabilidade do Ginga, por meio de pesquisa no campo da recepção. Além disso, estudantes vão trabalhar na disseminação de informações sobre o processo de migração da TV Digital, indo por exemplo a locais de atendimento de serviços públicos, como hospitais.

Fonte:

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May 20

A exemplo do que aconteceu no projeto piloto em Rio Verde (GO), o switch-off da TV analógica em Brasília deverá contar a princípio com conversores diferentes para a população cadastrada no Bolsa Família e no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), mas a ideia é a de tentar unificar o hardware para esses dois grupos. O set-top box para as famílias do CadÚnico contou com uma configuração menos robusta, o que permitiu a redução do preço e a inclusão de mais pessoas que antes não seriam contempladas no desligamento. “Estamos tentando ver se a gente consegue ter um conversor único para não ter essa diferença, estamos discutindo isso”, explica o conselheiro da Anatel, Rodrigo Zerbone.

O set-top box mais simples, chamado de zapper, é o mesmo distribuído em Rio Verde e tem ainda a vantagem de já estar disponível no mercado, ao contrário dos aparelhos mais parrudos distribuídos para a população vinculada ao Bolsa Família na cidade goiana. A antena para captação do sinal que vem no kit oferecido permanece igual. “Essa discussão vale até para depois no cronograma”, declara.

Avaliação

Zerbone explica que a inclusão do público de baixa renda que não faz parte de nenhum programa social do governo trouxe mais dificuldades em Rio Verde, mas que isso “faz parte do processo e foi motivador para que se refizesse o cronograma, inclusive excluindo grande parte do interior do País”. O conselheiro da Anatel avalia o piloto como um grande aprendizado, incluindo o planejamento com o Gired e a EAD.

O cronograma para o restante do País, segundo recomendou o Gired, agora envolve o desligamento em 2018 nas capitais e grandes cidades para liberar o espectro, de forma que o edital da faixa de 700 MHz não seja impactado e a frequência seja liberada para as operadoras móveis. Além disso, a distribuição dos conversores nos centros urbanos terá o impacto da inclusão do CadÚnico e da mudança de métrica, que considera também o acesso digital via TV por assinatura. “Já temos digitalização muito superior em Brasília, o que demonstra que o processo está caminhando bem e não deveremos ter novos adiamentos”, afirma.

Zerbone, que esteve presente em seminário da Fiesp sobre TICs nesta quarta-feira, 18, descarta ainda uma solução de satélite (incluindo modelo híbrido) para o switch-off, conforme sugerido pela operadora de satélites Eutelsat. A justificativa é que a distribuição em banda C não entrega a programação local dos canais de TV aberta. “Isso é relevante para o consumidor, ele só migra para isso (solução de parabólica ou TV paga) se tiver problema técnico (que o obrigue)”, explica. Ele considera ainda que as pesquisas mostraram que Rio Verde não contou com alteração de base (de TV aberta para paga) além de uma margem de 1% a 2%, considerada “irrelevante em um processo desse tamanho”.

Radiodifusão

“Quando entrou o conversor mais simples, efetivamente o processo deslanchou, foram distribuídos 16 mil unidades, algo em torno de 27% dos domicílios em Rio Verde. É muita coisa porque em Brasília estamos falando de 500 mil (unidades), e o número previsto era de cerca de 370 mil. O ministério tem que ter muita atenção para não distribuir um conversor excessivamente sofisticado”, afirma o diretor-geral da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Luis Roberto Antonik. “Diria que a experiência de Rio Verde foi excelente, aprendemos muito lá, tivemos problemas porque a EAD começou a trabalhar muito tarde, mas não é culpa deles, hoje estão experientes, temos todas as condições de acontecer dentro do cronograma”, avalia.

Para o gerente de engenharia do SBT, Alexandre Sano, a transição do modelo analógico para o digital é um processo delicado, mas o importante é evitar um apagão televisivo no País devido à penetração e à importância da TV para o brasileiro. “Atrasos têm que acontecer quando for identificado que a população não está sendo atingida com sinal digital, quando não tem capacidade de investir em receptor ou conversor. E há de se considerar que o investimento por parte das emissoras é muito alto. Um cronograma curto e apertado nos demandaria investimento e nem todas as emissoras têm essa capacidade”, afirma. O diretor de engenharia e tecnologia do Grupo Bandeirantes de Comunicação, José Chaves, concorda. “Não creio que nenhuma emissora seja atrapalhada pelo atraso porque nenhuma rede está totalmente ready to digital; acredito que atraso proporcionará oportunidade para migrar de maneira mais efetiva”, diz. Ele ressalta ainda o programa de renovação do parque tecnológico com as retransmissoras, especialmente as vinculadas a prefeituras.

Fonte Tela Viva

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May 13

Está sacramentado o acordo entre as emissoras de TV comerciais e as operadoras móveis, com as bênçãos do governo e da Anatel, para que a transição para a TV Digital seja restrita aos maiores aglomerados urbanos do Brasil. O Diário Oficial da União desta quarta-feira, 11/5, traz o Decreto presidencial 8.753, que formaliza a mudança nos planos, ficando o desligamento dos sinais analógicos restrito aos municípios onde a radiodifusão utiliza a faixa de 700 MHz.

“O encerramento da transmissão analógica ocorrerá até 31 de dezembro de 2018 nas localidades nas quais seja necessária a viabilização da implantação das redes de telefonia móvel de quarta geração na faixa de radiofrequências de 698 MHz a 806 MHz”, diz o Decreto.

Até aqui, o Ministério das Comunicações já definiu o calendário de desligamento para 349 municípios do país, notadamente aqueles próximos aos grandes centros urbanos que serão afetados pelo ‘apagão’ analógico das metrópoles. Mas nas contas do Minicom essa lista deve ser ampliada em outros 1 mil municípios, de forma a desocupar a faixa de 700 MHz que as teles usarão no 4G.

Dessa forma, o novo Decreto permite ao Ministério fazer os ajustes. O texto também prevê que “as entidades outorgadas a executar os serviços de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de televisão poderão efetuar o desligamento voluntário do sinal analógico, nos termos previstos em ato do Ministro de Estado das Comunicações”.

Fonte: Convergência Digital

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May 08

A PRIMEIRA EDIÇÃO DE 2016 DA REVISTA FAZ UMA SINGELA HOMENAGEM A UM DOS PESQUISADORES MAIS GENIAIS DA COMPUTAÇÃO NO BRASIL.

Luiz FernandoA área de Computação no Brasil evoluiu por diversos fatores, mas possivelmente o mais importante tem a ver com o trabalho apaixonado de profissionais que doaram sua energia, talento, conhecimento e tempo a pesquisa, desenvolvimento e inovação na área. E um profissional que exemplifica muito esse perfil foi o professor Luiz Fernando Gomes Soares, que infelizmente nos deixou prematuramente em 2015. LF, como era conhecido por amigos, colegas e alunos, imprimiu seu nome na história da Computação brasileira através de iniciativas que trouxeram grandes avanços não só para a área em si, mas para a sociedade como um todo. Foi sua dedicação e sabedoria que fez surgir no país, por exemplo, o padrão do Sistema Brasileiro de Televisão Digital que conhecemos hoje. Na PUC-Rio, LF também foi orientador de muitos profissionais hoje líderes na academia e indústria que mantêm o seu legado. A atuação de Luiz Fernando foi também fundamental em instituições como Capes e CNPq, e, claro, na nossa Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da qual foi vice-presidente entre os anos de 1999 e 2003, e conselheiro entre 2003 e 2015. Nós, da SBC, somos muito orgulhosos por termos convivido com o professor Luiz Fernando, um profissional magnífico e uma pessoa ímpar e inspiradora.

Fonte: SBC

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